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  1. #6
    Perdigao
    Ola mwst,

    A frequencia de 2.4Ghz, é liberada pra uso, desde que não seja comercializado, ou seja, caso você fosse um provedor dai teria que ter a homologação da Anatel, do contrario, sendo você pessoa física ou jurídica, e não usando para comercio, então não haverá problemas com isso.

    Pode usar para enviar o sinal para seu amigo, e caso fosse empresa, poderia usar para mandar comunicação para uma ou mais filiais, se a necessidade de pegar autorização com a ANATEL.

    Respeitando a situação de que se morar em Fronteira de país, não poderá usar a antena Omni Direcional.


    Um abraço,

    Perdigao


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  3. Pessoal vejam esse trecho da resolução 365, DE 10 DE MAIO DE 2004

    ANEXO À RESOLUÇÃO No 365, DE 10 DE MAIO DE 2004
    REGULAMENTO SOBRE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE
    RADIAÇÃO RESTRITA
    CAPÍTULO I
    DOS OBJETIVOS E DEFINIÇÕES

    Art. 1o Este Regulamento tem por objetivo caracterizar os equipamentos de radiação restrita e
    estabelecer as condições de uso de radiofreqüência para que possam ser utilizados com dispensa da
    licença de funcionamento de estação e independentes de outorga de autorização de uso de
    radiofreqüência
    , conforme previsto no art. 163, § 2o, inciso I da Lei no 9.472, de 16 de julho de 1997.



    CAPÍTULO II
    DAS CONDIÇÕES GERAIS
    Art. 3o As estações de radiocomunicação, correspondentes a equipamentos de radiação restrita
    caracterizados por este Regulamento, estão isentas de licenciamento para instalação e funcionamento.

    Parágrafo único. Quando o funcionamento das estações de radiocomunicações caracterizar
    exploração de serviço de telecomunicações, o prestador do serviço está sujeito ao disposto no
    Regulamento dos Serviços de Telecomunicações, aprovado pela Resolução no 73, de 25 de novembro de
    1998, da Anatel ou outro que venha substituí-lo
    .
    Art. 4o As estações de radiocomunicação correspondentes a equipamentos de radiação restrita
    operam em caráter secundário, isto é, não têm direito a proteção contra interferências prejudiciais
    provenientes de qualquer outra estação de radiocomunicação nem podem causar interferência em
    qualquer sistema operando em caráter primário.





