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	<title>Under-Linux.Org &#187; Aplicativos</title>
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	<description>O Portal dos Administradores de Sistemas</description>
	<pubDate>Fri, 09 May 2008 02:13:45 +0000</pubDate>
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		<title>Social Networks Visualiser (SocNetV)</title>
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		<pubDate>Mon, 05 May 2008 12:37:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<description><![CDATA[O KDE Apps acabou de publicar a versão 0.44 do Social Networks Visualiser (SocNetV), uma ferramenta de Análise Social de Redes (Social Networks Analysis) para Linux, Mac e Windows, escrita em Qt4. As formas de visualização da rede variam de modo que o usuário pode ter uma visão bem precisa do que está acontecendo, desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://www.kde-apps.org/content/show.php/Social+Networks+Visualiser?content=34591" target="_blank">KDE Apps acabou de publicar</a> a versão 0.44 do Social Networks Visualiser (SocNetV), uma ferramenta de Análise Social de Redes (Social Networks Analysis) para Linux, Mac e Windows, escrita em Qt4. As formas de visualização da rede variam de modo que o usuário pode ter uma visão bem precisa do que está acontecendo, desde as relações ponto a ponto até os pontos de convergência. SocNetV foi registrado sob a licença GNU Public Licence version 3 (GPL3).</p>
<p>Curioso? Veja a página do projeto: <a href="http://socnetv.sourceforge.net" target="_blank">http://socnetv.sourceforge.net</a></p>
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		<title>Webconferência livre com o Dimdim</title>
		<link>http://under-linux.org/8476-webconferencia-livre-com-o-dimdim.html</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Apr 2008 12:52:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>phess</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dimdim permite a realização de atividades em conferência via Internet, como a criação de documentos, compartilhamento de aplicativos, montagem de apresentações, comunicação via teclado ou voz, desenho livre e transmissão de vídeos. O aplicativo reside no navegador, e portanto é independente do sistema operacional — contanto que esteja em uso o plugin do Flash.
A [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Dimdim permite a realização de atividades em conferência via Internet, como a criação de documentos, compartilhamento de aplicativos, montagem de apresentações, comunicação via teclado ou voz, desenho livre e transmissão de vídeos. O aplicativo reside no navegador, e portanto é independente do sistema operacional — contanto que esteja em uso o plugin do <em>Flash</em>.</p>
<p>A empresa oferece seu software de webconferência em três versões: o gratuito <em>Dimdim Free</em> e as variantes pagas <em>Enterprise</em> e <em>Pro</em>, que se encontram em versão beta. Segundo seus desenvolvedores, o Dimdim se destaca pela facilidade de uso e aplicabilidade para qualquer público. A empresa anuncia que, com o produto, é possível iniciar uma webconferência com apenas um clique do mouse, sem exigir a instalação de qualquer aplicativo, e com boa qualidade até mesmo sob condições de baixa conectividade ou velocidade.</p>
<p>Segundo o fundador da Dimdim, DD Ganguly, que foi vice-presidente de desenvolvimento de produtos na Computer Associates, a versão beta do software já foi baixada aproximadamente 375 mil vezes desde setembro de 2007.</p>
<p>Mais detalhes na fonte: <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/1802">Linux Magazine Online</a>.</p>
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		<title>aBíblia Software - A Bíblia Sagrada Open Source</title>
		<link>http://under-linux.org/8441-abiblia-software-a-biblia-sagrada-open-source.html</link>
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		<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 13:12:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luisvasquez</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<description><![CDATA[aBíblia Software é desenvolvida em C++ usando a biblioteca de classes Qt, afim de tornar-se um software de fácil instalação e utilização.
Desenvolvida para os sistemas Linux e Windows, a aBíblia Software reuni em um único programa ferramentas auxiliadoras ao estudo bíblico como: pesquisa, seleção de principais passagens, anotações, caixinha de promessas e outros.
