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  1. Como nosso colega Jadir falou , ja li muitos relatos que a parceria nao adiantou de nada , mais mesmo assim estou enviando email apra ver se tenho retorno de algo.

    Outro detalhe , como fica para cidades com menos de 500 mil hab , seria a mesma coisa ?

  2. É Jadir, tem mesmo muita coisa para mudar.
    A primeira coisa que a Anatel procura é alguma evidência de aluguel.
    Daí pergunto: se o sujeito que tem parceria é fiscalizado, o que ele vai apresentar para a fiscalização?
    Muitos estão fazendo boleto com discriminação dos dois serviços : SCM e SVA. Ajuda? pode até ajudar, mas vi um amigo sendo fiscalizado onde o fiscal, depois de tomar ciência da quantidade de assinantes, pediu para ele os comprovantes que estava enviando os valores de SCM nos boletos. Ele não tinha, pois era frio. Se ele tivesse, creio que a fiscalização pararia no ato.
    Daí o SCM correu e tirou tantas notas para fechar o valor do aluguel mensal. Logico que isso chama a atenção da fiscalização. Todos meses igualzinho? Ninguém entrou e ninguém saiu?
    Então uma das coisas que precisa terminar é este negócio de valor fixo mensal. Pode ser atrativo para os dois lados, mas não é para a Anatel.
    Eu imagino duas possibilidades:
    1 - o SCM assume o serviço de SCM e cobra no boleto em conjunto um valor fixo por assinante. Assume os custos de impostos para isso. Todo mês é repassado para o SCM estes valores. O SCM envia para o parceiro todo mês uma nota de telecom para cada assinante para embasar a cobrança. O SCM e o parceiro celebram um contrato de terceirização de cobrança , de aluguel das estruturas do parceiro e autorização para instalar e dar suporte como representante do SCM.
    O parceiro assume o restante do valor da assinatura e emite o boleto com o valor total e discrimina o que cabe a cada um. Sei que já tem um SCM conhecido fazendo isso.
    Pode até dar ainda margem para que a fiscalização faça alguns questionamentos, mas tudo pode ser comprovado.

    2 - O SCM assume o valor total da assinatura. E recolhe os impostos pertinentes. E paga pelos serviços de
    representação ao parceiro local. É esse o modelo que as telecom e concessionárias de energia usam.
    As telecom emitem a nota do total.
    Uma excessão a isso que notei é a OI. Ela cobra pelo adsl mas que cobra pela autenticação é a empresa autenticadora. Mas o valor está discriminado em conjunto na nota da OI.

    O SCM também faz o contrato de uso da rede instalada do parceiro, de terceirização de cobranças etc etc.

    O primeiro modelo, já tem pareceres postados aqui no forum, que a Anatel aceita. O problema é que precisa ser comprovado efetivamente.
    O segundo modelo, ainda ninguém se aventurou a lançar entre os provedores. Mas duvido que a Anatel poderia encontrar qualquer anormalidade. Tudo é assumido pelo SCM. O parceiro seria um terceirizado na prática.

    A GVT por ex. usa muito o aluguel de torres da American Tower. E também a manutençao das bases instaladas.
    No site da American Tower mostra que eles tem um modelo que assume a implantação dos POPs. Então é perfeitamente normal que possamos também alugar nossas instalações para o SCM.

    Podemos aprofundar estas questões e não simplesmente aceitar o que as empresas de SCM impoem. Por mais boa vontade e seriedade da parte do SCM, o modelo de parceria de preço fixo caracteriza aluguel e complica.
    Amigos, está na hora de os provedores pensarem muito bem ao fazerem parcerias.
    Alguns SCM até usam o termo "representantes", mas na prática não querem assumir os custos disso e apresentam o modelo de preço fixo ( leia-se "aluguel") . E os parceiros muitas vezes ficam atraídos pelo preço fixo.
    Vejam que neste modelo de preço por assinatura, vai chegar um momento que não é mais interessante ter a
    representação. Cada um vai ter que ver o que é melhor para a sua situação. O melhor será partir para SCM própria, ou continuar? O que é perfeitamente normal. Isto vai obrigar o SCM a procurar aprimorar cada vêz mais o seu suporte.
    Última edição por 1929; 19-01-2011 às 17:35.



  3. Citação Postado originalmente por jmathayde Ver Post
    Como nosso colega Jadir falou , ja li muitos relatos que a parceria nao adiantou de nada , mais mesmo assim estou enviando email apra ver se tenho retorno de algo.

    Outro detalhe , como fica para cidades com menos de 500 mil hab , seria a mesma coisa ?
    Mesma coisa, até para 100 mil hab ou menos. A Anatel tinha um projeto pra cobrar mais barato a licença para provadores regionais, no entanto parece que o projeto foi engavetado. Não se fala mais disso.

