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  1. Entendí, obrigado. Entao na FTTH voce vai como uma fibra tronco que termina no CTO (ela pode ser dividida para atender varias CTO). Na Barramento , a fibra tornco vai tendo derivações para alimentar CTOs na rota .

    Outra forma de ver é que na FTTH so utiliza splitters balanceados (todas as saidas igual atenuação) e na Barramento utiliza Balanceados e Desbalanceados.

    Desde ponto de vista de balanço de sinal sao exatamente iguais .

    Diferente seria se utilizase uma arquitetura baseada em HUBs , onde divide a cidade em areas (NODES) , leva uma fibra (ou mais) ate cada uma e partindo dai começa a distirbuir em forma de Arbore ou Barramento , com splitters balanceados ou desbalanceados segundo a necessidade.

    A diferença nesta ultima arquitetura, e poder implementar redundancia interligando os diferentes HUBs. Tambem é a que permite maior eficiencia na distribuição do sinal optico pois resulta mais facil optimizar regioes menores e depois interligar todas elas.


  2.    Publicidade


  3. Citação Postado originalmente por TsouzaR Ver Post
    Obrigado pela contribuição.

    Agora estou achando que estou projetando a rede com fibras em excesso, por isso não percebi necessidade de economizar tanto ao ponto de usar topologia barramento. Na forma como estou projetando, a rede fica capaz de expandir na região já atendida para o dobro da capacidade, e ainda pode expandir para outros lugares da cidade, que não estão no projeto inicialmente. Porém assim não sobra fibra nenhuma, esgota tudo, e enquanto em alguns lugares há até 7 sobrando, em outros apenas 1 ou 2, de forma bem irregular.

    Você chega nas CTOs com cabo de quantas FO? Porque imagino que nessa topologia barramento, até um cabo AS de 2FO serve, mas aí não vai ter fibra alguma sobrando. Passam cabo de 8FO mesmo sabendo que só vão usar 1 ou 2?
    O cabo de backbone de menor número de fibras que temos é de 12. Se você for fazer um cálculo do custo total de um projeto, dobrar a quantidade de fibras do cabo representa em torno de 20% do valor total, então na minha opinião, vale a pena.

    Cada vez mais está difícil aprovar projetos de compartilhamento de postes em determinadas regiões. Existem trajetos em que os postes estão com o limite de tração atingido, então não é possível que novos cabos sejam lançados. Resumindo, prefiro passar um cabo um pouco maior e não correr o risco de iluminar todas as fibras precocemente, e não ser possível lançar outro cabo.

    Abraço

  4. Citação Postado originalmente por gamineiro Ver Post
    O cabo de backbone de menor número de fibras que temos é de 12. Se você for fazer um cálculo do custo total de um projeto, dobrar a quantidade de fibras do cabo representa em torno de 20% do valor total, então na minha opinião, vale a pena.

    Cada vez mais está difícil aprovar projetos de compartilhamento de postes em determinadas regiões. Existem trajetos em que os postes estão com o limite de tração atingido, então não é possível que novos cabos sejam lançados. Resumindo, prefiro passar um cabo um pouco maior e não correr o risco de iluminar todas as fibras precocemente, e não ser possível lançar outro cabo.

    Abraço
    Olá, @gamineiro.

    Você deixa essas fibras sobrando no backbone visando que necessidade futura? Seria para expansão da rede PON ou realização de redes ponto a ponto (para fornecimento de link dedicado, interligação de empresas/POP/pontos de acesso, etc.)?

    Pergunto isso porque isso parece ser algo que varia conforme a localidade atendida, estando essa necessidade de ter fibras sobrando restrita a regiões onde costuma-se ter grande demanda de banda, principalmente por empresas e outros provedores, ou grande concentração de prováveis clientes. No meu cenário, por exemplo, só estou conseguindo enxergar a necessidade de futuramente expandir a rede PON, de acordo vá chegando na capacidade máxima de clientes em algumas regiões (sem portas livres nas CTOs), e para isso, com uma topologia barramento, cabos de 2FO chegando nas caixas são suficientes.

    Obrigado pela contribuição, é muito bom ter a opinião de quem já está trabalhando com essa tecnologia.

  5. Exatamente. Fazemos também SWAP de fibras com outras operadoras, para redundância. Forneço um par de fibras no meu cabo para alguém, e esse alguém me fornece um par de fibras em um outro cabo. Para clientes de trânsito, não usamos GPON, somente PTP, então o uso de fibras extras se faz necessário.
    A quantidade e fibras que você vai usar no cabo, depende diretamente da quantidade de serviços agregados que você poderá implementar em sua rede.

    Abraço
    Gabriel Mineiro

  6. Citação Postado originalmente por gamineiro Ver Post
    Exatamente. Fazemos também SWAP de fibras com outras operadoras, para redundância. Forneço um par de fibras no meu cabo para alguém, e esse alguém me fornece um par de fibras em um outro cabo. Para clientes de trânsito, não usamos GPON, somente PTP, então o uso de fibras extras se faz necessário.
    A quantidade e fibras que você vai usar no cabo, depende diretamente da quantidade de serviços agregados que você poderá implementar em sua rede.

    Abraço
    Gabriel Mineiro
    Interessante essa estratégia de swap, não estava lembrando-me de que isso era possível. Com a Oi (únicos que possuem fibra aqui) não deve ser mesmo...

    Eu estava realmente pensando em fazer PTP quando fosse vender trânsito ou algum serviço de interligação, mas já tinha me convencido a fazer pela rede de atendimento, já que, ao menos com tráfego para a Internet, é impossível que toda a capacidade das portas PON seja usada (ainda estou indeciso entre GEPON e GPON, mas na segunda, banda é o que não falta, o consumo aqui é pequeno) e não iria sobrar fibras para isso no projeto atual.

    Acho melhor mesmo eu refazer essa questão de topologia. Tenho algumas ideias aqui que ficariam impossibilitadas na forma como está projetado hoje.

    Muito obrigado, @gamineiro, pelas informações.
    Última edição por TsouzaR; 19-05-2015 às 21:37.




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