Ao abrir a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>aBíbli</strong><strong>a</strong><strong> Software </strong>é desenvolvida em C++ usando a biblioteca de classes Qt, afim de tornar-se um software de fácil instalação e utilização.</p>
<p>Desenvolvida para os sistemas Linux e Windows, a <strong>aBíbli</strong><strong>a</strong><strong> Software</strong> reuni em um único programa ferramentas auxiliadoras ao estudo bíblico como: pesquisa, seleção de principais passagens, anotações, caixinha de promessas e outros.</p>
<p>Ao abrir a página de downloads (<a href="http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia/downloads">http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia/downloads</a>) você poderá escolher entre baixar uma versão Windows, versões para distros baseadas em Debian e outra no formato RPM. Além, é claro, do código fonte do software.</p>
<p>Atualmente a aBíblia Software é desenvolvida por uma única pessoa (Eu <img src='http://under-linux.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> com a ajuda e dicas de vários colaboradores (os próprios usuários). Você também pode participar dessa comunidade!</p>
<p>Acesse: <a href="http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia">http://www.comunidadeabiblia.net/abiblia</a></p>
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		<title>Novo sistema de gestão de documentos de código aberto</title>
		<link>http://under-linux.org/8434-novo-sistema-de-gestao-de-documentos-de-codigo-aberto.html</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Apr 2008 19:31:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>phess</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<description><![CDATA[Administradores de sistemas Linux agora já contam com mais um sistema de gestão de documentos em Código Aberto, o Agorum Core. Desenvolvido pela alemã Agorum Software GmbH, o sistema já possuía versões para Windows, mas, somente agora, recebeu uma versão também para sistemas Linux.
O Agorum Core já foi testado em algumas das principais distribuições usadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Administradores de sistemas Linux agora já contam com mais um sistema de gestão de documentos em Código Aberto, o <em>Agorum Core</em>. Desenvolvido pela alemã Agorum Software GmbH, o sistema já possuía versões para Windows, mas, somente agora, recebeu uma versão também para sistemas Linux.</p>
<p>O Agorum Core já foi testado em algumas das principais distribuições usadas em empresas, como <em>OpenSuse 10.3</em>, <em>Fedora 8</em>, <em>Debian 4.0</em>, <em>Red Hat Enterprise Linux 5</em> e <em>Suse Linux Enterprise 9</em> e <em>10</em>.</p>
<p>Em algumas semanas, os desenvolvedores pretendem também lançar a integração com o sistema de fluxo de trabalho e <em>Bonita</em>, também em ambos os sistemas operacionais. Um dos objetivos da abertura do código-fonte é aumentar a presença da empresa no mercado, o que é planejado para ocorrer em até dois meses.</p>
<p>O Agorum Core chega para competir principalmente com o <em>Alfresco</em> (<a href="http://www.linuxmagazine.com.br/article/documentos_fresquinhos">avaliado</a> pela Linux Magazine), o atual líder do segmento em Código Aberto. Ele funciona com base no banco de dados <em>MySQL</em>, no servidor de aplicação <em>JBoss</em>, no gerador de relatórios <em>iReport</em> da JasperSoft e no mecanismo de fluxo de trabalho Bonita.</p>
<p>O site da empresa alemã contém, além de extensa documentação escrita, tutoriais em vídeo para download.</p>
<p>Fonte: <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/agorum_core">Linux Magazine Online</a>.</p>
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		<title>Clustering em Casa</title>
		<link>http://under-linux.org/8401-clustering-em-casa.html</link>
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		<pubDate>Wed, 02 Apr 2008 15:01:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>brunoamelo</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<category><![CDATA[renderização]]></category>

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		<description><![CDATA[ O volume e a complexidade das informações com as quais trabalhamos cresce assustadoramente rápido e, com isso, também aumenta a necessidade de desenvolver formas mais eficientes de processar essas informações. Muitas vezes o tempo de processamento de uma tarefa pode ser crucial para determinar sua viabilidade.
