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  1. #101

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    Citação Postado originalmente por johnicar Ver Post
    Par mim nao vai mudar, a capacitancia e a consecuencia, e um estorbo, ela nao determina a impedancia, e justamente o que se quer eliminar nos cabos, em alta frequancia muito pior, ja que a capacitancia comeza a influir diretamente na sintonia, olha so por exemplo em 50mhz uma capacitancia de 10pf na saida nao vai influir muito, mas imagina eses mesmo 10 pf em um circuito de 2ghz, equivale a um cortocircuito.
    Olha se pegamos 3 tipos de cabos de modeos identicos por ex. RG213, RGC213,DLC213, a diferenca entre eles e o seu dieletrico, como consequancia a capacitancia tb, mas mas se medirmos seus conductores internos e externo (interior) eles sao exatamente iguais, entao a capacitancia nos 3 e diferente e mesmo assim eles tem 50hom, porque , porque a impedancia esta dada pela diferenca entre eses condutores.Podemos usar qualquer linha de qualquer impedancai desde que ela esteja sintonizada a multiplos de meia onda da frequencia , ja que ela se comporta nese caso como neutra, a impedancia que entra e a mesma que sai.
    Concordo contigo apenas que a capacitancia e a responzavel de um cabo ter maior perda que o outro, mas nao que ela determine a impedancia do cabo.

    A pratica e a base de toda e qualuer teoria, sem ela nao teriamos nehum fundamento teorico.
    Teoria no papel e muito bonita, mas na pratica e otra cosa.

    Confere a velocidade de propagação nestes condutores... Eu já expliquei que a velocidade de propagação influi, qual vai ser intensidade da impedancia do meio de condução, para o sinal de RF, isso vai influenciar na capacitancia. (Aquele exemplo da moto)

    Se a velocidade for maior, uma capacitancia mesmo menor, pode manter a impedancia.

    Ta explicaderrimo no post que citei como exemplo o vento, o peso e a velocidade da moto.

    JÁ EXPLIQUEI ISSO AKI... É SO PROCURAR., leia ai... o exemplo COMPLETO
    https://under-linux.org/f125393-cabo...stema-wi-fi-14

    Cabo de 50ohm sem a fita aluminisada. "RG213"
    Vc viaja de moto a 67KM/h(velocidade de propagação) e sente um peso de 50KG(impedancia do cabo 50OHM) no peito porque o vento está a 101KM/h contra VC (capacitancia 101pF/m)

    Na outra situação: Cabo RGC213
    Vc viaja de moto a 82KM/H e sente um peso de 50KG no peito porque o vento está a 82KM/h(capacitancia82pF/m)

    To acabando de crer que nao vou conseguir prepassar esse conhecimento aqui. e não vou ter como sair do underlinux e colocar os questionadores numa sala pra repassar isso... porem pra mim está tudo claro.
    Última edição por nandofer; 29-04-2009 às 02:02.

  2. #102

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    Como se diz... o conhecimento e analises acima de 1GHz é para poucos.

    Gostei muito desse material
    Mas este efeito pelicular só é
    predominante até cerca de 1 Ghz; a partir daí é o

    dielétrico o principal responsável pelas perdas no
    cabo, mas até a uniformidade e a densidade damalha da blindagem passam a ser importantes.
    http://www.producaoprofissional.com....1222804103.pdf

    Acho que em cada questionamento vou ter que repetir ele TB...não é só o QSL.net nao... OK?
    Engraçado que embasa e muito o que eu quis dizer desde a primeira pagina... e não foram poucos contra não.... acho que deu uma proporção de 2 para 100,,, assim como prós esta para contra.
    Última edição por nandofer; 29-04-2009 às 02:12.



  3. #103

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    algumas teorias sobre as frequencias mais altas eram puras suposicoes, ja que nao exitiam na epoca com chegar ate elas na pratica, entao literaraturas antigas podem dizer uma coissa quando na verdade hoje que posiveis chegar a frequencias muito mais elevadas na pratica, dizem totalmente o contrario.

