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  1. #21
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    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por salvato Ver Post
    Perfeitamente amigo, mas e ai voce ja conseguiu a sua, e como foi?

    Salvato, se perguntou pra mim com referencia a SCM ? Sim eu já estou com a minha a mais de um ano. Como foi? Eu peguei uma empresa de cnsultoria que me dizia o que fazer e encaminhava os documentos pra mim lá em Brasilia. Levou 8 meses pra eu estar legalizado. SCM e lincença de 2 estações.
    Última edição por Almirgas; 08-11-2010 às 14:52.

  2. #22

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Mesmo com cabeamento seria um problema para ultima milha... Se tem um bairro distante e la tem 2 pessoas apenas querendo o serviço, os provedores vão cabear todo caminho para atende-los?
    Com wireless ja seria possivel sem grande esforço.

    Sem contar que o link que o governo quer vender so seria vantajoso em lugares mais afastados onde o link dedicado normal é muito caro.



  3. #23

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por Stronks Ver Post
    Mesmo com cabeamento seria um problema para ultima milha... Se tem um bairro distante e la tem 2 pessoas apenas querendo o serviço, os provedores vão cabear todo caminho para atende-los?
    Com wireless ja seria possivel sem grande esforço.

    Sem contar que o link que o governo quer vender so seria vantajoso em lugares mais afastados onde o link dedicado normal é muito caro.
    Onde hoje tem 2 clientes, se o PNBL cumprir as promessas com a queda de preço provavelmente terão 20 clientes potenciais.

    O BNDES tem que entrar na estória por isso, implantar cabeamento onde hoje tem 2 clientes potenciais, pra nos 48 meses do financiamento surgirem outros 18 clientes. Sem o BNDES duvido que haja popularização em massa.

  4. #24
    Avatar de leandrolopeswifi
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    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Não sei se vai resolver, mas os novos planos da OI/velox já estão com limite de tráfego mensal.
    Tomara que os planos antigos tenha algum meio legal de fazer valer isso também.
    Daí quem puxa cabo pelos telhados vai tomar uma surpresa quando receber a conta.
    Agora,uma atitude séria mesmo é a sugestão do Rogério. Se a Anatel fosse enérgica com isso, e fosse mais compreensiva com quem já está fazendo sua documentação, logo logo a farra terminaria. Mas infelizmente, o vizinho que puxa cabo as escondidas não é visto, mas nós com nossas torres chamamos a atenção e daí não tem mesmo como trabalhar ilegal. E muitos aqui que começaram errado mas hoje já estão se legalizando, já foram lacrados sem dó nem piedade, enquanto o vizinho no quarteirão não sofreu nada porque não é visto.
    Eu estou fazendo uma lista destes casos. Se um dia vier fiscal, eu vou mostrar e pedir providências. Eu creio que mais ou menos 10 % ( se não for mais) das ligações adsl na minha cidade , estão com cabos para a visinhança.
    Concordo e digo mais...
    FOTOGRAFEM os pontos "Gatonet" e enviem pros sites, jornais, etc. Assim que funciona no Brasilpessoal!! Quando sai na midia, a ANATEL vem ligeirinho fazer o papel dela.
    Tem video no youtube ensinando a fazer PROVEDOR WIRELESS gatonet.....dae fica dificil mesmo.
    O que temos que fazer é trocar informações e cada dia mais denunciar todos que estão fora da Lei.



  5. #25

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Não sei se vai resolver, mas os novos planos da OI/velox já estão com limite de tráfego mensal.
    Tomara que os planos antigos tenha algum meio legal de fazer valer isso também.
    Daí quem puxa cabo pelos telhados vai tomar uma surpresa quando receber a conta.
    Agora,uma atitude séria mesmo é a sugestão do Rogério. Se a Anatel fosse enérgica com isso, e fosse mais compreensiva com quem já está fazendo sua documentação, logo logo a farra terminaria. Mas infelizmente, o vizinho que puxa cabo as escondidas não é visto, mas nós com nossas torres chamamos a atenção e daí não tem mesmo como trabalhar ilegal. E muitos aqui que começaram errado mas hoje já estão se legalizando, já foram lacrados sem dó nem piedade, enquanto o vizinho no quarteirão não sofreu nada porque não é visto.
    Eu estou fazendo uma lista destes casos. Se um dia vier fiscal, eu vou mostrar e pedir providências. Eu creio que mais ou menos 10 % ( se não for mais) das ligações adsl na minha cidade , estão com cabos para a visinhança.
    Rapaiz, não sei não, mais aqui na minha região a Oi sempre adia as cotas de limite. Não sei quando ela vai começar. Isso me atrapalha aqui, esse negocio de compartilhar Velox, os clientes sempre voltam, mais depois de um tempo. Aqui eu já estou migrando os clientes para 5.8 e está ficando bom. Mais o futuro é cabo mesmo.

