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  1. @magnorm, concordo quando diz maioria (quantidade). Mas em tráfego, a maioria dos GERADORES de CONTEÚDO já estão em IPv6. Minha rede tem aproximadamente 40% do tráfego total em IPv6. Google, Netflix, Facebook, Youtube, Globo.com, Terra, Uol, entre outros já estão no universo v6 e são os que fazem a diferença em tráfego. No Happy Eyeballs (recurso citado por você), a consulta DNS não importa. Importa a qualidade na conexão. Independentemente de você ter pilha dupla ou não, o DNS vai te responder entradas A e AAAA para o site consultado (se o site tiver IPv6 nativo). O Happy Eyeballs dispara dois pacotes, um em v6 e um em v4, se a pilha dupla existir. O que responder primeiro ganha. Possivelmente possa haver um problema com o DNS do amigo acima, roteamento errado, ou alguma configuração faltando no cenário dele. Isso explica a má qualidade na navegação em v6. Não sinto diferença alguma de resolução de nomes aqui, e na realidade, nem sei se o site que estou acessando é v6 ou v4 (prova de que em casos gerais, a qualidade não cai no v6). Só que Facebook por exemplo funciona muito melhor em v6 do que em v4. E quando dá as famosas paradas nele, o v6 continua funcionando na maioria gritante dos casos.

    Att,

  2. Nesse sentido é verdade @uesleycorrea !

    Se pensarmos em /64 a link local na faz sentido mesmo. Mas por mais pensado que seja um planejamento a engenharia sempre acabei tendo alguns erros a longo prazo mesmo!!!!!!

    Mas mesmo com muito disperdício IPV6 acredito demorar a ocorrer os mesmo problemas do IPV4. A grande questão a se pensar a longo prazo é o aumento de exigencia da quantide de IPv6 públicos para mais de um por usuário. Co o aumento de dispositivos conectados a internet de um mesmo usuário e tendências como Byod e Internet of Things o volume de IPV6 públicos por usuário tende a crescer.

    Mas isso só o futuro nos reserva.

    Esses desperdícios IPV6 que ocorrem já eram previstos pela equipe de desenvolvimento do protocolo. E que nosso pensamento ainda está voltado as práticas de Network Planning e endereçamento IPV4 onde o planejamento de distribuição de endereçamento era voltado por IP/hosts, diferentemente do IPV6, qual a distribuição de endereçamentos é feita baseada em prefixos de rede completos.

    Tanto que podemos observar que nas atribuições de endereçamento dinâmico IPV¨, seja PPPoE ou DHCPv6, percebemos que geralmente fazemos isso através do prefix-delegation onde atribuimos um prefixo menor retirado de um prefixo ipv6 maior.

    Mas no mundo da NGN IP não existe certo ou errado. Existe o que melhor é adequado a cada administração

    Abraço!

    Rafael Themístocles
    [Consultor em Redes e Telecomunicações/NGN Network Project Engineer]
    http://www.telmetrics.com.br
    E-mail: rafael_themistocles@telmetrics.com.br
    rafaelthemistocles@gmail.com
    Skype: rafaelthemistocles

    Whatsapp: (11)9-5962-2128

    Citação Postado originalmente por uesleycorrea Ver Post
    @telmetrics, correto. Agora quanto a induzir o usuário a erro, e a melhores práticas, isso vai depender de quem configura. Por exemplo, foi com pensamento de melhores práticas de alocação de recursos que chegamos no estoque atual de IPv4, que é escasso. E creio que com sua experiência também ache um absurdo endereçar ponto-a-ponto em IPv6 com /64, tendo prefixos menores para fazer isso e sendo que num ponto-a-ponto não é necessária autoconfiguração, já que o endereçamento será configurado manualmente. No meu treinamento de IPv6 deixo esses paradigmas bem claros para não induzir os alunos ao erro, e também não levá-los a gastar sem medida os estoques de v6 e daqui a 50 anos precisemos partir para o IPv7 ou IPv10, sei lá. E os erros recorrentes da configuração de prefixos menores são totalmente sanados se antes de implementar o IPv6, seja feita uma documentação completa da rede, o que também ensinamos no treinamento. Ou seja: se fizer o dever de casa, nada dá errado. Isso eu garanto, pois minha rede e de clientes operam há mais de 2 anos sem problema algum, seguindo as práticas que ensino (que não chamo de boas práticas, pois se tratando de ASN, cada um segue as suas). O que de fato não pode acontecer, conforme citado por você, é sair colocando o IPv6 na rede de qualquer forma, pois aí não vai funcionar mesmo, e vai gerar mais problema do que solução.

    Abraço!






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