    Arespeito do comprimento de onda, se vc for fazer o calculo para medidas de antenas use 300, ja que o meio de propagacao e nossa atmosfera, agora se for para cortar o cabo leve em consideracao a velocidade de propagacao propia de cada cabo, por exemplo se usar o RGC 213 a velocidade de propagacao dele e de 82% a de 300. ou seja 246 entao comprimento de onda para cortar o cabo fica 0,102 m e multiplos pares dele.

  4. #104

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    Citação Postado originalmente por johnicar Ver Post
    algumas teorias sobre as frequencias mais altas eram puras suposicoes, ja que nao exitiam na epoca com chegar ate elas na pratica, entao literaraturas antigas podem dizer uma coissa quando na verdade hoje que posiveis chegar a frequencias muito mais elevadas na pratica, dizem totalmente o contrario.
    Só para nao confundir a literatura é nova e fala sim de uma realidade atual, nela não se usa conceitos antigos, simplesmente é a materia de agosto de 2008, e está falando de frequencia superiores a 1GHz, inclusive analise dos padrões de transmissão mais atuais.

    A materia é de Produção Profissional |
    Agosto 2008





  5. #105

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    O que o texto está dizendo é que a perda (atenuação) até 1GHz é predominantemente devido a perda nos condutores , perda esta que se dá devido ao efeito skin.A lógica é que qto mais alta a frequência menor a penetração do sinal no condutor. Logo sua perda que é proporcional a área de restrição ao sinal cai. Não está dizendo que o efeito skin desaparece. A partir de 1GHz a perda é majoritariamente determinada pela perda no dielétrico.

  6. #106

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    Para não ficar apenas no achismo, trouxe algumas fórmulas válidas para cabo coaxial trançado:

    Impedância Zo = 138/sqr(Epson)*log(D/d)

    onde : Epson = constante dielétrico (depende do material plástico e da sua forma de extrusão)
    D- diâmetro do dielétrico
    d- diâmetro do condutor central

    Capacitância(pF/pé) C = 7.36*Epson/log(D/d)

    Atenuação (dB/pé) = 0.4343/Zo*D *(D/d+1)* sqr (freq) + 2.78 * (freq)*Epson* 1/sqr(Epson)
    freq = frequencia de operação em MHz.

    Como podemos ver pelas fórmulas :

    A impedância e a capacitância dependem unicamente da razão dos diâmetro elétricos dos cabos e da natureza do dielétrico.
    A atenuação depende : dos diâmetro elétricos dos cabos , da natureza do dielétrico e da frequência. Depende da impedâcia, mas como esta depende dos itens anteriores, é redundante dizer que depende da impedância.



  7. #107

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    Citação Postado originalmente por abelardo Ver Post
    A atenuação depende : dos diâmetro elétricos dos cabos , da natureza do dielétrico e da frequência. Depende da impedâcia, mas como esta depende dos itens anteriores, é redundante dizer que depende da impedância.
    Concordo com o que disse... so que eu considero redundante falar dos outros fatores... simplesmente eu falo que depende da capacitancia e já englobo tudo, desde o padrão geometrico, distancias, dieletrico... muito mais simples.. falamos do produto final que altera.;; ETC...

    o que tem maior peso é a capacitancia... por isso frisei a capacitancia... avaliando a mesma frequencia em dois casos, pois a frequencia tb é um fator que altera a atenuação...

    Vejamos... o fator que tem mais peso é a capacitancia considerando o comprimento do cabo o mesmo e tb a mesma frequencia... foi isso que disse desde o inicio.

    entendido...

    So tem uma coisa... não estou trabalhando em cima do ACHISMO... vlw
    Última edição por nandofer; 29-04-2009 às 22:07.

  8. #108

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    Citação Postado originalmente por abelardo Ver Post
    O que o texto está dizendo é que a perda (atenuação) até 1GHz é predominantemente devido a perda nos condutores , perda esta que se dá devido ao efeito skin.A lógica é que qto mais alta a frequência menor a penetração do sinal no condutor. Logo sua perda que é proporcional a área de restrição ao sinal cai. Não está dizendo que o efeito skin desaparece. A partir de 1GHz a perda é majoritariamente determinada pela perda no dielétrico.

