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  1. Citação Postado originalmente por cleciorodrigo Ver Post
    Amgio da uma olhada neste artigo

    Sobre o fato de o sol interferir
    Tecnociência

    Sobre interferencia
    https://under-linux.org/forums/wirel...luicao-rf.html

    Falow

    Clecio
    Acabei de ler o artigo, exatamente o que falei anteriormente, só errei a frequência! Isso eu sabia desde os 15 anos quando usava PX!

    Citando os exemplos dos amigos, também tenho cliente com antena embaixo de telhado de zinco e funciona bem , mais está bem perto da torre. Tenho um outro que a antena está apenas perto do telhado de zinco, no caso está mais acima, este o sinal é bem fraco.

  2. Citação Postado originalmente por Josue Guedes Ver Post
    Cara, nos meus 20 anos de eletrônica não vi não calor interferir em onda de rádio. Luz e calor para Ondas de rádios, são espectros bem diferentes e distantes. Não concordo com sua afirmação. Acredito que os problemas estão relacionados a umidade nas conexões etc. Mais respeito a opnião de todos. Quanto ao telhado acredito que a interferência e causada devido reflexão de ondas, como a própia Hypertec que fabrica antenas homologadas afirma. Para min, calor não tem nada haver com essa história toda.
    Retirei esse texto de Transmissão de Calor

    Você pode encontrar mais coisas pesquisando sobre gradientes de temperatura e refração da luz. O que quero dizer é que da mesma forma que pode acontecer com a luz pode acontecer com ondas de rádio.

    O ponto mais importante é que as miragens não são ilusões de ótica, sendo provocadas por refração na atmosfera. Ilusão de ótica é, por exemplo, o efeito do sol ou da lua, sobre o horizonte, que aparecem sendo maiores do que realmente são.

    Vejamos: sabe-se que a atmosfera é oticamente não-uniforme: seu índice de refração varia de ponto a ponto, especialmente ao longo de linhas verticais. Na verdade, o índice de refração do ar depende da densidade que, por sua vez, depende da pressão e da temperatura (lembre-se que P = R T). Se a pressão for mantida constante, a densidade diminui com o aumento da temperatura (inversamente dependente); se a temperatura permanecer constante, a densidade diminui com o decréscimo de pressão (linearmente dependente). Como a pressão e a temperatura variam com a altura, ambos contribuem para as variações no índice de refração.

    A pressão decresce com a altura, a partir da superfície da Terra rumo às camadas superiores da atmosfera. Se a pressão atuasse isoladamente, isto resultaria na queda contínua do índice de refração com a altura. Entretanto, uma medida razoável para o gradiente de temperatura para a faixa dos 10 a 15 km abaixo da atmosfera livre, bem acima da superfície é de 6,5 C / km (isto é, para cada km acima, 6,5 C podem ser diminuídos na temperatura). Para este gradiente sozinho, o índice de refração aumentaria com a altura, mas a uma taxa bem menor do que decresceria por causa da queda de pressão. Assim, como o efeito de pressão é maior, o índice de refração decresce regularmente com a altura naquela parte da atmosfera.

    Entretanto, perto da superfície, as condições são diferentes: os gradientes de temperatura podem ser 10, 100 e mesmo 1000 vezes maior que os valores da atmosfera superior. A temperatura pode inclusive aumentar com a altura (sobre lagos congelados ou frios, por exemplo). As miragens podem ser vistas ao longo de linhas de visão tangenciais ao solo, indicando que a existência e a forma das miragens são determinadas grandemente pelos gradientes de temperatura.

    Numa atmosfera isotérmica (mesma temperatura) e isobárica (mesma pressão), o índice de refração seria único e raios de luz teriam trajetórias essencialmente retas. Na atmosfera que temos, as trajetórias serão curvas. Vamos considerar dois casos:

    * Superfície quente (temperatura do ar decresce com a altura); Nesta situação, como num deserto ou numa rodovia em condições normais, a temperatura junto ao solo é muito alta, diminuindo com a altura. Isto resulta num índice de refração baixo junto ao solo, aumentando com a altura até que, a uns 4 metros, ele pode ser considerado como constante.

    Nestas situações, os raios de luz provenientes do céu são refratados pelas camadas de ar nas quais há decréscimo de temperatura com a altura (já que o solo está bastante quente). Os raios são dobrados para o observador, que os vê vindo de um ponto abaixo do horizonte, e que acredita que haja água no chão, algum ponto adiante de onde ele se encontra. As flutuações que vemos nas imagens são devidas às variações na reflexão pelo ar quente, dando a ilusão de água corrente. É a situação da imagem inferior, pois a imagem aparece estar abaixo de onde deveria.

    * Superfície fria (temperatura do ar aumenta com a altura); Considere um raio de luz que saiu de uma montanha, por exemplo, na sua direção. Devido ao aumento da temperatura com a altura, o índice de refração diminui, refratando o raio, isto é, curvando o raio para que o observador possa ver. Este extrapola mentalmente na direção do raio observado e coloca a imagem num ponto superior ao que o objeto se encontra. Temos assim a chamada miragem superior, pois a imagem parece estar acima da posição real.

    As imagens podem ser múltiplas como acontece com o reflexo da lua ou do sol sobre as águas do mar ou de um lago. Se as águas fossem paradas, formando uma superfície reta, teríamos uma imagem circular da lua, o que não acontece. A faixa que aparece é o resultado das inúmeras imagens formadas sobre uma superfície cheia de ondas.



  3. Citação Postado originalmente por jpjust Ver Post
    Retirei esse texto de Transmissão de Calor

    Você pode encontrar mais coisas pesquisando sobre gradientes de temperatura e refração da luz. O que quero dizer é que da mesma forma que pode acontecer com a luz pode acontecer com ondas de rádio.