  6. #26

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Voltando a pergunta do post, como o PNBL já sinalizou que aceitará wireless só no primeiro momento, exigindo cabeamento posterior, provavelmente o que vai acontecer é que com as linhas de financiamento do BNDES e suposto apoio do PNBL, partiremos pro cabeamento das cidades, seja par metalico, coaxial, fibra, utp.

    A briguinhas de potencia que prossigam, assim que puder eu passaria pra rede cabeada.
    Rubem, já faz algum tempinho que saiu o projeto, pelo menos uma minuta. Mas não notei nada a respeito desta exigência na época. Foi bom voce ter trazido a atenção isso.
    Se voce tiver uma cópia aí, poderia até postar o artigo que cita isso para conhecimento de todos.



  7. #27
    técnico em Telecom Avatar de laurence669
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    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    não sei o que fazer ..cada dia que passa mais aps 5.8 e 2.4 ghz estão sendo ativado ......
    ai vou ter que colocar antenas de 33 dbi nos meus ptp s para ver se fura a massa de rf ........

  8. #28

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Rubem, já faz algum tempinho que saiu o projeto, pelo menos uma minuta. Mas não notei nada a respeito desta exigência na época. Foi bom voce ter trazido a atenção isso.
    Se voce tiver uma cópia aí, poderia até postar o artigo que cita isso para conhecimento de todos.
    Isso foi citado nas reuniões do Forum Brasil Conectado, na minuta inicial do PNBL realmente não se tocou nesse assunto.
    Nas proximas reuniões do FBC podem mudar de opinião ou enfatizar a opção por cabo, já que por enquanto é só 'impressão de opinião' (Com compartilhamento da estrutura, pelo visto). Parece que a idéia de uns orgãos é o governo fazer inclusive cabeamentos centrais a serem compartilhados por diversos provedores, mas duvido que isso sobreviva a muitas reuniões.

    O link: http://www4.planalto.gov.br/brasilco...nal-do-2o-fbc/



  9. #29

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Isso foi citado nas reuniões do Forum Brasil Conectado, na minuta inicial do PNBL realmente não se tocou nesse assunto.
    Nas proximas reuniões do FBC podem mudar de opinião ou enfatizar a opção por cabo, já que por enquanto é só 'impressão de opinião' (Com compartilhamento da estrutura, pelo visto). Parece que a idéia de uns orgãos é o governo fazer inclusive cabeamentos centrais a serem compartilhados por diversos provedores, mas duvido que isso sobreviva a muitas reuniões.

    O link: Relatório Final do 2º FBC — Fórum Brasil Conectado
    Caraca, não dá para ler tudo deste relatório. Mas o conteúdo das pag 8 a 10 são críticos.
    Duvido muito que se chegue a um consenso.
    Algum tempo atrás foi ventilado aqui no forum se não me engano,a respeito do uso de postes. A Anatel teria o desejo de normatizar a comercialização com um preço único, em torno de dois reais e alguns centavos por poste.
    Isso agradaria a alguns, como operadoras de tv a cabo e provedores que estão pagando o olho da cara. Mas desagradaria as companhias telefônicas pois estas pagam na casa de centavos por poste.
    E isso iria criar um embate jurídico tremendo, pois as telefônicas já estão lá presentes a muito tempo e tem contratos que as protegem.
    E sem esse enfrentamento fica inviável para nós fazermos qualquer coisa relacionada com cabeamento. De vêz em quando se lê que alguns estão fazendo isso. Mas são casos isolados e normalmente em locais onde não há carência de internet, pois o cabeamento exige densidade de consumidores.
    Assim que vejo , se isso se concretizar, cair no colo das operadoras que já tem uma base instalada a preços baixíssimos por poste, cumprir com esta exigência. Para eles o investimento se limitaria a equipamentos . E todos nós sabemos que o grande custo é o cabeamento em si.
    E mesmo assim vejo outro problema no cabeamento. A tendência do mercado de computadores é aumentar a venda de notebook. Mesmo que a adsl ou qualquer outro sinal chegue na casa do consumidor, ele vai querer colocar um roteador para não ficar com seu notobook preso a um cabo. E aí já viu né? Atualmente 50% dos sinais que pego nos site survey são de usuários domésticos. Aí está a maior fonte de poluição.