  4. Muito bom colega , bom mesmo , creio que esta seria a ideia ideal .

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    É Jadir, tem mesmo muita coisa para mudar.
    A primeira coisa que a Anatel procura é alguma evidência de aluguel.
    Daí pergunto: se o sujeito que tem parceria é fiscalizado, o que ele vai apresentar para a fiscalização?
    Muitos estão fazendo boleto com discriminação dos dois serviços : SCM e SVA. Ajuda? pode até ajudar, mas vi um amigo sendo fiscalizado onde o fiscal, depois de tomar ciência da quantidade de assinantes, pediu para ele os comprovantes que estava enviando os valores de SCM nos boletos. Ele não tinha, pois era frio. Se ele tivesse, creio que a fiscalização pararia no ato.
    Daí o SCM correu e tirou tantas notas para fechar o valor do aluguel mensal. Logico que isso chama a atenção da fiscalização. Todos meses igualzinho? Ninguém entrou e ninguém saiu?
    Então uma das coisas que precisa terminar é este negócio de valor fixo mensal. Pode ser atrativo para os dois lados, mas não é para a Anatel.
    Eu imagino duas possibilidades:
    1 - o SCM assume o serviço de SCM e cobra no boleto em conjunto um valor fixo por assinante. Assume os custos de impostos para isso. Todo mês é repassado para o SCM estes valores. O SCM envia para o parceiro todo mês uma nota de telecom para cada assinante para embasar a cobrança. O SCM e o parceiro celebram um contrato de terceirização de cobrança , de aluguel das estruturas do parceiro e autorização para instalar e dar suporte como representante do SCM.
    O parceiro assume o restante do valor da assinatura e emite o boleto com o valor total e discrimina o que cabe a cada um. Sei que já tem um SCM conhecido fazendo isso.
    Pode até dar ainda margem para que a fiscalização faça alguns questionamentos, mas tudo pode ser comprovado.

    2 - O SCM assume o valor total da assinatura. E recolhe os impostos pertinentes. E paga pelos serviços de
    representação ao parceiro local. É esse o modelo que as telecom e concessionárias de energia usam.
    As telecom emitem a nota do total.
    Uma excessão a isso que notei é a OI. Ela cobra pelo adsl mas que cobra pela autenticação é a empresa autenticadora. Mas o valor está discriminado em conjunto na nota da OI.

    O SCM também faz o contrato de uso da rede instalada do parceiro, de terceirização de cobranças etc etc.

    O primeiro modelo, já tem pareceres postados aqui no forum, que a Anatel aceita. O problema é que precisa ser comprovado efetivamente.
    O segundo modelo, ainda ninguém se aventurou a lançar entre os provedores. Mas duvido que a Anatel poderia encontrar qualquer anormalidade. Tudo é assumido pelo SCM. O parceiro seria um terceirizado na prática.

    A GVT por ex. usa muito o aluguel de torres da American Tower. E também a manutençao das bases instaladas.
    No site da American Tower mostra que eles tem um modelo que assume a implantação dos POPs. Então é perfeitamente normal que possamos também alugar nossas instalações para o SCM.

    Podemos aprofundar estas questões e não simplesmente aceitar o que as empresas de SCM impoem. Por mais boa vontade e seriedade da parte do SCM, o modelo de parceria de preço fixo caracteriza aluguel e complica.
    Amigos, está na hora de os provedores pensarem muito bem ao fazerem parcerias.
    Alguns SCM até usam o termo "representantes", mas na prática não querem assumir os custos disso e apresentam o modelo de preço fixo ( leia-se "aluguel") . E os parceiros muitas vezes ficam atraídos pelo preço fixo.
    Vejam que neste modelo de preço por assinatura, vai chegar um momento que não é mais interessante ter a
    representação. Cada um vai ter que ver o que é melhor para a sua situação. O melhor será partir para SCM própria, ou continuar? O que é perfeitamente normal. Isto vai obrigar o SCM a procurar aprimorar cada vêz mais o seu suporte.



  5. Prezado 1929 e demais colegas, boa noite;
    Há muito venho falando das irregularidades disso, parceria é ilegal, me admira o colega 1929, saber que o colega fraudava os boletos e sabe-se la mais o que para parecer LEGAL e ainda achando isso legitimo!

    Gente fraude Também é crime, que diacho que metodologia de trabalho é essa que os srs. dizem ser bem feita, serem legal, serem isso e aquilo, pessoal mesmo diante de tantos depoimentos de colegas que caíram com essa e com aquela parceria que todos alegavam serem corretas e que só precisava apresenta o KIT fiscalização que tava tudo certo....

    Olha eu acho que o que é certo é certo e o que é errado é errado!

    1º Somente uma operadora de Telecom, pode prestar um serviço de Telecom, o que é Telecom? E o serviços de interconexão que vcs prestam aos seus clientes, clientes os quais suas parceiras(isso vale apenas para quem tem parceria) muitas das vezes nem têm acesso. Sinceramente os srs. acham isso certo? Se acharem me desculpe mais os srs. estão e sempre estarão sendo conivente com crime e quem sabe mais num futuro próximo o que farão por dinheiro.

    2º O Sva, apenas pode servir os clientes da SCM com e-mail, hospedagem, conteúdo e etc... Porém para isso o SVA precisa ser cliente da REDE do SCM e não ao contrario!

