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  1. #11
    Virus_cg
    asfonseca, como não? Nós não temos um órgão para defender a classe e estabelecer parâmetros de medida para evitar que profissionais não formados em TI e sem um bom conhecimento (não me refiro a qualquer profissional, apenas àqueles não capacitados para a área) atue e acabe por denegrir a imagem dos profissionais de TI. Além do mais poderemos valorizar os anos que passamos estudando matérias específicas nas universidades.

    :wink: t+

  2. #12
    asfonseca
    "Além do mais poderemos valorizar os anos que passamos estudando matérias específicas nas universidades."

    Viu só, corporativismo. Amigo conheço uma porção de gente graduada na área que adoraria essa reserva de mercado pois ela proporcionaria apenas uma proteção perfeita para esconder suas incompetências.

    Vamos fazer uma comparação grosseira com o que vêm ocorrendo com outra profissão, a de advogado. A cada ano que passa um volume cada vez maior de "profissionais" graduados em direito não consegue passar no exame da ordem e parece mesmo que a principal razão para tanto insucesso está ligada ao crescente número de faculdades de direito interessadas apenas em despejar milhares de diplomados a cada ano no mercado.

    A indústria de TI vive da inovação, da iniciativa e do empreendedorismo, não da proteção ou reserva de mercado. Essa é uma mentalidade empreguista genuinamente brasileira e não por acaso o Brasil não tem papel de destaque no cenário mundial de TI. Excessão à essa realidade podemos citar somente o recente movimento do software livre nacional e advinhe, o sucesso ocorre justamente porque nesse segmento há muita iniciativa, inovação, liberdade para atuação e um modelo de meritocracia e excelència. Nada de protecionismos.

    Conheço boa parte do pessoal do movimento do software livre nacional e sei de muita gente boa com formação acadêmica (outros sem uma formação tradicional) que arrebentam como técnicos, programadores e muitos são grandes líderes.

    Contrutivo sim seria a discussão de um código de ético ou postura para profissionais e empresas que atuam no setor. O apoio federal a iniciativas de certificação e qualificação do profissional e de todo os processos dessa indústria.

    Deixe-me terminar com uma curiosidade, não sei se você sabe mas mais o primeiro microcomputador domético de sucesso (muito antes de Apple ou IBM PC) foi criado não por um engenheiro, técnico ou especialista em computação, foi criado por um médico e a máquina chamava-se Altair 8800. Se isso é novidade para você sugiro que faça seu dever de casa.



  3. Também não acho uma boa a regulamentação. A história do desenvolvimento da Informática dependeu demais de profissionais da áreas de exatas como matemáticos, físicos, engenheiros, etc para agora se dizer que alguém formado nessas áreas não pode atuar com TI. A computação é importante na formação de qualquer aluno desses cursos e muitos desses demonstram interesse em seguir na área de TI e muitos obtém grande sucesso. A não regulamentação exige dos profissionais de TI competência e não apenas um diploma. Reservar mercado apenas a formados nos cursos correlatos significa perder qualidade pela falta de concorrência.
    A informática tem uma dinâmica incompatível com essa reserva de mercado...

    Ainda está na primeira comissão: http://www.camara.gov.br/sileg/Prop_....asp?id=325794

  4. #14
    Virus_cg
    asfonseca, exatamente por essa falta de qualidade que o número de reprovações na prova do OAB aumenta e se você não passa, não pode exercer a profissão. Isso garante um mínimo aos profissionais que chegam ao mercado, ou seja, tiveram que aprender.
    Outra coisa, nada impede qualquer outro com bons conhecimentos de exercer a profissão, desde de que ele mostre que os tem. Quando fez o Altair ele provou isso. Não existia mais nada que pudesse demonstrar sua competência, a informática estava surgindo e qualquer com um mínimo de dedicação poderia aprender e pesquisar, acho que você está sendo muito equivocado nas suas respostas.

    Quanto ao desenvolvimento eu conheço muito bem e não haveria outra forma dele prosseguir já que é voluntário. Agora o mercado de trabalho não é voluntário.

    cleberlr, não é reserva de mercado, é exigir competência e qualidade. Você se trataria com um médico que não fez faculdade de medicina? Àqueles que fizeram cometem muitos, imagina que não teve uma base tão grande. Este exemplo do médico pode ser expandido para qualquer profissão. O Conhecimento adquirido deve sempre ser levado em consideração, mas as pessoas são diferentes, o modo de aprender, os interesses e como colocam o conhecimento em prática também.

    :wink: t+



  5. AE galera, bom dia peimeiramente...

    Apesar de eu não ter curso superior em TI e tals ... porém eu não concordo com que pessoas que não tem superior possam trabalhar eu tal função isso seria uma falta de respeito com quem batalhou para fazer uma facu para ter seu diploma e de repente qualque um poder exercer tal função ???






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