    OK... e onde falei que o efeito skin desaparece??? nenhum momento falei o que vc esta insinuando que disse...
    Vc está sendo redundante as conclusoes que frisei desde o inicio, mas coloca outras avaliações... apenas parece... que discorda do que falo... mas fala a mesma coisa que digo...
    Última edição por nandofer; 29-04-2009 às 22:12.



  9. #109

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    bem gente,


    vou à pratica. Pedi 30 metros do referido cabo, vou testar em várias situaçoes e ver o resultado!

  10. #110

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    Citação Postado originalmente por fernandofiorentinn Ver Post
    frequencia é frequencia não é, não importa qual grandeza la na tabela esta cedida, hz, khz, mhz, ghz,thz sei lá..
    Sim, frequencia é um termo designativo da onda senoidal que é formada, seja pelo som, seja pela luz, seja pela radioeletricidade.
    No caso do som, vai dar o transporte dos sons graves agudos e médios.
    Quando você bate num tambor, ele vai vibrar numa determinada frequencia que vai corresponder ao som emitido.
    No caso da luz, vai afetar a cor da luz. Normalmente a medida usada para o comprimento de onda da luz é expressa em nanometros. Um nanometro é um milionésimo de milimetro. Daí voce pode imaginar o quando vibra a fonte (frequencia) para produzir a luz.
    E no caso da emissão de rádio , a fonte geradora de frequencia é o radioemissor. E mais especificamente o comprimento de onda em 2.4 é de aproximadamente 12,5 dependendo do canal. A grosso modo, seria, quandas senoides são emitidas em um segundo. ( ou vibrando?)
    Todos são frequencias, mas as aplicações são distintas.
    Eu não me lembro mais de muitos deste detalhes. Já se vão 40 e poucos anos atrás que estudei isso e posso até estar me confundindo um pouco.
    Por isso que eu comentei sobre a tabela. Eu entendi que ela se aplicaria mais a frequencia como som. E tem alguns detalhes ali, que nunca vi.

    Correto, a frequencia é medida em hertz.



  11. #111

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    compare o RGC58 com o RGC59
    RGC6 nao tem equivalente direto em 50 ohm, desde que haja cazamento de impedancias ele sempre vai ter menos perdas que o RGC58.
    rGC11 compare com o RGC 213, vc disse que a impedancia depende da capacitancia, e ahi aonde eu discordo totalmente, agora que a perda depende da capacitancia nese ponto todos estamos de acordo.Como ja falei a capacitancia e um estorbo.

  12. #112

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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Sim, frequencia é um termo designativo da onda senoidal que é formada, seja pelo som, seja pela luz, seja pela radioeletricidade.
    No caso do som, vai dar o transporte dos sons graves agudos e médios.
    Quando você bate num tambor, ele vai vibrar numa determinada frequencia que vai corresponder ao som emitido.
    No caso da luz, vai afetar a cor da luz. Normalmente a medida usada para o comprimento de onda da luz é expressa em nanometros. Um nanometro é um milionésimo de milimetro. Daí voce pode imaginar o quando vibra a fonte (frequencia) para produzir a luz.
    E no caso da emissão de rádio , a fonte geradora de frequencia é o radioemissor. E mais especificamente o comprimento de onda em 2.4 é de aproximadamente 12,5 dependendo do canal. A grosso modo, seria, quandas senoides são emitidas em um segundo. ( ou vibrando?)
    Todos são frequencias, mas as aplicações são distintas.
    Eu não me lembro mais de muitos deste detalhes. Já se vão 40 e poucos anos atrás que estudei isso e posso até estar me confundindo um pouco.
    Por isso que eu comentei sobre a tabela. Eu entendi que ela se aplicaria mais a frequencia como som. E tem alguns detalhes ali, que nunca vi.

