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  1. #1

    Padrão Supressor de surtos ou centelhador

    Dentre esses dois qual protege melhor e com mais eficiencia e qual marca e onde encontrar??Obrigado.

  2. #2

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    Para usar nos cabos das antenas?



  3. #3

  4. #4

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    Citação Postado originalmente por marcoveck Ver Post
    Dentre esses dois qual protege melhor e com mais eficiencia e qual marca e onde encontrar??Obrigado.
    Centelhador, pois tem saída pro aterramento, indico da marca Hyperlink, vc pode encontrar na linkteck:

    Lighting Protector Hyperlink 0/3Ghz 2Kw Gas Discharge - Linkteck Wireless

    http://www.linkteck.com.br/loja/Thum...250&Altura=250



  5. #5

  6. #6

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    Citação Postado originalmente por marcoveck Ver Post
    Será que é caro??
    Paguei em torno de R$ 50 cada..



  7. #7

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    Citação Postado originalmente por marcoveck Ver Post
    O que eu queria saber qual o mais eficiente ??
    Até onde eu sei são a mesma coisa. Esse ai que amigo sugeriu usa uma capsula de gás, que quando é submetido a altas voltagens o gás fecha um curto descarregando a terra. O centelhador faz a mesma coisa, porém não usa gás, sendo assim acho menos eficiente. Se eu estiver errado corrijam ai!

  8. #8

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    Tanto o supressor de surto como o centelhador têm a função de desviar para o terra a energia gerada no cabo coaxial principalmente por um raio ou por uma variação brusca de corrente.

    O supressor é mais eficiente pois em geral são de cápsula a gás e são mais rápidos na proteção aos equipamentos eletrônicos. Também são mais caros, mas acho que vale a pena investir estes R$ 50,00. Mas muito importante é aterrar o supressor senão não serve da nada a proteção. Também há necessidade de aterrar a malha externa (condutor externo) do cabo, pois o supressor só retira a energia da condutor central do cabo.Também é importante que o aterramento seja bem feito e com uma resistência bem baixa.

    Qquer dúvida pode me falar, fiz um curso de 1 semana na Polyphaser nos EUA sobre proteção em sistems de RF e aprendi muito sobre isto. Infelizmente no Brasil não há muito materia técnico sobre proteção.

    Abelardo



  9. #9

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    Abelardo, me tira uma dúvida. Este supressor a gás é o mesmo usado em para-raios?
    Neste caso, li em algum lugar que o uso em para-raios não está mais dentro das normas técnicas porque ele queima quando passa a corrente por ele. É verdade?


    Citação Postado originalmente por abelardo Ver Post
    Tanto o supressor de surto como o centelhador têm a função de desviar para o terra a energia gerada no cabo coaxial principalmente por um raio ou por uma variação brusca de corrente.

    O supressor é mais eficiente pois em geral são de cápsula a gás e são mais rápidos na proteção aos equipamentos eletrônicos. Também são mais caros, mas acho que vale a pena investir estes R$ 50,00. Mas muito importante é aterrar o supressor senão não serve da nada a proteção. Também há necessidade de aterrar a malha externa (condutor externo) do cabo, pois o supressor só retira a energia da condutor central do cabo.Também é importante que o aterramento seja bem feito e com uma resistência bem baixa.

    Qquer dúvida pode me falar, fiz um curso de 1 semana na Polyphaser nos EUA sobre proteção em sistems de RF e aprendi muito sobre isto. Infelizmente no Brasil não há muito materia técnico sobre proteção.

    Abelardo

  10. #10

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    Mas esse da foto só opera até 3g, e no caso de 5.8ghz??



  11. #11

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    Citação Postado originalmente por marcoveck Ver Post
    Mas esse da foto só opera até 3g, e no caso de 5.8ghz??
    Tem um modelo separado pra 3,1ghz a 6,0ghz eu acho...

