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  1. Como eu disse: existem “links” que são aqueles fornecidos por pequenos provedores que nada mais fazem do que comprar e revender capacidade tuchando 30 clientes no mesmo canal prometendo a todos eles que o link é dedicado e, por este você paga R$ 35,00, e existem “LINKS” que são aqueles fornecidos por grandes operadoras, que fazem um over de no máximo 1/2 por canal, e por estes você realmente paga bem mais caro.

    Não se pode dizer que o sistema do BB é lento porque o link satélital é ruim ! Como conhecedores de redes, todos aqui sabem que existem INUMERAS possíveis causas pra isso e só depois de um troubleshooting é que pode-se dizer o motivo, não somos fornecedores do BB mas eu GARANTO que a menor probabilidade de lentidão é a de ser o link satelital porque a os links utilizado pelo BB são links SCPC, (links clear-channel, ponto-a-ponto que não passam sequer por uma HUB Station), estes são os mais confiáveis (mas também os mais caros, fato !).

    Entendam: lentidão NÃO TEM NADA A VER com o fato do link ser via satélite !!! A posição orbital do satélite não muda, é constante e por isso o tempo que o sinal leva pra subir e descer é o mesmo, sempre, o que existe é um delay maior, mas ele é constante. Lentidão é causada pelo JITTER !!! (que pouco existe neste meio).
    Se o problema do BB fosse o link, eu acharia que a distancia do satélite fica oscilando em relação a Terra. rs

    Como eu falei, o problema é que muitos acabam tendo más experiências com provedores ruins e acham que a tecnologia não é boa, mas a comunicação via satélite é a mais confiável !
    E digo mais, ao contrario do que você pensa, de que operadoras não tem interesse em links satelitais, nos fornecemos links da alta capacidade pra 3 das maiores operadoras do Brasil (EBT, OI e Vivax), justamente para suprir necessidades que eles não conseguem ou que o investimento fica muito alto.

    Tudo é uma questão de saber operar o sistema e nao ser malandro com o cliente, tuchando mais links do que o canal suporta. E o fato de o UP ser menor é como eu disse, depende do que você contrata, isso é configurável, pode-se ter um UP maior do que o Down, pode-se ter link simétrico..., basta pagar por isso.

    E mesmo com todos estes pontos, é preciso entender que mesmo entre os links via satélite, existem diversas soluções (SCPC, VSAT, DAMA, e etc), cada uma indicada para uma aplicação ou finalidade diferente.

    Abraços

  2. Somente para acrescentar ao tópico, abaixo, os donos da Oi:


    AG Telecom Participações
    O braço de gestão de investimentos do grupo Andrade Gutierrez, a AG Participações controla a AG Concessões, a AG Telecom, a Logimed, que atua no segmento de serviços de saúde.
    A AG Telecom detém 12,9% das ações ordinárias (com direito a voto) da Oi desde 1998. Além da Oi, a empresa possui também participação relevante na empresa de call center Contax, que também pertence à Telemar Participações.
    Em 2008, a AG Telecom esteve à frente do maior negócio concretizado no setor de telecomunicação: a fusão entre as empresas Oi e Brasil Telecom.


    Lf Tel S.A
    A Lf Tel S.A, que pertence ao grupo Jereissati, é o maior acionista individual da Oi, com 19,36% das ações ordinárias da companhia.
    As principais receitas da Lf Tel vêm de participações em empresa que o grupo possui, além de serviços de assessoria e consultoria econômica, financeira e tributária.


    BNDES
    O Banco Nacional de Desenvolvimento (BNDES) possui 13,05% das ações ordinárias da Oi, por meio do BNDES Par, o braço de participações do banco público. Em 2009, o banco liberou um financiamento para a companhia no valor de 4,4 bilhões de reais.
    Em 2010, o BNDES, que detinha 31,4% de participação na Oi, vendeu parte das ações da companhia para que a Portugal Telecom pudesse entrar como societária.


    Bratel Brasil S.A
    A Portugal Telecom, por meio da sua controlada Bratel Brasil, detém 12,07% de participação na Oi.
    Desde março de 2011, a companhia portuguesa assumiu participação direta e indireta de 25,6% no grupo brasileiro de telecomunicação.
    Na ocasião, a empresa europeia desembolsou 8,32 bilhões de reais pela fatia da companhia brasileira.
    A Bratel também possui 11,1% de participação na na Tele Norte Leste, subsidiária do grupo Oi.


    Fundação Atlântico de Seguridade Social
    A Fundação Atlântico de Seguridade Social é a entidade de previdência complementar patrocinada pelo grupo Oi e detém 11,51% das ações ordinárias da companhia.