    Correto, a frequencia é medida em hertz.
    Olá 1929, grande parte do que tu falou é verdade, agora "cor da luz", luz nao tem cor, tudo que nós vemos é a frequencia em que a luz é refletida na faixa do visível, lembra-se das cores primarias? quando estudamos o pré-escola eu aprendi que as cores primárias são vermelho, amarelo e azul, e não é bem assim, estudando sensoriamento remoto eu descobri o tal do RGB, eu sempre via isso nos menus da televisão e nao sabi o que era, red, green e blue. vermelho, verde e azul, a combinação dessas cores tras todas as outras, e cada tom de cor é a consequencia da reflectancia de um determinado comprimento de onda na faixa do visivel, lembrando que o branco nada mais é que ausencia de cor, e se consegue pela junção de todas as cores, mas prq ausencia de cor? prq ela reflete todos os raios luminosos, nao absovendo nenhum já o preto é o contrario ele absorve todas as ondas, causando uma ausencia de luz, quando se fala em som, voz, essas coisas, fala-se em vibração do ar, tanto que o nosso timpano reconheçe os sons pela vibração que nele chega,no vácuo nao existe vibração, potanto nao há som, o som é chamda de onda mecanica, por isso os autofalantes vibram , o som precisa de um meio material pra se propagar(gaz, liquido, sólido) já a luz e as ondas de rádio são ondas eletromagnéticas carregadas por particulas como fótons, e nao precisam de um meio gasoso pra se propagar.Qundo vc fala em vibrar o que mais se encaixa é a quantidade de energia em cada onda, quanto menor o lambida( ou preambulo) mais energia a onda carrega, consequentemente maior interferencia ela pode sofre com obstaculos.
    Última edição por fernandofiorentinn; 30-04-2009 às 10:15. Razão: troquei as bolas, corrigido



  13. #113

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    Eu tenho aqui alguns diodos emissores de luz, os leds.
    Um led com comprimento de onda de cerca de 300 nanometros, vai emitir uma luz azul. Quando desligado tu olha ele e é incolor. Este tipo é usado para polimerizar resinas fotopolimerizadas, tanto na industria como na odontologia.
    Já o led com comprimento de onda em torno dos 600 nanometros vai emitir uma luz verde.
    E subindo na escala vai se chegar ao infra vermelho , que é uma luz usada por ex, como aquecimento no tratamento de lesões musculares e semelhantes.
    E baixando vai se chegar ao ultra violeta, que como ex. é usado em secagem de tintas sensíveis ao ultra violeta, nas impressoras de grandes tiragens, onde a impressão ocorre numa velocidade impressionante e a tinta precisa ter uma secagem instantânea.
    Mas o mais interessante é que estes leds são projetados para várias frequencias e em cada uma delas a cor muda.
    Cara, como é amplo o campo de aplicação destes princípios.
    Mas tudo isso já extrapola o foco do tópico. Foi só por causa daquela tabela que eu fiquei curioso sobre a aplicação daqueles dados. Pelo visto tu pesquisa fundo para achar estas coisas. Valeu.

  14. #114

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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Eu tenho aqui alguns diodos emissores de luz, os leds.
    Um led com comprimento de onda de cerca de 300 nanometros, vai emitir uma luz azul. Quando desligado tu olha ele e é incolor. Este tipo é usado para polimerizar resinas fotopolimerizadas, tanto na industria como na odontologia.
    Já o led com comprimento de onda em torno dos 600 nanometros vai emitir uma luz verde.
    E subindo na escala vai se chegar ao infra vermelho , que é uma luz usada por ex, como aquecimento no tratamento de lesões musculares e semelhantes.
    E baixando vai se chegar ao ultra violeta, que como ex. é usado em secagem de tintas sensíveis ao ultra violeta, nas impressoras de grandes tiragens, onde a impressão ocorre numa velocidade impressionante e a tinta precisa ter uma secagem instantânea.
    Mas o mais interessante é que estes leds são projetados para várias frequencias e em cada uma delas a cor muda.
    Cara, como é amplo o campo de aplicação destes princípios.
    Mas tudo isso já extrapola o foco do tópico. Foi só por causa daquela tabela que eu fiquei curioso sobre a aplicação daqueles dados. Pelo visto tu pesquisa fundo para achar estas coisas. Valeu.
    Pois é 1929, o fato de pesquisar bastante se deve ao fato de uma materia chamada geoprocessamento da faculdade, o professor é tinhoso, ele nao da nada de mão beijada, a gente tem que correr atras se quiser aprender, pra ter uma ideia as provas deles são do nivel dos concurso do IBAMA, todo mundo levo ferro no primeiro semestre, ai ja viu né tem que pagar matéria, mas tudo bem, o cara sabe do que fala, pra ter uma ideia , ele ensinou os principios e mando a gente descobrir prq o céu fica avermelhado ao entardecer, rsrs... pensa numa correria.