  12. #12
    Eng. Eletricista/Eletrôni Avatar de MarceloGOIAS
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    Feb 2007
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    Bom dia,

    lembrando que nenhum dos dois faz milagres: caso a sua torre seja "vítima" de uma descarga elétrica atmosférica os seus aparelhos serão danificados por indução se o pára-raios estiver mal projetado.

    Só terá bom uso com um sistema de pára-raios eficiente, torre e equipamentos bem aterrados e com o surto/centelhador instalado. Esse conjunto permitirá uma chance bem maior de sobrevivência dos equipamentos.



  13. #13

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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Abelardo, me tira uma dúvida. Este supressor a gás é o mesmo usado em para-raios?
    Neste caso, li em algum lugar que o uso em para-raios não está mais dentro das normas técnicas porque ele queima quando passa a corrente por ele. É verdade?
    Não cara, ele não tem nada com para-raios, funciona entre o radio é a antena, no cabo coaxial. Tenho alguns aqui de 6ghz da Altelicom. Sinceramente, na minha opnião, um bom aterramento, antena em curto, e para-raios eficientes, são a melhores proteções.

  14. #14

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    Citação Postado originalmente por Josue Guedes Ver Post
    Não cara, ele não tem nada com para-raios, funciona entre o radio é a antena, no cabo coaxial. Tenho alguns aqui de 6ghz da Altelicom. Sinceramente, na minha opnião, um bom aterramento, antena em curto, e para-raios eficientes, são a melhores proteções.
    Eu tenho aqui o centelhador no cabo coaxial.
    Mas como este supressor de surtos li mais acima que é a gás, já imaginei que fosse semelhante aos usados em para-raios, que por sinal está condenado o uso. Mas eu não usei em para-raios.
    Pelo que li, o melhor sistema para para-raios é o captor Frankilin. Tenho instalado em duas torres e até agora tem aguentado. Em dias de chuva com raios é uma estalação só, mas não desligo os rádios. Tenho até medo de elogiar.



  15. #15

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    Estes protetores que estamos falando são da categoria de protetores da linha de RF. Ou seja, eles tem função de proteger os equipamentos de eventual surto que venha pela linha de RF (antena e cabo coaxial). Quando existe a formação de algum surto (normalmente gerado por um raio) a energia captada pela antena ou propagada no cabo coaxial pode chegar até os equipamentos e provar a queima de diversos componentes. Metade desta energia se propaga pelo condutor externo do cabo (a trança ou malha externa) e a outra metade pelo condutor central do cabo. A energia que se propaga pela malha pode ser desviada para o terra se aterrarmos a mesma, ou seja , é relativamente simples eliminar esta energia. O difícil é eliminarmos a anergia que se propaga no condutor central do cabo. É aí que entra o supressor ou o centelhador. Estes protetores tem um dispositivo que só funciona quando a tensão no cabo fica muito alta (o que ocorre na descarga de um raio) e faz com que condutor central do cabo entre em curto circuito com a malha e descarregue a energia pelo aterramento. O princípio de funcionamento destes protetores é o arco-voltaico, ou seja, 2 superfícies isoladas não conduzem energia , mas se a tensão elétrico subir muito surge o arco-voltaico que faz conduzir energia entre estas superfícies. A formação deste arco depende das condições do ar que será o condutor entre as superfícies. No centelhador o condutor é o ar, a velocidade de acionamento do arco ( e consequente eliminação do surto) depende se o ar está mais úmido ou mais seco. No protetor a gás a umidade não varia pois o gás está encapsulado. Assim no protetor a gás é mais previsível a tensão de ruptura (formação do arco). Então pode se projetar um supressor que atua mais rapidamente que o centelhador. Daí por que o supressor a gás é mais eficiente que o centelhador.

    Agora se o raio entrar pelo cabo coaxial, não tem protetor que resolva. Mas como esta hipótese é rara, nas maioria das vezes o protetor salva os equipamentos.