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  1. #1

    Padrão O fim da paranóia (pra que stubs?)

    Stubs? Pra que stubs?


    Como sou curioso, estudei sobre impedâncias e fiz alguns cálculos pra saber se o uso do stub compensa ou não.


    Minha conclusão: não façam stubs. No PDF em anexo dou uma explicação melhor junto com os cálculos que eu fiz.
    Miniaturas de Anexos Miniaturas de Anexos o_fim_da_paranoia.pdf  

  2. #2

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    Acompanhando, o assunto é bom.
    Vamos ver se o Gilvan vai se pronunciar, o discípulo desafia o mestre. rsrs Parece ate filme. rsrs
    Abraço



  3. #3
    engenheiro eletricista
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    Parabéns cara. Mais um mito clássico que é derrubado. Esse mito me remete a minha época de PX operando em 27 MHz. Já tinha lido há uns 4 anos atrás o site do Roland (O comprimento do cabo coaxial) que dismistifica isso. Casar impendância é importante, mas não compensa, em aplicações Wi-Fi, colocar um casador entre rádio e antena pra perder muito mais que ganhar. Isso é neurose dos Radio Amadores que usam potências da ordem de kW e querem ROE =1 em todo espectro, embora isso não tenha nenhuma relação com o comprimento do cabo coaxial usado.

    Saudações

    Citação Postado originalmente por jpjust Ver Post
    Stubs? Pra que stubs?


    Como sou curioso, estudei sobre impedâncias e fiz alguns cálculos pra saber se o uso do stub compensa ou não.


    Minha conclusão: não façam stubs. No PDF em anexo dou uma explicação melhor junto com os cálculos que eu fiz.

  4. #4



  5. #5

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    jp !! excelente material !! parabens !!

    agora, ainda sobre a discussao sobre STUBS....

    o ideal eh fazer todos os clientes terem o mesmo nivel de sinal.. aceitando uma pequena variacao por ex.. -60 a -65 !!..

    tu ja testou isso na pratica ? vejo um fundamento nisso que eh a NAO utilizacao de STUBS hehehe mas sendo feito ajustes nos clientes..

  6. #6

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    JP, o Einstein começou assim, hehehe!!!

    Eu fiz alguns stubs, mas desisti. O trabalho não compensa.



  7. #7

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    Um provedor não precisa stub assim como o peixe não precisa da água. Um stub não é necessário se a antena tiver a qualidade dos valores de impedância da tabela apresentada. Qua...qua...qua...
    O cálculo está correto, mas papel aceita tudo até o absurdo abaixo:



    Concluindo os cálculos: 99,26 % da energia emitida pelo rádio é irradiada pela antena


    Esta antena seria perfeita, deveria ser vendida para a NASA. Por enquanto as melhores antenas trabalham com 80% de eficiência. Mas, sabem como é, não duvide de nada que seja humano, se alguém diz que fabrica uma antena com essa qualidade, deveria provar para concorrer a um premio Nobel. Quem sabe estamos todos errados? Muitos homens sozinhos conseguiram mudar a opinião da humanidade. Quem sabe estamos em frente de outra esquina da ciência?

    Outra coisa é bom considerar, um stub serve para acoplar a antena no rádio e aumentar a eficiência, mas serve também para colocar em curto um canal indesejado. Só isso? Claro que não. E se você precisar numa instalação transformar a antena de indutiva para capacitiva como você fará? Um stub é claro. Atravessar uma lagoa é fácil para peixe para anteneiro só fica fácil com um stub. E no campo?
    Viva o stub, ele é fácil, barato e eficiente, o reto é preguiça de aprender.
    Um abraço a todos. Espero vocês no curso.

  8. #8

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    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    Um provedor não precisa stub assim como o peixe não precisa da água. Um stub não é necessário se a antena tiver a qualidade dos valores de impedância da tabela apresentada. Qua...qua...qua...
    O cálculo está correto, mas papel aceita tudo até o absurdo abaixo:
    Sua instrução no curso foi que usássemos os valores de impedância complexa na sua planilha pra calcular o tamanho do cabo a ser cortado. Se os valores de impedância do fabricante não são verdadeiros, ou se a antena não possui aqueles valores na prática, sua planilha também deixa de funcionar. Qua... qua... qua... (não queria ter que escrever isso)

    Bem, nos meus estudos, vi que quando a impedância de todos os elementos do sistema são iguais, a ROE é 1. Tudo bem que nada é perfeito, mas pra haver uma ROE suficientemente prejudicial, a diferença tinha que ser grande.

    Além disso, nunca vi stubs em torres de operadoras. O que vou fazer agora é comprar cabos mais decentes, no mínimo um LMR-600 (quem sabe no futuro, Heliax).



  9. #9

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    pra mim é conversa fiada... sem querer estúpido ou egoísta.

    Para tráfego na ordem de kb/s, é muita balela.

    Em casos maiores, como alguns que trabalhamos, na ordem de 600mb/s, existem as guias de ondas.... não tem erro...como eu gosto delas !

