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  1. òtima oportunidade esta de estar levantados estes dados técnicos para nós do fórum, parabéns, Gilvan, ahhhh vc fabrica a geenge né, vc faria umas antenas com a logomarca da empresa na antena, tipo compro zirok e em vez de vir o logo deles vir o meu, add meu msn e vamos negociar heeh, multlinknet@hot...??
    Última edição por multlink; 01-05-2009 às 17:18.

  2. CORREÇÃO

    POTENCIA = ENERGIA / TEMPO
    Desculpem, mas acho que a minha impressora está com a gripe suina.

    Gilvan



  3. Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    CORREÇÃO

    POTENCIA = ENERGIA / TEMPO
    Desculpem, mas acho que a minha impressora está com a gripe suina.

    Gilvan
    Não faça caso, isso é parecido com os bancos.
    Quando algo não dá certo o funcionário logo diz: foi erro do sistema.
    Nunca dos dedos dos operadores. hehehehe!!!

    Mas os princípios foram passados para o povo.

  4. Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post

    OBS
    DIA 7 DE MAIO ESTAREI NO EVENTO DA ABRANET. VOU LÁ BEBER NA FONTE, SE ALGUEM QUISER TOMAR UM AMARGO COMIGO TEREI MUITO PRAZER. NÃO SOU UM PALESTRANTE, MAS SEREI UM DOS OUVINTES MAIS ATENTOS.

    opa, vou estar lá tambem, até podemos estar negociando algumas antenas, mais como vou te reconhecer????????


    T+



  5. A selva amazônica durante a noite é invisível, pelo menos para os olhos humanos. Nenhum raio de luz se reflete na sua muralha preta. É como um buraco negro que aprisiona todos os raios de luz. Naquela escuridão, somente a nossa imaginação penetra, e mesmo assim, contra a vontade.
    Uma torre de sessenta metros fora erguida numa clareira aberta pelo machado dos amazonenses que eram funcionários de uma mineradora em Pitinga, município do estado do Amazonas. Eu estava lá para fazer um enlace de 52Km em 2,4GHz. A grande empresa, uma das maiores exploradoras de cassiterita do mundo, havia me contratado para fazer o enlace e alimentar uma lan em quinze prédios distribuídos dentro do complexo da mineração.
    No meio da clareira, havia uma guarita de onde todas as luzes brotavam. Em volta da nossa caminhonete, estava eu e mais cinco pessoas. Mantínhamos a cabeça erguida para o topo da torre onde um técnico estava procurando o desejado sinal de RF.
    O Macacheira fora o nosso guia até ali e quebrando o silêncio falou assim:
    -Não consigo entende o que este moço ta fazendo lá em cima.
    Expliquei para o nativo, com uma linguagem simples a idéia de modulação, irradiação, transmissão, recepção, e sinal com informação. Lembrei a ele do rádio e da antena que havíamos instalado em outra torre igual horas mais cedo, e que agora estávamos tentando encontrar o sinal do lado de cá com este outro equipamento. Parei de falar e não ouvi nenhum sinal de compreensão. O guia ficara mudo e imóvel, assim como uma onça antes do bote certeiro.
    Macacheira era um homem que nunca havia se afastado mais que cem quilômetros do local onde nascera. Fora a civilização que chegara até ele quando descobriram aquelas riquezas minerais na sua região. Inesperadamente a vos do nativo encheu o silencio da mata quando disse.
    -Minha muié e minha fia fais isso também, só que elas uisa as flô e o vento. Uma coloca na flô o recado e o vento leva o perfume da flô que ela escoieu até a outra que cheira e entende o recado muito longe. Assim como oces.
    Macacheira havia falado com voz baixa, calma e despretensiosa, mas aquilo que ele dissera, entrara nos nossos ouvidos como se fossem estrondos de um canhão.
    Tive vontade de dizer de imediato que não acreditava, mas me lembrei que o Macacheira era muito arredio e por certo eu perderia a chance de explorar mais aquele assunto. Então muito suavemente perguntei:
    -E como elas fazem para colocar o recado na flor?
    Sei não. É coisa de muié da mata. Elas caminham no meio das flô com as mãos abertas, como se tivessem fazendo um achego nas flô, vão subindo e descendo a mão do coração e mexendo a boca sem fala. Quando o vento passa por ali em direção da outra, já leva com ele o recado. Falam coisa delas: Trais fruta, oia a onça, vem pra casa, vai chove. Estas coisas.
    Se uma folha caísse no chão naquele momento, com certeza ouviríamos, de tanto foi o silêncio. As palavras do Macacheira ribombavam na minha cabeça, eu quase podia ser ouvido sem falar. O Macacheira era uma pessoa que só de olhar para ele, percebia-se imediatamente ser alguém que não apreciava o riso e o humor. O que ele falará, mesmo parecendo absurdo, saíra de dentro dele como a força da verdade.
    O assunto não se alongou muito, quando as perguntas começaram a ficar insistentes, Macacheira levantou o chapéu de palha da cabeça num sinal de quem diz com licença e simplesmente se retirou de perto, embrenhou-se na
    escuridão e a poucos metros de nós, ficou completamente invisível aos nossos olhos curiosos.
    O sinal apareceu. Trabalhamos mais meia hora para fazer o acoplamento correto entre a antena e o rádio. O técnico desceu da torre. Entramos na caminhonete e retornamos para a pousada. No outro dia tínhamos que embarcar num barco e descer o Rio Negro. Nosso assunto dentro da caminhonete, vocês podem imaginar qual foi.

    Continua...






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