+ Responder ao Tópico



  1. Boa Tarde.

    Como vão? Desenvolvi um pequeno aplicativo windows para o cálculo de corte de cabo exatamente no tamanho da onda da frequência desejada assim diminuindo muito a perca na confecção dos mesmos.

    Segue anexo.

    Se ajudei estrela ai.

    Obrigado.
    Arquivos Anexos Arquivos Anexos

  2. Yahoo bloqueou, e windows também. vírus kkkkkk



  3. Eu entendo que hoje em dia, o capricho no comprimento de cabos coaxiais já está ficando só na teoria. A maioria dos equipamentos já vem com antena integrada ou então os pigtails prontos tem um comprimento padrão.

    Antigamente se fazia bastante cabos mas hoje já está praticamente em desuso.
    Chegamos no passado a ter tanta preocupação com comprimentos de cabo que o Gilvan Enriconi chegou a propagar uma "teoria" do lençol digital onde ele dava muita importância ao casamento de impedância.
    Além disso, o cálculo é teórico. Como o ambiente pode interferir na ROE real, o ideal seria ter também um medidor de ROE. Mas este equipamento para altas frequências é caro e difícil de encontrar.

    Nestas altas frequências 1/4 de onda é tão pequeno que qualquer desvio para mais ou para menos pode também influenciar em resultados mas só em situações extremas. Nunca li mas me parece que os projetos de rádios para nosso uso são bem flexíveis nesta questão.

    Por outro lado, saber destes cálculos é importante para conhecer os fundamentos de radiofrequencia. Mas basicamente o comprimento é 142,5/frequência e seus múltiplos.

  4. Cortar cabos coaxiais conforme a frequência era necessário em transmissores antigos, uma vez que a saída embora normalmente seja de 52 ou 75 ohms e balanceados. Atualmente são tipos desbalanceados, de modo que permite-nos trabalhar com largas bandas de frequência, e os transistores, mosfets de potência têm um ganho muito linear.
    Ainda acredito que cortando os cabos em uma determinada faixa de frequência, o seu ganho real pode ser fantástico, vide experiência própria; No entanto, conforme o material( qualidade do cabo, conectores), pode nos trazer mais problemas do que soluções e quando isso acontece só descobrimos ao trocar o cabo.
    Esse número 142,5/frequência, uso no corte de antena( velocidade da luz, multiplicado por coeficiente dielétrico do ar, dividido por dois). No cabo é o mesmo, onde a fabricante( pirelli, siemens, harris, etc) nos fornecia uma tabela gráfica do dielétrico. Isso impactava, na manutenção, por que cabos tipo RG, RGC, RF por serem flexíveis e romperem nos custava caro o sistema optando por fazer ajustes na antena.
    Cabos coaxiais rígidos tipo cellflex, cuja as dimensões são em polegadas ou milímetros, sim era usado essa metodologia e inclusive no pigtail, operadoras de celular usam esses cabos e até guias de onda conforme a necessidade.

    Conjunto de cabo coaxial, antena, pigtail faz ter um bom roteador, ou num pior roteador da estória ou mesmo AP, PTP etc. Comprar um equipamento desses, não é só programar e instalar, muito além disso, põe além dái o sucesso dos APs com POEs por que põe no alto da parede, paga 300, 500 Reais nesses CPEs da vida, quando um roteador de 70 Reais poderia resolver o problema para até 10 dispositivos.
    Tenho pouca experiência em transmissão, 500 KHz a 6 GHz nada muda em relação a antena ou cabo; são ondas de rádio e depois que um padre fez o primeiro teste em São Paulo, acho de de Campo de Marte a Mirante de Santana muitos estudos foram feitos, e muito se evoluiu. Foi provado que o próprio ar poderia ser o condutor de ondas de rádio, até então era somente por fios. Grande evolução veio em meados da I Guerra mundial. junto com ela a indústria automobilística e aviação, quando Portugal usou os aviões na guerra( não sei a veracidade).

    Cabos comuns, são difíceis de usar esse método por serem aluminizados, ou cobreados e muitos deles são de baixa qualidade, aí vem os conectores e aqui nesta região muitos insistem em soldar, isso põe em xeque o seus próprios provedores. Quem é ou foi radioamador em 70, 60, 49 ou 31 metros sabem fazer esses cálculos, embora seus transmissores fossem de 150 ou 500 watts em CW( grafia/morse).
    Falo que internauta é radioamador da alguns anos atrás. Duvida? pense e reflita.



