Jim Whitehurst, atual diretor executivo da Red Hat — desde a (inesperada) demissão de Matthew J. Szulik — acredita que a penetração da Red Hat no mercado de TI internacional deve crescer ainda mais, tanto com clientes existentes quanto com empresas que estão apenas começando a considerar a adoção de soluções de Código Aberto. E esse otimismo tem bons motivos: de acordo com o balanço publicado pela empresa, o faturamento da Red Hat no último trimestre de seu ano fiscal cresceu 27% em comparação com o mesmo período do ano anterior, chegando à marca de US$ 141,5 milhões. O lucro líquido (calculado de acordo com os princípios contábeis da metodologia GAAP) cresceu 7%, chegando a US$ 22 milhões (10 ¢ por ação). Descontando gastos isolados, o lucro chegou a 20 ¢ por ação — analistas contavam com um lucro de 19 ¢.
Se considerarmos o faturamento no ano fiscal, em comparação com o ano anterior houve um crescimento 31%, atingindo-se a impressionante marca de US$ 523 milhões. O faturamento oriundo do negócio com assinaturas (subscrições) aumentou em 32%, chegando a US$ 449,8 milhões. Considerando todo o ano fiscal, o lucro líquido (calculado segundo metologia GAAP) foi de US$ 76,6 milhões (36 ¢ por ação) — no ano anterior esse lucro foi de US$ 59,9 milhões (29 ¢ por ação). Se descontarmos gastos excepcionais, o lucro líquido no ano fiscal chegou a US$ 152,9 (72 ¢ por ação), em comparação com US$ 115,9 milhões (56 ¢ por ação) no ano fiscal anterior. Saiba mais no site da Linux Magazine.
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