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  1. Uma coisa me intriga SHTURBO?

    Se o provedor fez parceria com a empresa detentora da SCM, toda a documentação vai sai em nome da detentora, certo?
    Então o que o "bendito" do fiscal vai querer incomodar?
    O cara chega aqui, eu mostro a documentação, se estiver tudo em dia, "boa noite amor".

    Se eu tenho um contrato de parceria com a detentora e tenho um contrato de link com a Tele, ísto não é da conta do fiscal. A função dele é em relação a autorização de funcionamento, equipamentos homologados, etc.. A parte burocrática não cabe a ele.

    Quanto a impostos cabe a fiscalização tributária. Cada macaco no seu galho.

    Agora, se a detentora não tiver abrangencia nacional, mas estadual, aí é outra coisa.

    Partindo deste pressuposto, qual a diferença entre a parceria e a filiação com a ShTurbo? Não vejo diferença. A não ser que a ShTurbo fique de dona de toda a instalação e o dono do provedor passe a dizer "amem" para a ShTurbo.
    Mas pelo que vi no seu site, tudo fica por conta do provedor. A única coisa que a ShTurbo entra é com os equipamentos no cliente, mas isso em termos, porque é comodato e a taxa já paga todo o investimento. Lá diz que a taxa de adesão é de 260,00, ficando 60 com o provedor para fazer a instalação e 200,00 para a sua empresa.
    Além disso a despesa com o link, que é a preocupação maior de quem monta o provedor, vai ficar com o franquiado. Quando o fiscal chegar no franquiado, o franquiado vai mostrar a documentação de licenciamento, que vai estar em nome da Shturbo. da mesma forma como faz o compartilhado quando apresenta a documentação em nome da detentora da SCM. É aí que eu não vejo diferença alguma. Compartilhamento ou afiliação é só uma questão de termos, de semântica.
    Veja bem, não estou querendo polemizar, mas penso em trazer o assunto a razão.
    O seu sistema pode ser atrativo para alguns, mas para outros não. É uma opçao a mais no mercado, que tratada a luz da ética deve ser rerpeitada, desde que haja a reciprocidade. Respeitando o sistema de compartilhamento, os dois podem conviver, pois a mercado para todos.
    Mas que a questão do compartilhamento ou filiação não tem diferença, ah, ísto não tem.

  2. Não quero botar lenha no fogueira nem puxar pra nenhum lado e muito menos vender algo. Eu tive parceria com 2 empresas e nunca me senti tranquilo.

    Tirei minha scm propria pq no meu entender deve ser da seguinte forma:
    Outorgada SCM deve:
    1.Registrar e ser responsavel pelas estacões(pop's);
    2.Emitir boleto/nota fiscal para cada assinante referente ao servíço de telecom e recolher o icms,fust,fistel;
    3.Fornecer atendimento 0800 aos assinantes e encaminhar suporte tecnico;
    4.Homologar/aceitar o tipo de equipamentos que serão instalados no assinante.
    5.Não vender os kits de acesso.


    Empresa/Provedor:
    1.Será contratada pela autorizada scm a prestar serviços de manutençao/instalacao dos clientes e/ou nos pop's;
    2.Poderá fornecer serviços de sva(autenticacao,email,hosting,etc) ao assinantes e cobrar por isso em separado;
    3.Venderá os kits de acesso homologados/aceitos pela autorizada scm

    Despesas de link devem ser pagas pela scm ou incluidas no contrato

    Provedor que nao tem scm propria nao pode vender serviço de telecom. Se não tiver condiçoes de tirar/manter uma licença scm, deve entregar o serviço a quem está habilitado e pagando(que não é pouco) para isso, e estipular remuneração adequada no contrato com a scm.

    Não quero dizer que a anatel não aceite outras formas de parceria scm, mas apenas estou colocando meu ponto de vista.



