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  1. HARMONIA

    Um lençol digital nada mais é que um campo harmônico. Na música, um conjunto de notas de uma tonalidade gera através do princípio da superposição de terças o conjunto de acordes denominado de campo harmônico da tonalidade, por exemplo, um Dó Maior, tem um campo harmônico com sete acordes. Num provedor de internet, também isso acontece.
    Imaginem que você transitasse pelo meio de uma orquestra sinfônica que estivesse tocando Le Nozze di Fígaro do genial Amadeus Mozart composta em 1.785. Com certeza você se sentiria arrebatado pela magia desta música, pelo poder do som em harmonia no ar. Não há quem ouça e não se sinta embevecido pela beleza da música. Até a nobreza daquela época que estava sendo criticada na música de Mozart, não conseguiu evitar de ser dominada pela harmonia de Fígaro. No entanto, se você se aproximar de um por um dos músicos e prestar a atenção no som que este músico gera com o seu instrumento, verá que aquele som nada tem a ver com Le Nozze di Fígaro. Para você o som daquele músico isolado não tem sentido. Mas como? Ora, o que importa é o conjunto de todos os músicos no ar com superposições construtivas que geram esta música que nos embala há 225 anos. Porque vocês pensam que isso é diferente de um Lençol Digital? Eu sei por que. Vocês pensam assim, é porque não conseguem ouvir os radinhos dos clientes regidos pelo AP, porque se vocês ouvissem a má resolução da harmonia que predomina nas suas instalações, sairiam correndo do meio desta orquestra.
    No entanto, existe a “teoria do caos” que explica as funções dos sistemas complexos e dinâmicos. Isso quer dizer que certos resultados corretos podem ter sidos criados pela ação de elementos que se integram de forma aleatórias. Querem um exemplo? Um enlace ponto a ponto de longa distância pode ser feito sem considera dezenas de fatores aleatórios como a temperatura do ar, a umidade do ar, a pressão do ar, casamentos de impedância, angulo de faze e tantos outros fenômenos que participam do resultado. No entanto funciona. Então, é necessária a compreensão dos fenômenos ou basta o resultado? Em minha opinião basta o resultado, porem este pode ser melhor ou pior depende do quanto você quer ser ou não parecido com Mozart.
    Sempre me espanta que este seguimento tenha se oferecido de bandeja para nós, imaginem termos uma cidade inteira para podermos explorar os serviços de internet. Que beleza, isso é como pertencer á corte do rei, é ser um nobre, ser alguém que pode até se dar o luxo de desprezar a harmonia.
    Como será o futuro deste seguimento? Mozart se perpetuou na história, cadê a nobreza daquela época? Vou dar a minha opinião: Temos que ser anteneiros e nobres ao mesmo tempo ou seremos engolidos pelo processo inexorável da evolução. Ou os provedores começam a se importar e muito com o Lençol Digital, ou o seu crescimento será a causa da sua morte. Aqui vai um epitáfio para não usar. AQUI JAZ UM NOBRE QUE NÃO CONSEGUIU SE TRANSFORMAR EM ANTENEIRO. Desculpem, mas anteneiro é um título maior que nobre. Mozart que descanse em paz.

    Sábado dia 15 de Agosto estarei realizando em Porto Alegre o curso de antenas onde ensino a construir o lençol digital. Venham livrar-se dos seus problemas de instalação. Mozart estará presente. Nas caixas de som é claro.



  2. #83
    Não Registrado
    ENRICONI ,VC NÃO ESTAVA PRESO ?????????

  3. Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    [...] Le Nozze di Fígaro do genial Amadeus Mozart composta em 1.785. [...]
    Rá. Finalmente acabou a confusão. Sempre procurava por essas bodas achando que era o barbeiro, o qual sempre achei engraçado mas que também é interessante; agora acho os dois; logo arranjo a tradução das bodas.



