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  1. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Tradicionalmente o fornecimento de água é compartilhado sim, mas todas as unidades pagam pelo menos uma taxa fixa e depois o excesso é rateado. Mas isso é feito de forma legal, pois é cadastrado na concessionária que são X apartamentos.
    Mas até este cenário tem mudado. Em vários estados as concessionárias já permitem uma entrada e vários medidores, um para cada apartamento... pois há muita briga quando é rateado o excesso. Quem gasta mais paga mais, isso acontece em todos os setores da vida....
    Sim. Concordo, mas os prédios antigos não tem essa opção. Certeza que se tem apartamentos com 3 quartos e 2 banheiro, e com 1 quarto e um banheiro no mesmo prédio e todos pagarem o valor igual é totalmente injusto.

  2. allan2204, poder ser até injusto mas uma vez que alugamos ou compramos uma dependência para moradia ou comércio significa que somos auto-suficientes, daí então que são exigidos o comprovante de residência em diversas instituições. Alguns anos atrás a lei permitia que mulheres casadas usassem o mesmo CPF do marido e filhas solteiras a do pai; hoje todos os recém-nascidos ou nascidos-vivos têm a obrigatoriedade de possuir o CPF.



  3. Citação Postado originalmente por allan2204 Ver Post
    Sim. Concordo, mas os prédios antigos não tem essa opção. Certeza que se tem apartamentos com 3 quartos e 2 banheiro, e com 1 quarto e um banheiro no mesmo prédio e todos pagarem o valor igual é totalmente injusto.
    Você agora tocou num ponto muito crítico... e tem sido discutido pelos consumidores. Por isso que muitas concessionárias tem permitido a instalação individualizada por apartamento para que a cobrança seja mais justa.
    Mas mesmo assim, voce nunca vai encontrar um prédio onde há uma só conta de água pelo valor básico. Todas as contas são cobradas por unidade de apartamento. Então não é compartilhamento... O máximo que existe é a cobrança do excesso de metros cúbicos rateados entre todos quando não existe uma medição individualizada.

    Ampliando a questão do compartilhamento e aproveitando o tema que está pegando fogo na net, sobre a franquia. A meu ver o compartilhamento e franquia são temas interligados de uma forma ou de outra.
    E aproveitando o exemplo da água que você mesmo acha injusto todos pagarem o mesmo preço, na franquia isso seria corrigido. Quem usa mais paga mais....esse a meu ver é o ponto central da discussão e que não está sendo encarado pelas autoridades com seriedade.
    Não é questão de só mudar a forma de cobrança...apesar de que a acusação nacional é de que as operadoras querem ferrar o consumidor.
    Um amigo meu tem um plano de velocidade de 15MB e consultando a OI ele foi informado que se mudasse o sistema ele poderia ter um plano de 130GB de franquia pelo mesmo valor de 130 reais....
    Daí já me acendeu uma luz no fim do túnel... pois até agora quando se fala em franquia ninguém comentou sobre o preço final do plano... Este foi o primeiro dado concreto sobre o assunto.
    Vejam: 1real por GB.... Então a solução seria ter planos de 50GB, 100GB e assim sucessivamente. Quem gasta mais, paga mais. Justo não?
    Com a evolução dos conteúdos cada vez mais pesados, todos os prestadores de serviço de conexão de internet terão que enfrentar o problema mais dia menos dia.
    Para não dizerem que sou radical, acho que o momento atual não é propício para a implantação de franquias pois ainda falta muito para melhorar as infraestruturas das operadoras. Tem locais excelentes e locais péssimos...
    Se elas fizerem um mutirão para melhoria daí então poderiam voltar ao tema com mais propriedade.

  4. Cobrar por consumo não compensa já que a estrutura como um todo roda 24x7 gastando eletricidade e pagando funcionários mesmo se ninguém usar.

    Em água e luz existe a taxa mínima pra isso, pra que quem consome pouco ainda assim pague pela estrutura como um todo.



    Pra mim boa parte disso vem dos entendimentos toscos da neutralidade da rede.

    Não existe neutralidade no mundo real, um cache ou peering dá acesso mais rápido a uns conteúdos e não a outros, isso é tratamento diferenciado pro conteúdo. Quem quiser retirar todos os tipos de peering da internet mundial deve ter cocô na cabeça, não existe internet sem isso.

