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  1. Não sei se o rtl 8186 seria uma boa opção para o mesh.
    Eu contatei o suporte da GTS e da Aprouter sobre o protocolo OLSR, já que nos firmwares destes rádios tem lá opção para ativar mesh.
    Na prática nem eles sabem bem como é.
    Agora se for para usar um rádio com chipset Atheros por ex que suporta mesh e instalando dd--wrt a coisa deve mudar de figura. Talvêz não dê para liberar uma banda maior para o cliente como num Airmax. Mas quem tem banda suficiente para isso hoje em dia? São poucos.
    Foi comentado que Airmax não é Wimax. Certo. São coisas diferentes.
    Wimax até quase não tem sido comentado últimamente.
    E tem um inconveniente pelo que vejo. É protocol 802.16 enquanto wifi é 802.11. Notebooks estariam de fora deste páreo. E não é isso que queremos.
    Se o wifi ainda é o meio de eleição, é porque os equipamentos dos clientes ( leia-se notebooks) todos são no protocolo 802.11
    O mesmo acontece se fizermos toda a rede em Airmax. Os notebooks ficarão de fora. Instalar rádio com Airmax e deixar desativado é desperdício.
    Então há mesmo que fazer um bom planejamento como o Aldo citou. E em cima do mesh .
    Traçar uma estratégia e correr atrás.
    Só que para os pequenos esta estratégia que hoje parece boa, com a evolução tecnológica talvêz não seja a melhor amanhã. Teremos que tentar nos antecipar.
    E não é só a GVT que vem aí. Tem outras mais que estão de olho neste mercado.

  2. Mesh resolve mobilidade mas não banda. Pelo contrário, a perda de performance a cada node pode ser drástica. E isto se falando apenas de uma conexão "ponto-a-ponto" padrão, como TCP.

    Já um ambiente de transmissão multicast fica inviável por mesh. Se o provedor quer incluir em seu serviços IPTV ele tem que suportar multicast ou então ficará restrito a video on-demand, que ninguém tem real interesse.

    E não se pode esquecer do IPV6. IPV4 já era e em breve links de internet que fornecerem junto com eles IPs IPV4 vão custar o olho da cara. O ideal é já planejar redes que suportem IPV6 em um futuro próximo (menos de 5 anos?).



  3. Tem razão mtrojahn. Tve um colega de aula que era com este sobrenome . Leia-se Troian, não?

    Por isso que eu disse: Talvêz não dê para liberar uma banda maior para o cliente como num Airmax. Mas quem tem banda suficiente para isso hoje em dia? São poucos.
    Talvêz a opção do mesh seja uma forma de oferecer mobilidade, coisa que os 100MB da GVT não vão fornecer para o usuário, já que é linha fixa.
    Pensando, pensando, já acho que como nunca poderemos competir com planos de muita banda, poderiamos pensar então numa mobilidade, apesar que restrita, pois estará limitada ao nossa região de cobertura. Mas já iria agradar o assinante.
    Sei lá, vejo com preocupação o futuro. Mas não desespero. Enquanto isso vamos discutindo opções viáveis para os pequenos provedores.

  4. Na MINHA opinião, se trata de uma análise mais comercial (administrativa) do que técnica.

    No frisson das tecnologias de mobilidade e portabilidade, há quem pense que investir em serviços fixos seja vantagem. Não é, creiam. Falar em mobilidade no wireless é investir em redes Mesh, então. É um mercado em ascensão, quando se vê até celulares com conexão wireless.

    É um erro querer agregar voip ao wireless, quando as pessoas procuram o wireless justamente pra fugir de telefone fixo. Bobagem a tal IP-TV, quando as pessoas se voltam cada vez mais para netbooks com telinha de 10'' e, em contrapartida, a LCD da sala fica cada vez maior, pra reproduzir jogos e filmes em alta definição. Isso sem falar na parte técnica, na febre dos AZ-Box, das Sky Livre. Se competir comercialmente já é difícil, imagina competir contra algo gratuito.

    Competitividade só se consegue de duas formas: ou se presta um serviço superior ou se presta um serviço diferenciado. No primeiro caso, acontece o que eu chamo de melhoria da porcaria: disputa por concorrência, quem vende a maior velocidade de acesso ao menor preço, em uma clara demonstração de que não há mais nada a ser oferecido, além de velocidade e preço. Exemplo: grandes operadoras de telecom.

    Graças a Deus, o comportamento consumidor está mudando. Se engane se acha que o cliente não sabe diferenciar as coisas, que ele não é crítico ao ponto de exigir. Tem quem pense assim: cliente satisfeito é aquele que tem acesso rápido, que não cai, não fica lento e é barato. Errado.

    Eu diria: é muito pouco. Aliás, é o MÍNIMO que se pode oferecer. É uma coisa que não vai trazer mérito nenhum, porque é obrigação. Igual casamento: quando se faz tudo certo se ouve "não fez nada mais que a sua obrigação".

    Já que é difícil competir de igual pra igual com as grandes empresas do setor, se parte para a segunda possibilidade, que é prestar um serviço diferenciado. Vou citar em exemplos para ficar mais fácil de entender.

    Diferenças básicas entre grandes empresas e pequenas empresas de telecom:

    - não há necessidade de aderir a outros serviços para apenas usar a internet; dispensa-se vendas casadas de linha telefônica, pacotes de serviços agregados, provedores de terceiros, etc;

    - o preço do serviço é fixo, não tem susto quando vem a conta; logo, é possível um controle de custos, por parte do assinante;

    - não tem fila de espera para atendimento, não precisa ficar 30 minutos falando com uma máquina e muito menos esperar 48h para ter o problema resolvido; ou seja, ganha-se disparado nos quesitos atendimento direto, pessoal e exclusivo;

    - não tem fidelidade ou multa rescisória se por um motivo particular o assinante não desejar mais continuar com o serviço; simplifica-se os processos;

    - não tem problemas com relação a intempéries como chuva, sol, granizo, os grandes vilões das comunicações, não só wireless (claro, para quem presta um nível de serviço mínimo);

    - qualquer problema técnico no computador do assinante pode ser resolvido de forma rápida pelo próprio prestador do serviço, e o assinante não vai pagar por algo sem usar.


