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  1. #21

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Citação Postado originalmente por maisonmdsgreen Ver Post
    Pegando carona em falar de Energia, e para servidores o que usam? Gerador Nobreak de maior Kva?
    Ideal acho que é nobreak com banco de baterias 48 a 96V, sejam baterias 7Ah só pra dar tempo de um gerador automatico ligar, ou com baterias tipo 45Ah pra durar 6 a 10 horas.

    Pessoal as vezes cai na bobeira de colocar 1 (UMA) bateria 12V em nobreak SMS de 1400VA em servidor e acha que é uma opção excelente, mas... nobreak não tem corrente de carga alta, fazendo a carga com tensão baixa desequaliza tudo, fora que você fica na mão de CADA uma das 6 celulas da bateria, se 1 der pau você vai ter que trocar ela inteira, melhor investir em sistema de tensão maior, e usar modularidade.

    Nobreak 48, 72 ou 96V com baterias 7Ah acho excelente, as baterias se deterioram em regimes diferentes, você vai fazendo a substituição futura aos poucos, e você aproveita muito melhor as baterias meia-vida. Num sistema 12V se 1 bateria tem 2 celulas ruins a tensão cai pra 10V em poucos segundos e o nobreak desliga. Num nobreak 48V essa queda de 4V (Cada celula é nominada como 2V) não é muita coisa, cai de 56 pra 52V em poucos segundos, mas depois a descarga é feita em regime normal.

    Se usar nobreak 48V você 4 ou 5 "kits" de 4 baterias em serie, SE uma bateria tiver problemas serios você desliga esse kit e fica com os outros 3 ou 4 ligados. Se outra bateria der problema você usa uma do kit que foi desligado (Bateria não tem em toda esquina pra vender, as vezes você pode ficar esperando um fim-de-semana todo ou 2 semanas (Meu caso).

    Fora que nobreak 48V só tem senoidal/dupla conversão, ou seja, saída 100% isolada da entrada, seja lá qual for a porcaria de rede eletrica no local o servidor receberá alimentação senoidal perfeita e limpa.

    No brasil é mais em conta os NHS Senoidais de 72V ou 96V, menos de R$ 2 mil por 3KVA. SE for de Delta ou APC vai ter 1KVA ou talvez 1,5KVA por esses R$ 2 mil, servidor não consome tanto tipo 1KVA mas ninguém põe isso só pra 1 servidor, o problema é pendurar em nobreak caro bobeiras tipo monitor CRT em standby, luzes ou ventilação, se fizer isso tem que meter 4 ou 5 conjuntos de baterias 12V 7Ah num NHS senoidal 72V 3KVA, como as baterias ficam fora (VENTILAÇÃO! Ah como é bom um ventinho!!!) esse sistema costuma fazer as baterias durarem bem mais. O tempo de recarga é meio lento, mas com tanta bateria em serie a tendência é ter menos desequalização (Fora que nobreak de R$ 2 mil geralmente tem um boost no fim da carga pra equalizar alguma coisa, os SMS de R$ 500 não fazem nada, se desequaliza 1 celula da única bateria 12V todo o uptime que você espera vai pro ralo).

    (Só não caia na bobeira de investir fortuna em PowerDam, ele tem suas vantagens (Tempo de recarga menor e cia) mas não é limpo nem eficiente, é caro só pela alta corrente de carga (Que exige bateria grande obrigatoriamente, já que ele não tem controle de corrente). As marcas de renome mundial são Delta e APC, e elas não investem em bobeiras tipo 12V 100Ah, isso tem rendimento péssimo, melhor 96V 14Ah, o rendimento é melhor, é um sistema modular que permite aumento ou diminuição conforme a demanda, permite manutenção preventiva fácil, reparo fácil e barato, extende a vida das baterias e do nobreak, e não custa mais caro. Sistemas UPs de primeiro mundo não são com bateria 12V 225Ah como o PowerDam sugere, são todos de tensão muito maior, até sistema 192V tem! Muito mais simples manter, ventilar, posicionar e trocar aos poucos 32 baterias 12V 7Ah (2 kits de 16 em série) do que 1 bateria 12V 225Ah, ambos dão nos mesmos 2700VA armazenados)

