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  1. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Pode ser, pode ser.

    Por isso eu disse que era uma bagunça.
    Se houvesse uma exigência de só o fabricante homologar ajudaria bastante.

    Homologação por outro agente, só para uso próprio ajudaria a moralizar.
    Pois há custos para homologação. E a maioria não quer investir em homologação para outro usar seu selo. Mais do que justo.

    Alguns fabricantes que atingem diretamente o consumidor final fazem isso, como a d-link e tp-link. Eles mesmo homologam.
    Já Mirkotik e Ubiquiti que são os mais fortes no nosso setor tem se afastado disso e daí é que gera muito problema.
    Mas felizmente alguma coisa parece estar mudando.
    Já não leva tanto tempo para que os novos lançamentos sejam homologados pelos distribuidores autorizados. Aos poucos estamos sendo tratados com mais respeito.

    Paraguai e Flytec antigamente era o ponto de abastecimento principal, mas hoje isso já não é tão viável.
    A homologação não serve apenas para mostrar que o equipamento atende às normas; serve também para criar uma cadeia de responsabilidade pelo atendimento continuado a essas normas.

    Exigir que o próprio fabricante que pode nem estar estabelecido no país apenas nos privaria de produtos que poderíamos usar... mas isso com certeza foi pensado para o caso de distribuidor único na região. Quem precisa consertar isso são UBNT e Mikrotik, que sabem que tem mais de um distribuidor na região, e portanto deveriam ser eles a homologar seus produtos, não os distribuidores.

  2. Tudo bem contigo Rubens? Eu vejo a situação da seguinte forma: a partir do momento em que uma empresa abre mercado no Brasil, tem que ter em mente a dimensão comercial que atingirá no país. Quantas unidades de Ubiquiti e Mikrotik são vendidas mensalmente no Brasil? Milhares, talvez milhões? Então não justifica as empresas delegarem responsabilidades à terceiros. Ao meu ver, parece que as empresas não levam fé no brasileiro.

    Eu acredito que o mais correto seria assim: para quem quer abrir mercado no Brasil, então que abra uma cadeia de distribuição aqui e cuide do processo de certificação e homologação dos seus próprios produtos. Nada de se esconder atrás de um distribuidor e empurrar o compromisso de atender os clientes para o terceirizado. Aprendi isso de berço, com o meu pai: seja homem, assuma as suas responsabilidades.

    Em telecom deveria funcionar assim. Aliás, a maioria da indústria de eletrônicos faz assim. E quando há um terceirizado intermediando os processos, geralmente a coisa funciona. A TP-LINK por exemplo, no Brasil é representada diretamente pela Unicoba. Há uns dois anos atrás eu comprei um lote de roteadores 740N, e depois de uns meses dois começaram a dar defeito. Prontamente liguei para a empresa que me vendeu e eles me deram dois roteadores NOVOS, com garantia renovada. Eu até questionei o que aconteceria com os defeituosos, porque me senti constrangido em "empurrar" a bomba para meu vendedor, e ele me deixou tranquilizado: a Unicoba trocaria por novos, porque assume a garantia de 5 anos dos TP-LINK.

    Assim a coisa funciona. Vide Apple, Motorola, 3Com/HP, Andrew, Kathrein, Cisco, e mais um milhão de outras marcas. Eu acredito que empresas desse porte nem pensam na possibilidade de terceirizar suas cadeias de distribuição e certificação de seus produtos. Imagina o departamento jurídico da Cisco com um pensamento assim: "Ahh, vamos cadastrar uns 3 ou 4 distribuidores e se eles quiserem vender nossos roteadores no Brasil eles que paguem pelos custos!" Não existe isso...

    Ubiquiti e Mikrotik, um alerta: se vocês não abrirem os olhos alguma empresa vai surgir e tirar vocês da banca. Se a Intelbras fosse um pouco mais esperta e ouvisse os clientes deles, vocês já estariam remando contra a maré.



  3. Concordo, Rubens e jadir.

    Os dois citados com certeza estão sentados em cima do comodismo.

    Eu não sei até hoje porque ninguém quis assumir uma representação nacional do mesmo nível que o Jadir citou, da Tp-link com a Unicoba.
    Centralizar tudo é o melhor caminho.

    Jadir, sobre aparecer outro para ocupar o lugar, está caindo de bandeja as Routerbord Alix da PcEngines.
    Pelo descritivo delas, me parecem muito mais robustas e ainda por cima abertas a outros Sintemas operacionais.
    Já imaginou por exemplo o pessoal que gosta do pfsense ter uma rb nas mãos e sais das máquinas grandes?






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