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  1. ByADM,

    Ninguém quer "tacar" pedra na UBNT não, mas é uma realidade, os 100 Mb que vc conseguiu não tem uma performance de um rádio digital, a latência deve ficar lá em cima no uso Full Duplex, isso por causa do velho e conhecido problema da baixa capacidade de processamento dos equipamemtos dessa marca. E eu gostaria muito de ter links de 1Gb e não é para trafegar 10 links de 100Mb, mas temos perspectiva de grande demanda, agora com as TVs por assinatura e VPNS empresariais, isso é uma realidade com solução vista para fibra, coisa que esse rádio poderia suprir no backhall issose a UBNT não tivesse tradição de supervalorizar o desempenho dos seus rádios.

    Citação Postado originalmente por ByADM Ver Post
    nada disso cara tenho um par nano que arrasta um link de 100 megas da gvt em uma distancia de 7 km sem perda nenhuma, visada 90%, e aproveitando o assunto voces estao ai discutindo querendo q faça velocidade gb sempre que temos apenas links de 100 megas diponiveis, irao comprar 10 links de 100 megas?

  2. Falou tudo e mais um pouco.



  3. ***Editado pela moderação. ***
    Última edição por leandrolopeswifi; 29-03-2012 às 07:11. Razão: Falta de educação.

  4. Citação Postado originalmente por kleberbrasil Ver Post
    Ninguém quer "tacar" pedra na UBNT não, mas é uma realidade, os 100 Mb que vc conseguiu não tem uma performance de um rádio digital, a latência deve ficar lá em cima no uso Full Duplex, isso por causa do velho e conhecido problema da baixa capacidade de processamento dos equipamemtos dessa marca.
    Eu sei que seu comentário foi relacionado aos rádios da linha AirMax da UBNT, mas como tem muita gente achando que o airFiber não vai cumprir a promessa, eu vou colocar aqui os pontos que me fazem acreditar que ele é um produto promissor:


    • O airFiber é Full Duplex. A antena de baixo é usada somente para TX, e a antena de cima é usada somente para RX.
    • Com antenas daquele raio, na frequência de 24GHz, o rádio deve ser extremamente direcional. Isso significa um nível de interferência bem inferior ao experimentado atualmente. Além disso, 80% do raio de Fresnel são míseros 5 metros nessa faixa de frequências com um link de 13 km de distância (alcance máximo especificado).
    • O airFiber não utiliza tecnologia baseada em 802.11, como os outros produtos da UBNT. No vídeo de apresentação do produto, em 05:30, aparece uma FPGA da Altera, que parece ser a Cyclone II (mas não tenho certeza, pois o vídeo está embaçado). Além disso, no screenshot da interface de administração via Web, aparece uma informação de temperatura dos ADCs (conversores analógico-digitais). Os produtos UBNT anteriores ao airFiber eram praticamente projetos de software (firmware) e de antenas em cima de um hardware padrão da Atheros, assim como são os MK, Tp-Link, Krazer, etc. atuais. Já o airFiber é verdadeiramente um projeto de hardware, do início ao fim.
    • Novamente levando em conta o ponto anterior, a UBNT não ficou presa nesse projeto a um SoC da Atheros com processador MIPS de baixo desempenho para realizar o processamento de pacotes. Muito provavelmente, a porta Gigabit Ethernet vai direto para a FPGA, ou seja, os pacotes não passam por uma CPU antes de serem transmitidos/recebidos pelo rádio - eles vão diretamente para o hardware. Deve ser por isso que ele não suporta ser configurado como roteador - apenas como bridge, e deve ser por isso também que a configuração é feita por uma outra porta Ethernet, e não pela porta de dados. No datasheet vocês podem ver que tem uma Data Port (Gigabit Ethernet) e uma Configuration Port (100M Ethernet). Meu chute é que a Configuration Port está ligada a um SoC ARM ou MIPS que é utilizado somente para rodar a interface Web, e que todo o tráfego da Data Port vai direto para a FPGA.
    • Os rádios usam GPS para se sincronizar. Até pouco tempo atrás, essa técnica era patenteada pela Motorola, e não estava presente em rádios de nenhuma outra fabricante. A patente só expirou recentemente. Provavelmente, com o uso da sincronização por GPS, o rádio reduz a necessidade de transmitir "pilots" na modulação OFDM para sincronizar a frequência do rádio receptor com a do rádio transmissor.


    Enfim, se o rádio tiver sido bem projetado, tem tudo para ser um excelente concorrente para rádios digitais de marcas como Motorola. Tendo em vista os componentes utilizados no projeto, eu diria que tem grandes chances de ter sido esse o caso.

    Agora eu só concluo com uma previsão: eu acho que os preços de rádios com capacidade Gigabit vão cair ainda mais nos próximos anos. Esperem a Atheros lançar um chip 802.11ad e vocês vão ver rádios de baixo custo (< R$400) sendo lançados por UBNT e MK com bitrates próximos a esse airFiber porém, é claro, com menor throughput de pacotes, latência mais alta e half-duplex.



  5. Bela explanação thotypous, mas ainda não passa de teorias, espero que na prática isso possa vir se comprovar, pois quando a UBNT lançou o AirMax fez um barulho falando dos benefícios dessa tecnologia que poderia chegar até 300 Mbps, na verdade esse valor só foi alcançado em bancada, por isso levanto a questão: será que fora de bancada o AirFiber vai ser toda essa coca-cola?






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