 Em ambientes onde um maior poder de processamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="Trebuchet MS;"> O volume e a complexidade das informações com as quais trabalhamos cresce assustadoramente rápido e, com isso, também aumenta a necessidade de desenvolver formas mais eficientes de processar essas informações. Muitas vezes o tempo de processamento de uma tarefa pode ser crucial para determinar sua viabilidade.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Em ambientes onde um maior poder de processamento é requisito freqüente, uma alternativa que tem se mostrado interessante por sua viabilidade financeira é o uso de <strong>clusters:</strong> agregados de computadores pelos quais o processamento de uma tarefa é distribuído, podendo-se então processar uma quantidade enorme de dados em muito menos tempo. Ultimamente esse tipo de solução tem se tornado cada vez mais acessível e viável, tanto à área corporativa quanto ao público <em>geek</em>. Uma vez que há bastante documentação disponível, nada impede você de fazer aqueles gabinetes empoeirados e empilhados no sótão sentirem-se úteis novamente.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Um cluster pode ser usado para fazer balanceamento de carga, por exemplo, um servidor Web. Neste tipo de cluster, um computador recebe as requisições de processos pelo usuário (uma busca na web) e os passa para os demais, que processam e devolvem o resultado. Isso é interessante porque aumenta a escalabilidade do servidor (pra tornar ele mais poderoso é só colocar mais máquinas) e o torna mais barato: você pode usar várias máquinas fracas e baratas ao invés de um servidor caro.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Outro uso é o de tolerância a falhas, por exemplo, em um banco de dados. Um PC faz o trabalho enquanto outro o monitora e fica fazendo um backup constante dos dados para que, caso esse primeiro por algum motivo pare de funcionar, o segundo assuma automaticamente até que o problema seja sanado.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Um terceiro uso para um cluster, e talvez o mais interessante a longo prazo, é o cluster de processamento paralelo: o <strong>Compute Cluster. </strong>Neste tipo de cluster o processamento é dividido em diversas frentes e processado paralelamente em diversos processadores. Todos os computadores do cluster trabalham em diferentes tarefas para completar um trabalho muito grande, como um trabalho em equipe.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Funciona mais ou menos assim: com o processamento paralelo, os <strong>nodes</strong> - como são conhecidos os computadores que integram o cluster - podem, cada um, executar diferentes frentes de uma tarefa independentemente comunicando-se uns com os outros conforme os processos requisitem. Uma reprodução de um vídeo, por exemplo, não é uma tarefa paralelizável, e então não seria adequado tentar processá-la com o uso de um cluster, pois o <em>overhead</em> para comunicação dos nodes poderia consumir mais recursos que o metódo normal. Já a renderização desse mesmo vídeo pode demorar muito menos em um cluster do que em uma estação de trabalho comum.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Você não deve esperar uma serventia imediata para esse compute cluster caseiro. É preciso de um pouco de estudo em aplicações paralelizáveis para usar propriamente a infra-estrutura paralelizável: a forma de programar e as bibliotecas (MPI, por exemplo) diferem um pouco da programação linear a que estamos habituados mas, com a atual tendência irrevogável a computadores multi-core, vai se tornar obrigatória e mais cedo ou mais tarde você teria de aprender isso. Caso você não queira aprender sobre todo o potencial da programação paralela, mesmo como um usuário comum existem utilidades para um cluster em sua vida.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Para os fãs de Blender (modelagem 3D) é possível criar um conjunto de computadores que renderizem conjuntamente os projetos, reduzindo o tempo de espera pelo resultado. A solução, usando DrQueue e o Blender, é de fácil instalação e permite que qualquer &#8220;mortal&#8221; produza um centro de renderização poderoso. Para usuários mais experientes, o Scilab (computação numérica) também é uma opção de fácil clusterização. Usando PVM aliada a programação própria do programa, um matemático conseguiria reduzir o tempo de análise de dados. Para ambas as idéias, existem diversos tutoriais de como preparar e utilizar o ambiente.<br />
