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  1. Com a liberação da faixa da TV Analogica as operadoras de celular vao começar a investir pesado no LTE... Realmente é de se ficar de olho aberto.

  2. Citação Postado originalmente por amaurybrito Ver Post
    Bem sobre a fibra matar o provedor via radio ou não isso é meio relativo, mas o que podemos afirmar é que o tempo passa as cidades antes pequenas já com advento do tempo passado começa a ficar inviavel as torres devido elas não alcançarem mais determinados locais que antes era de fácil acesso pelo sinal de radio, prédios e mais prédios sendo construídos casas de 2 andares e por ae vai.

    então amigo não tem como escapar todos acabarão investindo na fibra se quiserem manter clientes. pois o wireless começa a ficar inviável em grandes centros urbanos a não ser que trabalhe com varias micro-células, só que isso ira aumentar suas despesas e muito.
    Exato. E não apenas devido a surgimento de prédios, crescimento de árvores e etc.
    Há cidades em que o relevo é muito montanhoso e algumas partes ficam escondidas atrás de outra alta. Muitas vezes criar uma célula para atender essas regiões escondidas não é viável, ainda mais se for usado equipamentos como Cambium ePMP, para possibilitar bandas maiores como no restante da cidade.

    Além disso, se não há visada para clientes de PTMP, provavelmente também não terá para um PTP para interligar a célula ao restante da rede.

    Rede por cabo resolve tudo isso aí majestosamente.

    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Pode até ser em alguns casos. Mas assim como novas micro-células geram despesas, implantação de fibra muito mais. Mas é uma opção válida desde que haja recursos sobrando para isso.
    Novos equipamentos, com mais qualidade, melhor performance estarão surgindo. Já existe linha da Cambium que tem gerado bons relatórios de resultados. O Cambium ainda é meio salgado para instalação no cliente mas em compensação se você resolve implantar uma nova micro-célula e tem o ponto ideal para instalar os APs, é coisa de poucos dias e pah! tá no ar.... com fibra isso é muito demorado. Processo de homologação junto a concessionária de energia e depois junto a Anatel e Aneel. Só isso já come um tempo danado.
    E qual o custo final disso no cliente? Uma ONU fica na faixa de 250,00 mas não é só. Somando tudo, quanto fica uma inslação no cliente? Empata com o Cambium? Ou então usa uma rede mista. Fibra + UTP com poe reverso no cliente. Daí baixa bastante o custo...

    Mas eu vou mais adiante na questão do wireless. Nossa preocupação no momento não deve ser cabo ou wireless, mas sim a expansão do wireless pelas grandes operadoras. Isso sim é que deve nos preocupar pois eles podem oferecer uma coisa que nós não temos que é a mobilidade. Mobilidade nacional. Isso é o que vai pesar nas decisões dos consumidores no futuro. Ninguém vai querer ficar pregado há uma conexão com cabo e muito menos wireless local. Um dia as operadoras vão entrar na briga entre elas com relação a franquia. Hoje elas querem cobrar franquia o que assusta todo mundo. Mas quando eles tiverem bem de infraestrutura eles vão entre eles brigar por cliente oferecendo "facilidades". Pouco tempo atrás quando surgiu a questão da franquia eu achava que seria o caminho. Hoje acho ainda que a curto prazo vai ser, mas com o tempo as leis de mercado vão "comichar" nos ouvidos dos marqueteiros das operadoras e eles vão usar a queda da franquia como arma de vendas. E dai meu, com boas estruturas e tecnologias, o 4G e o que se seguirá irão bombar.
    A meu ver o futuro será wireless, mas com as operadoras ou com os provedores independentes? Esta é a questão.
    Cambium ePMP para células pequenas criadas apenas para cobrir uma região sem visada, porém mantendo a mesma oferta de banda do restante da cidade é muito provável que seja financeiramente inviável.

    E você foi muito generoso em dizer que a instalação de Cambium ePMP é "meio salgado". O CPE custa quase R$600! Com isso aí dá para fazer até 2 instalações FTTH ou umas 3 instalações em cabo de par trançado.

    E mesmo com esse custo todo no AP e no CPE, continua vulnerável a um sujeito próximo ou nem tanto mas com EIRP altíssimo colocar o rádio dele no mesmo canal que o seu e deteriorar tudo. Cambium ePMP e algumas outras soluções de rádio possuem recursos para evitar interferência auto gerada pelo provedor, mas não fazem milagres com terceiros bêbados configurando um rádio, com o "foda-se" ligado e sem saber nada das teorias de RF e regulamentações do setor.