    E a história recente, ( desde 2003 ) tem mostrado que o famoso Lulinha está sempre metido neste tipo de negócio.
    Desde 1997 quando das privatizações do setor de telecomunicações, o progresso foi estupendo. Muitos ainda se lembram que um telefone era tão caro que não raro era incluido como patrimônio na declaração de renda.
    As privatizações tinham por objetivo modernizar o setor. E para tanto foram criadas as empresas espelhos que tinham por missão concorrer com as teles que entraram de fora do país. A Claro por exemplo. era Claro Digital, criada aqui no RS. Patinou por algum tempo até que o mexicano Carlos Slim comprou e tornou a Claro hoje uma marca reconhecida.
    Outras espelhos foram aos poucos sendo abarcadas pelos grandes. E quando da venda da Telemar, foi dado o tom do mercado. Concentração de poder.
    E isto não vai parar até ficarem duas ou três empresas grandes no setor.
    Assim que o objetivo básico das privatizações foi atingido, ou seja, levar ao consumidor a tecnologia a preços compatíveis. Mas o objetivo subentendido de promover a livre concorrência parece que não vai se concretizar. Pelo menos se passaram os 8 anos do govêrno Lula e as promessas de campanha de rever os contratos não foram cumpridas. Muito pelo contrário.
    E depois da invasão dos celulares, já começamos a ver a invasão da internet móvel, pelas frequencias dos celulares. E aí levamos desvantagem novamente. Somos limitados a equipamentos wireless de radiação restrita, e uso de baixa potência. Porque baixa potencia? Para permitir que mais possam usar os mesmos canais.
    Isso já não acontece nas frequencias de celulares. Um telefone celular por ex. tem a potencia de 1000mW, coisa inadmissível entre nós. E estamos rodeados de celulares operando simultaneamente. E as bases deles? A que potência operam? Eu nem sei, mas é bem alto. Isto dá uma vantagem natural para as operadoras, pois elas podem usar maiores potencias e ainda por cima trabalham em frequencias próprias sem sofrerem interferências de outros.
    Será o caminho natural a distribuição de sinal de internet pelas frequencias de celulares.
    Como concorrer com isso?
    Alguns dias atrás um companheiro citou uma experiência com um rádio da Gi-link com firmware para mesh, onde ele conseguiu uma excelente cobertura. Segundo ele, conseguiu conexão a 1km com notebook dentro de casa. Agora imagina uma rede dessas com rádios proximos uns dos outros, como 100, 200 ou 300 metros?
    Só vejo isso como meio de competir com a internet móvel que vem por aí com força total.
    Mas infelizmente os importadores não se interessaram na homologação do referido rádio.
    Em São Francisco, na Califórnia segundo relatos da Meraki, tem uma rede mesh com 25.000 usuários.
    Então, será mesmo que o cabeamento é a solução? Ou pelo menos justificaria o investimento?
    Desculpem a extensão do texto, mas isso é uma coisa que tinha atravessado na garganta faz tempo.

  10. #30

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Dia desse fiz um exercício de previsão de custos pra cidades ou bairro hipotéticos, cerca de R$ 7 mil em equipamento por Km² cabeado com UTP, levando em conta hipotéticas 600 residencias nesse km² se seguir a media nacional de 5% dos domicilios com banda larga seriam 30 clientes, mesmo com o PNBL facilitando a queda de preços (Custo do link, isenção de impostos, financiamento pelo BNDES) estimo que precisariamos cerca de 45% das residencias com banda larga pro negócio dar lucro (Pagar o financiamento dos equipamentos, as despesas com link e funcionários, as substituições de equipamentos danificados, e sobrar uns 15%.mes do valor inicial investido). Com DSLan o custo do cabeamento diminui, mas como o PNBL prevê entrega do link pro cliente por R$ 30 já com aluguel de equipamento, o custo do modem faz o custo de ambos quase se igualar, exceto quando o percentual de clientes por Km² passa de 25%. Fibra fica mais caro, 6x mais. HPNA cerca de 50% mais caro, o mesmo que PLC.

    Onde há algo parecido com esse meu bairro/cidade hipotético, ou seja, cerca de 200 clientes por Km², dá pra cabear e ter lucro. Onde o percentual é menor (5% é a media nacional devido a baixa presença em periferias e vilarejos, em cidades medias ou centros de cidades pequenas deve ficar nuns 15 a 20%) ou fazemos cabeamento seletivo (Sob demanda, só quando um numero mínimo de clientes na rua é alcançado), que permite que um dia se alcance cobertura total, ou realmente partimos pra mesh via wimax a 450-750Mhz (Pra não precisar antenas externas), mas provavelmente os membros do SBTV farão pressão contra o uso dessa banda, aí sobraria mesh via 2,4 ou 5GHz, que por exigir antena externa tem mais custo e dificuldade de instalação.

