• Crescimento das Ameaças Cibernéticas Impulsionando Estratégias de Segurança

    Quase 50% das empresas globais, acreditam possuir uma estratégia de segurança eficaz de informação e são pró-ativas ao executar seus planos, colocando-os na categoria de informações de segurança "front runners". De acordo com um estudo feito pela especialista em auditoria e consultoria de segurança, PwC, 25% dos inquiridos se identificaram como estrategistas, enquanto o restante se identificou como "firefighters", ou seja, remediam ao invés de prevenir.

    A nona pesquisa anual, realizada entre mais de 9.600 executivos de segurança de 138 países, descobriu que 72% dos inquiridos confia no relatório de eficácia das atividades realizadas na sua organização. No entanto, a confiança diminuiu acentuadamente desde o ano de 2006.

    Com a pesquisa realizada, foi possível enxergar uma nova definição de um líder de segurança da informação. Aqueles identificados como líderes, exibem uma estratégia global de segurança ajustada, medindo e analisando ​​a eficácia da política de segurança aplicada, além de haver uma melhor compreensão das falhas de segurança que a organização enfrentou no ano passado.


    Maior Percepção Sobre as Ameaças de Crimes Cibernéticos

    De acordo com Mark Lobel, um dos principais consultores da PwC, as empresas agora têm percepções maiores do que nunca com a paisagem dos crimes cibernéticos e outros eventos de segurança, e assim, traduzem essa informação em investimentos voltados especificamente à três áreas: prevenção, detecção e operacional, relacionados com as tecnologias web.

    Apenas alguns anos atrás, quase metade dos que responderam a pesquisas desse tipo, não conseguiam responder às perguntas mais básicas sobre segurança, relacionadas com violações. Aproximadamente 80% ou mais dos entrevistados, podem fornecer informações específicas sobre a freqüência, tipo e fonte de brechas de segurança que suas organizações enfrentaram durante este ano de 2011.

    Lobel também disse que, após três anos de corte de orçamentos na área da segurança da informação, os entrevistados mostraram-se bastante otimistas em relação aos gastos com segurança. Porém, muitas das vulnerabilidades que começaram a surgir no ano passado - dois anos após a crise econômica mundial, ainda estão presentes e requerem muita atenção.


    Controle do Uso das Plataformas Móveis

    Dispositivos móveis e redes sociais, representam uma nova e significativa linha de risco - e uma demanda para a prevenção. Dessa maneira, as organizações estão começando a ampliar seus esforços, para prevenir que haja ataques em massa relativo a esses sistemas móveis e redes sociais.

    Exatamente 43% dos entrevistados, têm uma estratégia de segurança para uso dispositivos pessoais de funcionários, 37% têm uma estratégia de segurança para dispositivos móveis e 32% têm uma estratégia de segurança para as mídias sociais.

    Todo o processo de gerenciamento de segurança, relacionado com os riscos associados com os parceiros, vendedores e fornecedores sempre foi um grande problema. De acordo com a pesquisa feita este ano, esse cenário está ficando cada vez pior.

    Houve uma identificação, partindo de 17% dos entrevistados, de que os clientes seriam a grande fonte das brechas de segurança; ano passado, 12 e 15%, respectivamente, identificaram parceiros ou fornecedores como a origem dessas falhas.


    Links de Interesse:

    - Threats to Security - Like the Weather - are Hard to Predict

    Sobre o Autor: Camilla Lemke


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