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  1. É SEMPRE BOM LEMBRAR!!!

    JURAMENTO: “Prometo que, no cumprimento do meu dever de Engenheiro não me deixarei cegar pelo brilho excessivo da tecnologia, de forma a não me esquecer de que trabalho para o bem do Homem e não da máquina. Respeitarei a natureza, evitando projetar ou construir equipamentos que destruam o equilíbrio ecológico ou poluam, além de colocar todo o meu conhecimento científico a serviço do conforto e desenvolvimento da humanidade. Assim sendo, estarei em paz Comigo e com Deus.”


    http://sandrocan.files.wordpress.com...pg?w=200&h=234


    SÍMBOLO: A Minerva tornou-se um símbolo que identifica os politécnicos, com suas insígnias: a lança, o capacete e a égide. É protetora e companheira, deusa guerreira, mas, ao mesmo tempo, deusa da sabedoria e da reflexão. Ela não vence seus inimigos pela força bruta, mas pelos ardis que inventa, pela astúcia e pela inteligência de seus estratagemas. Deusa guerreira, da sabedoria, das atividades práticas, mas também do trabalho artesanal de fiação, do espírito criativo e da vida especulativa, ela reúne aspectos fundamentais à formação do politécnico. A Minerva sintetiza duas dimensões do trabalho do engenheiro: a criação, por um lado, e a execução, por outro.

    DIA DO ENGENHEIRO: Onze de Dezembro
    Última edição por Magal; 03-03-2009 às 00:38.



  2. Flutuação é a condição em que se encontra um corpo dentro da água quando este corpo tem a sua densidade menor que a da água. Flutuação é também a condição que pode se encontrar uma bateria carregada quando esta se encontra ligada á uma fonte de energia adequada. Quase mesma coisa.
    Foi o inglês Isaac Newton quem acabou fazendo o golo de placa. Ele era meio pirado, metido à alquimista. Se não tivesse gastado tanto tempo tentando transformar chumbo em ouro, imaginem o que ele teria nos legado. Mas legou. Em 1.687 Newton publicou um livro com a interpretação de gravidade. Princípios matemáticos da filosofia natural. Uma esorregadela foi a sua frase: –Matéria atrai matéria na razão direta das suas massas e na razão inversa do quadrado das distâncias que as separam. Essa parte que diz matéria atrai matéria é a derrapada que por muito tempo colou. Mas fora isso, o magnífico castelo intelectual construído por Newton. Tinha como alicerce a aceleração.
    Passaram-se trezentos anos e a população do planeta de Newton chegou ao incrível número de seis bilhões de pessoas. Quantas destas pessoas compreendem bem o conceito de aceleração? Eu diria uma em cada mil pessoas. Ou seja, muito poucos.
    Newton navegou num mar desconhecido, onde ele não tinha estrelas para se guiar. Tinha a liberdade de construir sua obra com as ferramentas que escolhesse. Escolheu a flutuação.
    Os homens de ciência da época torceram o nariz e acharam aquela construção de pensamento inverossímil e não aprovaram.
    O maluco beleza não se entregou. Criou uma estrutura de pensamento matemático que chamou cálculo diferencial e integral e provou de novo. Provou de um jeito irredutível e convincente. Não sobrou outra alternativa, para dominar tínhamos que aprender matemática e como domina o mais bem adaptado começou a batalha da compreensão que dura até hoje.
    Alguém um dia no passado disse assim: -E aquele outro jeito? Aquele negócio de flutuação? Pensadores, intelectuais, amantes da física começaram a cavoucar no método da flutuação de Newton. Foi quando o pasmo se fez. Era muito mais simples mais adequado para desenvolver o pensamento, só que ai era tarde. A ferramenta do integral e do diferencial tinha-se revelado polivalente e servia como uma luva em todas os outras correntes do pensamento científico do homem.
    Mas no que consistia esse método de flutuação? O método da flutuação é a maneira de chegar na conclusão usando o mínimo de evidências possíveis. Pulando etapas onde a demonstração é muito complicada, adotando uma resposta inevitavelmente correta. Vou dar um exemplo com um interrogatório no qual o veredicto daria a condenação a cadeira elétrica.
    Uma pessoa foi assassinada num apartamento ás 22h de um determinado dia. Neste mesmo dia ás 22,10h viram o Sebastião sair correndo pela porta do edifício. Este fato basta para condenar o Sebastião? E se o Sebastião fosse um bombeiro e estivesse atendendo um chamado?
    A pessoa morta tinha sido esfaqueada e o Sebastião estava com uma faca na mão. Basta para condenar o Sebastião? E se o Sebastião tivesse achado a faca no corredor?
    Alguém no corredor viu o Sebastião saindo de dentro do apartamento onde estava a vítima? Basta para culpar o Sebastião? E se tivesse outra pessoa dentro do apartamento onde houve o homicídio?
    Alguém viu o Sebastião esfaqueando a vítima. Basta para condenar o Sebastião? E se o Sebastião tivesse sido intencionalmente drogado e induzido a cometer o crime?
    Se o Sebastião confessasse o crime? Basta para condenar o Sebastião? E se o Sebastião fosse demente?
    Há um momento do interrogatório que se adota a culpa ou a inocência do Sebastião sem margem de erro. O método que se deve usar no interrogatório é o da flutuação. Flutuação é a quantidade de evidências necessária para deduzir o certo. Para uns é mais e para outros é menos. Flutua.
    Newton usou primeiramente o método da flutuação porque era o método mais comum vigente. Era e é. Nós usamos o método da flutuação na maioria dos nossos problemas. Em telecomunicação então, nem se fala. Querem ver?
    Duas antenas precisam ser instaladas por um técnico para fazer um enlace de 50Km. Considerando que o técnico sabe instalar as antenas pergunta-se: Qual é o diâmetro destas antenas? Qual a potência do rádio? E o cabo? Existe uma cadeia de equações matemáticas que respondem a estas perguntas. Estas seriam uma resposta não flutuante a resposta da flutuação é o uso de gráficos, da intuição, da experiência, do aconselhamento etc...
    A medicina do leigo é flutuante. A física do leigo é flutuante. A justiça do leigo é flutuante. O amor é flutuante. As religiões com sua fé são flutuantes.
    Deduzível, demonstrável, reducionismo, provado, igualdade, perfeição, são características dispensável nas telecomunicações para o nosso técnico instalador. Elas existem e é necessário para quem quiser desenvolve-las, mas para quem quiser manuseá-la, basta as flutuações.
    Os artistas foram os mais bem sucedidos no uso das flutuações. O avião foi desenhado por Miguel Ângelo séculos antes de construído. O submarino foi romanceado por Júlio Verne em livro dezenas de anos antes de construído. Quem não viu Star Trek Jornada nas Estrelas? Ainda não fazemos tele transporte de pessoas, mas fazemos de partículas, é só uma questão de tempo para que o comandante Kirk e o Sr Spock sejam lembrados como os primeiros artistas a proporem o teletransporte.
    Artistas, maluco beleza e tecnólogos, são três pessoas bem acopladas. Um sonha o outro prova e o outro constrói. Nós? Nos flutuamos.