  15. #115

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    Citação Postado originalmente por johnicar Ver Post
    compare o RGC58 com o RGC59
    vc disse que a impedancia depende da capacitancia, e ahi aonde eu discordo totalmente, agora que a perda depende da capacitancia nese ponto todos estamos de acordo.Como ja falei a capacitancia e um estorbo.
    Estou feliz! Já que vc disse que todos estão concordando que a perda depende em frequencias de 2.4ghz mais da capacitancia do que qualquer outro fator, considerando o tamanho e a frequencia a mesma para analise de pelo menos 2 tipos de cabos. Temos que levar em conta a semelhança do diametro do condutor central para essa analise, foi o que propus no inicio.

    Mas já tem um ponto que vc discorda totalmente que a capacitancia que determina a impedancia.
    Só vc ja disse alguma vez se nao me engano que a impedancia depende diretamente do dieletrico(maior peso pra determinar a capacitancia, é o material e a espessura do dieletrico....considerando o mesmo comprimento)Estou correto em afirmar que vc falou isso????

    Se tiver correto em afirmar que vc disse isso estamos a um passo de vcc concordar que o que disse desde o inicio está correto, pois... será a capacitancia(gerada principalmente pela dimensao do dieletrico) que ira determinas a impedancia do cabo. OK? chegamos ao mesmo produto?

    A velocidade de propagação tb é um fator que vai alterar a capacitancia... nos cabos, se vc quiser manter a impedancia nos tipos diferentes... Ta facil de entender... volta no exemplo da moto, do vento e do peso.
    Última edição por nandofer; 30-04-2009 às 13:01.

  16. #116

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    Salve galera, neste pdf, tem uma breve descrição sobre o cabo pra usar no acoplamento de um radio amador, e nele fala que o melhor cabo é aquele que aquele que perturbar o menos possível a freqüência de trabalho do rádio pacote, isto é, aquele que apresente em 145 MHz a maior impedância, pois esta se apresentará em paralelo com a antena de 50 Ohm..
    http://tecnociencia.inf.br/comunidad...l/ufintere.pdf



  17. #117

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    Citação Postado originalmente por fernandofiorentinn Ver Post
    Salve galera, neste pdf, tem uma breve descrição sobre o cabo pra usar no acoplamento de um radio amador, e nele fala que o melhor cabo é aquele que aquele que perturbar o menos possível a freqüência de trabalho do rádio pacote, isto é, aquele que apresente em 145 MHz a maior impedância, pois esta se apresentará em paralelo com a antena de 50 Ohm..
    http://tecnociencia.inf.br/comunidad...l/ufintere.pdf
    Taí Fernando, um excelente artigo sobre o Stub.
    Cada vêz me convenço mais que usar stub pode ser uma boa saída para nós.
    E ísso é uma das coisas que o Gilvan ensina com muita propriedade.

  18. #118

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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Taí Fernando, um excelente artigo sobre o Stub.
    Cada vêz me convenço mais que usar stub pode ser uma boa saída para nós.
    E ísso é uma das coisas que o Gilvan ensina com muita propriedade.
    certo, mas agora vem a questao , como fazer um stub pra frequancia de 2400 mhz?



  19. #119

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    Citação Postado originalmente por fernandofiorentinn Ver Post
    certo, mas agora vem a questao , como fazer um stub pra frequancia de 2400 mhz?
    Daí é só partir para os cálculos e usar um conector T modelo F que é mais baratinho. Pena que não é soldado.

  20. #120

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    Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Daí é só partir para os cálculos e usar um conector T modelo F que é mais baratinho. Pena que não é soldado.
    então voltamos ao inicio dessa discução, da pra casar a impedancia da antena de 50 omis com um cabo 75 omis com um correto tamanho de cabo ou com um stub?