</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Na plataforma Windows, a Microsoft disponibiliza o Windows Compute Cluster Server (<span style="Trebuchet MS;"><span style="x-small;"><em><a id="h-q." href="http://www.micorsoft.com/windowsserver2003/ccs/">http://www.micorsoft.com/windowsserver2003/ccs/</a></em></span></span>) mas somente na arquitetura x64. Com Linux, temos uma boa opção com o Oscar Cluster (<a id="eq9y" href="http://oscar.openclustergroup.org/"><span style="Trebuchet MS;"><span style="x-small;"><em>http://oscar.openclustergroup.org</em>/</span></span></a>), que é uma coleção de scripts de instalação de diversos aplicativos que compõe a estrutura do cluster e que facilita imensamente sua instalação em Linux.</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Hoje em dia há muita gente trabalhando com isso e, portanto, há muita documentação e implementações diferentes. Isso facilita bastante o acesso à informação para quem deseja começar a fazer isso por conta própria. Assim, para montar um cluster de máquinas velhas, tudo que você vai precisar é de alguns CPUs, um CD de instalação do Linux e um HUB. Em caso de interesse, tem gente trabalhando com isso em <a id="mxji" href="http://www.codeplex.com/LMSU">http://www.codeplex.com/LMSU</a>. Divirta-se =)</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;">Links:</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Tutorial DrQueue + Blender = http://www.midstorm.org/~jalexandre/blog/2007/05/14/drqueue-blender-render-farm-para-mortais/<br />
</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;"> Tutorial Scilab = http://ats.cs.ut.ee/u/kt/hw/scilabpvm/</span></p>
<p class="western" lang="pt-BR">
<p class="western" lang="pt-BR"><span style="Trebuchet MS;">Por: Bruno Melo, Raul Kist, Daniele Santos, Henrique Baggio, Ivo Trivella (Equipe LMS)<br />
</span></p>
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		</item>
		<item>
		<title>O ODF continua muito bem, obrigado</title>
		<link>http://under-linux.org/8407-o-odf-continua-muito-bem-obrigado.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:49:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

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		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>

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		<description><![CDATA[Em notícia publicada na InfoOnline, Jomar Silva explica detalhadamente a decisão da OpenDocumentFoundation de não mais apoiar o formato aberto de documentos ODF. Segundo o autor, &#8220;1 - A OpenDocument Foundation é uma das instituições que apoiam o padrão ODF e que participava do seu desenvolvimento no OASIS (instituição internacional que desenvolve o padrão) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/08112007-5.shl" target="_blank">notícia publicada na InfoOnline</a>, Jomar Silva explica detalhadamente a decisão da OpenDocumentFoundation de não mais apoiar o formato aberto de documentos ODF. Segundo o autor, &#8220;1 - A OpenDocument Foundation é uma das instituições que apoiam o padrão ODF e que participava do seu desenvolvimento no <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/www.oasis-open.org" target="_blank">OASIS</a> (instituição internacional que desenvolve o padrão) e que conta com a contribuição de diversas empresas e organizações (ex. Sun, Novell, IBM e Google entre outras). 2 - Alguns problemas literalmente burocráticos ocorridos no final do ano passado fizeram com que a alguns dirigentes da OpenDocument Foundation tivessem um atrito com o OASIS. Um destes problemas é devido ao fato de que cada empresa pode ter até 3 representantes nos comitês e a OpenDocument Foundation tinha inicialmente 29 membros. Este número foi reduzido para 15 e quando o OASIS solicitou que eles seguissem a regra (3 membros) eles não aceitaram. O acordo estava sendo fechado em 9 membros quando ouve a ruptura de vez da OpenDocument Foundation com o OASIS.&#8221;</p>
<p>É interessante notar que um dos motivos para a saída da OpenDocumentFoundation foi a não inclusão no ODF da &#8220;inserção de estruturas em XML dentro do padrão ODF para que pudessem ser transportados dados binários, o que segundo eles facilitaria a integração com o legado. Esta sugestão não foi aceita por todo o comitê e por isso foi abandonada. Além disso, uma funcionalidade semelhante está presente no OpenXML e foi um dos problemas técnicos mais severos encontrados pelo comitê brasileiro que avaliou a especificação. A existência de tal tipo de estrutura permite que dados proprietários sejam inseridos dentro de documentos, quebrando assim a sua independência de fornecedor e a interoperabilidade.&#8221; Vale a pena ler a <a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/112007/08112007-5.shl" target="_blank">íntegra do documento</a>.</p>
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		<title>Wireshark 1.0 disponível</title>
		<link>http://under-linux.org/8408-wireshark-10-disponivel.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 13:39:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramorim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Wireshark]]></category>