    Quando eu administro o curso de instalação de antenas, tenho prateleiras cheias de livros onde fica escondida a demonstração matemática. Nunca uso. Navego com os participantes pelo sensorial. Mostro o resultando certo com a evidência dos instrumentos de medida. Sempre atinjo o objetivo. Dia 28 tem mais. aproveite as vagas que ainda tem.

    Adoro o método das flutuações.

    Gilvan Enriconi








  3. Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    ...
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    Duas antenas precisam ser instaladas por um técnico para fazer um enlace de 50Km. Considerando que o técnico sabe instalar as antenas pergunta-se: Qual é o diâmetro destas antenas? Qual a potência do rádio? E o cabo? Existe uma cadeia de equações matemáticas que respondem a estas perguntas. Estas seriam uma resposta não flutuante a resposta da flutuação é o uso de gráficos, da intuição, da experiência, do aconselhamento etc...

    Gilvan, entre tuas divagações, me chamou a atenção nesta frase a pergunta: e o cabo?

    Entre as variáveis, como diametro da antena, não dá para mexer, pois já está fabricada. Só sobram duas variáveis, a potencia, que podemos aumentar ou diminuir, e o cabo.
    Principalmente este é que está me chamando a atenção. E eu vou flutuar por aí. Jà te perguntei logo no início se o comprimento do cabo tinha influência.
    Vou começar a "flutuar" novamente, usando meus conhecimentos "praticos" de radioamador e vou ver no que vai dar.
    O Sérgio também já citou alguma coisa neste sentido.

  4. Amigos,

    Encontrei um bom material sobre a carta de smith deem uma olhada.

    http://www.deetc.isel.ipl.pt/sistema.../II_Teoria.pdf

    Mais links em:
    https://under-linux.org/f123128-apos...a-optica-e-etc

    Fonte: www.deetc.isel.ipl.pt
    Instituto superior de engenharia de lisboa: departamento de engenharia de eletronica, telecomunicacoes e de computadores

    Abraço
    Última edição por rogeriosims; 07-03-2009 às 22:17. Razão: Inclusão de fonte e complementação



  5. Citação Postado originalmente por rogeriosims Ver Post
    Amigos,

    Encontrei um bom material sobre a carta de smith deem uma olhada.

    http://www.deetc.isel.ipl.pt/sistema...ebenta/Linhas/
    http://www.deetc.isel.ipl.pt/sistema.../II_Teoria.pdf

    Abraço
    O primeiro link dá acesso negado.
    O segundo está ok.

    E lendo, cada vêz me convenço mais que o comprimento do cabo é relevante sim. E a presença de elementos estranhos nas proximidades de uma antena modifica a impedancia característica da antena, sendo então necessário fazer um casamento de impedâncias.
    Vamos agora ver isso na prática. É muita conta para minha cabeça.






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