    Não considero muito relevante na comparação desse tópico a questão da burocracia para a autorização para uso dos postes por dois motivos: acontece apenas uma vez ou outra ao expandir e via rádio também têm essas questões (licença ambiental para torre e CREA, que ninguém se importa - facilidade na ilegalidade não é vantagem) e o transtorno ocasional com isso é menor que o transtorno frequente com um meio de transmissão imprevisível e limitado.

    Mobilidade é justamente a única área, no meu ver, onde wireless tem a vantagem.
    Mas aí já muda o foco da discussão para: focar em acesso fixo ou móvel?

    Provedor pode ter mobilidade também, com redes mesh WiFi (CAPsMAN em MikroTik, UniFi em UBNT, etc.).

    De qualquer maneira, para alguém ter seu AP WiFi dentro de casa ele precisa se conectar à Internet de alguma forma, ainda no acesso fixo. E é aí onde vejo redes por cabo superando wireless.

    Ou será que o que vocês estão dizendo é que ninguém vai querer contratar acesso fixo e vai viver na base do acesso móvel da operadora, até mesmo em notebooks e desktops (com modem USB)? Se for isso, não vejo o futuro assim. Operadoras brasileiras são mestres em incompetência, muitos lugares tem AP 4G mas o backhaul ou backbone não tem capacidade suficiente. Desconsiderando isso (ou seja, saindo do cenário brasileiro para o mundial), a demanda de banda para atividades realizadas em notebooks e desktops é bem maior e jogar tudo isso para as redes móveis (hoje 4G) vai saturar tudo. E mesmo que venha o 5G ou outra tecnologia superior que possa suprir essas novas demandas de banda no acesso móvel, as tecnologias por cabo estão e sempre estarão bem na frente e com custo mais acessível a provedores.

    Em resumo: acesso fixo por cabo é a única forma de provedores concorrerem com operadoras em bandas maiores. Tecnologias de acesso móvel como as que as operadoras usam nunca vão ser acessíveis a provedores. 4G não é acessível hoje, 5G não será e nem qualquer outra, e mesmo que surja alguma acessível e em uma frequência que possamos usar (sem chance de ser na mesma das operadoras, claro), smartphones, tablets e etc. não funcionariam nela, porque a demanda de provedores não seria suficiente para fabricantes adicionarem suporte a algo do tipo e ainda há os dispositivos já em uso, fabricados anteriormente sem esse suporte (a maioria). A única forma seria com modens USB, mas aí ficaria restrito aos dispositivos com esse tipo de porta.



  3. Citação Postado originalmente por TsouzaR Ver Post
    Exato. E não apenas devido a surgimento de prédios, crescimento de árvores e etc.
    Há cidades em que o relevo é muito montanhoso e algumas partes ficam escondidas atrás de outra alta. Muitas vezes criar uma célula para atender essas regiões escondidas não é viável, ainda mais se for usado equipamentos como Cambium ePMP, para possibilitar bandas maiores como no restante da cidade.

    Além disso, se não há visada para clientes de PTMP, provavelmente também não terá para um PTP para interligar a célula ao restante da rede.

    Rede por cabo resolve tudo isso aí majestosamente.



    Cambium ePMP para células pequenas criadas apenas para cobrir uma região sem visada, porém mantendo a mesma oferta de banda do restante da cidade é muito provável que seja financeiramente inviável.

    E você foi muito generoso em dizer que a instalação de Cambium ePMP é "meio salgado". O CPE custa quase R$600! Com isso aí dá para fazer até 2 instalações FTTH ou umas 3 instalações em cabo de par trançado.

    E mesmo com esse custo todo no AP e no CPE, continua vulnerável a um sujeito próximo ou nem tanto mas com EIRP altíssimo colocar o rádio dele no mesmo canal que o seu e deteriorar tudo. Cambium ePMP e algumas outras soluções de rádio possuem recursos para evitar interferência auto gerada pelo provedor, mas não fazem milagres com terceiros bêbados configurando um rádio, com o "foda-se" ligado e sem saber nada das teorias de RF e regulamentações do setor.

    Não considero muito relevante na comparação desse tópico a questão da burocracia para a autorização para uso dos postes por dois motivos: acontece apenas uma vez ou outra ao expandir e via rádio também têm essas questões (licença ambiental para torre e CREA, que ninguém se importa - facilidade na ilegalidade não é vantagem) e o transtorno ocasional com isso é menor que o transtorno frequente com um meio de transmissão imprevisível e limitado.

