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  1. Citação Postado originalmente por JonasMT Ver Post
    Quando começa essa putaria nao tem boca, pode trocar. Ja tive umas 5 rb912 c/ mesmo problema, foi trocado tudo.

    cabo nexan por mpt
    conector blindado ubnt por furukawa
    porta do poe
    alecate generico por furukawa

    Sempre volta a acontecer, é instalar um nova cabo o problema.
    é o que eu notei também. Afinal os conectores ficam protegidos . A unica coisa que não fiz ainda foi colocar este produto de isolação nos conectores que o companheiro citou.
    Mas como explicar um mau contato se simplesmente cortar a energia na entrada, nem é no cabo que vai na porta POE, a RB volta? Se fosse mau contato não voltaria, pensou eu.

  2. Mal-contato criando spikes ou ruído, que tem potencial pra saturar alguns circuitos do chipset, digamos um VCO ou VFO interno, com isso saturado pode ter erros de processamento aos montes, até travar o setor ou a rotina de software que lida com aquele setor (A parte de ethernet, digamos).

    Complicado diagnosticar porque até um resistor ou capacitor cerâmico com variação de fábrica tipo 20% é capaz de criar o mesmo problema.

    Em ethernet, eu acho que a MK tenta algum LFC/LFS via software por isso parece que falha mais. Link Fault Control, ou Link Fault Signaling, geralmente ele atua na última etapa de TX e de RX, marcas caras tipo Cisco, Buffalo, Arruba, geralmente dão uma alterada pra suportar alto tráfego sem perda de pacotes em cabeamento ruidoso, suspeito que esse setor é que dá esses erros em MK, que ele trava por ruído ou algo assim.

    Não achei nada com o diagrama em blocos de ethernet típico, esse aqui tem o RX e TX control controlado por módulo externo, em Atheros (Esse da imagem é Altera, ela mexe mais com FPGA) esse comando e configuração fica paralelo ao flow control e ao LFC/LFS:
    https://www.altera.com/content/dam/a...ulldup_eth.gif

    E o Flow Control a MK até deixa desabilitar nalgumas RB's. O resto não.

    Editando: Achei esse agora, mais parecido com o que Atheros usa:
    Clique na imagem para uma versão maior

Nome:	         m-mtip-10g_mac_fig1.gif
Visualizações:	121
Tamanho: 	7,7 KB
ID:      	63233


    Em eletrônica, as TV's de tubo sempre foram boas nessas dor-de-cabeça, um capacitor cerámico que custa 1 centavo dá problema, por alguma característica de fábrica, e a imagem ou o som tem algum problema mínimo. São centenas de componentes passivos lá dentro, metade deles dão algum defeito visível na imagem (Ou audível no som). Isso era muito comum, perder horas no aparelho, e o defeito todo ser um mísero componente de centavos, e que dá defeito em 1 a cada 10 mil aparelhos.

    Tá certo que desde as TV's de tubo a microeletronica melhorou, mas... a montagem dos componentes em insersora não permite qualidade absoluta. Os componentes chegam em fitas, são milhões de capacitores, resistores e diodos num rolo, o rolo todo custa tão barato que os componentes são vendidos digamos como "15 capacitores por 1 centavo", não é lucrativo testar um a um, é testado por amostragem, e na amostragem a variação máxima depende da posição onde o componente vai, na parte de alimentação geralmente dá pra ter variação de 10% (Na parte de RF só pode ir componente com variação de 1%), mas agora olha bem o que é isso: A amostragem testa 1 cada 1000 componentes, e esse 1 pode ter variação de 10% que o lote ainda é considerado ok.

    Se quiser componente de precisão maior, vai ter que pagar mais caro.

    Talvez os radios digitais tenham menos desses problemas porque são verificados um a um, num produto mais caro dá pra, no fim da linha de produção, colocar um teste de throughput, num sistema com atenuador funcionando como antena, numa caixa comum perto de uma fonte de EMI/RFI pro rádio sofrer mesmo.

    Só que... com antena tão grande saindo da linha por US$ 59, não tem como pagar um custo desse, nem componentes tão caros, devem fazer uma amostragem tipo 1 a cada 200 ou 500, e talvez façam testes de durabilidade (Ficar ligado a 70°C por 5 dias, pra simular 1 ano de uso típico), não de throughput e estabilidade com fontes específicas de ruído.




  3. Agora que a mikrotik esta vendo esse mercado de antenas de ganhos maiores. Vamos esperar e ver se vai ter novidades, como algum de alto ganho para ac. Pq o litebeam ac ja estao vendendo aos montes,

  4. Até a UBNT deu mancada, o Litebeam M5 é single pol, sugerida a venda a US$ 49.

    O Litebeam que é dupla pol. é o AC, venda a US$ 89.

    É 80% mais caro! E AC pouca gente precisa, mas dupla-polarização quase todo mundo precisa. Esse preço extra é culpa de ser AC, não da pol. dupla.

    A PowerBeam de 22dBi (DP) não é tão cara quanto a LiteBeam AC, e as POWERBeam tem tem hardware mais parudo que as LITE.


    Essa Mikrotik LHG é dupla pol. e está no preço da Litebeam de pol. simples, virtualmente o ganho é o mesmo. É a UBNT que tem que tirar o atraso agora, lançar uma Litebeam M5 DP por US$ 49.

  5. Um lixo de antena, que so trará dor de cabeças aos provedores, enquanto a UBNT pena em estudos para fazer melhor isolação, MK ainda esta fazendo antenas para 1999, hoje a realidade é outra principalmente nos grandes centros.







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