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		<description><![CDATA[Após dez longos anos de desenvolvimento, finalmente foi liberada a versão 1.0 da ferramenta de análise de rede Wireshark. Dentre as novidades dessa nova versão, destacamos a retirada das vulnerabilidades DoS (Denial of Service) existentes, a criação de uma versão experimental para Mac OS X e a adição de novos módulos para os protocolos IEEE [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após dez longos anos de desenvolvimento, finalmente foi liberada a versão 1.0 da ferramenta de análise de rede Wireshark. Dentre as novidades dessa nova versão, destacamos a retirada das vulnerabilidades DoS (<i>Denial of Service</i>) existentes, a criação de uma versão experimental para Mac OS X e a adição de novos módulos para os protocolos IEEE 802.15.4, Infiniband, Parallel Redundancy Protocol, RedBack Lawful Intercept e Xcsl. Saiba mais no <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/wireshark_10_disponivel" target="_blank">site da Linux Magazine</a>.</p>
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		<item>
		<title>Como instalar o Openbravo ERP no Debian Etch</title>
		<link>http://under-linux.org/8406-como-instalar-o-openbravo-erp-no-debian-etch.html</link>
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		<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 12:15:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[ramo empresarial]]></category>

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		<description><![CDATA[O tutorial descreve como configurar o Openbravo ERP (enterprise management system) no Debian Etch. Segundo a página do Openbravo (tradução livre): &#8220;Openbravo é uma solução ERP de código aberto desenhada especificamente para o SME (small to midsize firm). Desenvolvido em ambiente web, inclui muitas funcionalidades robustas que são consideradas parte do ERP extendido: gerenciamento de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O tutorial descreve como configurar o Openbravo ERP (enterprise management system) no Debian Etch. Segundo a página do Openbravo (tradução livre): &#8220;Openbravo é uma solução ERP de código aberto desenhada especificamente para o SME (small to midsize firm). Desenvolvido em ambiente web, inclui muitas funcionalidades robustas que são consideradas parte do ERP extendido: gerenciamento de procurement e warehouse, gerenciamento de projetos e serviços, gerenciamento de produçãoe e gerenciamento financeiro.&#8221; Leia o tutorial completo no <a href="http://www.howtoforge.com/installing-openbravo-erp-on-debian-etch" target="_blank">HowToForge</a>. <a href="http://www.howtoforge.com/installing-openbravo-erp-on-debian-etch" target="_blank"></a></p>
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		<title>Microsoft contribuirá com Apache</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 16:36:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramorim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Apache]]></category>

		<category><![CDATA[Microsoft]]></category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft anunciou que passará a contribuir com doação de código para o Projeto POI da Apache Software Foundation. O projeto consiste em uma biblioteca Java para leitura e escrita de arquivos nos formatos do Microsoft Office e, no momento, permite apenas a operação com arquivos do aplicativo de planilhas eletrônicas Excel, com o suporte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Microsoft anunciou que passará a contribuir com doação de código para o Projeto POI da Apache Software Foundation. O projeto consiste em uma biblioteca Java para leitura e escrita de arquivos nos formatos do Microsoft Office e, no momento, permite apenas a operação com arquivos do aplicativo de planilhas eletrônicas Excel, com o suporte aos outros aplicativos do pacote proprietário planejado para breve. O nome do projeto é um acrônimo de <i>Poor Obfuscation Implementation</i> (Implementação de Ofuscação Ruim), em referência à complexidade dos formatos proprietários da gigante do software proprietário. Saiba mais no <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/microsoft_contribuira_com_apache" target="_blank">site da Linux Magazine</a>.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>O Instalador Ubuntu Games (IUG) está de volta!</title>
		<link>http://under-linux.org/8397-o-instalador-ubuntu-games-iug-esta-de-volta.html</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 02:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acris</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[O IUG, Instalador Ubuntu Games,  volta na versão 0.6.0 com mais jogos e poucas mudanças em relação à versão anterior, além da parte gráfica do programa.
