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  1. Hoje entregar Internet e o que fazemos todos seja no nacional intelbras seja ubnt, mikrotik, seja wi2be SIAE ou outro em frequência licenciada. O que você faz para seu cliente que o concorrente não faz?
    Não estou falando de melhor prática pra entregar Internet.
    TV e telefone já sabemos que não deu certo.
    Cuida da rede interna?
    Oferece Hotspot?
    Atende plantão?

    Enviado de meu SM-G800H usando Tapatalk


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  3. Citação Postado originalmente por FMANDU Ver Post
    Do que adianta o cara ter fibra e vender 10M? Se já vejo provedores vendendo 20M no rádio com cambium!!! Eu acho esse boom fibra, uma febre muito louca. Se as grandes querem a mobilidade com maiores bandas (5g) pra que nos preocupar com a internet fixa? O futuro é mobilidade, não importa ter 10M ou 100m, importante hoje é rodar o Netflix e YouTube sem travar. No futuro quem sabe...

    Enviado via Moto G (4) usando UnderLinux App
    Pela sua lógica, do que adianta o cara ter rede 5GHz e vender no máximo 3Mbps (situação da maioria)? Isso ele pode entregar em 2.4GHz mesmo... ou será que não? E por que não? Será que não é o mesmo motivo para a migração para redes em cabo?

    A grande sacada de investir em redes por cabo é: a gente precisa ofertar planos maiores aqui agora, então temos que trocar por outra tecnologia na rede de acesso. No entanto, porque não aproveitar essa transição para aderir logo a algo que é à prova do futuro, que vai suprir a demanda por bons longos anos?

    Por que eu investiria em Cambium ePMP ou qualquer outra coisa wireless em frequência restrita sabendo que logo vai chegar no limite dela também e que o espectro eletromagnético já está totalmente poluído e só tende a piorar? Do que adianta trocar os equipamentos e continuar dependente de um espectro imprevisível e mal utilizado por incompetentes?

    Reinvestimentos e migrações frequentes são perda de dinheiro. Isso sem falar que um CPE da linha ePMP custa quase R$600. Dá para fazer quase 2 instalações FTTH com esse custo ou umas 3 por cabo de par trançado (rede híbrida). Dependendo da forma como você lida com o custo da instalação do cliente (se é repassado ou subsidiado pela empresa), esse é um fator decisivo.

    No meu ver, wireless vai sobrar para a única demanda que somente ele atende: mobilidade. Hotspots públicos, LTE para quem comprar frequência e tiver milhões para investir, etc. O acesso fixo à Internet será por meios confinados (cabos), essa é a minha aposta.

    ...

    E me veio agora à cabeça que há dois pontos de vista:
    1. provedor quer se manter: pode sobreviver com wireless atendendo demandas periféricas
    2. provedor quer crescer e subir o patamar, chegar mais perto das operadoras: vai ter que aderir a redes por cabos.

    Cabe a cada um ver o que almeja para sua empresa. Eu acho que tenho um raciocínio bem empreendedor, e por isso tendo ao ponto de vista 2.

  4. Enquanto as conseionarias, que são donas dos postes permitirem, a farra da fibra vai continuar. Mas isso vai ter um limite. Uma hora vão proibir e não terá espaço pra todo mundo. O rádio sempre existirá.

  5. Citação Postado originalmente por raumaster Ver Post
    Hein?? Linha de visada 110% livre?? em ptmp ja e complicado as vezes pra atender tdo mundo imagina com transmissão por laser...pelo menos a zona de fresnel seria bem pequena!!! Kkkkk Imagina aquele monte de feixeis de laser numa noite com neblina, poeira no ar, fumaça....

    Enviado via LG-H818 usando UnderLinux App
    A tecnologia já existe faz algum tempo. Alguns anos atrás, coisa de 4 anos mais ou menos se debateu sobre o laser em um tópico aqui no Under. Até um esqueminha de construção de um equipamento surgiu. E fotos de instalações.. Não é coisa do outro mundo. Jà existem empresas que distribuem aqui no Brasil equipamentos. O problema é o custo. Na época me informei e um equipamento para ponto a ponto para 10km custava 30 mil reais.. Lógico que se a tecnologia se popularizasse os custos cairiam pois não tem nada no projeto que explique um custo desse, a não ser a novidade.
    Mas o bloqueio de visada por forte cerração é uma realidade.

    Citação Postado originalmente por ronei10 Ver Post
    Enquanto as conseionarias, que são donas dos postes permitirem, a farra da fibra vai continuar. Mas isso vai ter um limite. Uma hora vão proibir e não terá espaço pra todo mundo. O rádio sempre existirá.
    Este é outro problema. Tecnicamente são 5 níveis disponíveis para compartilhameinto. E pelo que sei uma empresa não pode ocupar dois ou mais níveis, justamente para incentivar a pluralidade.
    Mas em mercado de livre iniciativa este negócio de pluralidade é coisa só de teoria. A prática nos mostra que a concentração de mercado é uma realidade que acompanha o sistema capitalista. E sistema socialista como conhecemos nos modelos "avermelhados" não funciona nada. Então eu vejo muita chance de num futuro próximo caminharmos para uma concentração no mercado de internet.

    Com relação a pergunta inicial, wireless ou cabo, tem alguns princípios lançados por dois grandes nomes do wireless, Nikola Tesla e Steve Jobs. Estes homens sempre acreditaram que o mundo seria um dia Wireless.