    Bota um Google Content Cache, bota um cache da Akamai (Cuja CDN é usada pelo Facebook, também tem os dados do WhatsApp), e bota um cache do Netflix, com esses 3 caches a operadora pode reter apenas dentro da própria rede esse tráfego, que em grandes operadoras parece que representa uns 80% do tráfego.

    Mas... a legislação brasileira feita por leigos introduziu toscamente a proibição de qualquer diferenciação no tráfego, acabou com a possibilidade de "quebrar o galho" com caches.

    Eu tenho uma internet lixo pra tudo, exceto pra um cache do Google, que pelo visto fica na minha operadora. Mal consigo fazer uma ligação pelo skype, o Under leva uns 10 segundos pra abrir, mas... rodo vídeo 720p no Youtube sem engasgos, a velocidade até esse cache (A 900km daqui) é 90% do link contratado, é uma maravilha! A operadora poderia incentivar o consumo desses caches não contabilizando ele nas franquias (Como uns planos MÓVEIS nos Eua fazem com Netflix, coisa tipo 100MB.dia pra internet em geral, mas o tráfego de vídeos 720p do Netflix não é contabilizado, porque sai de cache dentro da rede da operadora), mas... a legislação leiga brasileira barrou isso.

    Tá certo que cache ferra com a concorrência (Se você tem um site com conteúdo dinâmico vai ser difícil você entregar no país todo a mesma velocidade que os vídeos nos caches do Google (GCC)), mas o que podemos fazer? Uma rede pra me atender aqui na roça custa uns R$ 5 milhões pra chegar num PTT, se a operadora investir isso, pra atender 10 mil clientes nesse trajeto, ela vai levar 50 anos pra ter retorno do investimento! É impossível ter internet muito rápida em distâncias grandes, e a legislação no brasil obriga as operadoras a prestar atendimento nuns cafundós nada rentáveis, a operadora não pode vender 1Mbps por R$ 9,90 em SP e o mesmo 1Mbps em Oiapoque - AP por R$ 190, o jeito de viver com isso é tirar a média e deixar todos nuns R$ 49,90. O cache seria outro modo de economizar rede, mas... isso em tese fere a neutralidade da rede.

    (Privilegia Google, Facebook e Netflix, caso a operadora coloque a cada 1000km na rede interna um cache de cada uma. Até a Globo sairia perdendo nessa hora, mas... ela tem condições de padronizar em parceria com as operadoras uns caches próprios, não faz porque não quer gastar com isso (Pelo visto não interessa atender ninguém além do Rio e Sampa))



  5. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    @TreisBr, teu caso é crônico e é um caso de péssima prestação de serviço pelo que tem relatado já faz um bom tempo.

    Já contei o caso de um amigo que tem 15MB de velocidade e segundo ele se passasse para franquia a OI ia dar para ele 130GB de tráfego... E a conexão dele não é boa, é excelente.... E o cara ainda acha que seria prejudicado pagando atualmente 130 reais para ter 130GB de tráfego...

    Logico que todo mundo fica apreensivo dos rumos que serão tomados... mas pensem bem, 130G de tráfego é mais que suficiente para o dia/dia da internet.
    Quem precise de mais, que pague mais.

    Agora, o que não pode é não ter o serviço decente. Outra coisa que o consumidor precisa ser instruído é que pela regulação da Anatel a conexão precisa atingir 80% de média. Para atingir uma média dessas a conexão precisa ser muito boa, pois se não atingir o pico em vários momentos a média não será alcançada. O consumidor não sabe ou faz que não sabe que está convivendo num ambiente compartilhado e não um ambiente dedicado.. E nem mesmo a imprensa sabe fazer esta diferenciação pelas notícias que veiculam.
    Discordo. Acho que você deve pagar para liberar seu uso a rede independente do consumo. Até porque os usuários que mais usam são poucos comparados aos que usam normalmente no dia a dia. Acontece que os serviços hoje demandam mais da rede e a infraestrutura do país é fraca e defasada. Ao invés tentar obrigar o consumidor a se adequar a uma rede ultrapassada e defasada, as teles deviam investir em uma infra nova e gerar oferta. Ao invés de comprar o presidente da Anatel(vê-se pela sua postura), deviam lutar por isenção de impostos em equipamentos necessários para tal.






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