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  1. Com certeza temos q nos unir msm !!

    Tenho acesso fácil em brasília em alguns ministérios, moro a 150 km!

    Axo que com certeza temos muita coisa para mostrar a eles, se focarmos nos numeros e mostrar que estamos ajudando essa tal de "inclusão digital" q o governo tanto fala (cadastrando tele-centros, lan house), portanto se unirmos de verdade podemos chegal a algo favoravel a nós.

    Portando talvez se conseguirmos algum incentivo com certeza aumentará o número de provedores c/ licença própria p/ tentar tirar essa imagem negativa que os provedores a rádio tem.

    Gostei da idéia, qualquer coisa estamos to por ae !!
    Última edição por olivionet; 27-07-2009 às 23:19.

  2. Citação Postado originalmente por olivionet Ver Post
    Com certeza temos q nos unir msm !!

    Tenho acesso fácil em brasília em alguns ministérios, moro a 150 km!

    Axo que com certeza temos muita coisa para mostrar a eles, se focarmos nos numeros e mostrar que estamos ajudando essa tal de "inclusão digital" q o governo tanto fala (cadastrando tele-centros, lan house), portanto se unirmos de verdade podemos chegal a algo favoravel a nós.

    Portando talvez se conseguirmos algum incentivo com certeza aumentará o número de provedores c/ licença própria p/ tentar tirar essa imagem negativa que os provedores a rádio tem.

    Gostei da idéia, qualquer coisa estamos to por ae !!

    Essa conversa de unirmos forças é velha, é comum ver em tópicos, em épocas distintas, determinados participantes se sensibilizarem sobre a importância de terem uma representação. Porém, o calor do momento passa e nada se conclui. Volto a propor uma alternativa que seria a mais correta a ser tomada.

    Antes de falar que alternativa é essa, volto a explicar a historinha das instituições financeiras, pois é, elas disputam a tapa o Market Share (quóta de mercado) entre si, mas se unem via FEBRABAN para discutirem e conquistarem interesses coletivos, como tributação, regras de mercado, etc. Os bancos financiam campanha de políticos e consequentemente conseguem "legislar" seus interesses..

    O que isso tem a ver conosco? É simples, quem anda brigando para que se cumpra nossos direitos? Ninguém amigos... Ninguém.... E temos direitos sim que não são cumpridos, cadê a interconexão (classe V) de IP Transit? Cadê a faixa de frequência exclusiva para o SCM?

    Acredito que mesmo tento uma representatividade, não iremos conseguir muitas coisas de uma só vez, serão anos de traballho, mas se começarmos já, acredito que seria um grande alento para nossa atividade econômica.

    Por lei, nós autorizados SCM, assim como qualquer outra empresa, obrigados em contribuir para um sindicato patronal, se alguém aqui não paga, tá errado... Então se somos obrigados, porque não constituimos nosso próprio sindicato, que por sinal, tem mais força que uma associação comum?

    Bom, mas toda vez que chegamos a esse nível de questionamento, as pessoas esfriam e esquecem, mas na hora que as coisas apertam novamente, voltam a pensar nessa possibilidade, VAMOS SAIR DESSE CICLO VICIOSO.

    ******Proposta Antiga:********
    Volto a sugerir:

    1 - Elaboramos aqui um estatuto;
    2 - Nos reunimos em um local que seja bom para todos, sugiro Brasília ou São Paulo, porque todas as capitais tem vôo direto para essas duas cidades;
    3 - Na reunião, lavraremos o estatudo;
    4 - Delegar alguém para executar ações administrativas (registro em cartório, CNPJ, etc);
    3 - Dar entrada no MTE.

    Primeira etapa, o estatuto.. ó modelo do wiki é bacana para elaboração.. Alguém se prontifica no ponta pé inicial?



  3. Até onde sei uma grande parcela de empresas sérias que são provedores, ainda não tem a licença e operam como franquias e parcerias, modelo que é legal, como já temos documentos oficiais da Anatel relatando isso.(Abramulti)

    Uma grande parte dos autorizados SCM, recriminan e julgam como "pirata" os modelos de parcerias e franquias, excluindo assim os possíveis interessados em fazer parte das associações.

    O que vocês tem a dizer sobre isso?

  4. Opa, bacana esse negocio, eu nao sei o que os presidentes de associaçoes em vigencia estao pensando ou se pelo menos nao estao lendo esses comentarios, o Kleber eu o conheço bem, sei que e uma pessoa aplicada nesse dpto, eu estou a disposicao, e quando quiserem podemos começar isso, se algfuem quiser falar comigo segue abaixo meu e-mail.

    suelismar@hotmail.com



  5. Citação Postado originalmente por Josue Guedes Ver Post
    Até onde sei uma grande parcela de empresas sérias que são provedores, ainda não tem a licença e operam como franquias e parcerias, modelo que é legal, como já temos documentos oficiais da Anatel relatando isso.(Abramulti)

    Uma grande parte dos autorizados SCM, recriminan e julgam como "pirata" os modelos de parcerias e franquias, excluindo assim os possíveis interessados em fazer parte das associações.

    O que vocês tem a dizer sobre isso?
    Já comentei várias vezes sobre esse tema SVA x SCM, devido a forte rigidez da fiscalização da ANATEL e devido aos indícios que caracterizam o SVA ser SCM clandestino pelos fiscais, eu acredito que todos nós (SVA e SCM) devemos estar afinados com as leis e suas respectivas sanções e geralmente a corda arrebenta do lado de quem? O SVA é importantíssimo, eu o valorizo e como prestadora SCM cumpro a resolução 272, quando diz:
    Art. 7º É assegurado aos interessados o uso das redes de suporte do SCM para provimento de serviços de valor adicionado (SVA), de forma não discriminatória e a preços e condições justos e razoáveis.
    No meu humilde entendimento esse modelo de negócio é possível, após muito estudo e solicitações de informações para a ANATEL; cheguei ao seguinte modelo de negócio.

    Recentemente recebi uma notificação de uma unidade da ANATEL, solicitando maiores informações sobre meu vínculo com um PSCI (Provedor de Serviço de Conexão à Internet - SVA), graças aos acordos pactuados, conforme o entendimento da Agência e normas pertinentes, tudo foi esclarecido sem prejuízos (nada de lacres, multas ou advertências).

    Agora se querem "tentar" burlar a legislação "achando" que basta ter uma parceria ou franquear para vender a net, estais enganado, apesar de ser tão simples tecnicamente, se torna muito complexo em sua formatação jurídica, muitos SCM - de ofertas - não se comprometem em ter na localidade do SVA: Um responsável técnico, registro no CREA, incrição estadual, contrato com algum profissional ou empresa que irá dar manutenção em sua rede, separar cobranças, etc.

    Enfim, essa conotação perjorativa de muitos SVA como pirata, é por causa disso e algo mais.
    Última edição por kleberbrasil; 28-07-2009 às 09:43.






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