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  1. Como eu disse no início, esta torre tem cerca de 40 anos. Ela deve atuar como pararraios, pois senão já tinha dado problemas.
    sim , ela tem uma malha semelhante aquelas que fazem o negativo na carroceria dos automóveis. É uma cinta de malha, na verdade são duas cintas destas que ligam a torre a algo enterrado que faz o aterramento. Não sei de é vara de cobre ou outro meio.
    Mas na ponta dela não tem o captor franklin, que tanto usamos.
    Mas fico imaginando como fazer uma boa fixação dos elementos irradiantes na torre e ao mesmo tempo manter uma isolação deles do aço da torre. É isso que me chamou mais a atenção, não ao fato em si da torre agir como pararraios.

  2. Senhores,
    Pára-raios não protegem equipamentos eletrônicos. A NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas) é clara ao dizer:

    "Esta Norma fixa as condições exigíveis ao projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) de estruturas (definidas em 1.2), bem como de pessoas e instalações no seu aspecto físico dentro do volume protegido."

    "Esta Norma não contempla a proteção de equipamentos elétricos e eletrônicos contra interferências eletromagnéticas causadas pelas descargas atmosféricas."

    http://www.crea-mt.org.br/normas/NBR%205419.pdf

    Então, não esperem que os pára-raios protejam seus equipamentos.

    Sds,
    Última edição por motacosta; 10-08-2010 às 15:31.



  3. Citação Postado originalmente por motacosta Ver Post
    Senhores,
    Pára-raios não protegem equipamentos eletrônicos. A NBR 5419 (Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas) é clara ao dizer:

    "Esta Norma fixa as condições exigíveis ao projeto, instalação e manutenção de sistemas de proteção contra descargas atmosféricas (SPDA) de estruturas (definidas em 1.2), bem como de pessoas e instalações no seu aspecto físico dentro do volume protegido."

    "Esta Norma não contempla a proteção de equipamentos elétricos e eletrônicos contra interferências eletromagnéticas causadas pelas descargas atmosféricas."

    http://www.crea-mt.org.br/normas/NBR%205419.pdf

    Então, não esperem que os pára-raios protejam seus equipamentos.

    Sds,
    O que vc aconselha para a proteção dos equipamentos?
    Abraço

  4. Às vezes é melhor ter outro equipamento de reserva do que investir em proteção. Tudo depende do que você tá querendo proteger. As vezes os custos de proteção não compensam. É um tema complexo, mas em linhas gerais, para proteção de equipamentos eletrônicos utiliza-se a abordagem da blindagem eletromagnética. (como em uma gaiola de faraday). Nessa abordagem, o aterramento, ao contrário do que muitos pensam, tem papel secundário ou papel nenhum na proteção. Aterramento não é ator principal nesse filme. A norma IEC 62305-4 ( Proteção de sistemas elétricos e eletrônicos no interior das edificações) trata disso. Dá uma olhada nela por aí. Não sou especialista no assunto, mas é um tema interessante.


    Abs,


    Citação Postado originalmente por Arcanjo_tc Ver Post
    O que vc aconselha para a proteção dos equipamentos?
    Abraço
    Última edição por motacosta; 10-08-2010 às 16:04.



  5. Creio que essa é a intenção ao indicarmos 2 aterramentos: Uma com malha para o para-raio, e outro menor para os equipamentos.

    Por que um aterramento para os equipamentos? Porque os cabos atuam como bobinas se carregando eletricamente quando uma alta tensão de corrente razoavel passa proxima (Descarga atmosférica), ou seja, mesmo que o equipamento esteja com o GND desacoplado da estrutura metálica da torre, os cabos podem atuar como bobinas carregadas com alguma tensão potencialmente perigosa. Havendo aterramento entre o GND dos equipamentos e outro terra, a prática diz que os índices de equipamentos pifados é menor, apesar de haver uma DDP maior entre os dois GND's.

    A alta tensão que os cartões se referem suportar creio que não se trata de descarga direta, e sim por essa tensão circulando entre a carcaça dos cartões (Gaiola de Faraday), porque se houver 10KV entre o GND e o polo central de um XR2, vai estourar a ponto de sobrar quase nada, até porque isso significaria um raio no dipolo desencapado de uma antena, situação praticamente impossível. Já se houver circulando entre a carcaça dele os ditos 14KV, ele suportará (Gaiola de Faraday...). Seriam 14KV com relação ao terra (Mesmo havendo aterramento os μS que leva para o raio circular entre o captor e a malha são suficientes pra queimar muito cartão...), e não 14KV do GND com relação ao polo central da antena (Caso fosse dipolo ou omni).

    Creio que antenas com curto na emissão, tipo quadra-cubica, e setoriais diversas, podem ser um motivo da queima ou não de muitos cartões brasil a fora, geralmente quem perde um cartão em tempestade perde muitos, talvez por ser local de mais descargas, ou por usar antena que necessitaRIAM centelhamento a gas entre os terminais (os que centelham produzindo um curto fase-terra).






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