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  1. Estou com dois queimados para conserto, que por sinal o maior problema é que não possui documentação(esquema elétrico), e isso demanda muito tempo, troca de componentes desnecessários e dinheiro atingindo um custo superior ao novo contando com frete.

  2. E no caso do MPPT não mexi com nenhum pifado, mas os PWM tem outro problema: Componentes de precisão. Um resistor de 0,01 ohm paralelo a um mosfet que faz leitura de corrente circulando, se esse resistor torra ele abre, aí quando esfria dá um contatinho mixuruca que no multimetro aparece, mas na hora de circular corrente grande ou abre ou tem resistencia maior. A resistencia interna dos mosfets idem, o RDS_On, o que se mede no multimetro na escala ohminica não tem relação com a resistencia interna do mosfet conduzindo, se a resistencia interna aumenta (Por calor, geralmente) os pulsos do PWM (E MPPT na conversão dc-dc interna tem oscilador no circuito, não é DC limpa o circuito todo) ficam ou totalmente alterados, ou o pico que devia parecer uma onda quadrada parece dente-se-serra e o pico da onda chega na tensão correta mas a "média" da onda (RMS) não, isso engana comparador de tensão (A base de zener geralmente). Enfim, nem com o esquemário em mãos acho que seria simples, nos PWM pifados que tenho foi quase tudo raio (E aí vai pro espaço mosfets, transistores, diodos, e os CI's), mas uns foi em uso normal e comparar mosfet de aparelho bom com eles é o mesmo que tudo, parecem perfeitos, só que... os CI's usam tensão deles nos comparadores de tensão, qualquer ripple ou spikes de um mosfet ruim deixa o amplificador operacional maluco, ou queima o CI que opera como comparador ou só deixa um funcionamento erratico. (Tenho um pwm barato que começou a dar pouca carga, fui ver e na verdade um mosfet entrou em curto, estava passando reto da placa pra bateria uns 16V, a bateria Freedom aguentou o tranco (Segurando em 16V, só uma célula estufou) por um bom tempo, o dono disse que viu todos os leds acessos (O normal é um piscando) por 1 ano antes de começar a ter problema, então é bem fácil um controlador ter problemas sérios mas demorar pro defeito aparecer, mosfet em curto é mais fácil identificar, mas uma resistencia interna alterada jogando ripple/spikes e enganando comparador de tensão é difícil, precisaria um guia de reparo com as ondas e tensões a verificar no osciloscópio (Não confio nem em multimetro TrueRMS, já fui muito enganado por tensão que parecia limpa))




  3. Para o meu "projeto" de nobreak DC para computador ATX, desisti de usar controlador de carga + fonte industrial. Eu consegui ajustar a fonte para 14V e em teste deixei ligado 24hs em uma fita LED de 5M. Coloquei em produção, mas o controlador de carga morreu depois de 3 dias.
    Comprei fontes nobreak 12V 10A
    http://tecnotrafo.ind.br/produtos/pdf/132.010.01.pdf

    Não entendo de eletrônica, mas parece ser bem construída e possui bons recursos.
    Tenho uma dúvida de leigo. Eu pretendo usar baterias de 12V 7Ah. Qual é a corrente máximo que posso extrair da bateria? A máquina é um pentium dual core com 1HD. Aferi consumo máximo de 75W com um benchmark de calculo cientifico. E normalmente o consumo fica na casa dos 25W, medidos direto na rede AC com kill a watt. Tem que considerar a ineficiência da fonte industrial.

  4. Bateria de gel comum, dessas 12V 7Ah, suportam algumas centenas de amperes por uns segundos, sem problemas.
    O problema é quanto cada uso tira da vida útil delas!

    Se o Kill-a-watt mediu 25 a 75W (E parabens por usar ele, e não usar as calculadoras via web que estimam muito mal esses consumos, e não dizem nada sobre a VARIAÇÃO, só sobre os picos), 25 e 75W se somar mais uns 20% de perdas no nobreak no modo inversão (Eles tem perda mesmo em AC, essa perda é o rendimento do transformador em AC, ou do inversor em DC>AC), diga digamos 30 a 90W de consumo em cima da bateria.

