• Crimeware Móvel e Mercado Global do Cibercrime

    O amplo mercado de dispositivos móveis tem gerado uma complexidade no cenário industrializado e financeiro, devido ao número de fraudes que vem sendo praticadas. Essa facilidade, essa porta aberta acaba impulsionando a ousadia e a sofisticação nas técnicas criminosa que são empregadas, para explorar essa grande popularidade dos dispositivos, sejam eles tablets, smartphones e outros do gênero. Essas práticas criminosas, são financiadas pelo aumento das receitas derivadas de novos desenvolvimentos potentes relacionados a malware móvel.


    Cibercriminosos Aproveitam Popularidade dos Dispositivos Móveis

    Os dispositivos móveis cada vez mais apresentam uma alternativa atraente, prática e econômica para desktops tradicionais. Nos próximos anos, os pagamentos móveis globais estão previstos para ultrapassar os 1.300 bilhões de dólares, além disso apresentar uma carga de oportunidade para as quadrilhas do cibercrime que apreciam as vulnerabilidades dessas comunicações itinerantes e plataformas de computação, de acordo com os relatórios de análise do Anti-Phising Work Group (APWG).




    Vulnerabilidades e Escolha do Modo de Ataque

    Os atacantes maliciosos sempre procuram os alvos mais fracos. No caso de smartphones, os criminosos são bastante rápidos para explorar vulnerabilidades de infra-estrutura inerentes. Eles resolvem escolher o modo de ataque, dependendo do destino; no entanto, algumas características básicas são muito semelhantes em todos os sistemas operacionais. Além de tudo isso, os dispositivos podem variar em design, funcionalidade ou plataforma, seja Android, iOS, Symbian OS, Microsoft Windows Mobile e Palm OS, pois todas elas oferecem acesso ou suporte a uma rede móvel.

    Há ainda o fornecimento de acesso à Internet através de interfaces, tais como Bluetooth, WLAN, infravermelho ou GPRS, stacks de protocolos TCP / IP; sincronização com desktops, além da capacidade de executar simultaneamente múltiplas aplicações e apresentar APIs para desenvolver as aplicações. De acordo com o coordenador e pesquisador de fraudes móveis da APWG, Jart Armin, "por um lado, podemos ver apenas um exemplo de um grande banco europeu, que no início de 2012 tinha 100 mil usuários de serviços bancários móveis, e até abril de 2013, atingiu a marca de 4 milhões. Ao contrário, havia cerca de 50 amostras conhecidas de malware móvel em 2010, subindo em 2013 para cerca de 30.000 amostras.

    Vale deixar claro que a APWG fornece uma abordagem retórica para as questões ligadas ao crimeware móvel, e para a estrutura da cadeia de suprimentos de intrusão. Há também uma verificação ampla referente a temas em profundidade, a partir da perspectiva de um atuante no cenário cibercriminoso.


    Saiba Mais:

    [1] Malware News http://www.net-security.org/malware_news.php?id=2494

    Sobre o Autor: Camilla Lemke


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