Com este programa, com apenas alguns cliques no mouse, você instala os melhores jogos para o Ubuntu Linux. O IUG é totalmente produzido aqui no Brasil, criado pelos representantes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O IUG, Instalador Ubuntu Games,  volta na versão 0.6.0 com mais jogos e poucas mudanças em relação à versão anterior, além da parte gráfica do programa.<br />
Com este programa, com apenas alguns cliques no mouse, você instala os melhores jogos para o Ubuntu Linux. O IUG é totalmente produzido aqui no Brasil, criado pelos representantes do Ubuntu Games: Parabéns! Maiores informações e download na página do <a href="http://planeta.ubuntubrasil.org//post/2973" target="_blank">Planeta Ubuntu Brasil</a>.</p>
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		<title>Apt-URL no Ubuntu</title>
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		<pubDate>Mon, 31 Mar 2008 01:46:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>acris</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[Distribuição]]></category>

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		<description><![CDATA[por earobinson
APT-URL é um dos meus programas prediletos. O que ele tem de especial é que eu posso manter uma listad dos programas que eu gosto num website e facilmente instalar todos eles ou indicar a alguém novo no Ubuntu o website com todos meus programas favoritos. O problema é que, com os arquivos de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por earobinson</p>
<p>APT-URL é um dos meus programas prediletos. O que ele tem de especial é que eu posso manter uma listad dos programas que eu gosto num website e facilmente instalar todos eles ou indicar a alguém novo no Ubuntu o website com todos meus programas favoritos. O problema é que, com os arquivos de pacotes pessoais, deixar os usuários rodar seus próprios repositórios no  launchpad e muitas programas excelentes usando seus próprios repositórios, você precisará adicioná-los ao seu arquivo source.list antes que você possa usá-los. Maiores detalhes no blog do <a href="http://www.earobinson.org/2008/03/06/lets-let-apt-url-install-epositories/" target="_blank">earobinson</a>.</p>
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		<title>IBM investe na EnterpriseDB</title>
		<link>http://under-linux.org/8380-ibm-investe-na-enterprisedb.html</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 00:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramorim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[Banco de Dados]]></category>

		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>

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		<description><![CDATA[A IBM, está financiado o desenvolvimento do banco de dados relacional de Código Aberto PostgreSQL, ao investir na EnterpriseDB, empresa que comercializa uma versão comercial do PostgreSQL, o equivalente à quantia de US$ 10 milhões. O EnterpriseDB Postgres é, atualmente, o concorrente direto do banco de dados (proprietário) da Oracle e a IBM, além de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A IBM, está financiado o desenvolvimento do banco de dados relacional de Código Aberto PostgreSQL, ao investir na EnterpriseDB, empresa que comercializa uma versão comercial do PostgreSQL, o equivalente à quantia de US$ 10 milhões. O EnterpriseDB Postgres é, atualmente, o concorrente direto do banco de dados (proprietário) da Oracle e a IBM, além de querer uma fatia desse mercado, também quer possibilitar ao PostgreSQL competir com o MySQL pela dominância do mercado de banco de dados de Código Aberto.</p>
<p>A IBM, está financiado o desenvolvimento do banco de dados relacional de Código Aberto PostgreSQL, ao investir na EnterpriseDB o equivalente a US$ 10 milhões. O EnterpriseDB Postgres é, atualmente, o concorrente direto do banco de dados (proprietário) da Oracle.</p>
