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  1. Entõn-se, pode-se usar o cabo rg06 de 75 "omis" pra fazer o casamento com a antena e radio, usando algumas técnicas simples ?

  2. Citação Postado originalmente por fernandofiorentinn Ver Post
    Entõn-se, pode-se usar o cabo rg06 de 75 "omis" pra fazer o casamento com a antena e radio, usando algumas técnicas simples ?
    Há quem sustente que sim. Já li sobre isso.
    Desde que haja o perfeito casamento de impedancia entre saida do rádio e entrada da antena, a impedância do cabo seria irrelevante. Mas a qualidade dele ainda seria fundamental para evitar perdas.
    As perdas não se dão só por ROE alta, mas também pelo isolamento do cabo.

    Mas é uma afirmação muito pesada. Vou deixar para os mais experientes.



  3. Vamos lá pessoal, analalisar alguma situação hipotética:


    Imaginem que uma antena "dessas de 50 reais" tenha impedância real de 50 ohms;

    Que a plaquinha ou ap terá maior ganho quando a impedância encontrada na sua saida/entrada é de 75 ohms;

    Bem sabem que alguns cabos tem apresentam uma perda em db por metro maior que outros, acredito que essa perda se refere a impedância do cabo em determinadas frequências;


    Neste caso, um cabo com maior perda significa que ele tem uma impedância a passagem do sinal que vária de acordo com o seu tamanho, correto? Poderiamos então utilizar o tamanho correto do capo para fazer o acoplamento, correto?

    Não se esquecendo que a impedância é definida pelo conjunto capacitância, indutância e resistência. Como poderiamos medir a impedância de uma antena? e de determinado tamanho de cabo?

  4. Pô Jhone, isto é muito vuco, vuco, muito peru com farofa para minha cabeça.
    Tem uma série de cálculos para chegar nisso.
    Para voce ter uma idéia, uma antena de tv, destas que tem o elemento irradiante fechado, onde alimenta nas duas pontas e o tubo de alumínio faz uma volta. A impedância dela é 300ohms. Ela antigamente era usada com o fio chato para tv, de 300ohms. Depois começou-se a usar coaxial de 75omhs, e surgiram os baluns para casar a impedância.
    Mas em tv, se fala só de recepção, onde ondas estacionarias não tem tanta influência.
    Seria o caso de algum fabricante gênia fazer um balun para usarmos nas nossas antenas.
    Não sei se tu viu um tópico sobre as antenas slots.
    O companheiro que está fabricando elas, postou ontem ou hoje alguns detalhes interessantes.
    Ele usa um sistema de parafusos para fazer o ajuste fino da antena, já que como ele mesmo disse, ele produz elas artesanalmente. O que fazem estes parafusos? exatamente o acoplamento, ou casamento das impedâncias.
    Como ele disse no post, a mesma antena fabricada pela Pluton, não tem os parafusos de ajuste porque o projeto é feito em cad com fresa cnc, então há precisão nas medidas.
    Mas ainda assim, a melhor antena, a mais precisa, ainda poderá sofrer influências externas, como objetos próximos, cabos coaxiais ou outros que modifiquem a impedância e consequentemente o comportamento delas.
    Então eu não concordo com o Gilvam que antenas baratas não acoplam bem e que as caras acoplam. As duas podem ou não "acoplar".
    Até as caras precisarão numa situação ou outra, esporadicamente de um ajuste fino.
    Por isso eu achei a solução do companheiro que está fazendo as slot, muito interessante.

    Mas quero ressaltar aqui, que não sou o dono da verdade, pelo contrário , estou aprendendo. Tudo que consegui assimilar sobre antenas vem lá do meu tempo de radioamador. Em 2.4 tudo é novidade para mim.
    Depois de sofrer muito com antenas, eu consegui me libertar e fazer QSO a longa distância. Em 40m eu fiz a volta ao mundo.
    Em 80m eu consegui contato com radioamador da Groenlândia e Ilha da Pascoa. Era uma situação quase impossível de admitir que se conseguiria isso em 80m (3650mhz).
    E usei uma antena vertical para 80/40m comprada pronta. Mas ela também tinha como fazer este ajuste fino.
    Saía tudo que tinha direito.
    Por isso, acho que deve ter alguma solução para 2.4 também, que seja mais prático do que o próprio stub. Algo que já fizesse parte da construção da antena.
    Coisa sem muito cálculo, mais prático, pois como disse no ínício, a cabeça já não ajuda tanto.



  5. Se você fosse instalar um provedor de internet numa cidade, que ainda não tivesse este serviço, como você procederia? Considerando que não existe nenhum cliente, você faria uma implantação modesta e com capacidade de ampliação ou faria uma implantação com a capacidade quase igual à capacidade final? Claro que você faria conforme a primeira hipótese. E as empresas de telefonia como fazem? Respondo: Fazem conforme a segunda hipótese investem muito dinheiro e esperam o retorno num prazo que para o pequeno provedor é impossível esperar e mesmo assim, para eles é um grande negócio. Hoje em dia, o soldado não chega a General.
    Em minha opinião, internet ainda é um brinquedo divertido. Uma vez que o índice percentual da população que possuem este serviço é muito pequeno frente o número de pessoas que precisam do mesmo, sem falar daqueles que ainda não se acordaram, ou que estão em lugares de difícil acesso. Pior ainda, os provedores trabalham com demanda reprimida, praticam preços de acordo com o seu custo operacional e capital investido, carecem de infra-estrutura.
    Por outro lado, se não fossem os provedores de interenet existentes, grande parte dos que hoje se beneficiaram destes serviços, não se beneficiaram. Ou seja: É ruim com e pior sem.
    Mas como será no futuro? Sou da opinião que telecomunicações são torres e muita grana. Ou seja, quem tiver uma rede de torres estrategicamente interligada permanecerá no mercado. O resto é luzinha piscando. No nosso mundo capitalista, domina o mais forte economicamente, não adianta espernear.
    Então o que vai ser de nós? Como vocês vão progredir e continuar comprando antenas? Acho que alguns poderão migrar para outros serviços melhores. O principal está feito, é a rede wireless. Telecomunicações é a grande riqueza, internet é só o conteúdo. Imaginem assim: O que é melhor, ser dono de duzentos ônibus ou ter a concessão de transportar pessoas de uma cidade para outra? Ser dono do parreiral ou da vinícola? Ser dono das lavouras de trigo ou das padarias? O segundo caso é transitório, o primeiro é perene. Em Caxias Do Sul –RS- a empresa distribuidora de energia elétrica, cogita fazer todos os medidores de luz, domésticos e empresariais, fazerem medidas, corte e religação por uma rede de wireless. Ora, quem seria o mais habilitado para prestar esse serviço? O provedor de internet local é claro. Sabem quando um provedor de internet terá tantos clientes na cidade quantos medidores existem? Nunca. Este é só um exemplo, mas os exemplos da necessidade de uma rede wireless não têm fim.
    Tudo é pequeno quando o sonho é pequeno. Telecomunicações é o nosso filé, internet é só um osso. E como eu disse antes, o resto é luzinha piscando.
    Gilvan






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