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  1. o cara tem até um bom conhecimento do q ele está falando, a teoria dele tá certa em partes....mas ele se expressa mal pacas...defeito de muitos aqui no fórum q sabem muito e querem q acompanhem o raciocínio a força...
    analisando bem oq nossos nobres colegas querem. Vai poder ajudar mais, não enxergando seu ponto de vista e sim dos demais.
    Aprender a contornar os problemas é melhor do q bater de frente com eles...


    Vlw
    Última edição por ceusbar; 29-09-2009 às 16:31.

  2. Roger, concordo com você no dimensionamento correto dos sistemas (nem mais nem menos, nem em antena nem em potência - o espectro agradece). Entretanto, continuo discordando da necessidade de se manter todos clientes em um mesmo nível com +/- 3 dB de erro. Quando vocês conseguirem, me avisem.

    Sds,
    Última edição por motacosta; 29-09-2009 às 16:37.



  3. Esta calculadora do site da Zitrax que o Rogério postou, é bem interessante.

    E daí me vem uma questão a mente: se um cliente estiver com sinal -45, -50, que é considerado excelente, ele poderia ainda assim estar com o fator de saturação acima do ideal?
    Se positivo, este sinal não seria o ideal para ele, mas menor seria o ideal?

  4. 1929, esse é o X da questão:

    Vamos pegar o exemplo de um cartão típico 802.11g - Taxa / Sensibilidade:

    54 Mbps: -70 dBm
    48 Mbps: -72 dBm
    36 Mbps: -77 dBm
    24 Mbps: -80 dBm
    18 Mbps: -82 dBm
    12 Mbps: -85 dBm
    9 Mbps: -86 dBm
    6 Mbps: -88 dBm


    Pelo conceito pregado nessa "técnica" do "lençol digital", qualquer valor acima de -70 dBm estaria saturando o receptor, por que com -70 dBm temos a melhor taxa. Correto? Errado.

    O valor de saturação de um receptor não é aquele imediatamente acima do sinal mínimo requerido para a melhor taxa de transmissão (-70 dBm no exemplo). Se isso fosse verdade, um sinal de -65 dBm já estaria saturando o receptor. O que não é verdade. Valores típicos de saturação em rádios digitais estão em torno de -30 dBm. Sem contar que em qualquer receptor temos uma coisinha chamada controle automático de ganho (AGC), que atenua valores muito altos até um certo limite.

    Para provar o que estou falando vejam essa página desse livro :

    http://books.google.com.br/books?id=...r%20dbm&f=true

    Vejam que o limite de saturação no padrão 802.11g é de -30 dBm e no 802.11b chega a -10 dBm.

    No entanto é bastante válido o controle de potência para que as transmissões sejam feitas na medida certa (nem potência demais nem de menos). E continuo defendendo que é desnecessário (ilusão) querer deixar todo mundo em um mesmo nível de potência com +/- 3 dB de diferença.

    Sds a todos,


    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Esta calculadora do site da Zitrax que o Rogério postou, é bem interessante.

    E daí me vem uma questão a mente: se um cliente estiver com sinal -45, -50, que é considerado excelente, ele poderia ainda assim estar com o fator de saturação acima do ideal?
    Se positivo, este sinal não seria o ideal para ele, mas menor seria o ideal?
    Última edição por motacosta; 30-09-2009 às 13:01.



  5. Citação Postado originalmente por motacosta Ver Post
    1929, esse é o X da questão:

    Vamos pegar o exemplo de um cartão típico 802.11g - Taxa / Sensibilidade:

    54 Mbps: -70 dBm
    48 Mbps: -72 dBm
    36 Mbps: -77 dBm
    24 Mbps: -80 dBm
    18 Mbps: -82 dBm
    12 Mbps: -85 dBm
    9 Mbps: -86 dBm
    6 Mbps: -88 dBm


    Pelo conceito pregado nessa "técnica" do "lençol digital", qualquer valor acima de -70 dBm estaria saturando o receptor, por que com -70 dBm temos a melhor taxa. Correto? Errado.

    O valor de saturação de um receptor não é aquele imediatamente acima do sinal mínimo requerido para a melhor taxa de transmissão (-70 dBm no exemplo). Se isso fosse verdade, um sinal de -65 dBm já estaria saturando o receptor. O que não é verdade. Valores típicos de saturação em rádios digitais estão em torno de -30 dBm. Sem contar que em qualquer receptor temos uma coisinha chamada controle automático de ganho (AGC), que atenua valores muito altos até um certo limite.

    Para provar o que estou falando vejam essa página desse livro :

    Wireless network coexistence - Google Livros

    Vejam que o limite de saturação no padrão 802.11g é de -30 dBm e no 802.11b chega a -10 dBm.

    No entanto é bastante válido o controle de potência para que as transmissões sejam feitas na medida certa (nem potência demais nem de menos). E continuo defendendo que é desnecessário (ilusão) querer deixar todo mundo em um mesmo nível de potência com +/- 3 dB de diferença.

    Sds a todos,


    Com certeza, estes valores de sensibilidade são os mínimos aceitos e não o ideal.

    Se não me engano, esta calculadora citada pelo Rogério, foi apresentada num curso que ele fez.
    E ele disse que o indicado seria saturação em torno de 50%, que bate aproximadamente com o que voce diz.
    E com o controle de ganho, alguma coisa mais se consegue de proteção contra a saturação.
    Perfeito.
    Só a questão dos +/- 3 dbm é que ainda ficou no ar. Como não foi eu que levantei a questão, mas ainda acreditando nela, vou aguardar o Alexandre.
    Gosto muito destes debates mais técnicos, pois sempre se aprende alguma coisa boa.






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