<p>Por mais de uma década, o PostgreSQL tem sido a pedra angular do mercado de banco de dados de Código Aberto. Já a alguns anos, a EnterpriseDB apareceu como a principal empresa a suportar e guiar o PostgreSQL. Com o atual investimento da IBM, a EnterpriseDB ampliará seus esforços para que o PostgreSQL possa competir com o MySQL no mercado de banco de dados de Código Aberto, e a Oracle, no mercado de banco de dados proprietário.</p>
<p>A IBM já possui um banco de dados proprietário, o DB2, e o mesmo já concorre tanto com o PostgreSQL quanto com os bancos de dados da Oracle. Avisando os mais afoitos, Andy Astor, CEO da EnterpriseDB, informou que não tem interesse em vender a EnterpriseDB para a IBM, e que o investimento da empresa na EnterpriseDB não deve levar ninguém a essa suposição. O que aconteceu foi que o EnterpriseDB atualmente emergiu como o concorrente direto do banco de dados proprietário da Oracle, e a IBM quer um quinhão desse mercado.</p>
<p>O estopim que levou a toda essa negociação entre as duas empresas parece ter sido a aquisição da MySQL pela Sun — pela quantia módica de US$ 1 bilhão. É interessante notar que a única outra empresa a dar suporte de maneira significativa ao PostgreSQL é a própria Sun. Ao adquirir a MySQL, a Sun colocou Marten Mickos, CEO da MySQL, como líder do grupo de banco de dados da Sun, o que inclui o PostgreSQL. É bem provável que isso tenha desagradado os usuários e desenvolvedores de PostgreSQL dentro da empresa, e é fato que não agradou ninguém dentro da EnterpriseDB. O próprio Andy Astor disse ter ouvido muitas reclamações de usuários de PostgreSQL no que tange à aquisição da MySQL pela Sun, já que a Sun, além de manter o PostgreSQL, possui membros estratégicos da de sua equipe na liderança do desenvolvimento do próprio PostgreSQL. &#8220;Nós teremos de esperar para ver o que vai acontecer&#8221;, disse Astor. Saiba mais no <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/ibm_investe_na_enterprisedb" target="_blank">site da Linux Magazine</a>.</p>
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		<title>Um pouco sobre o knockd</title>
		<link>http://under-linux.org/8379-um-pouco-sobre-o-knockd.html</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Mar 2008 00:52:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Scherrer</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[&#8220;O knockd é uma implementação de port-knocking. Resumidamente falando, com ele podemos deixar todas as portas do servidor fechadas e tê-lo configurado para ouvir &#8220;batidas&#8221; em algumas portas específicas, sendo que as batidas (corretas) podem gerar a execução de uma regra de firewall para abrir uma porta ou executar qualquer outro comando.&#8221;
Artigo na íntegra: fernando.scherrer.nom.br
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>&#8220;O knockd é uma implementação de port-knocking. Resumidamente falando, com ele podemos deixar todas as portas do servidor fechadas e tê-lo configurado para ouvir &#8220;batidas&#8221; em algumas portas específicas, sendo que as batidas (corretas) podem gerar a execução de uma regra de firewall para abrir uma porta ou executar qualquer outro comando.&#8221;</em></p>
<p>Artigo na íntegra: <a href="http://www.fernando.scherrer.nom.br/?p=6" target="_blank">fernando.scherrer.nom.br</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Lançado o OpenOffice 2.4</title>
		<link>http://under-linux.org/8378-lancado-o-openoffice-24.html</link>
