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  1. Se for "rede cabeada" externa, com postes alugados, tem que ver se a concessionaria de energia aprova projeto com tensão DC alta.
    Em 2011 eu consultei minha concessionaria local, a Rede (Hoje Energisa) e a resposta do depto técnico é que não costumam aceitar nada além de "uns" 50VDC (Na prática os 56 ou 57V dos sistemas 48V é o ideal que me citaram por lá), e exigem proteção contra curto (Fusivel, ou controle inteligente tipo um Triac ou SCR que desliga a alimentação quando há consumo alto, e se rearma quando o curto é desfeito).

    Convenhamos que 48VDC vai longe (Com conversor DC-DC com 12V de saída dá pra atender uns 500m tranquilo, com 40W de consumo a tensão cairia de uns 56V (Dum nobreak 48V em flutuação) pra uns 30V em 500m de POE (Cascateado com 5 switches). Na prática imagino que dê pra chegar em 800m, cascateado em 8 switches com 100m entre cada, no fim disso tudo teria uns 17 ou 18V, ainda suficientes pra uma fonte DC-DC que tem dropout de 2 ou 3V (Precisaria no mínimo 14 ou 15V, então)), acho que mais barato conseguir conversor DC-DC que opera com tensão de entrada de até 60V, do que conseguir nobreak de 160VDC, mas acho que meu maior problema é o medo de choque de 160VDC, dói demais :-)

    Quanto a proteção contra curto, cascatear fusiveis as vezes faz um fusivel distante queimar, eles tem variação na fabricação tipo 5%, não sei se é culpa da variação mas já trabalhei em local com fusiveis cascateados e metade das vezes um fusivel distante queimava, ao invez de queimar o fusivel proximo ao local do curto, gastava um bom tempo vendo os fusiveis no caminho do cabo, como era camera de segurança e tinha tensão sobrando coloquei um diodo antes de cada fusivel e a principio resolveu.

  2. Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Se for "rede cabeada" externa, com postes alugados, tem que ver se a concessionaria de energia aprova projeto com tensão DC alta.
    Em 2011 eu consultei minha concessionaria local, a Rede (Hoje Energisa) e a resposta do depto técnico é que não costumam aceitar nada além de "uns" 50VDC (Na prática os 56 ou 57V dos sistemas 48V é o ideal que me citaram por lá), e exigem proteção contra curto (Fusivel, ou controle inteligente tipo um Triac ou SCR que desliga a alimentação quando há consumo alto, e se rearma quando o curto é desfeito).

    Convenhamos que 48VDC vai longe (Com conversor DC-DC com 12V de saída dá pra atender uns 500m tranquilo, com 40W de consumo a tensão cairia de uns 56V (Dum nobreak 48V em flutuação) pra uns 30V em 500m de POE (Cascateado com 5 switches). Na prática imagino que dê pra chegar em 800m, cascateado em 8 switches com 100m entre cada, no fim disso tudo teria uns 17 ou 18V, ainda suficientes pra uma fonte DC-DC que tem dropout de 2 ou 3V (Precisaria no mínimo 14 ou 15V, então)), acho que mais barato conseguir conversor DC-DC que opera com tensão de entrada de até 60V, do que conseguir nobreak de 160VDC, mas acho que meu maior problema é o medo de choque de 160VDC, dói demais :-)

    Quanto a proteção contra curto, cascatear fusiveis as vezes faz um fusivel distante queimar, eles tem variação na fabricação tipo 5%, não sei se é culpa da variação mas já trabalhei em local com fusiveis cascateados e metade das vezes um fusivel distante queimava, ao invez de queimar o fusivel proximo ao local do curto, gastava um bom tempo vendo os fusiveis no caminho do cabo, como era camera de segurança e tinha tensão sobrando coloquei um diodo antes de cada fusivel e a principio resolveu.
    Essa de colocar o diodo é boa, pois no caso a energia corre so para um lado, os pds da volt são dessa forma.
    Porem se vc quiser colocar mais de um ponto de alimentação na rede, ai não funciona, ja que a energia corre apenas 1 sentido.
    O pd da volt é justamente o contrario do PD fiber da CCN, que a alimentação eletrica corre de um pd ao outro sem sentido unico, uma via de mao dupla, onde a fonte POE que esta na casa do cliente ajuda alimentar o pd anterior a casa do mesmo e o proximo pd, dividindo a carga eletrica.

    Uma proteção simples que pode ser feita, é o uso de fusivel de vidro, Fusivel rearmavel PTTC, e varistor.
    Os dois fusiveis são colocados em linha no positivo, na entrada eletrica vc coloca o fusivel de vidro, em uma perna dele vc coloca o pttc, com 0,5 A maior que o de vidro, e o varistor vc coloca entre o + -, se vc alimenta sua rede com 165v vc coloca o varistor de 175 ou 185v.



  3. Os switch foram pensados com a finalidade de atender equipamentos ubnt, intelbras, mikrotik, ubiquiti. Que possuem em seus datasheet o máximo de entrada 28V. Consumindo em media 250 mA.

    Como o switch tem um regulador de entrada para baixar a tensão que vai o alimentar para 12V. Nas portas POE trabalha com "bypass". Trabalhando com 24 V por mais que tenha 50% da tensão de entrada na rede. Conseguiríamos chegar a uma extensão maior para realimentação. Lembrando que não é o invento da "roda" e as ligações estão claras por baixo da placa. Podendo qualquer um copiar. O mais importante é o funcionamento correto da comutação dos pacotes no switch.

    Para Calculo para uso de POE:
    http://www.novanetwork.com.br/suport...nergia-poe.php

  4. http://produto.mercadolivre.com.br/M...cameras-ip-_JM

    comprei aqui e esta funcionando a mais de 4 meses sem problema algum....perfeito o produto!

    o vendedor tem mais um monte de opções!



  5. Citação Postado originalmente por interhome Ver Post
    André Andrade, vocês ainda tem esses switchs? Procurei no site indicado e não tem mais lá.






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