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  1. Obrigado aos que responderam.

    Citação Postado originalmente por Nilton Nakao Ver Post
    Você quer dizer que vc ou seu switch alimentaria os modens dos clientes até aí td bem, mas se um determinado cliente trocar o modem ou este mesmo o cabo entrar em curto, terá toda a rede inoperante.
    Isso aí é o que uma régua PoE padrão faz, alimenta vários dispositivos a partir da energia fornecida em uma porta Ethernet ou tomada. O que quero é exatamente o inverso: nas portas dos clientes entra energia e ela sai balanceada na porta do switch.

    Citação Postado originalmente por olivionet Ver Post
    VOLT e CCN tem
    Pelo que vi, eles só vendem o kit completo, com os circuitos, caixa hermética e switch. Eu não quero usar essas combinações prontas, quero escolher cada componente.

    Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Sou adepto de fazer pequenas placas com um jack rJ45, capacitores e LM317 pra limitar tensão, led indicando que o cliente está com fonte ligada e que o lm317 está ok, e por fim um diodo pra isolar das outras placas. E ao invez de sair outro jack pra fazer um cabo de rede de 1 palmo, porque não só 4 furos pra soldar um cabinho de 1 palmo? Cabo 2 pares.
    Se tiver switch 8 portas mas só tiver 4 clientes põe só 4 plaquinhas, modularidade. Em caso de raio é o LM317 que vai queimar, e se for fazer placa, porque não colocar logo centelhador pra evitar queima de lan? Se queimar centelhador da placa e só trocar ela, modularidade garante isso, troca e repara depois na bancada, sem pressa, garante qualidade.
    (Afinal trocar regua POE 8 portas ou switch 8 portas porque 1 porta deu problema é burrice, se for construir como existe dano isolado é mais inteligente fazer um sistema modular)
    Gostei da questão da modularidade. É tudo interessante isso que você falou.
    Pena que eu não seja muito 'chegado' em eletrônica ou qualquer coisa em baixo nível (seja em hardware, programação, o que for), mas vou ver o que eu consigo fazer com o que você falou.

    Ilustrando meu questionamento, o que eu procuro é algo que faça a mesma função desse componente [principal] da Rede Cabeada FAST da Volt em destaque vermelho:
    Clique na imagem para uma versão maior

Nome:	         volt-rede-cabeada-fast.jpg
Visualizações:	1712
Tamanho: 	117,1 KB
ID:      	54114
    Esse aí é todo 10/100. Procuro algo igual a ele na função que desempenha (incluindo a saída de energia por fios elétricos, para alimentar switch sem PoE), porém com as portas destacadas em laranja sendo Gigabit (backbone). A Volt não vende essa parte separadamente e nem tem portas Gigabit para o backbone, então acho que não dá para encontrar por aí algo desse jeito, não é?

    Será que dá para contratar alguém que mexe com eletrônica para fazer um dispositivo igual a esse, porém nos quesitos que citei, e incluindo os conceitos de modularidade que o @rubem disse?
    Não estou dizendo que quero contratar agora, mas se não existir nada no mercado como descrevi, e se der tudo certo para eu montar o provedor aqui, vou ter que usar equipamentos sob encomenda, visto que não encontrei algum que me agrade/atenda.

    Até mais.

  2. Entre POE gigabit e POE 10/100 só o que muda são os pinos em que vai alimentação.
    Em POE 10/100 o posivito está no pinos 4 e 5, em POE gigabit o positivo está nos pinos 1 e 2. Só muda isso.

    Então seria só você trocar a trilha, fazer esses 2 conectores passarem reto todos os 8 pinos, mas tirar alimentação do 1, 2, 3 e 6 nesses pinos.

    Esse modelo da Volt tem regulador de corrente ou algo do tipo, os equipamentos similares fora do brasil tem até relé, que só arma quando há alimentação, é uma bela proteção passiva eficiente. Esse da Volt pelo tamanho parece ter apenas regulador (É muito grande pra ter apenas diodo, e muito pequeno pra ter limitador de corrente e rele em toda porta).

    Problema da Volt, ou da L-com, ou quem se aventura nesse mercado de POE é: POE gigabit precisa alta tensão (48V) pra ter baixa corrente (0,2A), porque em baixa tensão (12V) esse equipamento hipotético (48V 0,2A) consumiria 0,8A, que é DEMAIS pro trafo/driver, já que POE gigabit faz a corrente de alimentação circular pelo trafo/driver quando chega (E este precisa enrolamento fino pra ter sensibilidade, enrolamento fino é pra baixa corrente, e tendo consumo constante o jeito de manter corrente baixa é aumentar a tensão).

    Eu não tenho tempo de mecher com isso, mas a alteração é simples. O problema não está na regua de poe reverso nesse caso, mas no equip. gigabit aceitar 12V (Eles indicam fonte 16V, pela queda de tensão nos controladores precisa mais que 13,8V da alimentação das baterias, precisa 16V mesmo, mas tem controlador pra 5 a 12V (Ou só 9V?) pro switch por isso, não vale a pena não ter nobreak nisso, menos ainda ter conversor pra elevar a tensão pra carregar a bateria).

    Tem switch fora do brasil com portas POE reverso pra 48V, e com porta SFP, eles acham mais interessante interligar os postes com fibra, e deixar UTP-08 apenas até o cliente, afinal ethernet tem limite de 100m, enquanto SFP de 1,25Gbps chega facil a 500m (E só no papel que seus clientes ficam espalhados regularmente em conjuntos de 8 a cada 100m... só no papel!)