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		<pubDate>Thu, 27 Mar 2008 20:20:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramorim</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Após uma espera relativamente longa, a nova versão do OpenOffice está disponível para download. São várias as novidades que se destacam neste salto de versão, entre elas, melhorias na geração de documentos PDF, mudança da fonte-padrão para DejaVu, melhorias gerais no acesso a banco de dados (MySQL, Oracle jdbc etc.) e inclusão de suporte nativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após uma espera relativamente longa, a nova versão do OpenOffice está disponível para download. São várias as novidades que se destacam neste salto de versão, entre elas, melhorias na geração de documentos PDF, mudança da fonte-padrão para <em>DejaVu</em>, melhorias gerais no acesso a banco de dados (MySQL, Oracle jdbc etc.) e inclusão de suporte nativo ao formato MS-Access 2007.</p>
<p>A interface também apresenta algumas mudanças. A seleção do idioma no corretor ortográfico está mais simples, novos atalhos de teclado foram criados para a definição de estilos de parágrafo e os blocos de células do Calc podem ser copiados e movidos mais facilmente pela planilha. Na janela de impressão, as opções avançadas podem ser escondidas, uma vez que dificilmente precisam ser alteradas. </p>
<p>A variação do OpenOffice especialmente adaptada para usuário brasileiros &ndash; o BrOffice.org &ndash; deverá estar disponível dentro das próximas semanas. Saiba mais no <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/lancado_openoffice_24" target="_blank">site da Linux Magazine</a>.</p>
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		<title>Oracle expande sua base em Linux</title>
		<link>http://under-linux.org/8373-oracle-expande-sua-base-em-linux.html</link>
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		<pubDate>Wed, 26 Mar 2008 23:18:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ramorim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Aplicativos]]></category>

		<category><![CDATA[Linux]]></category>

		<category><![CDATA[Open-Source]]></category>

		<category><![CDATA[Software Livre]]></category>

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		<description><![CDATA[O Oracle Unbreakable Linux é um programa que fornece suporte corporativo de alto nível em Linux, e não uma distribuição Linux. A Oracle reconhece a demanda por distribuições Linux verdadeiramente enterprise, e vê nisso uma importante redução dos custos na infra-estrutura de TI dentro de uma empresa, oferecendo suporte ao sistema operacional Linux. Todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <i>Oracle Unbreakable Linux</i> é um programa que fornece suporte corporativo de alto nível em Linux, e não uma distribuição Linux. A Oracle reconhece a demanda por distribuições Linux verdadeiramente <i>enterprise</i>, e vê nisso uma importante redução dos custos na infra-estrutura de TI dentro de uma empresa, oferecendo suporte ao sistema operacional Linux. Todo o programa de suporte é baseado na compatibilidade com a distribuição da Red Hat, a Red Hat Enterprise Linux (RHEL),  e fornecido juntamente com o Oracle Enterprise Linux.</p>
<p>De acordo com Monica Kumar, diretora sênior de marketing de produtos da Oracle, a empresa tem caminhado muito bem com seu programa de suporte. Kumar informa que atualmente a Oracle possui 2 mil clientes em Linux, que ganharão um bônus &ndash; um software para desenvolvimento de clusters, gratuitamente. O software estava disponível apenas para os clientes RAC (<i>Real Application Clusters</i>), mas agora fará parte do programa de suporte <i>Oracle Unbreakable Linux</i>.</p>
<p>O software central da Oracle para criação de clusters, o Oracle Clusterware, oferece a possibilidade de agrupar servidores individuais em um sistema de cluster. Porém, para quem ainda não considerar o Oracle Clusterware suficiente, o pacote RAC completo fornece outros componentes úteis para o gerenciamento das bases de dados Oracle nos clusters. Saiba mais no <a href="http://www.linuxmagazine.com.br/noticia/oracle_expande_sua_base_em_linux" target="_blank">site da Linux Magazine</a>.</p>
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