    SE fosse possivel SCM+TV-a-cabo no mesmo provedor, acho que o uso de HPNA resolveria tudo, em poucos anos tenho certeza que haverá um plano de popularização da TV a cabo, mas também tenho certeza que continuarão tratando os meios de comunicação de forma independente e não como um todo.



  11. #31

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Dia desse fiz um exercício de previsão de custos pra cidades ou bairro hipotéticos, cerca de R$ 7 mil em equipamento por Km² cabeado com UTP, levando em conta hipotéticas 600 residencias nesse km² se seguir a media nacional de 5% dos domicilios com banda larga seriam 30 clientes, mesmo com o PNBL facilitando a queda de preços (Custo do link, isenção de impostos, financiamento pelo BNDES) estimo que precisariamos cerca de 45% das residencias com banda larga pro negócio dar lucro (Pagar o financiamento dos equipamentos, as despesas com link e funcionários, as substituições de equipamentos danificados, e sobrar uns 15%.mes do valor inicial investido). Com DSLan o custo do cabeamento diminui, mas como o PNBL prevê entrega do link pro cliente por R$ 30 já com aluguel de equipamento, o custo do modem faz o custo de ambos quase se igualar, exceto quando o percentual de clientes por Km² passa de 25%. Fibra fica mais caro, 6x mais. HPNA cerca de 50% mais caro, o mesmo que PLC.

    Onde há algo parecido com esse meu bairro/cidade hipotético, ou seja, cerca de 200 clientes por Km², dá pra cabear e ter lucro. Onde o percentual é menor (5% é a media nacional devido a baixa presença em periferias e vilarejos, em cidades medias ou centros de cidades pequenas deve ficar nuns 15 a 20%) ou fazemos cabeamento seletivo (Sob demanda, só quando um numero mínimo de clientes na rua é alcançado), que permite que um dia se alcance cobertura total, ou realmente partimos pra mesh via wimax a 450-750Mhz (Pra não precisar antenas externas), mas provavelmente os membros do SBTV farão pressão contra o uso dessa banda, aí sobraria mesh via 2,4 ou 5GHz, que por exigir antena externa tem mais custo e dificuldade de instalação.

    SE fosse possivel SCM+TV-a-cabo no mesmo provedor, acho que o uso de HPNA resolveria tudo, em poucos anos tenho certeza que haverá um plano de popularização da TV a cabo, mas também tenho certeza que continuarão tratando os meios de comunicação de forma independente e não como um todo.
    So uma correção amigo.

    17% das casas ( ate o final de 2009) tem banda larga. Hoje ja deve ter passado de 20%.

    LINK

    Claro que é uma media nacional. Bairros mais pobres talvez tenham um % menor.

  12. #32

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Rubem, o que deu aquela consulta sobre a liberação dos 450mhz? Penso que esta frequencia ajudaria mais fonia do que dados, pois não deve passar muito.
    A ubiquiti tem cartão para 700mhz e 180 ou 280mhz não me lembro bem agora, que trabalham com protocolo 811.b/g. Mas quanto passará de banda? Uma incógnita.



  13. #33

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Realmente, são mais de 12 milhões de lares com banda 'larga' num universo de 58 milhões, confundi a população do país com o numero de lares.

    Pra faixa dos 450 a 700MHz, vai pra leilão futuro, 2,5 e 3,5GHz idem, mas pelo que lembro é tudo destinado a MMDS (E 2,5 ou 3,5GHz vai pra celular, coisa assim). Enfim, se já definiram que irá pra leilão, significa que nada de a gente poder usar. Quero ver ter muita procura por MMDS, provavelmente será leiloado por micharia.

    Tinha consulta sobre 220 a 270MHz, dessa não sei como vai. Esses 50MHz dariam pra um trafego razoavel, se tiver equipamento acho que vai melhor que 900MHz pra "furar morro".

  14. #34
    Avatar de leandrolopeswifi
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    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Rubem, o que deu aquela consulta sobre a liberação dos 450mhz? Penso que esta frequencia ajudaria mais fonia do que dados, pois não deve passar muito.
    A ubiquiti tem cartão para 700mhz e 180 ou 280mhz não me lembro bem agora, que trabalham com protocolo 811.b/g. Mas quanto passará de banda? Uma incógnita.
    XR1 - 180-280MHZ
    Já testei este cartão , e acreditem, usando antenas importadas, consegui passar +ou- 8mb (sem visada alguma entre os pontos) em um distancia de 5km.
    Porém, e sempre há um porém, não temos nada homologado. foi um teste apenas em um cliente NLOS.
    Passa mais banda??? Acredito que sim, se o NLOS for mais brando do que era o caso em questão.
    Setado a 24mbps sinal -82 em ambos os lados.
    O Rádio em si é capaz de transmitir em 54mbps, porém em campo não consegui estabilidade usando isso, somente em 24mbps setado é que ficou bom.
    Antenas utilizadas:
    Modelo:Yagi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    VSWR - 1.5
    Nominal Impedance 50 ohm
    Polarization Vertical or Horizontal
    Última edição por leandrolopeswifi; 11-11-2010 às 11:23.