  3. Estamos entrando num debate sadio.
    Relendo na legislação, diz que a detentora de SCM pode contratar serviços de terceiros.
    Então, na prática pode compartilhar.

    E a abrangência normalmente é a nivel nacional. ìsto já é um incentivo ao compartilhamento.
    Agora, os termos do contrato de parceria é realmente outro aspecto a ser acertado entre as partes. Concordo perfeitamente.

    Quanto a tributação é algo meio complicado mesmo. Como uma detentora de SCM vai tirar uma nota de serviço de assinatura, onde o endereço do CNPJ dela está lá na origem.
    A estação compartilhada está no nome da detentora nos documentos da Anatel, e oficialmente para a Anatel ela é a dona, mas o CNPJ é da contratante que presta o serviço de autenticação.
    Todo o investimento é da contratante. O investimento da detentora de SCM pode ser alto, 9.000,00 mais despesas de consultoria, etc. etc. Digamos 15.000,00
    Estes 15.000,00 quando compartilhados com outros no decorrer do tempo se dilue.
    Mas para a contratante, os custos mensais de manutenção do provedor, com link e funcionários são altos, sem falar na reserva necessária para substituição e modernização de equipamentos.
    Como conciliar tudo ísto. Se quem tem SCM alega despesas, quem monta o provedor não fica por menos.

    O ponto crucial aí me parece que é: todos querem tirar o seu retorno o mais cedo possível, mas com todas as tributações e a concorrencia com as Teles, fica difícil. Teremos que achar o meio termo.
    Concordo que o ideal seria cada um ter a sua SCM. Este deve ser o objetivo de cada provedor logo depois de montar seus equipamentos com compartilhamento

  4. Citação Postado originalmente por valmirzuge Ver Post
    Não quero botar lenha no fogueira nem puxar pra nenhum lado e muito menos vender algo. Eu tive parceria com 2 empresas e nunca me senti tranquilo.

    Tirei minha scm propria pq no meu entender deve ser da seguinte forma:
    Outorgada SCM deve:
    1.Registrar e ser responsavel pelas estacões(pop's);
    2.Emitir boleto/nota fiscal para cada assinante referente ao servíço de telecom e recolher o icms,fust,fistel;
    3.Fornecer atendimento 0800 aos assinantes e encaminhar suporte tecnico;
    4.Homologar/aceitar o tipo de equipamentos que serão instalados no assinante.
    5.Não vender os kits de acesso.


    Empresa/Provedor:
    1.Será contratada pela autorizada scm a prestar serviços de manutençao/instalacao dos clientes e/ou nos pop's;
    2.Poderá fornecer serviços de sva(autenticacao,email,hosting,etc) ao assinantes e cobrar por isso em separado;
    3.Venderá os kits de acesso homologados/aceitos pela autorizada scm

    Despesas de link devem ser pagas pela scm ou incluidas no contrato

    Provedor que nao tem scm propria nao pode vender serviço de telecom. Se não tiver condiçoes de tirar/manter uma licença scm, deve entregar o serviço a quem está habilitado e pagando(que não é pouco) para isso, e estipular remuneração adequada no contrato com a scm.

    Não quero dizer que a anatel não aceite outras formas de parceria scm, mas apenas estou colocando meu ponto de vista.
    Correto meu amigo.



  5. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Uma coisa me intriga SHTURBO?

    Se o provedor fez parceria com a empresa detentora da SCM, toda a documentação vai sai em nome da detentora, certo?
    Então o que o "bendito" do fiscal vai querer incomodar?
    O cara chega aqui, eu mostro a documentação, se estiver tudo em dia, "boa noite amor".

    Se eu tenho um contrato de parceria com a detentora e tenho um contrato de link com a Tele, ísto não é da conta do fiscal. A função dele é em relação a autorização de funcionamento, equipamentos homologados, etc.. A parte burocrática não cabe a ele.

    Quanto a impostos cabe a fiscalização tributária. Cada macaco no seu galho.

