No “Le Monde”, Stéphane Foucart opôs, com inteligência, o Copainsdavant francês, “do qual a maior parte dos serviços são de acesso pago”, com o Facebook, sistema gratuito e largamente aberto a contribuições exteriores, “cujo modelo é profundamente marcado pelo movimento open source que advém da criação do Linux nos anos 90.”
Para Stéphane Foucart, as tentativas da Microsoft naquilo que é atualmente conhecido como Web 2.0 seriam pertinentes num método de desenvolvimento incompatível com a cultura atual da Internet: “segredo sobre o código, colaboração mínima e modelo pago”, de onde viria sua “dificuldade de espansão na Internet e, portanto, de superar o Google, pioneiro da Web 2.0″. Deve-se ter, no entanto, uma certa reserva sobre essa afirmação, visto o sucesso do Hotmail e do MSN.
“Este modo de abrir o código reforça também um modelo econômico baseado na publicidade.”
Leia: “Les sites communautaires aiguisent les appétits”, www.lemonde.fr.
Fonte: TooLinux
Tradução Texto Livre
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