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  1. Os MCS devem ser ajustados tanto no AP quanto no STATION?


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  3. se os 2 forem mikrotik tem sim

  4. Mais qual o motivo de sair ajustando o MSC para obter melhor CCQ se o equipamento faz isso automaticamente da forma mais conveniente?

  5. Certa vez assisti o vídeo do Luciano Franz falando sobre isso, e escolher o melhor MCS será interessante para não permitir aquelas modulações mais baixas, mas o @rubem pode explicar bem melhor.

  6. O problema não é cair em MCS0 se deixar no modo auto, se cair no MCS0 é porque o sinal está ruim. O problema é subir pra MCS5 ou 6 mas o troughput ficar ridículo.

    Isso não ocorre só em modo N, você consegue conexão a 54M em G com sinal -65, mas vai ter troughput digamos 2Mbps, se baixar pra 18M no datarate a sensibilidade melhora, o nº de bits por simbolo diminui e tem menos perdas nas sub-portadoras, e o troughput sobe de 2 pra 12Mbps (Baixando o datarate, mudança que altera potencia e sensibilidade).

    Se vai trafegar 2Mbps, pra quem usar MCS7? Esse MCS vai usar sempre todos os bits do simbolo, com muitos bits por simbolo a sensibilidade do hardware cai muuuuuuito (Vide ficha técnica dos aparelhos, a sensibilidade em MCS5 a 7 é péssima comparada em MCS0 ou 1), e o hardware e o software tem que processar todos os bits do simbolo pra "obter" os míseros 2Mbps. Porque não usar MCS0 nesse caso? Vai ter sensibilidade ótima, vai ter potencia maior, vai ter tempo de processamento menor, portanto as perdas de pacotes serão menores.

    Eu testei MCS3 na torre, e nos clientes livre de MCS0 a 3, mas hoje penso em fixar nos cliente em MCS0. Porque? Porque em MCS0 cabe perfeitamente o upload do cliente e as respostas dos pacotes. MCS baixo no cliente tem vantagem? Tem, cria menos processamento pra torre. Tem desvantagem? Não permite upload alto, tipo não mais que 4Mbps. Quem aí vende conexão com mais de 4M de upload?

    Você pode ter datarate diferente na torre e no cliente, quanto menor o datarate menor o trafego MAXIMO, mas também será menor o processamento, e em torre quando você quer muitos clientes num painel você tem que optar por modulações que exijam menos processamento. Usar por exemplo modo G pra PTP de 15M (Em 48-54M) é bobeira em hardware de hoje porque o processamento nesse modo é grande comparado a modo N em MCS3, que terá até mais que 15Mbps de troughput com tempos de respostas e perdas menores.

    Largura de canal tem efeito menor ou similar a usar menos bits por simbolo, é mais interessante usar canal padrão (20MHz) com poucos bits por chip (MCS0 ou 1) do que usar gambiarra/despadronização tipo canal de 10MHz que terão muitos bits por simbolo igual, só terão menos sub-portadoras. Se há perda de subportadoras, independente de ter 20 ou 50 subportadoras, você perderá muito mais dados com 6 bits por símbolo (MCS7) do que com 1 bit por símbolo (MCS0). Onde o sinal não está bom você VAI perder subportadora, perder pacote grande piora mais o troughput do que perder pacote pequeno.

    Mas o grande fator é:
    MCS7 = Potencia baixa, sensibilidade ruim, varios clientes simultaneos usam mais processamento
    MCS0 = Potencia alta, sensibilidade ótima, varios clientes simultaneos usam pouco processamento

    Essa diferença altera alcance (Derivado da potencia e sensibilidade dos hardwares domesticos, e da sensibilidade em hardware de torre) e altera nº maximo de clientes por painel (MCS baixo exige menos processamento da etapa de RF, portanto permite mais clientes ou permite mais qualidade de conexão).


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