    Não sei usar STUBS, nem pretendo saber, tem mais coisas importantes em um provedor para se tomar cuidado e melhorar do que essas técnicas que meu pai utilizava na época do velho rádio COBRA na caravan envemo com uma antena enorme do rádio amador.

    Acho legal o conhecimento e tal, mas....

    os tempos são outros.

    Abraços

  10. #10

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    Rapaz

    Tu és um homem de telecomunicação, não podes dispensar conhecimentos, não é o stub que tu precisas aprender, tu precisas aprender a fazer um LENÇOL DIGITAL para fazer isso são necessárias doze ferramentas teóricas o stub é só uma delas. Não sejas teimoso trinta anos que nos separam no tempo é um intervalo muito pequeno na nossa civilização. Venha tomar um amargo comigo e se divertir com o LENÇOL DIGITAL. O próximo curso será em São Paulo dia 6/8, te espero lá.

    Gilvan



  11. #11
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    Bem, eu tenho experiência com stub, sobretudo em sistemas de rádio e TV. Nesses sistemas as perdas são grandes devido ao comprimento dos cabos e os cálculos são bem complexos e proporcionais ao tamanho da estrutura. Apesar de questionado o seu uso não pode ser ignorado em "algumas áreas de telecom". Em frequências muito altas e altíssimas o uso do stub é mais crítico, pois poderá ser "tiro pela culatra" sobretudo quando mal aplicado. Eu diria que de fato desnecessário.

    Desde que haja casamento de impedância entre cabo, antena e trasmissor o segredo é usar o menor cabo possível. Por esse motivo é aconselhável utilizar cabos de 50 Ohms para rádios e antenas de 50 Ohms em frequências ISM. Cabos cortados em 1/4 de onda são recomendados para cabos de 75 Ohms, pois é o equivalente de 300/4; ou seja, correspondente à velocidade da luz dividido por 4, indicado para 75 Ohms e não para 50 Ohms. Logicamente, que rádio-amadores e outros que usam equipamentos de 50 Ohms (exceto os muito antigos) e cabos de 75 Ohms necessitam de um casador de impedância para acoplar os 50 Ohms do rádio com os 75 Ohms do cabo. Agora, se a antena for de 50 Ohms tem-se aí outro problema (casar 75 Ohms com 50 Ohms - outra vez). Devido a esses problemas de casamento de impedância prefira cabos de 75 Ohms em sistemas de 75 Ohms e cabos de 50 Ohms em sistemas de 50 Ohms. Quando não possível recomendo o stub.

    Já visitei sistemas de clientes problemáticos e instáveis, inclusive em 2.4GHz. Eles não sabiam o que é onda estacionária. Também, antenas e rádios de 50 Ohms, cabos de 75 Ohms cortados em vários tamanhos sem nenhum critério, conectores de 50 Ohms e de 75 Ohms misturados em várias partes do sistema, todos no mesmo local, alguns cruzando uns aos outros. Nesse desenho tem tudo para ser problemático. Solução: montar todo o sistema em 50 Ohms e utilizando os menores cabos possíveis (50 Ohms obviamente), incluindo muito cuidado ao confeccioná-los. Stub nesse mesmo desenho desnecessário. Resumo: não podemos aplicar stub em tudo, somente quando necessário, nem podemos ignorá-lo.

  12. #12

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    Você já conseguir ROE = 1 ou perto disso?
    Se conseguir isso me chame para ver!


    Citação Postado originalmente por jpjust Ver Post
    Sua instrução no curso foi que usássemos os valores de impedância complexa na sua planilha pra calcular o tamanho do cabo a ser cortado. Se os valores de impedância do fabricante não são verdadeiros, ou se a antena não possui aqueles valores na prática, sua planilha também deixa de funcionar. Qua... qua... qua... (não queria ter que escrever isso)

    Bem, nos meus estudos, vi que quando a impedância de todos os elementos do sistema são iguais, a ROE é 1. Tudo bem que nada é perfeito, mas pra haver uma ROE suficientemente prejudicial, a diferença tinha que ser grande.

    Além disso, nunca vi stubs em torres de operadoras. O que vou fazer agora é comprar cabos mais decentes, no mínimo um LMR-600 (quem sabe no futuro, Heliax).



  13. #13

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    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    Rapaz

    Tu és um homem de telecomunicação, não podes dispensar conhecimentos, não é o stub que tu precisas aprender, tu precisas aprender a fazer um LENÇOL DIGITAL para fazer isso são necessárias doze ferramentas teóricas o stub é só uma delas. Não sejas teimoso trinta anos que nos separam no tempo é um intervalo muito pequeno na nossa civilização. Venha tomar um amargo comigo e se divertir com o LENÇOL DIGITAL. O próximo curso será em São Paulo dia 6/8, te espero lá.

    Gilvan

    Ué, o Just já fez o curso. E não tinha o lençol na ocasião?

  14. #14

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    Citação Postado originalmente por peters Ver Post
    Você já conseguir ROE = 1 ou perto disso?
    Se conseguir isso me chame para ver!
    Eu não e em momento algum disse que consegui ou conseguiria. Só disse que essa piração de ficar fazendo stub a toa é desnecessária.