    Previ
    A Caixa de Previdência Dos Funcionários do Banco Do Brasil – Previ - possui 9,69% das ações ordinária do grupo Oi e participação indireta de 3,67% nas ações da subsidiária Tele Norte Leste.
    A Previ foi criada no início do século passado e é considerado o maior fundo de pensão da América Latina, estando entre os 30 maiores do mundo. Trata-se de uma entidade fechada de previdência privada e seus participantes são funcionários do Banco do Brasil e funcionários da própria Previ.


    Funcef
    A Fundação Dos Economiários Federais (Funcef) detém 7,48% das ações ordinárias da Oi.
    A fundação é o terceiro maior fundo de pensão do país e foi criada com o objetivo de administrar o plano de previdência complementar dos funcionários da Caixa Econômica Federal.
    A Funcef adquiriu, em 2010, por meio de um leilão promovido pelo BNDES, as ações do grupo Oi.


    Petros
    Assim como a Funcef, a Fundação Petrobras de Seguridade Social (Petros) adquiriu em um leilão 7,48% de participação no grupo Oi.
    A Petros foi fundada pela Petrobras em 1970 e hoje é o segundo maior fundo de pensão do Brasil.


    Luxemburgo Participações
    A Luxemburgo Participações, que pertence também à AG Telecom, do grupo Andrade Gutierrez, detém a menor participação na Oi: 6,4% das ações ordinárias da companhia.



    Fonte: Revista Exame. (Fev. 2012)



  3. To fim de gastar dinheiro isso nunca vai sair do papel.......

  4. Adomingues, eu entendi perfeitamente desde o seu primeiro post qual é a questáo envolvida. Custos.
    Eu creio que quando o pessoal se refere a um link satelital náo atender ao provedor pequeno, náo estáo se referindo a alta tecnologia disponivel, ou falta de conhecimento, mas sim que os disponiveis a precos mais baixos náo atendem a necessidade.
    Por isso que nao acho que seja falta de conhecimento dos provedores, apesar das tuas explicacoes terem sido muito úteis para todos nós. É mais falta de opcao comercial mesmo.
    Cada vez que recebo um email divulgando link satelital vejo que náo atende as nossas expectativas pelas caracteristiscas dos links.
    Nunca recebi um email com uma oferta de link de alta qualidade como voce reportou. Nem tenho cacife financeiro para isso.
    Estas ofertas mais comuns sáo de links muito ruins. Nao pela tecnologia mas pelo que o fornecedor manipula neste link como voce informou.
    Quanto ao BB, por isso eu disse que poderia haver outras situacoes, mas quando se pensa em link caro, realmente o link deve ser o último elo a falhar.



  5. MODERADOR-CHEFE de fato os preços dos links via satélite de qualidade são altos e as vezes impeditivos, mas isso porque o segmento spacial é caro mesmo, não tem muito como fugir disso...
    Eu só insisti na explicação porque muita gente vê com maus olhos esse tipo de tecnologia. As vezes por ter passado por alguma má experiencia com um link ruim, acaba generalizando e achando que a tecnologia não é boa.
    A falta de conhecimento que comentei não se referia exatamente aos pequenos provedores, mas sim as pessoas na situação que acabei de falar.

    Mas uma coisa que me admira muito é ver esse alto numero de pessoas, NUMA COMUNIDADE DE TECNOLOGIA, descrentes ou contra esse tipo de ação do governo.
    Todos nos sabemos que muita gente vai levar dinheiro com isso, claro, como tudo no Brasil, mas esse tipo de ação é essencial pro desenvolvimento das tecnologias no Brasil !

    E embora muita gente ache que a história do Exército ter um enorme interesse nesse projeto seja mentira, que é só faxada, eu digo: não é (!), e explico porque: com a privatização da Embratel, o Brasil deixou de possuir satélite próprio. As Forças Armadas utilizam os satélites StarOne que pertencem à Embratel (que por sua vez é do Mexicano Carlos Slim). A maior preocupação das Forças Armadas é de ter toda a sua comunicação dependente de uma empresa privada. No caso (hipotético, claro) de uma guerra, a StarOne (que a qualquer hora pode ser comprada por qualquer empresa) pode simplesmente desativar os transponders banda X (utilizados pelas Forças Armadas) e pronto, o Brasil não tem mais defesa, comunicação... Pra nós, parece piração porque sabemos que nunca entraremos em guerra mas a função do Ministério da Defesa é se preocupar e corrigir isso. E essa é uma preocupação que já vem de longa data.
    O Brasil está construindo submarinos nucleares, está comprando caças ultra modernos e como operar tudo isso sem satélite próprio ? Todo esse aparato super moderno não serve pra nada sem o satélite.

    Realmente o Brasil é uma m* e muita gente leva (muito) dinheiro nesse tipo de projeto mas, é o mal necessário, principalmente pra evolução da tecnologia que, vamos combinar, está bem atrasada por aqui.

    Ah, só pra deixar claro: eu não sou de nenhuma operadora envolvida nesse projeto, hein !

    Abraços







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