    Pergunto: as grandes empresas conseguem esse nível de exclusividade para todos os seus clientes? Claro que não. A regra é simples: quanto mais uma empresa cresce, mais se afasta dos seus clientes.

    E ai mora o perigo: quem se afasta muito, começa a perder clientes. Mas o cliente não sai porque o serviço deixei de ser bem prestado. Ele sai porque perdeu a exclusividade que tinha do prestador. O cliente sente-se 'abandonado', posto ao nível de qualquer um. Ora, vivemos em um mundo de informação, de cultura. Ninguém quer se sentir como mais um, como um qualquer.

    Nem em um banco, que atende centenas de clientes por dia, as pessoas aceitam serem chamadas de um número. Eu me sentiria menosprezado se não fosse atendido pelo meu nome, por uma pessoa que pergunta como eu estou, como tenho passado. Enfim, que se importe exclusivamente comigo.


    Resumo da conversa:

    - prestem exclusividade para seus clientes, os tratem como membros das suas próprias famílias, preocupando-se de verdade com as suas carências, e alegrando-se com as suas conquistas pessoais e profissionais;

    - invistam em tecnologias que não limitem o usuário a um cômodo da casa, ou a um cabo azul arrastando pelo chão;

    - comercialmente, destaquem pontos diferenciais de seus serviços, ao invés de caírem na cilada da competição com as grandes empresas; ou seja, não invistam na melhoria da porcaria, façam um trabalho inovador, diferenciado e espetacular.

    Garanto que nem 100 mega da GVT fazem o assinante largar um serviço bem prestado, exclusivo e que agregue além de um valor material, um valor sentimental pra ele. Creiam, é possível.

    PS: perdão pela postagem tão grande.



  5. Citação Postado originalmente por 1929 Ver Post
    Tem razão mtrojahn. Tve um colega de aula que era com este sobrenome . Leia-se Troian, não?

    Por isso que eu disse: Talvêz não dê para liberar uma banda maior para o cliente como num Airmax. Mas quem tem banda suficiente para isso hoje em dia? São poucos.
    Talvêz a opção do mesh seja uma forma de oferecer mobilidade, coisa que os 100MB da GVT não vão fornecer para o usuário, já que é linha fixa.
    Pensando, pensando, já acho que como nunca poderemos competir com planos de muita banda, poderiamos pensar então numa mobilidade, apesar que restrita, pois estará limitada ao nossa região de cobertura. Mas já iria agradar o assinante.
    Sei lá, vejo com preocupação o futuro. Mas não desespero. Enquanto isso vamos discutindo opções viáveis para os pequenos provedores.
    Isto mesmo, troian...

    Pois é... Tudo depende do foco.

    Uma coisa é fato. Wireless NUNCA vai dar a mesma banda que algo cabeado. O cliente NUNCA vai estar 100% livre de internet via CABO se ele quiser velocidade. Considerando isto, vai do provedor decidir qual será seu foco. Velocidade ou não.

    Em resposta ao Jadir. Bobagem é querer competir internet com as Teles mas não é isso que se faz no Brasil há 15 anos?

    Me parece que tem muita gente desinformada. Concorrer com Teles não é mais tão difícil assim. A Anatel está fazendo um bom trabalho no que diz respeito a "compartilhar" o poder na área (quem diria que eu estaria defendendo a Anatel um dia...).

    Em breve qualquer provedor com SCM vai poder tirar a licença para fazer broadcast. Vai poder investir em TV e legalmente. Outra coisa que está pra sair é a lei que permitirá que as Teles aluguem sua estrutura de 3G ou superior para outras operadoras. Ou seja, voce vai poder criar a sua própria marca de celular e locar da Claro tráfego por dentro da rede dela... Automaticamente você tem a mesma área de cobertura da Claro e só tem que pagar por tráfego...

    Qual é a vantagem? Todas. Para as operadoras é ótimo porque elas vão cobrar apenas de você. Se você não pagar, ela te corta e, com isto, você deixa todos os teus clientes sem telefone. Então é obvio que você SEMPRE vai pagar. A inadimplência para elas será mínima e todo o custo que ela tem de ter que lidar diretamente com clientes diminui. E para você, bem, você paga apenas por tráfego... Quanto mais você consumir mais você paga, mas também mais você ganha com isto...

    Agora você me pergunta, porque um cliente trocaria Claro por você? Porque você tem um plano Celular+Internet+TV+Fixo.

    Pra quem já tem uma estrutura de fibra como eu, é ótimo... Não temos que investir nada. É só começar a prestar o serviço. Voip? Custo Zero. Internet, já tem. Fixo? É só pegar numeração. IPTV? Tira a bendita licença.

    Não pense que você, como provedor, conseguirá sobreviver sozinho... É bom começar a virar Tele. Juntar forças. Este é o caminho na minha opinião.

    Claro que para uns isto é bobagem... Mas daqui há 10 anos a gente pode ver quem ainda está no mercado e qual tamanho que chegou... Ficar estagnado esperando para ser engolido é exatamente o que não faremos aqui... Não tem porque fazer isto se você tem a opção de não fazer...
    Última edição por mtrojahn; 15-02-2011 às 12:56.






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