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  1. Citação Postado originalmente por tioruan Ver Post
    vo falr meu ponto de vista , logico , q o profissional tem q receber pelo serviço prestado , mas e com certeza um robo , pois e nossas dificuldades para manter o provedor em ordem são inumeras, sem falar nas noites de sonos perdidas , sol quente , chuva , etc raios , o q deveriamos fazer e nos unir , para q consigamos algum beneficio junto a anatel , para q consigamos qbrar a monopolia das grandes operadoras , e abaixar os custos para que possamos manter serviço de qualidade , sem comprometer , outros , eu começo o abaixo assinado e ja tenho 2 deputados estaduais e federal a nosso favor basta nos unirmos.
    Amigo, eu nao acho um roubo um engenheiro ganhar o valor que já é citado por lei, os roubos são: Licença da Anatel caríssima, e, link de Internet caríssimo. 1000 reais por link de 1mb? Se fosse 400 reais aí não teríamos o que reclamar...

  2. Citação Postado originalmente por GrayFox Ver Post
    Amigo, eu nao acho um roubo um engenheiro ganhar o valor que já é citado por lei, os roubos são: Licença da Anatel caríssima, e, link de Internet caríssimo. 1000 reais por link de 1mb? Se fosse 400 reais aí não teríamos o que reclamar...
    E agora com esta nova fusão anunciada da OI com a BrasilTelecom o perigo do monopólio volta a nos espreitar.
    O mais gozado nesta história toda é que as empresas espelhos foram criadas para pulverizar o mercado e estimular a concorrência.
    Mas as espelhos que permaneceram estão aí belas e fortes e comprando as maiores.
    A Claro Digital que foi criada aqui no Sul acbou sendo comprada pela mexicana e tornou-se CLARO, hoje uma marca mundial.
    Mas era uma espelho. Assim como a OI e a TIM.
    Há boatos que a BrasilTelecom estava financeiramente bamba das pernas.
    Agora eu te pergunto: como pode uma empresa dar prejuízo com todo este mercado cativo?
    Se a OI continuar com a politica que vinha apresentando de ser contestadora de práticas monopolistas pode até sair algo bom. Afinal foi a OI que questionou o caso dos chips bloqueados.
    Mas agora, com este vasto mercado na mão, será que não vai subir prá cabeça e enlouquecer?
    E as autoridades ficam de longe só observando e em muitos casos, batendo palmas.
    O consumidor, inegavelmente ganhou em qualidade com as privatizações, mas a que preço?
    Hoje a pratica de ter um celular já começa a pesar no orçamento de muitas familias, porque até crianças já possuem. E de torpedo em torpedo, os cofres vão engordando. Pobres pais que precisam sustentar isso.
    E o mesmo está acontecendo com o acesso a internet. Popularizou-se. E se nós pudermos e nos deixarem, poderemos abocanhar uma fatia deste mercado.
    Mas tenho medo que os preços dos links não diminuam, pelo contrário, aumentem "para limpar a área", deixando assim o mercado só para as grandes Teles.



  3. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    E agora com esta nova fusão anunciada da OI com a BrasilTelecom o perigo do monopólio volta a nos espreitar.
    O mais gozado nesta história toda é que as empresas espelhos foram criadas para pulverizar o mercado e estimular a concorrência.
    Mas as espelhos que permaneceram estão aí belas e fortes e comprando as maiores.
    A Claro Digital que foi criada aqui no Sul acbou sendo comprada pela mexicana e tornou-se CLARO, hoje uma marca mundial.
    Mas era uma espelho. Assim como a OI e a TIM.
    Há boatos que a BrasilTelecom estava financeiramente bamba das pernas.
    Agora eu te pergunto: como pode uma empresa dar prejuízo com todo este mercado cativo?
    Se a OI continuar com a politica que vinha apresentando de ser contestadora de práticas monopolistas pode até sair algo bom. Afinal foi a OI que questionou o caso dos chips bloqueados.
    Mas agora, com este vasto mercado na mão, será que não vai subir prá cabeça e enlouquecer?
    E as autoridades ficam de longe só observando e em muitos casos, batendo palmas.
    O consumidor, inegavelmente ganhou em qualidade com as privatizações, mas a que preço?
    Hoje a pratica de ter um celular já começa a pesar no orçamento de muitas familias, porque até crianças já possuem. E de torpedo em torpedo, os cofres vão engordando. Pobres pais que precisam sustentar isso.
    E o mesmo está acontecendo com o acesso a internet. Popularizou-se. E se nós pudermos e nos deixarem, poderemos abocanhar uma fatia deste mercado.
    Mas tenho medo que os preços dos links não diminuam, pelo contrário, aumentem "para limpar a área", deixando assim o mercado só para as grandes Teles.
    Lemos esta notícia no e-Thesis:
    [25/04/08] Minicom: consulta pública sobre o setor (transcrição mais abaixo).