    Mas com blackout longo surigo ir de nobreak de dupla conversão com 2 ou 4 baterias pequenas (5 ou 7Ah) e colocar gerador automatico (Pequeno mesmo), grupo gerador barato gera AC suja, mas nobreak de dupla conversão nem fica sabendo se a AC é suja ou limpa, ele opera bem com qualquer coisa. Grupo gerador que gere AC limpa é raro e caro, de qualquer forma precisaria nobreak senoidal, então economize no gerador e gaste no nobreak, um APC da serie SURTA pode ser alimentado até por gerador vagabundo de R$ 500.
    Já se investir mesmo R$ 15 mil num gerador ainda deve precisar nobreak senoidal, de qualquer forma vai precisar nobreak caro então acho melhor radicalizar na qualidade dos nobreaks e economizar no gerador.

  2. #22

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Muito bom !!! Esclareceu Muitas Coisas. Obrigado pelas as dicas. Rubem



  3. #23

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Muito bom Rubens, aqui tenho SMS 1400 senoidal puro mais modulo 12VDC/80Ah Duas de 40Ah. Usa 25% do nobreak meu servidor queria ter uma autonomia até 7 horas porem sao 2 nobreak e 2 modulos o que me indicar fazer?

    Estava pensando em colocar gerador nesses.

    Obrigado

  4. #24

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Usando 25% seria algo tipo 350VA (Certeza que é tudo isso? Servidor gastador hein! Xeon antigo?), em 12V isso são 30A por hora, pra durar 7 horas ia precisar (30A x 7h) 210Ah! Até tem bateria 12V 225Ah, mas... esse nobreak tem corrente de carga indo pra bateria na casa dos 2 a 3A, ia demorar 100 a 150 horas pra fazer uma carga completa (Após um blackout longo). Mas se for da geração antiga dos senoidais (Cinzentos) a corrente de carga fica abaixo de 0,7A, levaria uns 15 dias pra carregar a bateria 225Ah se ela esvaziasse!

    Gerador manual seria um incomodo? É barato, tem gerador de partida manual por R$ 700 ou 800 (Potencia acima de 1KVA, pra aguentar os 2 equiptos consumindo teoricamente 700VA). Os com partida automatica passam dos R$ 4 mil.

    Ou a intenção é banco de baterias?
    Poderia usar um banco de baterias externo, comum aos 2 nobreaks, mas carregador por carregador separado dos nobreaks. Se seu consumo for mesmo 25% de 1400VA (350VA) seriam 700VA no 2, e 700 / 12V = 58A por hora. Pra 7 horas seria 7 x 58 = 400Ah em baterias! Ia precisar 2 baterias de 200Ah em paralelo, pra carrega-las corretamente precisaria um carregador flutuador com corrente de 30 ou 40A, e teria que colocar entre as baterias e o nobreak um diodo de 100A (Pra que os nobreaks não carreguem as baterias, eles não dariam conta, pra bateria interna levam 10 horas, e ela tem só 7A, imagina pra 400A em bateria!). 2 baterias vão passar de R$ 2 mil, falo de digamos 2 Freedom DF4001, nominal de 240Ah, mas em C10 (Descarga em 10 horas) elas tem só 200Ah. Um carregador 12V 40A deve estar acima de uns R$ 400, 2 diodos 100A (95A na prática) ficaria R$ 40 os 2 no máximo.

    Grupo gerador com partida automatica pronto eu tô por fora do preço, só lembro de coisa cara tipo R$ 8 mil, mas são sempre modelos grandes, não lembro de ver um pequeno selado tipo 2KVA com partida automatica, por isso talvez seja uma boa contar com as cerca de 2 horas que suas baterias 80Ah dão hoje e usar gerador de partida manual, você teria até 2 horas pra ter que ir dar a partida.



