• Apesar dos Custos Ocasionados, Organizações Ignoram Novas Ameaças

    Uma nova geração de ameaças à segurança, decorrentes de megatendências e tecnologias como BYOD, as mais diversas práticas de mobilidade, computação em nuvem e uso da Internet, bem como ações internas tanto acidental e maliciosas, introduziram as organizações a uma infinidade de novos riscos. De acordo com uma pesquisa de segurança global realizada pela Dell, a maioria dos líderes de TI de todo o mundo, diz que que não vê essas ameaças como as questões de segurança de topo. Além de banalizarem esses riscos, esses executivos não estão priorizando a forma de encontrar maneiras para resolvê-los nos seus vários pontos de origem.


    Na verdade, quando os entrevistados foram convidados a prestar atenção nas prioridades a longo prazo, apenas 37 por cento deles classificou as ameaças desconhecidas como uma preocupação de segurança máxima nos próximos cinco anos. Epidemias de ameaças vêm de todos os lados, tanto de dentro quanto de fora da organização, e estão, muitas vezes, escondidas em ambientes mal configurados ou são provenientes de permissões e governança de dados ineficazes, além de serem oriundas de falhas de acesso e políticas de uso.

    A pesquisa de segurança global da Dell envolveu os principais profissionais de segurança do setor público e privado, todos eles estando conscientes da preparação para esta nova onda de ameaças que assola a segurança de TI. Algumas das principais conclusões incluem que 64 por cento dos entrevistados, concorda que as organizações terão que reestruturar / reorganizar seus processos de TI, sendo mais colaborativas com outros departamentos para ficar à frente das próxima ameaças à segurança.

    Dentre os entrevistados nos Estados Unidos, 85% deles disse que é necessária esta abordagem, contrastando com os percentuais do Reino Unido (43 por cento) e Canadá (45 por cento), que foram os menos convencidos de que isso seria necessário. Além do mais, quase 90 por cento dos entrevistados acredita que o governo deve ser envolvido, fortemente, na determinação de estratégias de defesa cibernética das organizações, e 78 por cento acha que o governo federal tem um papel positivo na proteção de organizações contra ameaças internas e externas, o que reforça a necessidade de uma liderança forte e orientação de organizações do setor público em ajudar proteger o setor privado.


    Saiba Mais:

    [1] Net Security http://www.net-security.org/secworld.php?id=16396

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