  15. #35

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por leandrolopeswifi Ver Post
    XR1 - 180-280MHZ
    Já testei este cartão , e acreditem, usando antenas importadas, consegui passar +ou- 8mb (sem visada alguma entre os pontos) em um distancia de 5km.
    Porém, e sempre há um porém, não temos nada homologado. foi um teste apenas em um cliente NLOS.
    Passa mais banda??? Acredito que sim, se o NLOS for mais brando do que era o caso em questão.
    Setado a 24mbps sinal -82 em ambos os lados.
    O Rádio em si é capaz de transmitir em 54mbps, porém em campo não consegui estabilidade usando isso, somente em 24mbps setado é que ficou bom.
    Antenas utilizadas:
    Modelo:Yagi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    VSWR - 1.5
    Nominal Impedance 50 ohm
    Polarization Vertical or Horizontal
    Leandro, isso já estaria bom demais para muitas aplicações. Mas como sempre, os importadores não tem a mínima consideração com os clientes e não solicitam homologação.
    E não sei se entre 180/280 está liberado para SCM. Não me lembro.

  16. #36

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    180 a 220 também tem consulta em andamento se não me engano, deve ser prorrogada mais uns anos.
    Se não me engano é algo como 180 a 225, 225 a 270, e 280 a 350, coisa assim, é quase continua mas separaram em faixas pra definir melhor (Ou pra ganhar mais em leilão?).


    ====================
    Edit:
    Engraçado, tenho certeza de ter visto isso mas no http://sistemas.anatel.gov.br/sacp/ não achei nada.


    ===============
    Edit 2:
    Bom, 225 a 270MHz achei, http://sistemas.anatel.gov.br/SACP/C...cao=realizadas , mas não é pra gente.

    450 a 470MHz tá aqui, http://sistemas.anatel.gov.br/SACP/C...cao=realizadas e podemos usar em uns casos.

    Só falta de de 180 a ~216MHz, me parece que teve consulta mas não achei.
    Última edição por rubem; 11-11-2010 às 12:48.



  17. #37

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Citação Postado originalmente por leandrolopeswifi Ver Post
    XR1 - 180-280MHZ
    Já testei este cartão , e acreditem, usando antenas importadas, consegui passar +ou- 8mb (sem visada alguma entre os pontos) em um distancia de 5km.
    Porém, e sempre há um porém, não temos nada homologado. foi um teste apenas em um cliente NLOS.
    Passa mais banda??? Acredito que sim, se o NLOS for mais brando do que era o caso em questão.
    Setado a 24mbps sinal -82 em ambos os lados.
    O Rádio em si é capaz de transmitir em 54mbps, porém em campo não consegui estabilidade usando isso, somente em 24mbps setado é que ficou bom.
    Antenas utilizadas:
    Modelo:Yagi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    Frequency Range 220-290 MHz
    Bandwidth 16 MHz
    Gain 12 dBi
    VSWR - 1.5
    Nominal Impedance 50 ohm
    Polarization Vertical or Horizontal
    Leandro,

    Onde você testou a XR1??? Tentei conseguir ela para fazer alguns testes mas não consegui em lugar algum.

  18. #38

    Padrão Re: O que vai acontecer com as frequências?

    Pra mim a maior preocupação não é a poluição,afinal de contas, como ja foi dito este problema pode ser superado por denuncia e qualidade de serviço, mas algo que me preocupo é a demanda futura.

    A GVT hoje em dia tem 5mbps por 49,90 como plano mais basico, e a tendencia é as demais seguirem o mesmo rumo se quiserem ficar no mercado.

    Agora, como um provedor wireless , mesmo tendo um link que aguente isso, vai atender cada cliente?
    Cartões mais Top aguentam 70~80 mega cada...

    Uma torre com 12 setoriais e cada uma suportando 80mb daria cerca de 1gb. O que daria pra atender cerca de 1000 clientes cadastrados a 15mb, é bastante, mas daqui a alguns anos vai complicar.
    Última edição por Stronks; 09-12-2010 às 00:16.