    (...) Os brasileiros poderão opinar sobre a política de comunicação adotada pelo governo federal. O Ministério das Comunicações lançou ontem (24), no Diário Oficial da União (DOU) a portaria que estabelece a consulta pública para aprimorar as políticas do setor de comunicações. Todos os brasileiros poderão contribuir e enviar sugestões. O questionário completo da consulta pública, com 21 itens para debate, está disponível na página do Ministério das Comunicações na internet. A finalidade é elaborar um novo documento de políticas públicas, que esteja de acordo com a evolução do setor e as aspirações da sociedade. (...)

    Fomos à pagina do MiniCom, lemos a "Nota" sobre assunto mas não encontramos as 21 perguntas da consulta.
    Já reclamamos. :-)

    Encontramos as perguntas nesta página do TELECO:
    Novo Marco Regulatório: Consulta Pública Minicom
    As 21 perguntas estão listadas mais abaixo.

    No final desta mensagem estão os e-mails de diversos setores do MiniCom: usem e abusem! :-))

    Todo o esforço do nosso "Serviço ComUnitário" é para permitir que o participante/leitor forme sua opinião...sobre tudo! :-)
    Está é a oportunidade para externar a opinião e influir no processo, agindo diretamente sobre os órgão de decisão.
    Não esqueçam de enviar cópias para os congressistas! :-)

    Boa leitura!
    Boa participação!
    Um abraço cordial
    Helio Rosa
    Thienne Johnson

    Fonte Teleco
    Novo Marco Regulatório: Consulta Pública Minicom

    Nesta página: Consulta Pública sobre Políticas Públicas lançada pela Ministério das Comunicações em 2008.
    Políticas Públicas para o Setor de Telecomunicações
    Consulta Pública (Port. 179 de 22/04/08): Consulta Pública do Minicom
    Prazo para contribuições: 09/06/08

    A Consulta Pública pede contribuições sobre as seguintes questões:

    01. Que outra forma mais eficaz de aplicação dos recursos do FUST poderia ser adotada?

    02. Dadas as disparidades regionais e de renda do nosso país, que outras estratégias de oferta de acesso à Internet em banda larga, além dos pontos de acesso coletivo - tais como escolas, bibliotecas, telecentros e unidades de saúde - permitiriam assegurar a universalização do acesso?

    03. A possibilidade de provimento de acesso à Internet, sem restrição para qualquer empresa, facilita que se alcance o objetivo de assegurar o acesso à Internet a todos os cidadãos?

    04. Quais são os maiores problemas que, se solucionados, teriam maior impacto para o usuário, em relação aos objetivos de universalização de serviços de telecomunicações?

    05. Qual o impacto potencial dos valores das taxas de fiscalização (FISTEL) na expansão dos serviços de telecomunicações, inclusive os de banda larga?

    06. Quais os instrumentos que poderiam viabilizar a ampliação da oferta de capacidade de transporte e de acesso no atacado?

    07. Como viabilizar que prestadores de serviços de telecomunicações (verticais ou não) estendam as reduções de preço e outras vantagens oferecidas na sua própria rede?

    08. Quais as ações possíveis para redução de preços e de tarifas de interconexão?

    09. Houve ganhos para os usuários, decorrentes da introdução do Código de Seleção de Prestadora (CSP) nas chamadas de longa distância?

    10. Considerando o final das concessões do STFC em 2025, como preservar o valor dos bens reversíveis e assegurar a continuidade do negócio?

    11. Quais seriam os impactos de uma liberalização que permita a uma concessionária deter outras autorizações de serviço em sua área de concessão?

    12. Quais são os maiores problemas que, se solucionados, teriam maior impacto para estimular o aumento do número de prestadores de pequeno e médio porte?

    13. No contexto da disponibilidade de novas tecnologias, que alternativas de políticas públicas específicas para atendimento da área rural poderiam ser implementadas?

    14. Quais são os maiores problemas que, se solucionados, teriam maior impacto em relação aos objetivos de competição e de redução de preços para o usuário de serviços de telecomunicações?

    15. Há restrições atualmente impostas que se constituam em dispositivos que inibam a convergência?

    16. Em algumas faixas do espectro, devem ser reservados blocos de freqüências específicos para implementação de políticas públicas?

    17. Quais seriam as condições para uma possível prática de revenda do espectro?

    18. A neutralidade de rede deve ser objeto de regulação?

    19. Como implementar o conceito de elegibilidade na oferta de serviços de telecomunicações?

    20. Que novos instrumentos poderiam ser adotados para estimular o desenvolvimento e a produção de bens e serviços de telecomunicações no país?