  5. Sou radio Amador o calculo é simples o bom e velho 1.825 x N impar kkkk
    isto por causa da qualidade do cabo

  6. 142,5/freq funciona tb em cabos kpm



  7. @Bruno, conheceu a antena 14%.? Esticava meia onda. Daí numa das pontas media 14% da meia onda e baixava um fio de 1/4 de onda. Tudo isso com fio sem blindagem...
    Jurássica mas funcionava...kkk

    por isso que não me preocupo muito com o comprimento do cabo em 2.4 ou 5.8ghz. Até me aventuraria a experimentar caso tivesse acesso a um medidor de ROE. Senão fica tudo muito na teoria pelas dimensões envolvidas.
    Mas é bom de vez em quando fazer uns exercícios mentais para entender como se comporta a emissão de radiofrequência. Na teoria todo provedor precisaria conhecer por isso acho louvável o tema do tópico.

  8. bruno, 1929; para cálculo em antenas tanto faz se é 300 KHz ou 10 GHz, o famoso 142.5 / Fop(MHz) é praticamente um consenso em comum mas ninguém está levando em conta o diâmetro do irradiante, dipolo aberto ou fechado e principalmente a característica do cabo onde os fabricantes nos fornecia o material. Se o cabo tiver uma atenuação de 3 dB, pode ser nada em 300 KHz, mas em 2,4 GHz fará grande diferença por isso a o ministério das comunicações limita em 26 dBm a sinal máximo de irradiação ommni. Um roteador com 100 mw e antena de 6 dB de ganho já tem 400 mw( 26 dBm). Atualmente a maioria chega no máximo a 100 mw irradiados é mais do que suficiente para cobrir um imóvel de 150 m² de área construída. Em meus testes, com antena de 0 dB consegui cobrir uma área de 180 m² em meu celular, mas uso aproveitando uma antena omni de 15 dBi, não chegou a 200 m² mas melhorou em pontos cegos.
    Esses pigtails que se compra no mercado jamais possuem um corte pela frequencia, tanto que que se comprar de N fornecedores( fabricantes de cabos), cada um vai apresentar uma performance diferente. Se quisermos algo bom, compremos com "NORMA 1.000", caríssimo mas é algo de dar inveja eu conheci alguns muitos tempo atrás; levando em conta o desenvolvimento, quem é o poderoso I-Phone, HTC, Caterpillar etc para competir, Muitas indústrias, construtoras têm now how em tecnologia militar inclusive brasileiras.
    Existem equipamentos, que medem a ressonância dos cabos, bobinas, antenas etc ( green deep), quando conheci eram analógicos e erros chegavam a 20% mais tarde os digitais já com 5% e com certeza nem lembro mais como utilizar kkkkkk. Esses 5%, é por conta do sinal a ser aplicado, frequencia, conector etc. " Aquela estória, meu celular A não pega aqui, mas o B pega e o C melhor ainda, D nem acha o sinal, como se todos precisam obedecer a mesma norma.
    Como tive de adaptar o pigtail, fui cortando o cabo até conseguir o melhor resultado de irradiação e recepçao e para minha surpresa não coincidiu em nada com os cálculos matemáticos, ao descobrir o fabricante aí sim ficou dentro da tabela e este cabo na tabela não responde em 5.8; um outro já mas em 800 MHz o snr é alto ou seja se for um sinal 3G de celular pode ficar uma porcaria( tem sinal, mas navegar...). Tendo todo um conjunto em boas condiçoes, com -100dBm abre o you tube com folga.
    Muitos ficam naquilo, cabo RGC58 ou RGC213, fica a critério de cada um, eu prefiro RGC58, só o fato de não precisar de pigtail, onde só aí pode atenuar em 5dBm, mas só posso usar até 10 metros em 850 MHz, 3 a 4 metros em 2.4 GHz; 5.8 nem com RGC 213 é indicado. Estamos falando de cabo comum encontrado no mercado, agora se usar cabo cellflex é outra coisa.



