“A internet aqui é tão importante quanto a eletricidade”, conta o vendedor Choi Jin Siek, de 32 anos. “Muito apartamento novo já tem conexão de fibra óptica. Não dá para viver sem a web porque todo o nosso mundo está lá.”
O governo sul-coreano apostou pesado na tecnologia para espantar a crise econômica que tomou conta da Ásia no final dos anos 1990. Investiu US$ 24 bilhões em infra-estrutura de rede e hoje consegue oferecer para qualquer pessoa conexões absurdamente velozes por menos de US$ 20 (R$ 34) por mês. Sem limite de downloads. Cerca de 90% da população está plugada na banda larga.
Maiores detalhes em Notícias FUNDEP.
Veja outros envios de acris
Acho que não dá pra esperar isso aqui, estamos privatizando até as calças…
Creio na verdade que no Brasil isso ainda leva muito, muito tempo, na verdade não em relação a privatizações, que, na minha opinião até contribui, mas sim, devido a questões puramente geográficas mesmo, visto que nosso país exponenciamente maior que a coréia.
O problema não é só o tamanho do país, na minha opinião são outros:
- contratos de privatização/concessão que priorizam a empresa e não o consumidor;
- orgãos que brigam para impedir a concessão de novas tecnologias (como 3G e WiMax);
- altos custos com infra-estrutura e importação de equipamentos de alta tecnologia;
- altas despesas com pessoal especializado;
- outras despesas não contabilizadas….
Além disso parece que o apetite das empresas aqui nunca é obter lucro pelo volume e sim obter lucro imediato.
Um dia chegamos lá…. quem sabe.
so queria saber qual e o custo realmente da banda larga no brasil,alias e banda larga ou banda larga discada .
Seria uma boa se o Brasil tivesse condições de bancar um empreedimento assim. Talvez até tenha, mas é preciso ver que existem problemas essenciais a serem resolvidos antes disso, saúde, transporte e infraestrutura, serviços básicos que infelizmente ainda deixam a desejar em nosso País. Sem contar que com o alto grau de desigualdade social que existe em nosso País, este tipo de serviço existiria para uma restritíssima minoria, apesar do baixo preço, existem outros gastos como com equipamentos.