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  1. Sem tirar a latência, o custo de instalação, o lobby das empresas de satélite como a Hughes por exemplo quem é que vai instalar estes equipamentos para quem realmente necessita lá na área rural ou no meio do Amazonas.
    Essa eu estou pagando para ver..

  2. Citação Postado originalmente por OSNIR Ver Post
    Amigos me desculpem a sinceridade, mas criticas destrutivas não vão melhorar ou piorar o serviço... precisamos ter confiança e acreditar que as coisas podem acontecer... hoje no brasil temos mais de 40% do nosso território sem acesso a internet, e toda e qualquer tentativa de melhorar este quadro é válida, pode não ser viável para grandes provedores, para grandes tráfegos mas é possivel ter um bom acesso com as tecnologias existentes hoje no mercado.

    Para aqueles que não acreditam existe internet banda larga de 5 ou 10 mbps ou até mais, com latencia menor que 100ms... porém exige-se investimento alto, antenas enormes, mas pensem no que ocorre hoje, ou seja, todos os bancos usam links terrestres e satélite e funciona sim.

    Então acredito na solução, pode não ser viável para mim, mas será viável para alguém neste nosso país.

    Só peço que não lancem este satélite usando aquele foguete SACI
    pois não confio muito em um cara de uma perna só fumando cahimbo e pulando.

    osnir, mas a situacao é de indignacao mesmo, cara um investimento deste terrestre e sem desvio de verbas garanto que atenderia mais usuarios que este tal satelite, temos hoje N fornecedores de internet via satelite e nao funciona bem, vai ser dinheiro demais pra nada, ja que china, japao sao referencia em largura de banda olha la milhares de kms de fibra, tem radios, muitos radios, mas pra cobrir pequenas areas com qualidade de sinal, cara imagine 750.000.000,00 so pra fazer umas redes dorsais brasil a fora, de modo que um provedor locar pudesse buscar link ate ums 150 km desta rede, a um preço justo, muita banda, desculpe o palavriado, mas é uma merda, o PNBL era pra fazer isto ne, muito dinheiro ja foi gasto, muito pouco foi feito, foda-se nós ne, to com vergonha de ser brasileiro e ver de perto que é roubalheira demais, esmurici o repertorio, é sacanagem demais.



  3. Olha eu acho que está tendo um pouco de confusão por parte dessa reportagem mal feita, que foi publicada na internet, onde dá a entender que o satélite será utilizado para expansão da rede 3G.

    Na realidade já tem um bom tempo que estão estudando esta questão do lançamento de satélite, sendo que na realidade tudo começou com a intenção de atender uma demanda das Forças Armadas em ter uma rede de comunicação confiável, moderna e com abrangência em todo o território brasileiro, sendo este um fator estratégico militar muitíssimo importante, e isso foi antes de começar a falar em Plano Nacional de Banda Larga, entretanto à época a idéia não recebeu um apoio muito adequado do Governo.

    Quando surgiu o PNBL várias medidas começaram a ser adotadas com a finalidade de expandir a banda larga para todo o país e não somente nas áreas de grande concentração demográfica, sendo que o maior desafio é a região Norte.

    Dentre as medidas adotados pode-se destacar as seguintes: Utilização da rede Eletronet, para atender as 100 primeiras cidades, parcerias com empresas de transmissão de energia que possuem redes de fibra ótica, negociação para construção de uma rede que passa pela América do Sul e América Central chegando até os EUA, construção de novos cabos submarinos de fortaleza e com ligação na Europa e EUA, e também o LANÇAMENTO DO SATÉLITE, sendo que neste momento ele seria utilizado em parte para atender o PNBL e outra parte para atender a necessidade das Forças Armadas.

    Desta forma, o meu entendimento é de que o Lançamento do Satélite, assim como o Plano Nacional de Banda Larga tem muito mais chances de nos ajudar do que nos atrapalhar, pois a idéia central do PNBL é acabar com essa questão de alguns lugares do Brasil não existir opção de compra de link no atacado, e isso nós sabemos muito bem que existe, pois eu moro no Sudeste, numa região com muitas cidades e empresas e mesmo assim não encontro link a um bom preço para comprar e revender, agora imagine quem está na região Norte, que muitas vezes não tem nem serviço de telefonia de qualidade.

    Enfim, eu não trabalho na Telebrás e não compro link deles (ainda), mas acho que devíamos acreditar - e pesquisar - um pouco mais sobre ela, pois é uma das únicas oportunidades que eu consigo enxergar para que as grandes empresas comecem a vender link por um preço honesto e com isso conseguirmos de uma vez por todas promover a inclusão do Brasil na era da Sociedade da Informação.

  4. Citação Postado originalmente por SantiagoMG Ver Post
    Olha eu acho que está tendo um pouco de confusão por parte dessa reportagem mal feita, que foi publicada na internet, onde dá a entender que o satélite será utilizado para expansão da rede 3G.

    Na realidade já tem um bom tempo que estão estudando esta questão do lançamento de satélite, sendo que na realidade tudo começou com a intenção de atender uma demanda das Forças Armadas em ter uma rede de comunicação confiável, moderna e com abrangência em todo o território brasileiro, sendo este um fator estratégico militar muitíssimo importante, e isso foi antes de começar a falar em Plano Nacional de Banda Larga, entretanto à época a idéia não recebeu um apoio muito adequado do Governo.

    Quando surgiu o PNBL várias medidas começaram a ser adotadas com a finalidade de expandir a banda larga para todo o país e não somente nas áreas de grande concentração demográfica, sendo que o maior desafio é a região Norte.