  5. #25

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Olá Rubens, obrigado pela sua resposta são 1 servidor xeon 1240 v2 com 5 hd e fonte real, mais um com fonte tradicional e 2 mikrotik uma ccr 1016 e uma 450g

    Estava pensando neste gerador com qta

    Geradores DieselTD7000SGE - ATSDESCRIÇÃOModeloTipoMonocilindrico, 4 Tempos, refrigerado a arMotorTD1000FAGECilindrada (cc)418Potência máx/Rotação (HP/rpm)10,0 / 3.600Sistema de PartidaElétricaPotência máxima CA (W)6.000Potência nominal CA (W)5.500Corrente nominal CA (A)43,3 / 25Tensão de saída (V)110 e 220Tomadas2 x 110V / 1 x 220V monofásicoCarregador de bateria CC12V / 8,3AFator de potência (cos)1Frequência (Hz)60Regulador de tensãoAVRCapacidade do tanque (l)15Autonomia na pot. nominal (h)12Nível ruído (7m de distância)(dB)70Indicador de nível de combustívelSimProtetor de sobrecargaSimAlerta de nível de óleoSimDimensões ( L x C x A ) (mm)965 x 620 x 760Peso bruto (kg)180

  6. #26

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    No outro nobreak mais 2 com 1 fonte volts 24/7u 2 servidores e duas fonte de converso de fibra.



  7. #27

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    É um bom gerador, o AVR compensa variações pequenas (Conforme consumo), gera menos spikes.

    (Em grupo gerador pequeno, os de R$ 700 que citei, o gerador é tipo dinamo, mudando a rotação muda a tensão, bem simples. Esses não dão certo com nobreak comum nunca. Os com AVR depende do modelo e do nobreak)

  8. #28

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Ola Rubem tudo bom?
    Muito obrigado pelo seu tempo.
    Sobre os geradores o que acha entre aquele que lhe passei e este da Motomil Digital
    http://www.grupogmeg.com.br/v2/produ...gital-mg-2600d

    Queria uma recomendação pela sua experiencia ou modelo, estava pensando em 2 geradores para ter redundância neles visto que vejo muitas reclamações desses produtos.

    Nobreak Senoidal por aproximação não daria certo no nobreak que passei no outro post certo?
    SMS 1800 Net Winner Expert



  9. #29

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Amigo não tenho nada contra SMS não. mas Nobreak para mim e APC. tenho um a anos. muito bom

  10. #30

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Sim, estou na duvida apenas do gerador para dar mais autonomia nao sei se dois digital motomil ou 1 da toyama Geradores Diesel TD7000SGE - ATS



  11. #31

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Citação Postado originalmente por maisonmdsgreen Ver Post
    Ola Rubem tudo bom?
    Muito obrigado pelo seu tempo.
    Sobre os geradores o que acha entre aquele que lhe passei e este da Motomil Digital
    http://www.grupogmeg.com.br/v2/produ...gital-mg-2600d

    Queria uma recomendação pela sua experiencia ou modelo, estava pensando em 2 geradores para ter redundância neles visto que vejo muitas reclamações desses produtos.

    Nobreak Senoidal por aproximação não daria certo no nobreak que passei no outro post certo?
    SMS 1800 Net Winner Expert
    O problema de nobreak comum não é a forma de onda de saída (Se senoidal pura, se senoidal aproximada), o problema é que elas carregam a bateria a partir de trafo, e usam a tensão do trafo como referencia da tensão chegando. Quando um gerador manda uma onda suja ou distorcida o trafo lê errado a tensão, e o nobreak não liga ou não carrega porque a onda está tão torta que parece ser tensão bem mais baixa.
    Acontece isso:
    http://www.jkovach.net/projects/powerquality/
    Lá em baixo, um gerador Alton gera essa coisa linda que não tem nada a ver com senoidal e que nunca vai ser bem usada num transformador:
    Clique na imagem para uma versão maior

Nome:	         alton-noload.jpg
Visualizações:	138
Tamanho: 	29,9 KB
ID:      	58352
    Aqui também, lá no final, 4 formas de onda, com 4A (480W em 120V) já distorce bem a onda, a ponto do transformador achar que tem 90V onde na verdade tem 120V, e ele é programado pra NÃO ligar o nobreak ou carregar bateria quando a tensão está abaixo de uns 90-95V:
    http://www.doityourself.com/forum/ou...r-one-run.html

    Onde vejo gerador só tem nobreak senoidal, pode ser aqueles cinza antigos da SMS se achar um barato, mas a questão não é a forma de onda na saída (Fonte chaveada funciona bem até com onda quadrada, não precisa senoidal), e sim o tipo de circuito na ENTRADA do nobreak, nobreak comum usa trafo e onda torta gera medida errada da tensão (Medida irreal).