    Em anexo, um programinha que fiz em Java pra vocês verificarem quanto de perda existe em cada combinação de cabo em antena.

    E ATENÇÃO: não sou eu que estou dizendo essas coisas, são os LIVROS!
    Arquivos Anexos Arquivos Anexos



  15. #15
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    Prezado Gilvan,

    LENÇOL DIGITAL? O que seria isso? Com todo respeito, não vamos confundir Engenharia com misticismo ou auto-ajuda. Poste aqui os doze passos do "LENÇOL DIGITAL" para que possamos discutir de forma transparente. Pode ser?
    Saudaçoes.



    Citação Postado originalmente por GilvanEnriconi Ver Post
    Rapaz

    Tu és um homem de telecomunicação, não podes dispensar conhecimentos, não é o stub que tu precisas aprender, tu precisas aprender a fazer um LENÇOL DIGITAL para fazer isso são necessárias doze ferramentas teóricas o stub é só uma delas. Não sejas teimoso trinta anos que nos separam no tempo é um intervalo muito pequeno na nossa civilização. Venha tomar um amargo comigo e se divertir com o LENÇOL DIGITAL. O próximo curso será em São Paulo dia 6/8, te espero lá.

    Gilvan

  16. #16

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    Eu sempre tive a sensação de que em Hogwarts deve ter uma disciplina chamada "Laboratório de Antenas II"...



  17. #17

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    Gilvan,
    não sei quando, mas quero ir presenciar um curso seu e aprender o quanto der,
    mas a minha verdadeira ida até o seu curso não será só pra aprender, é pra ver o quanto você é "Louco" (não leve pro mal sentido).

    Alb Eins, era considerado louco "naquela" epoca!


  18. #18

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    Citação Postado originalmente por motacosta Ver Post
    Prezado Gilvan,

    LENÇOL DIGITAL? O que seria isso? Com todo respeito, não vamos confundir Engenharia com misticismo ou auto-ajuda. Poste aqui os doze passos do "LENÇOL DIGITAL" para que possamos discutir de forma transparente. Pode ser?
    Saudaçoes.
    Fiz o curso e aprendi o que é lençol digital. É o seguinte: de acordo com Gilvan, pra que todos os clientes de uma base tenham uma conexão boa, todos devem estar com o nível de sinal igual ou pelo menos, próximo uns dos outros. Por exemplo, se todos os clientes da sua base estão com -70 dBm, ou todos com -60 dBm, ou pelo menos, variando 1 ou apenas 2 dBm entre si, então a conexão fica boa. Porém, se tem alguns com, digamos, -50 dBm e outros com -68 dBm (apesar de -68 ser um sinal razoável), eles poderão ter conexões ruins (não necessariamente os de -68 dBm terão conexões piores que os de -50 dBm). Neste caso, a solução seria usar interferômetro nos clientes com sinais mais fortes e fazer eles abaixarem também pra -68 dBm, aí a conexão ia ficar boa pra todos.

    Em outro post (Fisica Azul), ele ainda deu um exemplo onde várias TVs de um prédio, ligadas à mesma antena, tinham imagens com qualidade diferentes. Aí um belo dia, o técnico veio e ajustou o sinal em todas elas, instalando atenuadores nas TVs onde o sinal era mais forte, pro sinal delas ficarem mais fracos como o das TVs dos andares mais baixos.

    Eu ainda fiz uma pergunta a ele: de acordo com esse lençol digital, se eu tenho um radinho FM na minha casa, e o sinal que ele está recebendo é muuuuuito mais forte que outros radinhos FM que estão ouvindo a mesma estação, os outros radinhos poderão ficar com o som ruim? Ainda aguardo a resposta.



  19. #19

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    Citação Postado originalmente por jpjust Ver Post
    Eu não e em momento algum disse que consegui ou conseguiria. Só disse que essa piração de ficar fazendo stub a toa é desnecessária.

    Em anexo, um programinha que fiz em Java pra vocês verificarem quanto de perda existe em cada combinação de cabo em antena.

    E ATENÇÃO: não sou eu que estou dizendo essas coisas, são os LIVROS!
    Não estou discordando de seus cálculos! Muito menos estou dizendo que os cálculos não são válidos.
    Em verdade está de parabéns, afinal são poucos que buscam alinhar a prática à teoria.
    Dou meu aval ao Stub do Enriconi porque é sim uma das ferramentas para o casamento de impedâncias. Como você mesmo citou isso é importante para termos eficiência. O stub neste caso está criando uma resistencia variável, trazendo mais similaridade das caracteristicas do cabo, da antena e do rádio. Realmente não é fundamental e imprecindível, mas é sim uma boa ferramenta que pode nos auxiliar.
    Cabos e antenas não precisam de stub pra acoplamento ideal. Acoplamento ideal que sabe nem precisamos (ainda bem... pq não existe!), mas TODAS as técnicas e ferramentas são válidas e se não usá-las, respeitá-las...