    Aos poucos a tecnologia sem fio vai sendo aprimorada. E as grandes teles sabem disso e não vão deixar escapar. Vão investir pesado no wireless. Porque será que elas não investem pesado na fibra para última milha? Porque o cliente quer mobilidade mas não só no seu bairro, ele quer mudar de bairro, viajar mudar de cidade de estado ou até exterior e ter mantido seu acesso. Isso já é realidade.
    Vai chegar um momento que nós não conseguiremos competir com isso.
    Jà temos clientes que contratam um plano e não tem computador. Só celular. Ele continua preso a sua residência. Quando ele se der por conta disso ele vai querer bater asas. O que segura ele ainda é a franquia e planos baixos de velocidade. Mais isso já está mudando. Na minha cidade a Claro já instalou o 3G e o "AUE" é grande pois a coisa anda muito bem. Quando eles começarem a afrouxar na questão franquia o povo não vai resistir e vai aderir. Não adianta, um dia eles vão ter estruturas fenomenais para conquistar mercado. Eu sempre achei que franquia seria o caminho. mas hoje já estou mudando meu modo de pensar. O mercado é mais poderoso e vai de uma forma ou de outra mudar esta questão da franquia. Vamos ver o que vai acontecer a partir de 2017. Aquela notícia de meses atrás ainda não está resolvida. Anunciaram mudança nos planos para 2017. E num curto prazo acho que as operadoras vão ganhar a batalha mas a guerra o mercado deverá ganhar. Isso é coisa para uns 10 anos a frente. Até lá eles terão mais tecnologia e mais estrutura pronta para expansão.
    Olhem este tópico no último post e isso era lá em 2012. Já se passaram 4 anos e pouca coisa mudou. Mas as pesquisas não param....

    https://under-linux.org/showthread.php?t=154449

  6. Sua visão esta certa e errada ao meu ponto de vista. Deixa eu tentar explicar: desde 2009 quando comecei com provedor, que vejo tópicos aqui mesmo que ISP Wireless vai acabar, quando chegou o 3g e depois o 4G, sem pre tinham tópicos como esse, que tecnologia tal iria acabar com o wireless. Hoje sei que fibra é top e tal, mas pra mim que moro em uma pequena capital ja é difícil aprovar um projeto simples para interligar dois Pops meus(imagina quem mora em grandes centros). Quem concorre com OI,NET,GVT e outras grandes do Estado aqui que trabalham do DOCSIS não é louco de fibrar uma rua onde ja tenha essas grandes empresas(e é difícil tem uma rua sem cabeamento da NEt por aqui). Então minha solução é crescer conforme a demanda e não manter uma malha gigantesca de fibra pela cidade com poucos clientes. Então eu posso pensar, vou pra um bairro de classe baixa onde ninguém quer e vou passar fibra, mas será que vai compensar a medio prazo? sera que não vao ter muito inadimplente? Será que quando chegar uma NET de 30M por R$15 e aquele Marketing todo os clientes não irão mudar?
    Uma instalação com cambium chega a ser o mesmo de um clienta 100% na fibra. Mas não so cambium, as tecnologias evoluem, em breve novas faixas do espectro serão liberadas(assim espero).




    Citação Postado originalmente por TsouzaR Ver Post
    Pela sua lógica, do que adianta o cara ter rede 5GHz e vender no máximo 3Mbps (situação da maioria)? Isso ele pode entregar em 2.4GHz mesmo... ou será que não? E por que não? Será que não é o mesmo motivo para a migração para redes em cabo?

    A grande sacada de investir em redes por cabo é: a gente precisa ofertar planos maiores aqui agora, então temos que trocar por outra tecnologia na rede de acesso. No entanto, porque não aproveitar essa transição para aderir logo a algo que é à prova do futuro, que vai suprir a demanda por bons longos anos?

    Por que eu investiria em Cambium ePMP ou qualquer outra coisa wireless em frequência restrita sabendo que logo vai chegar no limite dela também e que o espectro eletromagnético já está totalmente poluído e só tende a piorar? Do que adianta trocar os equipamentos e continuar dependente de um espectro imprevisível e mal utilizado por incompetentes?

    Reinvestimentos e migrações frequentes são perda de dinheiro. Isso sem falar que um CPE da linha ePMP custa quase R$600. Dá para fazer quase 2 instalações FTTH com esse custo ou umas 3 por cabo de par trançado (rede híbrida). Dependendo da forma como você lida com o custo da instalação do cliente (se é repassado ou subsidiado pela empresa), esse é um fator decisivo.

    No meu ver, wireless vai sobrar para a única demanda que somente ele atende: mobilidade. Hotspots públicos, LTE para quem comprar frequência e tiver milhões para investir, etc. O acesso fixo à Internet será por meios confinados (cabos), essa é a minha aposta.

    ...

    E me veio agora à cabeça que há dois pontos de vista:
    1. provedor quer se manter: pode sobreviver com wireless atendendo demandas periféricas
    2. provedor quer crescer e subir o patamar, chegar mais perto das operadoras: vai ter que aderir a redes por cabos.

    Cabe a cada um ver o que almeja para sua empresa. Eu acho que tenho um raciocínio bem empreendedor, e por isso tendo ao ponto de vista 2.




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