    O ponto mais importante é que as miragens não são ilusões de ótica, sendo provocadas por refração na atmosfera. Ilusão de ótica é, por exemplo, o efeito do sol ou da lua, sobre o horizonte, que aparecem sendo maiores do que realmente são.

    Vejamos: sabe-se que a atmosfera é oticamente não-uniforme: seu índice de refração varia de ponto a ponto, especialmente ao longo de linhas verticais. Na verdade, o índice de refração do ar depende da densidade que, por sua vez, depende da pressão e da temperatura (lembre-se que P = R T). Se a pressão for mantida constante, a densidade diminui com o aumento da temperatura (inversamente dependente); se a temperatura permanecer constante, a densidade diminui com o decréscimo de pressão (linearmente dependente). Como a pressão e a temperatura variam com a altura, ambos contribuem para as variações no índice de refração.

    A pressão decresce com a altura, a partir da superfície da Terra rumo às camadas superiores da atmosfera. Se a pressão atuasse isoladamente, isto resultaria na queda contínua do índice de refração com a altura. Entretanto, uma medida razoável para o gradiente de temperatura para a faixa dos 10 a 15 km abaixo da atmosfera livre, bem acima da superfície é de 6,5 C / km (isto é, para cada km acima, 6,5 C podem ser diminuídos na temperatura). Para este gradiente sozinho, o índice de refração aumentaria com a altura, mas a uma taxa bem menor do que decresceria por causa da queda de pressão. Assim, como o efeito de pressão é maior, o índice de refração decresce regularmente com a altura naquela parte da atmosfera.

    Entretanto, perto da superfície, as condições são diferentes: os gradientes de temperatura podem ser 10, 100 e mesmo 1000 vezes maior que os valores da atmosfera superior. A temperatura pode inclusive aumentar com a altura (sobre lagos congelados ou frios, por exemplo). As miragens podem ser vistas ao longo de linhas de visão tangenciais ao solo, indicando que a existência e a forma das miragens são determinadas grandemente pelos gradientes de temperatura.

    Numa atmosfera isotérmica (mesma temperatura) e isobárica (mesma pressão), o índice de refração seria único e raios de luz teriam trajetórias essencialmente retas. Na atmosfera que temos, as trajetórias serão curvas. Vamos considerar dois casos:

    * Superfície quente (temperatura do ar decresce com a altura); Nesta situação, como num deserto ou numa rodovia em condições normais, a temperatura junto ao solo é muito alta, diminuindo com a altura. Isto resulta num índice de refração baixo junto ao solo, aumentando com a altura até que, a uns 4 metros, ele pode ser considerado como constante.

    Nestas situações, os raios de luz provenientes do céu são refratados pelas camadas de ar nas quais há decréscimo de temperatura com a altura (já que o solo está bastante quente). Os raios são dobrados para o observador, que os vê vindo de um ponto abaixo do horizonte, e que acredita que haja água no chão, algum ponto adiante de onde ele se encontra. As flutuações que vemos nas imagens são devidas às variações na reflexão pelo ar quente, dando a ilusão de água corrente. É a situação da imagem inferior, pois a imagem aparece estar abaixo de onde deveria.

    * Superfície fria (temperatura do ar aumenta com a altura); Considere um raio de luz que saiu de uma montanha, por exemplo, na sua direção. Devido ao aumento da temperatura com a altura, o índice de refração diminui, refratando o raio, isto é, curvando o raio para que o observador possa ver. Este extrapola mentalmente na direção do raio observado e coloca a imagem num ponto superior ao que o objeto se encontra. Temos assim a chamada miragem superior, pois a imagem parece estar acima da posição real.

    As imagens podem ser múltiplas como acontece com o reflexo da lua ou do sol sobre as águas do mar ou de um lago. Se as águas fossem paradas, formando uma superfície reta, teríamos uma imagem circular da lua, o que não acontece. A faixa que aparece é o resultado das inúmeras imagens formadas sobre uma superfície cheia de ondas.
    Então, li o texto e não discordo de nada, apesar de não ser minha especialidade, mais estou com o amigo que diz "Ainda não comi essa!" Continuo convicto que nada disso tem alguma coisa haver com sinais em 2,4Ghz. Se tiverem alguma informação direta e clara postem ai.

  4. Ola colegas ! estou retornando após assinar net com o colega "perigoso.

    Quanto ao telhado de zinco e ao sol, o telhado de zinco interfere mais que o sol em uma irradiação com frequência alta como 2.4Ghz. alias, a interferencia do sol é insignificante, o que acontece realmente é a modificação que sofre alguns objetos com a intensidade do calor e ai sim pode haver interferencias, mas devido as alterações destes objetos e o sol é que leva a culpa na maioria das vezes, mas o telhado de zinco tanto pode dificultar uma irradiação desviando o sinal (reflexão), como pode ajudar pelo mesmo motivo. O zinco reflete o sinal, (tanto faz se a antena esta acima ou abaixo dele), o que muda é em que angulo o sinal chega nele e como ele esta disposto em relação a antena.seu formato etc...

    Estou fazendo uma parceria com o colega "perigoso", para desenvolver uma antena especial, de acordo com solicitação do mesmo.

    abraços,

    castilhos
    Última edição por castilhos; 28-12-2007 às 12:57.



  5. Caro amigos, gostaria de agradecer e aplaudir esta comunidade, pois sem duvida e rica em informacoes, bem como pessoa altamente qualificadas e dispostas a discutir um assunto onde todos acabam aprendendo algo.

    Fantastico os detalhes que aprendi com este tópico.

    Abraco a todos e um Feliz Ano Novo cheio de novos clientes, PAZ, Saude e dinheiro no bolso.

    Leo






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