    Dentre as medidas adotados pode-se destacar as seguintes: Utilização da rede Eletronet, para atender as 100 primeiras cidades, parcerias com empresas de transmissão de energia que possuem redes de fibra ótica, negociação para construção de uma rede que passa pela América do Sul e América Central chegando até os EUA, construção de novos cabos submarinos de fortaleza e com ligação na Europa e EUA, e também o LANÇAMENTO DO SATÉLITE, sendo que neste momento ele seria utilizado em parte para atender o PNBL e outra parte para atender a necessidade das Forças Armadas.

    Desta forma, o meu entendimento é de que o Lançamento do Satélite, assim como o Plano Nacional de Banda Larga tem muito mais chances de nos ajudar do que nos atrapalhar, pois a idéia central do PNBL é acabar com essa questão de alguns lugares do Brasil não existir opção de compra de link no atacado, e isso nós sabemos muito bem que existe, pois eu moro no Sudeste, numa região com muitas cidades e empresas e mesmo assim não encontro link a um bom preço para comprar e revender, agora imagine quem está na região Norte, que muitas vezes não tem nem serviço de telefonia de qualidade.

    Enfim, eu não trabalho na Telebrás e não compro link deles (ainda), mas acho que devíamos acreditar - e pesquisar - um pouco mais sobre ela, pois é uma das únicas oportunidades que eu consigo enxergar para que as grandes empresas comecem a vender link por um preço honesto e com isso conseguirmos de uma vez por todas promover a inclusão do Brasil na era da Sociedade da Informação.
    santiago eu fiz o comentario acima so na base da indignacao, motivos nao faltam, ainda que a exposicao do projeto jampa furado esta na midia a 5 ou 6 dias, entao fiz os comentarios meio que baseado no emocional, mas fez voce muito bem espor aqui estas informacoes que colocastes, ai, ja munda bem meu ponto de vista ja que envolve ai bem mais serviços do que somente colocar o satelite em orbita so pra alguns ficarem milionarios, se nao me engano foi aqui no forum mesmo que algem fez os calculos daquele projeto de joao pessoa, o projeto planilhado saiu cerca de 20.000,00 pra cada pretenso assinante, que loucura. parabems pela confiança e pelos esclarecimentos a respeito des projeto.



  5. Caro amigos realmente não vão faltar maus exemplos do uso do dinheiro público e isso é realmente muito revoltante, mas no fundo acho que ainda temos uma luz no fim do túnel, ainda há muitas pessoas com ética no Governo.

    Só para colocar mais um pouco de informação, gostaria de postar uma matéria publicada no portal Convergência Digital que mostra que nós (Pequenos Empreendedores) não estamos totalmente esquecidos e que temos potencial:

    link para o portal: Converg

    Cópia da matéria

    Para Telebrás, regime público na internet seria fatal para pequenos provedores


    CDTV - Convergência Digital :: 22/09/2011 Enquanto os movimentos sociais que organizam a campanha 'Banda Larga é um Direito Seu' insistem na oferta do serviço de internet pelo regime público, e não privado como acontece atualmente, a discussão sobre o tema, realizado em seminário promovido nesta quinta-feira, 22/09, na Universidade de Brasília, ressaltou um ponto até aqui esquecido: como ficariam os cerca de 3 mil provedores de acesso registrados no país.

    Para entidades como Intervozes, Idec, Proteste e CUT, o regime público facilitaria o processo de universalização do serviço, com a definição de metas e o controle de preços por meio da fixação de tarifas – a exemplo da telefonia fixa. “Nos preocupa que a noção de universalização tenha se perdido”, lamenta o coordenador executivo do Coletivo Intervozes, João Brant.

    Marcelllo Miranda, do Instituto Telecom, foi mais contundente. Na presença do presidente da Telebrás, Caio Bonilha, disse que no atual regime - privado - a internet brasileira funcionará onde há dinheiro e demanda por serviços. E o governo, embora esteja financiando a construção da rede, deixará esse mercado ao alcance das empresas de telefonia.

    Entretanto,nos lugares pobres essa rede somente chegará por meio da estatal. "A Telebrás poderá ficar com a "banda larga dos pobres e as empresas de telefonia com o filé mignon, fazendo a banda larga dos ricos", disparou.
    Embora defenda alguma forma de regime público que permita levar banda larga para regiões onde não há demanda alta nem condições econômicas para tal, a Telebrás – principal ator do PNBL – lembrou que a simples mudança de regime pode causar problemas até aqui não considerados.

    “Precisamos ter cautela com o regime público, porque pode ser uma devassa nos pequenos provedores. Há muito empreendedorismo entre eles e temos que ter cuidado para não matar esse pessoal”, defendeu o presidente da Telebrás, Caio Bonilha. Ele lembrou que, embora em condições adversas, os pequenos provedores ainda são a única forma de competição com as grandes operadoras na oferta do serviço.

    A briga, no entanto, é desigual. “Há mais de 3 mil provedores registrados, mas eles detém somente 10% do mercado. Os outros 90% estão com quatro ou cinco empresas”, ressaltou Bonilha. Ele defendeu que a melhor forma para ampliar o acesso é pela efetiva competição no mercado – daí a “alma” do Plano Nacional de Banda Larga estar na oferta de uma rede neutra, pública, com preços competitivos para conexões no atacado.

    Com a transformação em regime público, a prestação do serviço exigiria outorgas – e, portanto, novas licitações – restringindo o mercado àquelas empresas com condições econômicas de não apenas disputar os leilões, mas de suportar eventuais metas de universalização.







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