  9. É isso que eu quis dizer Nilton. São muitas outras variáveis que o corte preciso nestas frequencias mais altas acaba não sendo o ponto principal. Em frequencias de HF é fundamental seguir estes cálculos. Até porque num transmissor em HF com 100W de saída qualquer estacionária mais alta pode comprometer a saída. Tenho dois Yaesu aqui queimados porque meus filhos que não conheciam nada resolveram mexer quando eu não estava. Puff!!! Só por não equilibrarem a saída.

    Já nas RBs pode acontecer mas é muito mais raro. Normalmente queima etapa de RF por outros motivos.

  10. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    @Bruno, conheceu a antena 14%.? Esticava meia onda. Daí numa das pontas media 14% da meia onda e baixava um fio de 1/4 de onda. Tudo isso com fio sem blindagem...
    Jurássica mas funcionava...kkk

    por isso que não me preocupo muito com o comprimento do cabo em 2.4 ou 5.8ghz. Até me aventuraria a experimentar caso tivesse acesso a um medidor de ROE. Senão fica tudo muito na teoria pelas dimensões envolvidas.
    Mas é bom de vez em quando fazer uns exercícios mentais para entender como se comporta a emissão de radiofrequência. Na teoria todo provedor precisaria conhecer por isso acho louvável o tema do tópico.
    sim uma amigo meu tinha uma kkkk



  11. Vamos la
    a antena esta em 50 Ohms ai vc colocar um cabo né este cabo tb é 50 Ohms, porém ela é nominal ela varia conforme a frequência que seria
    Multiplo de 1/2 onda = (300.000)/ [frequência])x Fator de propagação do cabo

    para a frequência do px 27.00 e um cabo com fator 0,82

    vai dar um resultado de 4.551 então o cabo tem que ter os múltiplos de meia onda
    em frequência altas tipo 2.4Ghz os multiplos de meia onda vai ser 0,05
    ou seja 5 cm por isto para altas frequência o tamanho do cabo é relativo

    eu ja fiz os teste tenho um medidor de ROE aki até 10ghz
    fiz cabo de varias medidas o resultado da roe foi de 1:1 a 1:1.2
    o que não vai interferir no funcionamento

  12. Eu por experiência esses transistores da Motorolla os famosos MRF, possuem um ganho espetacular até 20 MHz, mas infelizmente a tensão Vce é de 12,5 volts, qualquer carga reversa pufff. Muitos radioamadores optavam ou optam por substituirem com os da Thonson( SD) ou Mitsubishi( SC) ou mesmo Hitachi ( SC) mas terá uma potência menor na saída ( 70 a 80 watts). Os transistores da Thonson possuem um Vce de 18 volts e os japoneses 24 volts, mas estes precisam fazer um acoplamento e sem instrumento adequado( analisador de espectro) fica complicado.
    Atualmente se usa os FETs ou Mosfets e suportam até 36 volts, mas a maioria se ultrapassar os 15,5 volts no rádio dispara um alarme e o rádio fica inativo.

    Todos os transmissores, quando possuem um controle de potência acoplado na etapa de RF, quando a corrente de consumo for alta ou ROE alta, reduz a potencia para 10% ou 50%, onde vem aquela recomendação de nunca se usar em potência máxima, em dias chuvosos a água que fica no elemento irradiante faz aumentar o ROE e água é condutor de eletricidade. Tendo um acoplamento adequado( transmissor, cabo, antena) pode cair a potência em 10%( 100 W para 10 W ou 200 mW para 20 mW), vai ficar ruim a conexão mas o enlace não. Software de radio-enlace da Motorola, previa isso tudo desde a época dos 286, 386 e os novos são muitos mais fáceis de trabalhar, aliás nós é quem aprendemos a usar melhor a ferramentas. Para muitos casos, órgãos reguladores ainda exigem que sejam transcritos no mapa e não pode ser impresso e ambos precisam estar coincidentes.
    Google disponibiliza as versões gratuitas e pagas; embora a Lenovo seja dona da Motorola, patentes continua com Google, existem outros softwares mas todas partiram a partir da Motorola, existem estudos, ou mapas de radio-enlace bem mais antigos( Philips, Thonson, Marconi, Bell etc) e o radar surgiu por conta disso, evitando que Londres fosse bombardeada pelos alemães.
    Na empresa, fui o primeiro que derrubei o paradígma: " TEORIA É UMA COISA, PRÁTICA É OUTRA COISA", Na física sobretudo em eletrônica a TEORIA coincide com a PRÀTICA sim, cansei de provar isso. O fato é que profissionais com anos de prática não quer dar o braço a torcer para um técnico ou engenheiro. Infelizmente os futuros engenheiros ou técnicos, possuem uma formação muito centrado num determinado campo, obrigando muitas empresas a contratarem profissionais de várias universidades, correndo o risco de gerar um conflito dentro da equipe.