    3º só quem pode cobrar pelos serviços de SCM prestado ao cliente do SCM é o SCM, um SVA não pode receber os serviços, pois isso caracterizaria terceirização de SCM e evasão fiscal(CRIME).

    4º Empresas por ai estão divulgando que estão fazendo franquias e trabalhando na mesma metodologia da SHTURBO, porem prometem cobrar apenas de 6 a 10% do franqueado, como essa empresa promete cobrar apenas 10% de um serviço de R$ 1000,00 prestado ao cliente do SVA, como ela irá recolher e pagar os 25% de ICMS, os 1,5% do fust e funtel, os 4% de PIS e confis? Estas empresas declaram estarem prestando apenas 10% dos serviços como SCM e o restante com SVA, ou seja de 1000(um mil reais) prestados de SCM ela diz que apenas 100,00 é scm e o restante, os 900(novecentos reais) são SVA, pessoal, isso funciona? Sim funciona e vai perdurar por algum tempo assim como esses charlatões que vendem essas falsas coberturas (parceria SCM) aos colegas, mais uma hora a Anatel juntamente com a Receita vai bater em cima e vai querer receber TUDO, sem falar na multa por evasão e sonegação fiscal, olhem que essa não é tão branda como a multa por operar pirata tomem cuidado com essas propostas milagrosos.

    5º O serviço de telecomunicações é caro e a carga tributaria também, não se iludam com falsa promessa, pois como o colega disse vemos ex. disso nas contas telefônicas e de links. Imaginem se essa metodologia milagrosa funcionasse mesmo, as GRANDE TELES estão cobrando apenas 10% dos valores dos nossos links como sendo SCM e o resto ela inventaria como SVA e outra coisas que pudesse sonegar e auferir maior LUCRO.

    6º recentemente 02 empresas conhecidas aqui do fórum tiveram suas SCM cassadas e outras estão pedindo renuncia de tantos PADOs(processo administrativo pode descumprimento de obrigações) nas costas, elas estão só na miúda, em breve a bomba estoura, quando isso acontecer, e seus parceiros como ficarão sem seus o guarda-chuvas.
    A SHTURBO INTERNET vem demonstrando e alertando-os desde 2007, fomos atacados, enxotados e avacalhados, até mesmo por administradores aqui do fórum, e hoje.
    Bem nossos franqueados nunca tiveram problemas alguns com a ANATEL, podem procurar um que tenha tido problema, procurem por quantos tiveram problemas pessoais e etc... perguntem o que a SHTURBO fez, deixou-os na mão? Será? Nossos franqueados são parte da família e se um membro da família vai mal, nos tentamos tudo que estiver ao nosso alcance.

    A SHTURBO tem 3 PADOS em 4 anos;

    01 – primeiro deles de quando possuímos uma parceria muito bem feita (tudo nosso era em nome deles - SCM) com uma empresa que era SCM e nós éramos o SVA isso até abril de 2007, já dei minha declaração quanto a ilegalidade disso a muitos aqui nesse fórum.

    02 – por franqueamos um provedor em MG e geramos boletos (cobrarmos dos nossos clientes) antes de sair a TFI da torre em epígrafe, foi um ato impensável e inocente, porém a lei diz que podemos testar o equipamento (torres) por 90 dias, porém não se pode faturar nada em quanto estiver testando, deve-se avisar a Anatel com pelo menos 15 dias de antecedência antes de começar a operar comercialmente.

    03 - Foi por ajudar um colega aqui do fórum que foi atuado no RS por estar pirata e que foi denunciado por outro pirata, rsrsrs, e para não deixá-lo na mão e deixá-lo perder ganha pão (seus equipamentos), nos assumimos seu provedor e a responsabilidade perante a ANATEL, nos defendemos no dia da fiscalização, alegamos que la era SHTURBO já algum tempo e que tínhamos pecado em não licenciar a estação mais que estaríamos providenciando, os fiscais acreditaram ser a SHTURBO quem prestava o serviço, porém não deixaram de autuar pela falta de licença da torre, financiamos a multa para o colega pagar em 12 meses, acho que é melhor do que perder tudo e ainda sim ficar com a multa e o processo nas costa!
    Agora a SHTURBO nunca teve um PADO sequer por estar operando irregular, ou por terceirização, por cobrança irregular, ou por evasão fiscal, pois trabalhamos 100% corretos, desde 2007 adotamos a metodologia da Oi, trabalhamos como as grandes teles, cobramos como as grandes teles e faturamos como deve ser, por isso nos e nossos franqueados dormimos tranqüilos.

    Mais informações sobre a franquia e valores no site da SHTURBO - .::ShTurbo Internet - Sua Internet num Piscar de Olhos::...>>> Speed Help Inform SHT

    Contatos por e-mail consulta@shturbo.com.br

    Nos descrevemos nosso real método e trabalho no site pois não precisamos nos esconder como uns e outros que só conversam por email, MSN e ou com contrato de confiabilidade.







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