    12V 7Ah são 12*7 = 84Wh.
    Em teoria com consumo de 30W seriam 84 / 30 = 2,8 horas.

    Mas... essa bateria 12V só tem 7Ah em C10, em 10 horas de descarga! Se a descarga for a 0,7Ah, ela vai demorar 10 horas pra chegar na tensão mínima, a SOMA dá 7Ah.
    Mas se descarrega em taxa tipo C1, ou seja 7Ah, não vai durar 1 hora, vai durar uns 40 minutos (Tem que ver isso no datasheet da bateria, bons fabricantes tem datasheet no site, esse numero varia, estou pegando um média genérica), em 1 hora a capacidade fica nuns 4 a 5Ah, e 12V * 5Ah = 60W, em teoria 2 horas.

    Mas nº 2... a bateria fica sob flutuação nuns 13,5 a 13,8V, sob flutuação ela nem sempre tem 100% da capacidade, fora que a tensão de corte (Nobreak desliga) fica nuns 10,5 a 10,8V, as vezes 11V, é um corte quando a bateria ainda tem uns 20% da capacidade as vezes! (Porque com corrente alta circulando a tensão cai meio rápido, ela se estabilizaria lá pelos 10V por mais tempo, mas muito nobreak desliga acima de 10,5V), ou seja, pra otimizar a vida útil da bateria, na prática é comum nobreak AC aproveitar só uns 70 a 80% da capacidade da bateria, se em 1 hora ela entregaria 60W, 80% disso são 48W, digamos que com 25W na saída do nobreak isso signifique 1 hora e meia.

    Mas com 75W (Ou 90W sendo dragado da bateria), isso são 90/12 = 7,5Ah, é mais que C1, daria menos de 60W aproveitaveis provavelmente, com menos de 48W usados efetivamente, se falarmos em 45W falamos em 30 minutos de uso.

    Na prática desktop comum tipo 70W dura 20 minutos em nobreak comum.

    A conta precisa teria que levar em conta a caracteristica exata da bateria (Exemplos de datasheets: https://www.google.com.br/search?q=1...+datasheet+pdf ), teria que levar em conta caracteristicas exatas do nobreak (Inclusive queda de tensão por cabo fino) como rendimento, tensão exatas de flutuação e desligamento, e PRECISÃO do comparador de tensão interno.

    Mas isso muda conforme a bateria envelhece, uns datasheets tem um curva de queda de capacidade conforme os usos, se fizer 20 descargas até 0% a bateria de 7Ah passa a armazenar pouco mais 5Ah, mais 20 e cai pra 3Ah, fora que nobreak ventila mal as baterias, na maioria deles ela fica do lado do transformador que fica quente pra caramba, e dependendo do caso um calculo exato só terá exatidão por 3 meses, depois a bateria já se deteriorou 10% e o calculo foi pro espaço.

    Então conte agora com cerca de meia hora a 1 hora dependendo do consumo (Duvido que fique em 25W, isso seria 0 clientes conectados), em 1 ano talvez já tenha só 10 a 20 minutos.

    Aí entra a vantagem de RB (CCR, RB1xxx), vão consumir 15 a 35W no mesmo serviço, e não precisam AC, alimenta elas com DC direto da bateria (2 em série dá 20-27V conforme carga) e vai ter durabilidade maior das baterias (Por ficarem fora de um nobreak AC), e mais uptime em falta de energia por não ter os desperdícios de um nobreak AC (Rendimento ruim em DC-AC, fora o rendimento ruim da fonte ATX em AC-DC).

    Alias, aqui um dado de bateria que pode enganar, diz fornecer 3,5Ah em 15 minutos, mas na prática com nobreak AC isso não ocorre por isso:
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  5. Citação Postado originalmente por rubem Ver Post
    Bateria de gel comum, dessas 12V 7Ah, suportam algumas centenas de amperes por uns segundos, sem problemas.
    O problema é quanto cada uso tira da vida útil delas!

