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  1. Botem bateria de NiFe e sejam felizes... Nunca mais você troca de bateria.

    Mas tem que ter coragem pra comprar no AliBaba...

    Não precisa de controlador de carga (se você empurrar muitos amps na bateria de NiFe ela simplesmente gera hidrogênio, ai você tem que repor a água dela, ou seja, no abuso, quem se f... é o eletrólito, não as placas, e o eletrólito é barato, agua destilada com hidroxido de potássio).

    Mas volto a repetir, nunca vi aqui no brasil alguem que tenha tido coragem de comprar um banco de baterias no alibaba...

  2. Se tivesse bateria de chumbo-acido (com gel ou água) mas desmontável pra reforma, também valeria a pena, já que são sempre só 2 das 6 células que morrem cedo (São sacrificadas, aquecem mais que as outras).

    Seria só desmontar tudo, trocar as placas, filtrar o liquido ou gel e reusar boa parte, e tá feita a manutenção. Provavelmente teria que fazer isso a cada 18 a 24 meses, se fabricassem com sistema de abertura fácil isso seria tarefa de meia hora, os isoladores sobrevivem então seria só troca de placa (Baratas, R$ 4 ou 5 provavelmente, por célula), recolocar solução (R$ 18 o litro, mas vai uns 200ml por célula em bateria comum que usamos na casa dos 50Ah), é tá pronto.

    Se acrescentar água já é um bicho papão pra muito usuário, imagina trocar placas e limpar separadores.



  3. Essa bateria dever os que estão instaladas nas Teles( 2V por celula x 100 a 150 A), que são substituídas a cada 5 anos até 10 anos estragando ou não. Eventualmente todo mês, cada célula é analisada para ver se alguma é necessária a substituição.

  4. A muitos anos não vejo mais elas nas teles, andam usando 12V mesmo.
    (Estilo das Moura Clean Slim, alta pra encaixar e ventilar mais fácil empilhadas)
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    Isso de manutenção preventiva em banco de baterias fiz até em empresa com 12V 7Ah, aqueles nobreaks com 192VDC, são 16 baterias em série, uma meia duzia de conjuntos desse num mesmo nobreak (10KVA ou mais). Pra testar era basicamente desligar um conjunto e ir com uma lampada 20W paralela no multímetro vendo a queda de tensão em cada bateria, se fosse muito rápida aquela bateria ia pro lixo e o conjunto ficava desligado até chegar outra bateria.

    Se encontrasse bateria ruim em mais de um conjunto era só tirar uma boa de um conjunto que ficaria desativado.

    BB, Correios, 3 empresas do agronegócio aqui tem esse sistema, é bem eficiente, troca 1 ou 2 baterias de 7Ah a cada verificação semestral, bem mais em conta que trocar uma bateria 12V 240Ah (Que demora 3 semanas pra chegar e custa R$ 2 mil, enquanto as 12V 7Ah tem em todo canto, no máximo na cidade vizinha a 1 dia de entrega). Troca parcelada é melhor que uma facada a cada 4 ou 5 anos, fora ficar parado esperando outra chegar.

    (E com vários conjuntos em série, se acabar a luz enquanto está com um deles desativado (Esperando bateria chegar) não é tão grave)




    Alias, antigamente era comum uns instaladores de telefone falar que usavam bateria de 30V, porque o voltimetro no rack de baterias marcava isso. Eles não faziam flutuação, mas sim carga cíclica, até 30V (15V por bateria 12V, ou 2,5V por célula) pra evitar desequalização e sulfatação. Uma vez carregadas um rele desligava isso e esses 30V iam pro equipamento.

    Daí também veio o maldito nome "Retificador" pras fonte 56V pra sistemas 48V, eram usados trafos 2:1 (220V>110V) passando de 110V pra 55V pra flutuação em 4 baterias. Fazer trafo específico era caro, mais simples pegar um trafo comercial comum, fazer carga cíclica com esses 55V dá problema (Desequaliza célula, sulfata), mas fazer flutuação tá tranquilo.
    Era basicamente o trafo (Autotrafo ainda por cima, dando choque mesmo!), diodos (Daí o nome), capacitores, e tá pronto.

    Pena que os vendedores desse setor não evoluíram, continuam chamando de retificador o que hoje é fonte chaveada com um processamento 10x mais inteligente que a maioria dos vendedores.
    (Sabem, por exemplo, analisar queda de tensão versus consumo pra definir a capacidade real das baterias no momento (Quando mais velhas mais isso diminui), e aplicam a corrente ideal (0,2C) na carga, dá uma sobrecarga de até mais de 2,5V por célula todo mês pra equalizar, fora coisa boba tipo compensar a temperatura, aplicar corrente ultra-baixa na flutuação...)


    Pra uso solar eu cheguei a colocar células 2V de 50Ah lá por 97 ou 98, na época a diferença pro custo das estacionárias era pequena, hoje as estacionárias brasileiras é que ficaram muito baratas, nem pra uso solar se acha célula 2V, nem no brasil nem nos EUA, a Trojan ainda tem delas nos EUA mais fica o dobro do preço de usar a solução 12V deles, que... acaba durando 8 anos igual.

    Alias, as estacionárias brasileiras estão tão baratas que uma 45Ah custa o preço de uma AGM de 18Ah. Na verdade acho que essas Freedom, Moura Clean e Bosch é que deturpam nossa visão de preço, porque se for considerar o preço das AGM (Algo tipo 2,5x o preço das estacionárias comuns) as células 2V não ficam tão caras.

  5. Quando vejo esses carregadores de carga cíclica costumo alterar o seu projeto, pois as atuais baterias não suportam por muito tempo voltagens superiores a 2,41 por célula, deixo ajustado para 2,3V ou 13,9 V. Aqui, só eu e teles provedores de internet inclusive usa bateria para isso; primeiro são custos da bateria, segundo a energia que demanda cerca de 8 kw ao mês só para manter em modo de flutuação e com sistema de segurança, internet, iluminação de emergencia vai para 30 a 40 kw por mês.
    Um outro problema, é que brasileiro não gosta de fazer manutenção, acha que é só instalar e pronto, nós nem verificamos as tomadas, quanto mais o resto.






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