    Mobilidade é justamente a única área, no meu ver, onde wireless tem a vantagem.
    Mas aí já muda o foco da discussão para: focar em acesso fixo ou móvel?

    Provedor pode ter mobilidade também, com redes mesh WiFi (CAPsMAN em MikroTik, UniFi em UBNT, etc.).

    De qualquer maneira, para alguém ter seu AP WiFi dentro de casa ele precisa se conectar à Internet de alguma forma, ainda no acesso fixo. E é aí onde vejo redes por cabo superando wireless.

    Ou será que o que vocês estão dizendo é que ninguém vai querer contratar acesso fixo e vai viver na base do acesso móvel da operadora, até mesmo em notebooks e desktops (com modem USB)? Se for isso, não vejo o futuro assim. Operadoras brasileiras são mestres em incompetência, muitos lugares tem AP 4G mas o backhaul ou backbone não tem capacidade suficiente. Desconsiderando isso (ou seja, saindo do cenário brasileiro para o mundial), a demanda de banda para atividades realizadas em notebooks e desktops é bem maior e jogar tudo isso para as redes móveis (hoje 4G) vai saturar tudo. E mesmo que venha o 5G ou outra tecnologia superior que possa suprir essas novas demandas de banda no acesso móvel, as tecnologias por cabo estão e sempre estarão bem na frente e com custo mais acessível a provedores.

    Em resumo: acesso fixo por cabo é a única forma de provedores concorrerem com operadoras em bandas maiores. Tecnologias de acesso móvel como as que as operadoras usam nunca vão ser acessíveis a provedores. 4G não é acessível hoje, 5G não será e nem qualquer outra, e mesmo que surja alguma acessível e em uma frequência que possamos usar (sem chance de ser na mesma das operadoras, claro), smartphones, tablets e etc. não funcionariam nela, porque a demanda de provedores não seria suficiente para fabricantes adicionarem suporte a algo do tipo e ainda há os dispositivos já em uso, fabricados anteriormente sem esse suporte (a maioria). A única forma seria com modens USB, mas aí ficaria restrito aos dispositivos com esse tipo de porta.
    por ai mesmo, o que me preocupa é que o acesso a internet pelo celular superou o computador. Poucos usam o pc para entrar em redes socias e vídeos, estão todos em smartphone. Quando faço instalação o cliente SÓ quer saber se possuiu WiFi

    Enviado via SM-G530BT usando UnderLinux App

  4. Citação Postado originalmente por marcelorodrigues Ver Post
    por ai mesmo, o que me preocupa é que o acesso a internet pelo celular superou o computador. Poucos usam o pc para entrar em redes socias e vídeos, estão todos em smartphone. Quando faço instalação o cliente SÓ quer saber se possuiu WiFi

    Enviado via SM-G530BT usando UnderLinux App
    Pois é, provedores vão ter que atender essa demanda de dispositivos móveis com WiFi, porque se forem sonhar que um dia vão ter acesso às mesmas tecnologias de operadoras, como o 4G hoje, vão falir no caminho.



  5. Citação Postado originalmente por marcelorodrigues Ver Post
    por ai mesmo, o que me preocupa é que o acesso a internet pelo celular superou o computador. Poucos usam o pc para entrar em redes socias e vídeos, estão todos em smartphone. Quando faço instalação o cliente SÓ quer saber se possuiu WiFi

    Enviado via SM-G530BT usando UnderLinux App
    É aí que eu me refiro. Hoje a exigência é wifi na casa... mas no futuro próximo será wifi na rua, no bairro, na cidade etc etc.
    Por isso @TsouzaR eu citei ,"no futuro". Quando as operadoras tiverem bem estruturadas, coisa que hoje ainda não é, eles vão entrar numa briga por clientes de forma feroz.
    Por isso que eu sou meio pessimista com relação ao tema. O futuro vai favorecer eles e não nós. Vai ter nosso mercado? Vai. Mas a que custo?
    Podemos ficar com um elefante branco nas mãos. Seja wireless, seja cabo.
    No wireless ainda resta a solução de trocar equipamentos de lugar e seguir procurando nichos. Já cabeamento é mais complicado trocar.
    O ideal para quem pode é ir com calma, estudando muito bem o local onde cabear para garantir um retorno rápido, antes que o "boom" por acessos móveis dispare.
    Áreas centrais já estão cabeadas pelas operadoras.
    Áreas de bairros normalmente não tem a densidade necessária para garantir um bom retorno.






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