  3. Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Tem switch fora do brasil com portas POE reverso pra 48V, e com porta SFP, eles acham mais interessante interligar os postes com fibra, e deixar UTP-08 apenas até o cliente, afinal ethernet tem limite de 100m, enquanto SFP de 1,25Gbps chega facil a 500m (E só no papel que seus clientes ficam espalhados regularmente em conjuntos de 8 a cada 100m... só no papel!)
    Pensei nisso também, ficaria tudo mais fácil (e talvez barato, mesmo que os switches do tipo que vi sejam bem caros).
    Porém, se houver uma descarga elétrica vindo de algum cliente, o switch vai ser atingido diretamente. Se não queimar ele todo, queima alguma peça ou outra, aí tem que ter o trabalho todo de substituí-la(s).
    O bom desses dispositivos PoE, como o da Volt, é que ele protege o switch, visto que ele tem o espaço todo para cuidar da proteção elétrica e pode ser aterrado, dissipando a carga antes de atingir os equipamentos - todo switch e roteador que vi até hoje não tem nada de aterramento, nem na fonte (os equipamentos podem até ter recursos de aterramento por cabo blindado, mas a fonte não tem pino terra), o que inclui MikroTik e outras marcas decentes.

    Ainda sobre esses switches com portas SFP: estando o backbone em fibra dependendo dos switches, não dá para alimentá-los por injeção PoE dos clientes. Se não tiver ninguém conectado, o switch para e não vai dar para pegar energia de outro ponto por causa da distância maior (se aproveitar esse benefício da fibra) e falta de comunicação metálica entre eles.
    Como eles fazem aí pra fora nesses casos? Passam fio de energia junto com a fibra ligando os pontos? É algo que não dá para adaptar para o Brasil, já que as companhias energéticas não deixam passar corrente AC, e a DC, que acho que li que só permitem 90V, tem mais perda em longas distâncias.

  4. Alias...a agora me toquei que você possa estar querendo alimentar a regua POE com a tensão do POE gigabit. Aí realmente dá mais trabalho.

    Mas... gigabit não seria entre caixas? Aí não vale a pena mandar alimentação. Cliente>caixa até que vai, mas de uma caixa pra outra, a 50 ou 80m de distancia, dá muita queda de tensão pra apenas 16V.

    O que seria facil é usar apenas os dados dessa porta, pra isso você simplesmente
    faz os pinos 4, 5, 7 e 8 dum jack passarem pro outro, assim como do 1, 2, 3 e 6 já passam reto (Só teria que tirar qualquer eventual capacitor que houvesse entre esses pinos e o GND). Ou se quiser que o switch mais perto do provedor seja alimentado via POE gigabit, manda o cabo direto até da fonte POE gigabit no provedor até o switch com POE gigabit, passando reto pela regua POE reverso mas sem alimenta-la (Quem faria isso seriam os clientes).

    Pensa bem sobre o uso de gigabit, entre caixas é facil, mas fica mais facil fazer isso sem passar pela regua poe reverso, de switch gigabit a switch gigabit, sem alimentação sobre POE. Se quiser fazer passar por dentro da regua POE é facil, trocar trilhas apenas, mas pra regua aproveitar a tensão do POE gigabit fica bem complicado.


    Se quer usar a tensão via portas gigabit, "aproveitar" ela na regua POE, sem ser num switch gigabit que já tenha POE over datalines, aí tem que colocar um trafinho 1:1 e o alcance vai reduzir muito, talvez pra 20m.

  5. Citação Postado originalmente por TsouzaR Ver Post
    Pensei nisso também, ficaria tudo mais fácil (e talvez barato, mesmo que os switches do tipo que vi sejam bem caros).
    Porém, se houver uma descarga elétrica vindo de algum cliente, o switch vai ser atingido diretamente. Se não queimar ele todo, queima alguma peça ou outra, aí tem que ter o trabalho todo de substituí-la(s).
    O bom desses dispositivos PoE, como o da Volt, é que ele protege o switch, visto que ele tem o espaço todo para cuidar da proteção elétrica e pode ser aterrado, dissipando a carga antes de atingir os equipamentos - todo switch e roteador que vi até hoje não tem nada de aterramento, nem na fonte (os equipamentos podem até ter recursos de aterramento por cabo blindado, mas a fonte não tem pino terra), o que inclui MikroTik e outras marcas decentes.

    Ainda sobre esses switches com portas SFP: estando o backbone em fibra dependendo dos switches, não dá para alimentá-los por injeção PoE dos clientes. Se não tiver ninguém conectado, o switch para e não vai dar para pegar energia de outro ponto por causa da distância maior (se aproveitar esse benefício da fibra) e falta de comunicação metálica entre eles.
    Como eles fazem aí pra fora nesses casos? Passam fio de energia junto com a fibra ligando os pontos? É algo que não dá para adaptar para o Brasil, já que as companhias energéticas não deixam passar corrente AC, e a DC, que acho que li que só permitem 90V, tem mais perda em longas distâncias.
    Fibra e DC no mesmo cabo? Usa drop flat:
    http://www.ispshop.com.br/cabo-de-fi...th-1000-m.html
    Fica menos de R$ 1 por metro na bobina de tamanho razoavel (3Km).

    Não foi feito exatamente pra isso (Os ancoradores não aceitam solda, tem que prensar o cabo, mais uma vez é melhor usar 48V, reduz a corrente e com tensão mais alta tem menos resistividade problemática em fio parafusado), mas fibra não preve esse uso, e sim uma caixa alimentada por AC (Afinal está num poste! AC está logo alí, energia não falta, é questão apenas burocratica não poder usar porque não está no contrato e tal). Tem cabo multi-fibra com mais vias de cobre e tal, mas aí fica caro, o que tem de barato é drop flat, mas como a parte de aço é fina é bom não passar de uns 30 ou 40W (Insuficiente pra toda uma rede, mas dá pra 2 ou 3, caso não tenha cliente ligado neles).







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