  4. MENTINDO NUMA LAN DE SALÃO

    Sempre fui um pé de vento no salão, envolver uma cintura feminina e girar em harmonia com a música sempre achei deliciosamente sensual. Com o tempo os passos acontecem sem planejamento, o par simplesmente baila entre os casais como um esquiador numa montanha de neve sinuosa. Jamais pode haver um passo errado, uma colocação do pé onde não deveria e acontece o tropeço, a velocidade cai, a graça morre, e a sexualidade finda.
    No meio do salão, com um braço cingindo sua cintura e o outro no ar segurando a sua mão direita, rodeávamos no salão por onde nos últimos quarenta anos havíamos dançado.
    Lembro que quando começamos a dançar, a música que estava tocando era importante para nós, de acordo com o seu ritmo bailávamos no salão vazio, eu tinha muitos jeitos de conduzi-la, mas o tempo foi passando e com ele as coisas foram mudando, a música o corpo, e o jeito de dançar e principalmente a quantidade de pares dançando. Agora, basta a orquestra começar e o salão esta cheio, porem duas coisas não mudaram nesse tempo todo, foi o tamanho do salão e o meu par. Somos dois esquiadores sobre o mesmo patim vencendo a montanha branca que já nos pintou os cabelos.
    Nos primeiros dias dançávamos roçando suavemente as pernas, botando toda a atenção nas curvas da dança, pois era o melhor pretexto para aquele sexo platônico, naquelas horas o salão parecia não existir. Depois veio o perfume que vinha do seu pescoço que para mim ocupava todo o volume do local, o mundo podia ser explicando pelo olfato. O salão inteiro tinha o cheiro dela até a música podia ser dançada seguindo as ondas de perfume no ar. Mais tarde vieram os seios e o sexo, estas foram descobertas que terminaram com um obrigado meu Deus. Tudo lentamente mudava menos o salão.
    Mudar não quer dizer perder, quer dizer trocar e eu garanto que a natureza nos organizou de forma que nas nossas negociações com o tempo, sempre saímos ganhando. Isso não dá para explicar, é preciso deixar as pistas curvas e profundas da nossa estrada vir morar no rosto para poder entender, por isso eu penso que muito poucas pessoas podem compreender a troca, visto que poucos são aqueles que tiveram o tempo necessário.
    Não sei dizer a partir de quando comecei a enxergar os outros pares no salão, sei que de um momento em diante comecei a perceber que o número de pares que dançavam mudava muito, e a quantidade deles dependia de duas coisas, da música que tocava e do jeito de dançar. Acho que despertamos para esta percepção quando por abuso de emoção decidimos que não havia mais fronteiras e nós estávamos nos transformando numa unidade, isso levou para nós, quarenta anos.
    Assim como tudo fluía bem do lado de dentro, comecei a olhar para fora e lá estavam os outros, todos naquele salão, todos dançando no baile da vida. Alguns rostos eu reconhecia como muito antigo outros eram novos, mas todos estavam ali, e nunca haviam sido tantos. Cada novo par que subia para dançar influenciava em outro par ainda que este outro par estivesse do outro lado do salão. Na verdade todos dançavam como um só par. Como se fossem a LAN do salão. A orquestra? Ora a orquestra era só o AP. Havia em todos um plano de como dançar adequadamente. Minha mulher olhou nos meus olhos e perguntou:
    -O que tu estas pensando? Não é em antena é?
    -Claro que não querida, apenas observava que todos os pares que estão dançando não colidem ou se atrapalhem embora o salão esteja cheio. Continuei dançando de olhos fechados para ela não olhar lá dentro e ver que eu estava mentindo.

    Gilvan
    AMANHÃ SABADO DIA 15 DE AGOSTO HAVERA UM CURSO DE ANTENAS NA GEENGE. VENHA APRENDER A FAZER UMA LAN DIGITAL. SE VOCE QUISER MONTAR UM CURSO NO SEU ESTADO PODEMOS FAZER UMA PARCERIA.






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