    Alguns nobreaks comuns funcionam com gerador barato, depende do tipo de distorção que o gerador tem (Os sem AVR tem onda mais torta), e depende de caracteristicas involuntárias do trafo (Todo produto tem variação), só dá pra ter certeza com senoidal, mas sempre tem nobreak comum que opera com carga pequena em gerador comum, só não dá pra ter certeza de nada, e comprar um produto sem certeza complica, se já tiver nobreak pode testar, mas comprar pra testar acho melhor não, alguns queimam (Se não ligar é melhor não insistir, não ligou então não adianta esperar uns minutos).

    Sobre durabilidade de gerador, acho que depende do uso. Tem cuidados que deviam ser feitos a cada X horas de uso OU a cada X meses, eu diria pra trocar gasolina todo mes, e trocar oleo e limpar/molhar o filtro de ar a cada 6 meses, usando ou não o gerador. Os modelos com partida eletrica tem a bateria, se ela for de qualidade baixa ela dura pouco tempo se não for usada, é um ítem a mais pra dar manutenção comparado a um gerador de partida manual).

    Não sei dizer que gerador dura mais ou dura menos, a maioria dos que duraram pouco que ví foram negligenciados, tipo cheios de poeira, com gasolina podre e ferrugem no tanque, com nenhum troca de oleo, com teia de aranha no filtro de ar, apertado num canto sem ventilação. ACHO que o jeito do gerador durar é gastando umas horas com ele a cada meio ano, e padronizar a troca da gasolina todo mes lá pelo dia X (Modelo aberto onde você pode desencaixar a mangueira do tanque facilita, passa pra um recipiente próprio e depois põe no carro/moto, pega gasolina nova e abastece, 2 recipientes devem custar R$ 20). Nos diesel acho que seria bom colocar filtro extra, o biodiesel mesmo em pequeno percentual gera muita gosma no tanque se ficar parado, o que pessoal de super-mercados e cia tem feito aqui é usar o gerador pra gastar o diesel (O KW.h não compensa, mas é muito melequento tirar diesel, ele não evapora tipo gasolina), colocar um pouco de querosene quando chega no final, e depois abastecer normalmente denovo (Fazem isso todo mes).

    Motor gasolina parado cria gosma na cuba do carburador as vezes, depende da umidade do ar e não apenas da gasolina, então apenas trocar gasolina não ajuda, bom seria ligar todo mes. A gasolina na verdade deixa de prestar depois de 3 meses, mas falo em 1 mes porque sempre acabamos esquencendo algum mes. Se for tanque metalico pode dar um pulo em loja de peças de motos e comprar filtro, os menores de baixa vazão servem, custam R$ 2, barram alguma eventual sujeira do tanque, o tanque geralmente tem um filtro pobre na saída mas não acho confiável, filtro extra não faz mal, troca todo ano, são baratos (Motomoura.com.br está uns R$ 1,20!).

    Pra não ter tanto trabalho acho que o negócio é simplesmente usar, usa o gerador todo mes, precisando ou não. Já as baterias dos nobreaks é bom NÃO usar se não precisar, elas tem poucos ciclos (Descarga) de vida, descarga total geralmente aguentam 30 antes de perderem metade da capacidade. Motor tem vida útil previsível, mas.... estamos falando de 10 mil horas de uso até precisar manutenção séria, se consumir 1 tanque por mes isso significa durar 1000 meses, muito antes disso (10 anos) a ferrugem e o plastico ressecado vão mandar o motor pra revisão, usar mesmo que seja 10 horas por semana ainda é absolutamente tranquilo, só faz bem!

