• Qual a Importância da Privacidade Online?

    As preocupações do consumidor com a privacidade on-line permanecem extremamente elevadas, com 92 por cento dos usuários de Internet sendo americanos que se mostram extremamente preocupados, de certa forma, sobre sua privacidade na grande rede. Esse percentual é o mesmo que foi apresentado no mês de janeiro de 2014. Na sequência, 44 por cento deles disse que estavam freqüentemente ou sempre preocupados com a segurança no mundo cibernético e 42 por cento deles concordou que estava cada vez mais preocupado, devido a o número de ocorrências envolvendo roubo de dados e demais prejuízos ao consumidor. Quando aqueles que se preocupam com sua privacidade on-line foram perguntados sobre qual o fator que mais contribuía para este sentimento, 38 por cento disse que as empresas compartilham suas informações pessoais com outras empresas, enquanto 36 por cento deles estavam preocupados com as ameaças de segurança recentes, como o bug Heartbleed.


    Entre aqueles que se preocupam com sua privacidade, 37 por cento disse que as empresas devem ser mais transparente sobre a forma a partir da qual elas coletam e utilizam dados das pessoas, além de precisarem ser mais ativas na execução de medidas para proteger a privacidade on-line, o que seriam as melhores maneiras de reduzir as preocupações dos indivíduos. Na semana passada, o presidente Barack Obama anunciou um pacote de medidas em seu discurso, que visa reforçar a segurança dos consumidores e melhorar a privacidade on-line; 27 por cento das pessoas entrevistadas disse que os governos precisam colocar mais rigor nas legislações para proteger suas informações pessoais online, o que ajudaria a aliviar suas preocupações.

    Além do mais, a preocupação com a privacidade on-line apresenta um impacto fortemente negativo sobre os negócios. Nos últimos 12 meses, 77 por cento das pessoas que se preocupam com sua privacidade on-line moderou suas atividades devido às suas preocupações:

    - 57 por cento não clicou em um anúncio on-line (por medo de golpes e as famosas "fraudes do clique")
    - 51 por cento delas reteve algumas informações pessoais em alguma tentativa de indução à colocá-las em exposição (preenchimento de formulários, e-mails em nomes de instituições financeiras solicitando dados pessoais, dentre outras similares)
    - 35 por cento não baixou um aplicativo/produto que foi oferecido
    - 25 por cento parou uma transação on-line antes de completá-la, por medo de cair em armadilha do cybercrime
    - 9 por cento dessas pessoas excluiu algum tipo de conta online.


    Saiba Mais:

    [1] Net Security http://www.net-security.org/secworld.php?id=17883

    Sobre o Autor: Camilla Lemke


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