Olá Dioni, tudo bem?

Como o @jonessdg muito bem sugeriu, a melhor forma de trabalhar com PPPoE é colocando ele junto com OSPF, distribuindo tudo pelas torres.

Sem o OSPF, com rotas estáticas, fica muito bom também, mas dá mais trabalho conforme a rede vai aumentando.

Com o OSPF você terá um servidor controlando as pools (no caso um servidor radius), deixando toda a questão de roteamento por conta dos Mikrotiks já configurados na sua rede.

Outra coisa é o número de clientes por RB. A minha sugestão é: para até 70 clientes simultâneos uma RB750GL. Até 150 RB450G. Acima disso coloca outra RB450G e assim por diante.

Tenha em mente que uma maior quantidade de túneis que a RB suporta causará lentidão. Basta ver a CPU da RB para tirar a prova.

Outro ponto importante é que a conexão PPPoE é mais "exigente", não dá para ter um cliente no 5.8 com menos de 91% de CCQ, vai ficar uma droga.

Uma conexão com muita perda de pacotes até funciona sem o PPPoE. Funciona mal mas funciona.

Agora, com o PPPoE ela fica insuportável. Daí o termo "exigente".

O que acontece muitas vezes é o provedor achar que o PPPoE é ruim, pois quando foi tentar colocar ninguém navegou, justamente porque ele literalmente "mostra o problema".

A solução, no meu ponto de vista, não é deixar o PPPoE de lado, mas sim resolver o mais rápido os problemas da rede para que ele possa funcionar bem!

Resumindo: PPPoE com OSPF, atenção na CPU dos autenticadores e CCQ da rede (toda a rede) acima de 95%!

Espero ter ajudado!
Abraços
Fabricio
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