  12. #32

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Me ajudou muito, vou ver o que é mais viável e apostar. Concordo com o que você fala das manutenção muito bem explicado.



  13. #33

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Boa Tarde,

    Sou representante da empresa Weltmarken e no intuito de esclarece-los em relação ao post de alguns usuários, apresentamos as respostas a seguir:


    Comentário 1 :

    “ Não sou fã do PowerDam porque custa caro demais pra o que é, e é um inversor de rendimento ruim de apenas 80%.”

    Resposta: O preço do equipamento Powerdam não pode ser comparado com o preço de equipamentos comuns do mercado, uma vez que foi desenvolvido para suportar, em modo continuo, a potência nominal e dispõe de uma série de itens que aumentam o seu custo (cabos especiais, etc.).

    Com relação ao rendimento do inversor, em média, esse é superior a 95%. É importante saber que o rendimento do inversor não tem relação com o rendimento das baterias. No site www.powerdam.com.br disponibilizamos um dimensionador exclusivo, realista! Não conhecemos nenhuma empresa no mundo que ofereça algo semelhante pois geralmente consideram a bateria como sendo uma fonte perfeita, que não é!

    Se fizerem o dimensionamento de um banco de baterias vão perceber um rendimento abaixo do que geralmente se espera considerando dados irreais, que é calcular o rendimento com base na capacidade nominal das baterias sem considerar o regime de descarga.
    O nosso dimensionador usa como parâmetro todas as curvas da bateria estacionária DF 4001 e se tiver em mãos todas essas curvas vão perceber que dimensionamos a autonomia com a devida precisão, pois não enganamos os nosso usuários oferecendo algo que não vão dispor.

    Observem que a maioria dos no-breaks especificam uma autonomia que nunca é atingida. Falam em autonomia típica as nós não, levamos tudo muito a sério, todos tem a certeza que vão ter a autonomia especificada (geralmente um pouco superior, pois adicionamos uma margem de segurança de até 15%).
    (Vendemos muito para usuários residenciais e de condomínios, que geralmente testam na prática e ter a autonomia real um pouco superior é melhor do que inferior).

    Acredito que o usuário tenha avaliado o rendimento com base na capacidade do banco de baterias. Saibam que uma bateria com capacidade de 240AH em um regime de descarga de 100AH pode fornecer pouco mais de 100AH se descarregada em apenas 30 minutos.
    Toda bateria possui uma resistência interna, que aumenta as perdas de acordo com a corrente.

    Comentário 2:

    “O rendimento no modo de carga de bateria é ruim, e no inversor mais ruim, ao todo você desperdiça 50% de energia no processo, os KWh na conta dobram, e o KWh consumido lá pelo equipamento tem custo dobrado, chegando fácil nos R$ 1,5 por KWh que um gerador a diesel ou gasolina tem.

    (Ou seja, ligar um conj. gerador a combustão todo dias das 18 as 21h (Hora de alto consumo) não daria um custo em combustível tão alto, comparado a um equipto rústico mas de rendimento péssimo, tipo PowerDam, que desperdiça até 40% na carga das baterias e até uns 30% na inversão)”

    Resposta: No modo AC o rendimento é ainda mais alto, acima de 96% pois o carregador usa a metade da potência do inversor, que fica em repouso. Depois das baterias recarregadas, o consumo do equipamento em si (para manutenção do banco de baterias em flutuação) é inferior a 2,5% da capacidade máxima do inversor!

    Devemos lembrar que quando o Powerdam estiver recarregando as baterias o consumo na entrada será a soma da energia que está sendo acumulada nas baterias mais o consumo da carga alimentada pelo Powerdam (e perdas que não são altas) e nesse caso não há nada de errado pois é uma condição normal, mesmo para um equipamento hipoteticamente “perfeito”, com rendimento igual a 100%!

    Em todo o processo de recarga e descarga de baterias vamos ter perdas devido a resistência interna das baterias (não tem nenhuma relação com o Powerdam, cujas perdas são bem inferiores). Para minimizar essas perdas o ideal é configurar o banco de baterias de forma a obter o melhor custo beneficio. O nosso dimensionador considera tudo isso mas as vezes somos injustamente criticados por ser justo, enquanto concorrentes agradam quem não tem conhecimentos técnicos oferecendo dados generosos, impossíveis de serem atingidos!