    Agora, se a detentora não tiver abrangencia nacional, mas estadual, aí é outra coisa.

    Partindo deste pressuposto, qual a diferença entre a parceria e a filiação com a ShTurbo? Não vejo diferença. A não ser que a ShTurbo fique de dona de toda a instalação e o dono do provedor passe a dizer "amem" para a ShTurbo.
    Mas pelo que vi no seu site, tudo fica por conta do provedor. A única coisa que a ShTurbo entra é com os equipamentos no cliente, mas isso em termos, porque é comodato e a taxa já paga todo o investimento. Lá diz que a taxa de adesão é de 260,00, ficando 60 com o provedor para fazer a instalação e 200,00 para a sua empresa.
    Além disso a despesa com o link, que é a preocupação maior de quem monta o provedor, vai ficar com o franquiado. Quando o fiscal chegar no franquiado, o franquiado vai mostrar a documentação de licenciamento, que vai estar em nome da Shturbo. da mesma forma como faz o compartilhado quando apresenta a documentação em nome da detentora da SCM. É aí que eu não vejo diferença alguma. Compartilhamento ou afiliação é só uma questão de termos, de semântica.
    Veja bem, não estou querendo polemizar, mas penso em trazer o assunto a razão.
    O seu sistema pode ser atrativo para alguns, mas para outros não. É uma opçao a mais no mercado, que tratada a luz da ética deve ser rerpeitada, desde que haja a reciprocidade. Respeitando o sistema de compartilhamento, os dois podem conviver, pois a mercado para todos.
    Mas que a questão do compartilhamento ou filiação não tem diferença, ah, ísto não tem.
    Boa noite amigo desculpa mais só hj tive tempo de ler sua resposta.
    Bem é o seguinte la diz que o lucro do provedor varia de 30 a 65% justamente por conta do link.
    Ex:
    Obs: “Se vc já é um Provedor veja bem (Provedor não é Prestadora de SCM, Provedor faz apenas o SVA, serviço de valor add) na sua rede quem é sua telecom? vc mesmo pois quem liga vc a seu cliente, sua rede, vc!!! Isso é ilegal, de quem é as antenas da torre da prestadora e dos seus clientes, vc, vc não pode fazer essa ligação por que isso é TELECOM vc so pode fazer a autenticação do usuário isso e o SVA.”


    1º Para quem já tem provedor constituído, a shturbo vai fazer uma abalize dos custo com link e etc e apresentar uma proposta de lucro do provedor que varia de 30 a 65%.
    Se o provedor quiser passar o link para shturbo o lucro do provedor vai ser de 30% sobre o bruto mais venda, serviços o.s e instalações, no caso de seus equipamento e feito um contrato de venda ou aluguel.
    2º Para quem não tem provedor. Cobramos valores de partem de 7.000,00 pra cima para montar o provedor e deixa lo funcionando.


    Obs: Tem outra grande empresa de Internet que faz o mesmo sistema e cobra 40.000,00 reais o valor básico para montar o provedor, eles já tem 90 franqueados e o sistema funciona muito bem, estivemos visitando alguns dos franqueados dele e realmente estão muito satisfeitos, foi diante dessas pesquisas que também resolvemos trabalhar dessa forma, lógico que depois de verificar junto anatel.

    A mesma justificou que justamente dessa forma quem fica dona da estação e dos clientes linkados e justamente a telecom que tem sua torres homologada e não o provedor o qual deve apenas fazer o SVA.

    Pois justamente desata forma a Prestadora esta realmente contrato o Provedor para fazer a autenticação e suporte local de seus clientes e pagando por isso e não cobrando com é feito no contrato de compartilhamento de scm.

    Onde já se viu vc contratar uma empresa pra trabalhar e cobrar pelos serviços prestados ao invés de paga!!!!

    Mais detalhes pelo MSN.

    Quem quiser debater mais pelo MSN fique a vontade.

    Estou trancado a o Post até a resposta da ANATEL.






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