• Banco de Dados Favorece Atividades de Crackers

    De acordo com um levantamento realizado pela Unisys e pelo Ponemon Institute, entre os meses de abril e maio desse ano, os bancos de dados são o grande alvo das atividades cibernéticas maliciosas, registrando 39% dos ataques direcionados que são desencadeados pelos cybercriminosos contra as empresas. Esse levantamento, também mostra também outros alvos que os criminosos cibernéticos estão sempre visando atingir, como desktops, laptops, smartphones e tablets e sistemas baseados em nuvem.


    Dentre as constatações do estudo, uma delas é que a maioria de provedores de infraestrutura crítica em todo o mundo, apesar de admitir já ter sofrido algum tipo de violação de dados, não classifica a segurança da informação como prioridade. Esse índice de falha chega a 70%. Além disso, acidentes ou erros internos lideram a lista de causas das falhas ocorridas nos últimos 12 meses. Em seguida, vêm os ataques externos e códigos maliciosos. Os ataques internos representam 20% do total dessas violações.


    Questões de Segurança Precisam ser Levadas mais a Sério

    Mesmo diante de tantas evidências de perdas de informações confidenciais ou interrupções de operações, apenas 32% dos entrevistados classificaram a segurança como uma das cinco prioridades estratégicas na organização. Enquanto isso, a média global registrada é de 40%. Conforme relatos de Larry Ponemon, líder do instituto que carrega o seu sobrenome, esses resultados da pesquisa são surpreendentes, uma vez que as indústrias ouvidas compõem uma espécie de "pilar de sustentação" da economia global e dessa forma, não devem apresentar qualquer suscetibilidade a uma possível situação de ruptura.


    Ameaças Internas Continuam Sendo a Preocupação Chave

    Complementando as considerações já feitas em relação ao cenário de ameaças, o executivo Italo Cocentino, diretor de Programas Estratégicos da Unisys para América Latina, disse que "intencional ou acidental, as ameaças de dentro das empresas são tão reais e devastadoras quanto àquelas que vêm de fora". Em face desses acontecimentos, há uma esperança de que os resultados da pesquisa sirvam como um alerta para provedores de infraestrutura crítica e assim, possam desenvolver uma abordagem muito mais proativa e holística das empresas para protegerem seus sistemas de TI contra ataques.


    Saiba Mais:

    [1] CEPROMAT http://www.cepromat.mt.gov.br/index....da-dos-hackers

    Sobre o Autor: Camilla Lemke


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