    Se considerar o custo de combustível e manutenção de geradores (é um sistema mecânico que precisa de lubrificação e outros cuidados e que está sujeito ao desgaste precoce) vai ser muitas vezes superior aos custo da energia consumida e da substituição das baterias após expiração da sua vida útil. O Powerdam vem sendo muito utilizado em carros de “Food Truck,” que tem desistido dos geradores.

    Comentário 3:

    “Num mercado nacional onde Volt é indicada como "produto ótimo", aí sim PowerDam tem algum mérito, por ser mais bruto (Em terra de cego quem tem um olho é rei. Ou quem tem o porrete que não quebra é que vira o rei....). Mas... se comparar com soluções Xantrex, MorningStar, Midnight ou FourStar um PowerDam é equipamento dos anos 80. Se for pra gastar R$ 4 mil tem equipto importado de tecnologia muito mais atual desses fabricantes, com rendimento muuuuito melhor (Com controladores mppt, or exemplo). “


    Resposta: Ente 1993 e 2003 a Wetlmarken comercializou milhares de equipamentos NO-BREAK dupla conversão, senoidal, com inversores chaveados em alta frequência, corretor de fator de potência, etc.

    Em 2001, tentamos vender no Brasil um no-break que era produzido em parceria com a empresa Taiwanesa Chroma ATE. Esse no-break foi projetado para atender o mercado alemão e depois adaptado para suportar a energia do Brasil mas não foi adiante porque não era bem isso que o usuário precisava.

    No-Breaks foram projetados para oferecer autonomia suficiente para o fechamento de arquivos de servidores etc. (uso restrito a informática) e o que o usuário brasileiro mais precisa é de autonomia e também para outras aplicações, como alimentar motores, etc., que é o ponto mais fraco do no-breaks.

    Se hoje desenvolvemos o Powerdam como é, existem vários motivos para isso pois somos conhecedores da tecnologia considerada moderna (lindamos com ela ainda o começo dos anos 90!).

    Não vamos expor aqui a lista de motivos pois são informações valiosas que não podem ser divulgadas.
    O nosso equipamento suporta picos de corrente que os considerados “modernos” não suportam e o índice de defeitos é infinitamente inferior, etc.

    Com relação ao barramento DC em 12V, usamos cabos superdimensionados e as perdas em relação a um barramento 24V é inferior a 1%, daí entra outros parâmetros que os concorrentes não consideram. Baterias em série dificultam o dimensionamento do banco de baterias, pois só podemos incluir ou excluir 2 em 2 baterias e depois vem o problema da equalização de carga, que se torna complicado em caso de baterias em série, sem falar na confiabilidade, pois o sistema ficará totalmente inoperante caso uma das baterias (em série) apresente algum defeito, etc.

    Com relação as comparações com controladores de carga MPPT, o Powerdam não é um controlador de carga. Vamos ter uma versão nova com essa função, para permitir o uso de painéis fotovoltaicos (OFF Grid Inteligente), com prioridade para o uso da energia solar, rede e por último baterias).

    Enfim, não existe nenhum usuário do Powerdam insatisfeito. Não conhecemos nenhum caso em que a conta de energia tenha subido de forma perceptível (é desprezível) e isso é resultado do nosso know-how, pois sabemos o que estamos fazendo. Para cada detalhe existe uma explicação e uma razão para ser como é!

    É muito fácil criticar um equipamento mas não é simples estar no mercado por mais de 25 anos e não ter sido criticado por quem realmente usou e usa nossos sistemas.

    A principio ficamos indignados com o comentário, considerado como difamatório, mas acabamos entendendo que o mesmo pode ter cometido equívocos, considerando parâmetros irreais e por isso consideramos que era caso para fornecer os esclarecimentos que aqui estamos postando.

