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  1. #7

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    Um provedor não precisa stub assim como o peixe não precisa da água. Um stub não é necessário se a antena tiver a qualidade dos valores de impedância da tabela apresentada. Qua...qua...qua...
    O cálculo está correto, mas papel aceita tudo até o absurdo abaixo:



    Concluindo os cálculos: 99,26 % da energia emitida pelo rádio é irradiada pela antena


    Esta antena seria perfeita, deveria ser vendida para a NASA. Por enquanto as melhores antenas trabalham com 80% de eficiência. Mas, sabem como é, não duvide de nada que seja humano, se alguém diz que fabrica uma antena com essa qualidade, deveria provar para concorrer a um premio Nobel. Quem sabe estamos todos errados? Muitos homens sozinhos conseguiram mudar a opinião da humanidade. Quem sabe estamos em frente de outra esquina da ciência?

    Outra coisa é bom considerar, um stub serve para acoplar a antena no rádio e aumentar a eficiência, mas serve também para colocar em curto um canal indesejado. Só isso? Claro que não. E se você precisar numa instalação transformar a antena de indutiva para capacitiva como você fará? Um stub é claro. Atravessar uma lagoa é fácil para peixe para anteneiro só fica fácil com um stub. E no campo?
    Viva o stub, ele é fácil, barato e eficiente, o reto é preguiça de aprender.
    Um abraço a todos. Espero vocês no curso.

  2. #8

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    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    Um provedor não precisa stub assim como o peixe não precisa da água. Um stub não é necessário se a antena tiver a qualidade dos valores de impedância da tabela apresentada. Qua...qua...qua...
    O cálculo está correto, mas papel aceita tudo até o absurdo abaixo:
    Sua instrução no curso foi que usássemos os valores de impedância complexa na sua planilha pra calcular o tamanho do cabo a ser cortado. Se os valores de impedância do fabricante não são verdadeiros, ou se a antena não possui aqueles valores na prática, sua planilha também deixa de funcionar. Qua... qua... qua... (não queria ter que escrever isso)

    Bem, nos meus estudos, vi que quando a impedância de todos os elementos do sistema são iguais, a ROE é 1. Tudo bem que nada é perfeito, mas pra haver uma ROE suficientemente prejudicial, a diferença tinha que ser grande.

    Além disso, nunca vi stubs em torres de operadoras. O que vou fazer agora é comprar cabos mais decentes, no mínimo um LMR-600 (quem sabe no futuro, Heliax).



  3. #9

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    pra mim é conversa fiada... sem querer estúpido ou egoísta.

    Para tráfego na ordem de kb/s, é muita balela.

    Em casos maiores, como alguns que trabalhamos, na ordem de 600mb/s, existem as guias de ondas.... não tem erro...como eu gosto delas !

    Não sei usar STUBS, nem pretendo saber, tem mais coisas importantes em um provedor para se tomar cuidado e melhorar do que essas técnicas que meu pai utilizava na época do velho rádio COBRA na caravan envemo com uma antena enorme do rádio amador.

    Acho legal o conhecimento e tal, mas....

    os tempos são outros.

    Abraços

  4. #10

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    Rapaz

    Tu és um homem de telecomunicação, não podes dispensar conhecimentos, não é o stub que tu precisas aprender, tu precisas aprender a fazer um LENÇOL DIGITAL para fazer isso são necessárias doze ferramentas teóricas o stub é só uma delas. Não sejas teimoso trinta anos que nos separam no tempo é um intervalo muito pequeno na nossa civilização. Venha tomar um amargo comigo e se divertir com o LENÇOL DIGITAL. O próximo curso será em São Paulo dia 6/8, te espero lá.

    Gilvan



  5. #11
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    Bem, eu tenho experiência com stub, sobretudo em sistemas de rádio e TV. Nesses sistemas as perdas são grandes devido ao comprimento dos cabos e os cálculos são bem complexos e proporcionais ao tamanho da estrutura. Apesar de questionado o seu uso não pode ser ignorado em "algumas áreas de telecom". Em frequências muito altas e altíssimas o uso do stub é mais crítico, pois poderá ser "tiro pela culatra" sobretudo quando mal aplicado. Eu diria que de fato desnecessário.

    Desde que haja casamento de impedância entre cabo, antena e trasmissor o segredo é usar o menor cabo possível. Por esse motivo é aconselhável utilizar cabos de 50 Ohms para rádios e antenas de 50 Ohms em frequências ISM. Cabos cortados em 1/4 de onda são recomendados para cabos de 75 Ohms, pois é o equivalente de 300/4; ou seja, correspondente à velocidade da luz dividido por 4, indicado para 75 Ohms e não para 50 Ohms. Logicamente, que rádio-amadores e outros que usam equipamentos de 50 Ohms (exceto os muito antigos) e cabos de 75 Ohms necessitam de um casador de impedância para acoplar os 50 Ohms do rádio com os 75 Ohms do cabo. Agora, se a antena for de 50 Ohms tem-se aí outro problema (casar 75 Ohms com 50 Ohms - outra vez). Devido a esses problemas de casamento de impedância prefira cabos de 75 Ohms em sistemas de 75 Ohms e cabos de 50 Ohms em sistemas de 50 Ohms. Quando não possível recomendo o stub.

    Já visitei sistemas de clientes problemáticos e instáveis, inclusive em 2.4GHz. Eles não sabiam o que é onda estacionária. Também, antenas e rádios de 50 Ohms, cabos de 75 Ohms cortados em vários tamanhos sem nenhum critério, conectores de 50 Ohms e de 75 Ohms misturados em várias partes do sistema, todos no mesmo local, alguns cruzando uns aos outros. Nesse desenho tem tudo para ser problemático. Solução: montar todo o sistema em 50 Ohms e utilizando os menores cabos possíveis (50 Ohms obviamente), incluindo muito cuidado ao confeccioná-los. Stub nesse mesmo desenho desnecessário. Resumo: não podemos aplicar stub em tudo, somente quando necessário, nem podemos ignorá-lo.

  6. #12

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    Você já conseguir ROE = 1 ou perto disso?
    Se conseguir isso me chame para ver!


    Citação Postado originalmente por jpjust Ver Post
    Sua instrução no curso foi que usássemos os valores de impedância complexa na sua planilha pra calcular o tamanho do cabo a ser cortado. Se os valores de impedância do fabricante não são verdadeiros, ou se a antena não possui aqueles valores na prática, sua planilha também deixa de funcionar. Qua... qua... qua... (não queria ter que escrever isso)

    Bem, nos meus estudos, vi que quando a impedância de todos os elementos do sistema são iguais, a ROE é 1. Tudo bem que nada é perfeito, mas pra haver uma ROE suficientemente prejudicial, a diferença tinha que ser grande.

    Além disso, nunca vi stubs em torres de operadoras. O que vou fazer agora é comprar cabos mais decentes, no mínimo um LMR-600 (quem sabe no futuro, Heliax).