Nem bem 2007 começou e já somos brindados com novidades que prometem movimentar o resto do ano na área de informática. A novidade deste mês, porque mês sem duas ou três novidades não tem graça para jornais e blogs, é o lançamento de um telefone celular pela Apple, Inc. Até aí, esta novidade não possui nada de extraordinário além do simples fato de vermos a empresa entrar no segmento de telefonia móvel, com um aparelho caro, como era de se esperar, e que segundo suas perspectivas promete revolucionar o mercado de celulares.Megalomania à parte, o aparelho em si não parece ter nada de revolucionário. Pelo contrário, se em alguns casos acumula surpresas, em outros acumula decepções, mas como é comum em todos os produtos que fabrica, o telefone cativa as atenções de toda a mídia, da especializada a leiga. Por quê? Porque hoje em dia é difícil imaginar uma interface entre ser humano e máquina na área de informática que não tenha a influência direta da Apple. O modo como interagimos com nossos computadores, palmtops ou reprodutores portáteis de mp3 tem sempre como herança modelos amplamente imitados pelo mercado que são derivados de projetos inventados ou aprimorados pela companhia da maçã. O motivo está na sua capacidade de criar ou recriar o óbvio ao pensar esses modelos sempre do ponto-de-vista do ser humano e não da máquina.
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Colaboração: Rubens Queiroz de Almeida (Dicas-L)
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