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RTFM

Já pensei que seriam mais claros se dissessem: ora, vá catar coquinho. O RTFM (Read The Fucking Manual) é tão delicado quanto isso. Acabei de traduzir para a wikipédia brasileira o artigo correspondente, encontrado na Wikipedia inglesa, coisa que já queria ter feito há muito tempo.A alma do software livre, não canso de dizer, é compartilhar conhecimento. Qual não será a reação de alguém que, como único local de suporte para o software livre que está aprendendo a usar, conhece um fórum ou uma sala de IRC e bum: recebe um RTFM na cara como resposta à sua pergunta. Ou então um “vá procurar no google”. Tem aqueles que saem correndo. Tem aqueles que, com a maior paciência, obedecem: lêem o manual, geralmente em inglês e muito técnico para um iniciante, ou vão procurar no google, sem saber bem o que procurar no meio dos 10000 de respostas que o sábio google retorna. Dai… volta pro fórum ou chat e diz: fiz, não adiantou. Quer saber? Leia o blog da acris.


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Sobre o Autor

author photo Professora da UFMG, coordenadora dos grupos SEMIOFON (pesquisa sobre fala, semiótica e fonética acústica e desenvolvimento de softwares associados) e Texto Livre (grupo de suporte à documentação em software livre, incluindo desenvolvimento de software didático). Editora da Underlinux.

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Comentarios

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  1. Por Junior | março 9, 2008, 21:12

    Essa acris é uma muié braba memo. Mandando catar coquim. hahahhahahha

  2. Por Itamar | março 9, 2008, 23:22

    dificil é aprender a ler, o resto esta escrito.

  3. Por lucianogf | março 10, 2008, 17:01

    ótimo texto, pra mim será muito útil…

    agora preciso encontrar uma forma diferente de falar para o usuário gastar, pelo menos, 5 minutos em uma pesquisa e/ou estudo antes de perguntar. heheehhe

    se todos os usuários que postam no fórum gastassem esses 5 minutos em pesquisa na internet não haveriam tantas perguntas repetidas.

    o problema, também, é o cara não saber perguntar.

    mas vamos lá.. um pouco de respiração calma ajuda a reforçar a paciência…

  4. Por zorrex | março 12, 2008, 12:20

    É certo que qualquer profissional da área de computação tem que ter um “q” de auto-didata, o problema surge quando esses mesmos profissionais esquecem que um médico, um advogado ou qualquer outra pessoa que não seja da área e nem queira ser da área pode querer usar um software livre e deveriamos ser os primeiros a apoia-los nessa inclusão, infelizmente parece que alguns tem medo de sair do gueto e as pessoas perceberem que quem usa GNU/Linux não é necessariamente um Hacker…