    Espero ter esclarecido todas as dúvidas e nos colocamos a disposição através do site www.powerdam.com.br

    Grato,

    Afrânio Correia
    Weltmarken Elektronik do Brasil Ltda

  14. #34

    Padrão Re: no-breack com baterias de alta capacidade

    Boa Tarde,

    Sou representante da empresa Weltmarken e no intuito de esclarece-los em relação ao post do usuário “ “, apresentamos as respostas a seguir:

    Comentário 1 :

    “ Não sou fã do PowerDam porque custa caro demais pra o que é, e é um inversor de rendimento ruim de apenas 80%.”

    Resposta: O preço do equipamento Powerdam não pode ser comparado com o preço de equipamentos comuns do mercado, uma vez que foi desenvolvido para suportar, em modo continuo, a potência nominal e dispõe de uma série de itens que aumentam o seu custo (cabos especiais, etc.).

    Com relação ao rendimento do inversor, em média, esse é superior a 95%. É importante saber que o rendimento do inversor não tem relação com o rendimento das baterias. No site www.powerdam.com.br disponibilizamos um dimensionador exclusivo, realista! Não conhecemos nenhuma empresa no mundo que ofereça algo semelhante pois geralmente consideram a bateria como sendo uma fonte perfeita, que não é!

    Se fizerem o dimensionamento de um banco de baterias vão perceber um rendimento abaixo do que geralmente se espera considerando dados irreais, que é calcular o rendimento com base na capacidade nominal das baterias sem considerar o regime de descarga.
    O nosso dimensionador usa como parâmetro todas as curvas da bateria estacionária DF 4001 e se tiver em mãos todas essas curvas vão perceber que dimensionamos a autonomia com a devida precisão, pois não enganamos os nosso usuários oferecendo algo que não vão dispor.

    Observem que a maioria dos no-breaks especificam uma autonomia que nunca é atingida. Falam em autonomia típica as nós não, levamos tudo muito a sério, todos tem a certeza que vão ter a autonomia especificada (geralmente um pouco superior, pois adicionamos uma margem de segurança de até 15%).
    (Vendemos muito para usuários residenciais e de condomínios, que geralmente testam na prática e ter a autonomia real um pouco superior é melhor do que inferior).

    Acredito que o usuário tenha avaliado o rendimento com base na capacidade do banco de baterias. Saibam que uma bateria com capacidade de 240AH em um regime de descarga de 100AH pode fornecer pouco mais de 100AH se descarregada em apenas 30 minutos.
    Toda bateria possui uma resistência interna, que aumenta as perdas de acordo com a corrente.

    Comentário 2:

    “O rendimento no modo de carga de bateria é ruim, e no inversor mais ruim, ao todo você desperdiça 50% de energia no processo, os KWh na conta dobram, e o KWh consumido lá pelo equipamento tem custo dobrado, chegando fácil nos R$ 1,5 por KWh que um gerador a diesel ou gasolina tem.

    (Ou seja, ligar um conj. gerador a combustão todo dias das 18 as 21h (Hora de alto consumo) não daria um custo em combustível tão alto, comparado a um equipto rústico mas de rendimento péssimo, tipo PowerDam, que desperdiça até 40% na carga das baterias e até uns 30% na inversão)”

    Resposta: No modo AC o rendimento é ainda mais alto, acima de 96% pois o carregador usa a metade da potência do inversor, que fica em repouso. Depois das baterias recarregadas, o consumo do equipamento em si (para manutenção do banco de baterias em flutuação) é inferior a 2,5% da capacidade máxima do inversor!

    Devemos lembrar que quando o Powerdam estiver recarregando as baterias o consumo na entrada será a soma da energia que está sendo acumulada nas baterias mais o consumo da carga alimentada pelo Powerdam (e perdas que não são altas) e nesse caso não há nada de errado pois é uma condição normal, mesmo para um equipamento hipoteticamente “perfeito”, com rendimento igual a 100%!

    Em todo o processo de recarga e descarga de baterias vamos ter perdas devido a resistência interna das baterias (não tem nenhuma relação com o Powerdam, cujas perdas são bem inferiores). Para minimizar essas perdas o ideal é configurar o banco de baterias de forma a obter o melhor custo beneficio. O nosso dimensionador considera tudo isso mas as vezes somos injustamente criticados por ser justo, enquanto concorrentes agradam quem não tem conhecimentos técnicos oferecendo dados generosos, impossíveis de serem atingidos!