    21. A prestação de serviços de telecomunicações, em regime privado e quando não dependente da utilização de recursos escassos, deveria estar aberta a qualquer número de interessados?

  4. ------------------------------------------------------
    Fonte: e-Thesis
    [25/04/08] Minicom: consulta pública sobre o setor

    Os brasileiros poderão opinar sobre a política de comunicação adotada pelo governo federal. O Ministério das Comunicações lançou ontem (24), no Diário Oficial da União (DOU) a portaria que estabelece a consulta pública para aprimorar as políticas do setor de comunicações. Todos os brasileiros poderão contribuir e enviar sugestões. O questionário completo da consulta pública, com 21 itens para debate, está disponível na página do Ministério das Comunicações na internet. A finalidade é elaborar um novo documento de políticas públicas, que esteja de acordo com a evolução do setor e as aspirações da sociedade.

    A população poderá opinar sobre temas como competição, desenvolvimento industrial e tecnológico, universalização da telefonia e da internet banda larga, terceira geração de telefonia móvel e ainda o uso dos recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações (Fust).

    Depois de analisar os formulários, o ministério pretende apresentá-las em audiências públicas, juntamente com as eventuais propostas de alteração legal, decorrentes das sugestões dos usuários .


    As questões podem ser enviadas até junho pela internet ou pelos Correios (Esplanada dos Ministérios, bloco "R", 8º andar - Gabinete, CEP 70044-900 - Brasília/DF).

    ------------------------------


    Fonte: Minicom
    http://www.mc.gov.br/
    Ministério das Comunicações convoca a sociedade para discutir políticas públicas
    (24/04/2008 - 16:09)


    Qualquer brasileiro poderá mandar a sua sugestão a partir de hoje por carta ou internet

    Brasília – Foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (24/04) a portaria que estabelece a consulta pública para aprimorar as políticas do setor de comunicações. Todos os brasileiros poderão contribuir e enviar suas sugestões ao ministério. O objetivo é elaborar um novo documento de políticas públicas, que esteja de acordo com a evolução do setor e as aspirações da sociedade.

    Para acompanhar tantas mudanças, serão discutidos temas como competição, desenvolvimento industrial e tecnológico, universalização da telefonia e da internet banda larga, terceira geração de telefonia móvel e novos usos para os recursos do Fust (Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações).

    “Queremos ouvir as expectativas dos brasileiros sobre o futuro das telecomunicações no país. As políticas do setor precisam ser adaptadas às novas demandas e à evolução tecnológica. Em todo o mundo isso vem acontecendo. Não podemos ignorar as mudanças ocorridas nos últimos anos. É essencial que a sociedade participe de decisões que vão mudar o futuro do país”, disse o ministro das Comunicações, Hélio Costa.

    Como participar
    O texto completo da consulta pública, com 21 questões para debate, está disponível na página do Ministério das Comunicações na internet (www.mc.gov.br). Após analisar e consolidar todas as sugestões, o MC pretende apresentá-las em audiências públicas, juntamente com as eventuais propostas de alteração legal que delas surgirem.


    As contribuições devem ser encaminhadas preferencialmente via internet, até 9 de junho, pelo formulário disponível na página do ministério. Quem quiser mandar sugestões por carta tem um prazo um pouco menor, devendo enviar a correspondência até às 18h do dia 2 de junho, para o seguinte endereço:

    Ministério das Comunicações
    Secretaria Executiva
    Esplanada dos Ministérios, bloco “R”, 8º andar – Gabinete
    CEP 70044-900 – Brasília/DF


    -------------------------
    MiniCom - "Fale Conosco"

    GM – Gabinete do Ministro
    gabinete@mc.gov.br


    ASPAR – Assessoria Parlamentar
    aspar@mc.gov.br


    STE - Secretária de Telecomunicações
    sec.telecom@mc.gov.br


    SSCE - Secretária de Serviços de Comunicação Eletrônica
    ssce.atendimento@mc.gov.br


    SSPO - Subsecretaria de Serviços Postais
    postal@mc.gov.br


    GESAC - Governo Eletrônico – Serviço de Atendimento ao Cidadão
    gesac@mc.gov.br


    CGGP - Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas
    recursos.humanos@mc.gov.br


    CONJUR - Consultoria Jurídica
    conjur@mc.gov.br


    CGPE - Coordenação-Geral de Projetos Especiais (Inclusão Digital)
    cgpe@mc.gov.br


    ASCOM – Assessoria de Comunicação Social
    imprensa@mc.gov.br


    Atendimento por telefone:
    61-3311-6000







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