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  1. #145

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    Pô meu, faz 44 anos que estudei (felizmente muito pouco) de números complexos. Não me lembro de mais nada.
    Era uma piração total.

  2. #146
    Moderador Avatar de Magal
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    Última edição por Magal; 15-03-2009 às 23:27.



  3. #147

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    Longe de mim com isso Magal.
    Matemática nunca foi o meu forte. Só ficou mesmo o lado prático da coisa.

    Quando fiz o vestibular a prova de Física na época não era como hoje. Me lembro que cairam só 4 questões dissertivas.
    Uma delas exigia umas fórmulas matemáticas que eu já naquelas alturas havia embaralhado tudo na cabeça.
    Daí parti para a boa e velha regra de três. Resultado: acertei, mas me deram só metade dos pontos por isso. Mas deu para o gasto.

  4. #148
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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Longe de mim com isso Magal.
    Matemática nunca foi o meu forte. Só ficou mesmo o lado prático da coisa.

    Quando fiz o vestibular a prova de Física na época não era como hoje. Me lembro que cairam só 4 questões dissertivas.
    Uma delas exigia umas fórmulas matemáticas que eu já naquelas alturas havia embaralhado tudo na cabeça.
    Daí parti para a boa e velha regra de três. Resultado: acertei, mas me deram só metade dos pontos por isso. Mas deu para o gasto.
    hehehehe,

    pelo visto o amigo 1929 não fez engenharia. A matemática e física são fundamentais e chegam "a doer a cabeça", mesmo para mim, que se vê obrigado a lidar com a mesma. Devido às dificuldades com Cálculo Diferencial e Integral, Cálculo Número, Algebra Linear, Geometria Analítica, Física e outras pedreiras é de suma importância ter feito - e muito bem - o ensino básico e o segundo grau.



  5. #149

  6. #150

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    Certa vez, quando estudava o 1º ano do segundo grau na aula de matemática o professor me apresentou um tabela complexa de logarítimo na base 10, e disse: estejam com ela quando da prova, vocês vão precisar, e eu que nunca fã de papel, questionei: porque? não temos como calcular isso? ele me disse que seria muito complicado, três dias depois depois de muita fatoração crie um método de cálculo, na verdade não supreendi nínguem, me tinha como nerd, já que não custamava tirar menos que nota máxima em matemática e física, e eu também não queria surpreender nínguem, só queria provar pra mim mesmo que aquilo era possível. O fato que os cálculos davam muito trabalho e depois daquele dia passei a utilizar a tabela, então se meu objetivo não for defender uma tese, ou provar que algo tá errado, (como na concepção do meu conterrâneo Geraldo Cacique www.deducoeslogicas.com.br) não constumo perder tempo reiventando a roda, assim se um notebook e uma plaquinha resolve meu problema, não pretendo estudar novamente tudo isso para provar o que já está provado, afinal sei fundamento da capacitância, indutância, resistência, a teoria de linhas de transmissão e propagação das ondas, mas não construo equipamentos, apenas os instá-lo de acordo com as recomendações do fabricante.

    Insteressante pra hoje é saber:

    qual a melhor antena?
    a impedância de 75 ohms que o fabricante anuncia está correta?
    Onde está o maior problema de acoplamento numa instalação típica?
    com que aparelhos, sistema ou teste posso identificar esses problemas?
    Como corrígi-los? (até faria um cálculo complexo pra isso)

    É isso gente, como disse a música: "E eu o que eu faço com esses números?"