    1929, nos rádios da Yaesu, ou qualquer outro fabricante possui dois trimpots; um para controle de potência se ajusta assobiando ou emitindo um tom constante e limita a potência, eu gosto de fixar em 90%( 100 W em 90 W; yaesu costuma dar 150 W, é bom limitar a 100 W numa eventual fiscalização). Repita o mesmo procedimento para ajuste de ROE. Substitua a antena e use uma lampada de 100 W incadescente, a corrente que seria de 12 A a 15 A, precisa cair para 1/3, mantenha o PTT apertado o amperímetro não pode passar de 1 ou 2 ampéres. Repita o teste, sem antena só pode dar um pico de corrente mais nada; Muitos só possui apenas um controle( potência), por que no circuito já alinha para o ROE. Muitos que se dizem técnicos ou importadoras costuma deixar no máximo, assim mesmo que a antena seja incompatível continua falando. Nunca queimei um transmissor desse tipo, nem em campo ou bancada, acabei sendo transferido para engenharia dois anos depois de formado.
    Em transmissores acima de 200 MMHz, normalmente a corrente continua a mesma, quando muito cai 50%, se a corrente aumentar, em quaisquer que seja a faixa do transmissor pode ter certeza que existe algo errado no circuito. Muita gente queima o som de casa, por dar uma de artista na caixa acústica, que é uma antena.
    segue uma tabela, que fiz em experimentos na bancada. baseados em 13,8 volts de alimentação.
    roteador: 0,85 A ( Greatek) ; 0,6 A ( multilaser, tp-link)
    1 W, 1,5 A; 10 W, 2,5 A; 100 W, 14 A; 150 W, 25 A levando em conta os circuitos eletronicos existentes no aparelho.
    Os roteadores, caso a fonte caia para menos de 8,5 V se a fonte for de 9 volts; e Greatek cair para menos de 11 volts a corrente chega a triplicar, por possuirem reguladores chaveados. O mesmo acontece com fontes chaveadas ou comutação automática. Quanto menor a tensão de rede elétrica, maior a amperagem, queimando a fonte por sobre-corrente ou super-aquecimento( efeito joulle). Em 90 volts, indicará no medidor 1 kw, em 127 V, 1 kw
    sendo resistivo isso alteraria por isso muitos consideram fontes antigas como ineficientes; são duas caras, duas moedas.

    Se eu fosse americano, isso seria taxado em muitos outros países desenvolvidos inclusive. Por isso que brasileiro é pobre; com certeza lá fora alguém pode estar ganhando dinheiro às nossas custas.
    Assim como aprendo com as experiência dos outros, divido as minhas com prazer.



  13. @Nilton Nakao, os meus ainda eram dos antigos. 101E e 201ZD

    Faz tempo que estão parados. O 201ZD se não me engano é uma válvula 6146, ou era o Centauro que era esta válvula. Já não me lembro bem.






Tópicos Similares

  1. Calculo da medida de cabo de aço
    Por guiangelus no fórum Redes
    Respostas: 18
    Último Post: 13-01-2009, 00:34
  2. Respostas: 13
    Último Post: 17-08-2007, 15:04
  3. Especificações de cabos RG e RGC
    Por denilson_rocha no fórum Redes
    Respostas: 6
    Último Post: 10-01-2005, 13:02
  4. Tamanho de Cabo Rgc
    Por crisduarte no fórum Redes
    Respostas: 10
    Último Post: 12-11-2004, 06:05
  5. ATENUAÇÂO DE CABOS
    Por Pirigoso no fórum Redes
    Respostas: 1
    Último Post: 03-09-2004, 12:27

Visite: BR-Linux ·  VivaOLinux ·  Dicas-L