    Seção IX
    Equipamentos Utilizando Tecnologia de Espalhamento Espectral ou
    outras Tecnologias de Modulação Digital
    Art. 39. Equipamentos Utilizando Tecnologia de Espalhamento Espectral ou outras Tecnologias
    de Modulação Digital operando nas faixas de radiofreqüências 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2400-
    2483,5 MHz e 5725-5850 MHz devem atender às condições estabelecidas nesta Seção.
    §1o . Exceto quando estabelecido o contrário, os equipamentos operando de acordo com o
    estabelecido nesta Seção podem ser utilizados em aplicações ponto-a-ponto e ponto-multiponto do
    serviço fixo e em aplicações do serviço móvel.
    §2o As condições estabelecidas nesta Seção, para a faixa de radiofreqüências de 2400-
    2483,5 MHz, não valem para os equipamentos cujas estações correspondentes utilizem potência e.i.r.p.
    superior a 400 mW, em localidades com população superior a 500.000 habitantes. Neste caso, as estações
    deverão ser licenciadas junto à Agência, nos termos da regulamentação específica pertinente a esta faixa
    .
    §3o Na faixa de radiofreqüências de 2400-2483,5 MHz, será admitido apenas o uso de
    Tecnologia de Espalhamento Espectral ou Tecnologia de Multiplexação Ortogonal por Divisão de
    Freqüência– OFDM.
    Art. 40. Sistemas de salto em freqüência devem possuir as seguintes características:
    I – As freqüências portadoras dos canais de salto devem estar separadas por um mínimo de 25
    kHz ou pela largura de faixa do canal de salto a 20 dB, devendo ser considerado o maior valor;
    II – O sistema deve saltar para as freqüências selecionadas na taxa de salto a partir de uma lista
    de freqüências de salto ordenadas de forma pseudoaleatória;
    III – Cada transmissor deve, em média, usar igualmente cada uma das freqüências;
    IV – Os receptores do sistema devem ter largura de faixa de entrada compatível com a largura de
    faixa do canal de salto dos respectivos transmissores e devem mudar as freqüências em sincronia com os
    sinais transmitidos;
    V – Em adição ao estabelecido nos incisos anteriores, os requisitos a seguir se aplicam aos
    sistemas de salto em freqüência operando nas faixas 902-907,5 MHz e 915-928 MHz:
    a) A potência de pico máxima de saída do transmissor não deve ser superior a 1 Watt para
    sistemas que empreguem no mínimo 50 canais de salto e 0,25 Watt para sistemas empregando menos de
    50 canais de salto;
    b) Se a largura de faixa do canal de salto a 20 dB for inferior a 250 kHz, o sistema deve usar, no
    mínimo, 50 freqüências de salto e o tempo médio de ocupação de qualquer freqüência não deve ser
    superior a 0,4 segundos num intervalo de 20 segundos;
    c) Se a largura de faixa do canal de salto a 20 dB for igual ou maior que 250 kHz, o sistema deve
    usar, no mínimo, 25 freqüências de salto e o tempo médio de ocupação de qualquer freqüência não deve
    ser superior a 0,4 segundos num intervalo de 10 segundos;
    d) A máxima largura de faixa ocupada do canal de salto a 20 dB deve estar limitada a 500 kHz.
    VI - Em adição ao estabelecido nos incisos de I a IV, sistemas de salto em freqüência operando
    na faixa de radiofreqüências de 2400 MHz a 2483,5 MHz devem atender aos seguintes requisitos:
    a) Os sistemas devem utilizar, no mínimo, 15 freqüências de salto não coincidentes;
    b) O tempo médio de ocupação de qualquer freqüência não deve ser superior a 0,4 segundos num
    intervalo de 0,4 segundos multiplicado pelo número de canais de salto utilizado;
    c) Os sistemas podem evitar ou suprimir transmissões em uma freqüência de salto particular,
    desde que, no mínimo, 15 canais de salto não coincidentes sejam utilizados;
    d) Para os sistemas que utilizam menos de 75 freqüências de salto, a potência de pico máxima de
    saída do transmissor é limitada a 125 mW;
    e) Para os sistemas que utilizam um número de freqüências de salto maior ou igual a 75, a
    potência de pico máxima de saída do transmissor é limitada a 1 Watt.
    VII – Em adição ao estabelecido nos incisos de I a IV, sistemas de salto em freqüência operando
    na faixa de radiofreqüências de 5725 MHz a 5850 MHz devem atender aos seguintes requisitos:
    a) A potência de pico máxima de saída do transmissor não deve ser superior a 1 Watt;
    b) O sistema deve usar no mínimo 75 freqüências de salto;
    c) A máxima largura de faixa ocupada do canal de salto a 20 dB deve estar limitada a 1 MHz;
    d) O tempo médio de ocupação de qualquer freqüência não deve ser superior a 0,4 segundos num
    intervalo de 30 segundos.
    Art. 41. Sistemas utilizando seqüência direta ou outras técnicas de modulação digital, devem
    possuir as seguintes características:
    I – A largura de faixa a 6 dB deve ser, no mínimo, 500 kHz;
    II – A potência de pico máxima de saída do transmissor não pode ser superior a 1 Watt;
    III – O pico da densidade espectral de potência, em qualquer faixa de 3 kHz durante qualquer
    intervalo de tempo de transmissão contínua, não deve ser superior a 8 dBm;
    IV – Para os sistemas operando faixa de radiofreqüências de 2400-2483,5 MHz, cujas estações
    correspondentes utilizem potência e.i.r.p. igual ou inferior a 400 mW, em localidades com população
    superior a 500.000 habitantes, o pico da densidade espectral de potência, em qualquer faixa de 3 kHz
    durante qualquer intervalo de tempo de transmissão contínua, não deve ser superior a 4 dBm.
    Art. 42. Para os propósitos desta seção, sistemas híbridos são aqueles que utilizam uma
    combinação de técnicas de modulação em seqüência direta ou outras técnicas de modulação digital e
    técnicas de saltos em freqüência. A operação com saltos em freqüência do sistema híbrido, com a
    operação em seqüência direta ou outra modulação digital desligada, deve ter um tempo médio de
    ocupação, em qualquer freqüência, não superior a 0,4 s, em um período de tempo, em segundos, igual ao
    número de freqüências de salto utilizadas multiplicado por 0,4. A operação em seqüência direta ou em
    outra modulação digital do sistema híbrido, com a operação por saltos em freqüência desligada, deve
    obedecer aos requisitos de densidade de potência estabelecidos no inciso III do art. 41.
    Art. 43. Exceto nos casos previstos a seguir, equipamentos utilizando tecnologia de
    espalhamento espectral ou outras tecnologias de modulação digital, que façam uso de antenas de
    transmissão com ganho direcional superior a 6 dBi, devem ter a potência de pico máxima na saída do
    transmissor reduzida para valores abaixo daqueles especificados nos incisos V, VI e VII do art. 40 e no
    inciso II do art. 41, pela quantidade em dB que o ganho direcional da antena exceder a 6 dBi.
    I - Sistemas operando na faixa de 2400-2483,5 MHz e utilizados exclusivamente em aplicações
    ponto-a-ponto do serviço fixo podem fazer uso de antenas de transmissão com ganho direcional superior a
    6 dBi, desde que potência de pico máxima na saída do transmissor seja reduzida de 1 dB para cada 3 dB
    que o ganho direcional da antena exceder a 6 dBi.
    II – Sistemas operando na faixa 5725-5850 MHz e utilizados exclusivamente em aplicações
    ponto-a-ponto do serviço fixo podem fazer uso de antenas de transmissão com ganho direcional superior a
    6 dBi sem necessidade de uma correspondente redução na potência de pico máxima na saída do
    transmissor.
    § 1o Sistemas utilizados de acordo com o estabelecido nos incisos I e II deste artigo excluem o
    uso de aplicações ponto-multiponto, aplicações omnidirecionais e múltiplos equipamentos numa mesma
    instalação transmitindo a mesma informação.
    § 2o O responsável pela operação de um equipamento funcionando de acordo com o estabelecido
    nos incisos I e II deste artigo deve assegurar que o sistema seja utilizado exclusivamente em aplicações
    ponto-a-ponto do serviço fixo. Informações sobre tal responsabilidade deve constar, com destaque, no
    manual de instruções fornecido pelo fabricante.
    Art. 44. A potência de radiofreqüência produzida, em qualquer largura de faixa de 100 kHz fora
    de qualquer uma das faixas na qual o sistema esteja operando, conforme estabelecido nesta Seção, deve
    estar, no mínimo, 20 dB abaixo da potência máxima produzida num intervalo de 100 kHz dentro da faixa
    de operação.

  4. #8
    É isso aí. Os clandestinos que se cuidem! Na minha região aki tem muita interferência. Sou legalizado usando 2,4 GHz; além de não ter direito a proteção contra interferência de outros serviços ainda fico sujeito a interferência de piratas. Se eu ver uma omni vou caguetar pra anatel 6)

  5. #9
    :@: 6) :@: 6) :@: 6) :@: 6)


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