    Se considerar o custo de combustível e manutenção de geradores (é um sistema mecânico que precisa de lubrificação e outros cuidados e que está sujeito ao desgaste precoce) vai ser muitas vezes superior aos custo da energia consumida e da substituição das baterias após expiração da sua vida útil. O Powerdam vem sendo muito utilizado em carros de “Food Truck,” que tem desistido dos geradores.

    Comentário 3:

    “Num mercado nacional onde Volt é indicada como "produto ótimo", aí sim PowerDam tem algum mérito, por ser mais bruto (Em terra de cego quem tem um olho é rei. Ou quem tem o porrete que não quebra é que vira o rei....). Mas... se comparar com soluções Xantrex, MorningStar, Midnight ou FourStar um PowerDam é equipamento dos anos 80. Se for pra gastar R$ 4 mil tem equipto importado de tecnologia muito mais atual desses fabricantes, com rendimento muuuuito melhor (Com controladores mppt, or exemplo). “


    Resposta: Ente 1993 e 2003 a Wetlmarken comercializou milhares de equipamentos NO-BREAK dupla conversão, senoidal, com inversores chaveados em alta frequência, corretor de fator de potência, etc.

    Em 2001, tentamos vender no Brasil um no-break que era produzido em parceria com a empresa Taiwanesa Chroma ATE. Esse no-break foi projetado para atender o mercado alemão e depois adaptado para suportar a energia do Brasil mas não foi adiante porque não era bem isso que o usuário precisava.

    No-Breaks foram projetados para oferecer autonomia suficiente para o fechamento de arquivos de servidores etc. (uso restrito a informática) e o que o usuário brasileiro mais precisa é de autonomia e também para outras aplicações, como alimentar motores, etc., que é o ponto mais fraco do no-breaks.

    Se hoje desenvolvemos o Powerdam como é, existem vários motivos para isso pois somos conhecedores da tecnologia considerada moderna (lindamos com ela ainda o começo dos anos 90!).

    Não vamos expor aqui a lista de motivos pois são informações valiosas que não podem ser divulgadas.
    O nosso equipamento suporta picos de corrente que os considerados “modernos” não suportam e o índice de defeitos é infinitamente inferior, etc.

    Com relação ao barramento DC em 12V, usamos cabos superdimensionados e as perdas em relação a um barramento 24V é inferior a 1%, daí entra outros parâmetros que os concorrentes não consideram. Baterias em série dificultam o dimensionamento do banco de baterias, pois só podemos incluir ou excluir 2 em 2 baterias e depois vem o problema da equalização de carga, que se torna complicado em caso de baterias em série, sem falar na confiabilidade, pois o sistema ficará totalmente inoperante caso uma das baterias (em série) apresente algum defeito, etc.

    Com relação as comparações com controladores de carga MPPT, o Powerdam não é um controlador de carga. Vamos ter uma versão nova com essa função, para permitir o uso de painéis fotovoltaicos (OFF Grid Inteligente), com prioridade para o uso da energia solar, rede e por último baterias).

    Enfim, não existe nenhum usuário do Powerdam insatisfeito. Não conhecemos nenhum caso em que a conta de energia tenha subido de forma perceptível (é desprezível) e isso é resultado do nosso know-how, pois sabemos o que estamos fazendo. Para cada detalhe existe uma explicação e uma razão para ser como é!

    É muito fácil criticar um equipamento mas não é simples estar no mercado por mais de 25 anos e não ter sido criticado por quem realmente usou e usa nossos sistemas.

    A principio ficamos indignados com o comentário, considerado como difamatório, mas acabamos entendendo que o mesmo pode ter cometido equívocos, considerando parâmetros irreais e por isso consideramos que era caso para fornecer os esclarecimentos que aqui estamos postando.

    Espero ter esclarecido todas as dúvidas e nos colocamos a disposição através do site www.powerdam.com.br

    Grato,

    Afrânio Correia
    Weltmarken Elektronik do Brasil Ltda