Vamos partir da premissa de que a Web semântica, termo cunhado por Tim Berners Lee, James Hendler e Ora Lassila, em um artigo publicado na revista Scientific American, é a Web 3.0 e que se caracteriza por uma rede interligada de significados de palavras a fim de se criar uma linguagem comum e inteligível para as máquinas.
É a partir dessa linguagem comum que as máquinas conseguirão refinar as buscas, travar diálogos entre si, cruzar dados, uma vez que estarão programadas para intercambiar informações e oferecê-las sob uma interface customizada ou específica para o usuário.
No primeiro estágio da rede (1.0), a Web possuía a capacidade de ler informações disponíveis em portais e outros ambientes da Internet. No segundo estágio (Web 2.0), participação, colaboração e interação são os termos da vez e as atitudes esperadas por usuários e instituições presentes na Rede.
A influência da Web 2.0 – participação do usuário, colaboração, compartilhamento – e o boom do vídeo e áudio alteraram profundamente a forma como as comunicações e transações são feitas pela Rede. E assim é com o comércio eletrônico. No entanto, da segunda fase, já assistimos o início da terceira.
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Under-Linux
Percebemos a difusão entre os termas internet e web. É de extrema importância que as extremidades de duas pontas sejam realmente conjuntas para um fim comum, levar informação com objetividade e descentralizar foco. Retirar premissas de que um orgão/pessoa poderá controlar o universo gerado em torno de tal tecnologia.
Criar nome é fácil, falar que a Web 2.0 é o futuro da internet? Quem saberá? Estatísticas, relatório ou estudos de casos. Quem sabe o porque da Web 2.0 ou Web 3.0?
“A Google Inc. contratou o criador da “Internet” ou digamos fundador, desenvolvedor do TCP/IP. Ele tem o dever de propor novos conceitos da internet para a empresa, adivinhar, suprir as necessidades a longo prazo”.
Denominações nos levam a pensar. Vivemos em um ciclo de evolução. A normalidade desse ciclo se faz pela eficiência do ser humano dem buscar novos métodos e procedimentos para não se acomodar com o desenvolvido, dado como resolvido.
Se pensarmos bem, o que acontece hoje entre Microsoft e Linux?
Existe um ditado que diz: “Se não pode com eles, alia-se a eles.”
Conceitos precisam ser revistos. Falar em evolução na Web, não é besteira. Mas do jeito que estão indo as coisas, daqui a pouco estão falando que eu uso a versão 1.5 da Web. Será que estou desatualizado?
Sejamos livres para criação e desenvolvimento, e não mais presos a formas burocráticas e ideológicas do evolução.
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