    Se o Kill-a-watt mediu 25 a 75W (E parabens por usar ele, e não usar as calculadoras via web que estimam muito mal esses consumos, e não dizem nada sobre a VARIAÇÃO, só sobre os picos), 25 e 75W se somar mais uns 20% de perdas no nobreak no modo inversão (Eles tem perda mesmo em AC, essa perda é o rendimento do transformador em AC, ou do inversor em DC>AC), diga digamos 30 a 90W de consumo em cima da bateria.

    12V 7Ah são 12*7 = 84Wh.
    Em teoria com consumo de 30W seriam 84 / 30 = 2,8 horas.

    Mas... essa bateria 12V só tem 7Ah em C10, em 10 horas de descarga! Se a descarga for a 0,7Ah, ela vai demorar 10 horas pra chegar na tensão mínima, a SOMA dá 7Ah.
    Mas se descarrega em taxa tipo C1, ou seja 7Ah, não vai durar 1 hora, vai durar uns 40 minutos (Tem que ver isso no datasheet da bateria, bons fabricantes tem datasheet no site, esse numero varia, estou pegando um média genérica), em 1 hora a capacidade fica nuns 4 a 5Ah, e 12V * 5Ah = 60W, em teoria 2 horas.

    Mas nº 2... a bateria fica sob flutuação nuns 13,5 a 13,8V, sob flutuação ela nem sempre tem 100% da capacidade, fora que a tensão de corte (Nobreak desliga) fica nuns 10,5 a 10,8V, as vezes 11V, é um corte quando a bateria ainda tem uns 20% da capacidade as vezes! (Porque com corrente alta circulando a tensão cai meio rápido, ela se estabilizaria lá pelos 10V por mais tempo, mas muito nobreak desliga acima de 10,5V), ou seja, pra otimizar a vida útil da bateria, na prática é comum nobreak AC aproveitar só uns 70 a 80% da capacidade da bateria, se em 1 hora ela entregaria 60W, 80% disso são 48W, digamos que com 25W na saída do nobreak isso signifique 1 hora e meia.

    Mas com 75W (Ou 90W sendo dragado da bateria), isso são 90/12 = 7,5Ah, é mais que C1, daria menos de 60W aproveitaveis provavelmente, com menos de 48W usados efetivamente, se falarmos em 45W falamos em 30 minutos de uso.

    Na prática desktop comum tipo 70W dura 20 minutos em nobreak comum.

    A conta precisa teria que levar em conta a caracteristica exata da bateria (Exemplos de datasheets: https://www.google.com.br/search?q=1...+datasheet+pdf ), teria que levar em conta caracteristicas exatas do nobreak (Inclusive queda de tensão por cabo fino) como rendimento, tensão exatas de flutuação e desligamento, e PRECISÃO do comparador de tensão interno.

    Mas isso muda conforme a bateria envelhece, uns datasheets tem um curva de queda de capacidade conforme os usos, se fizer 20 descargas até 0% a bateria de 7Ah passa a armazenar pouco mais 5Ah, mais 20 e cai pra 3Ah, fora que nobreak ventila mal as baterias, na maioria deles ela fica do lado do transformador que fica quente pra caramba, e dependendo do caso um calculo exato só terá exatidão por 3 meses, depois a bateria já se deteriorou 10% e o calculo foi pro espaço.

    Então conte agora com cerca de meia hora a 1 hora dependendo do consumo (Duvido que fique em 25W, isso seria 0 clientes conectados), em 1 ano talvez já tenha só 10 a 20 minutos.

    Aí entra a vantagem de RB (CCR, RB1xxx), vão consumir 15 a 35W no mesmo serviço, e não precisam AC, alimenta elas com DC direto da bateria (2 em série dá 20-27V conforme carga) e vai ter durabilidade maior das baterias (Por ficarem fora de um nobreak AC), e mais uptime em falta de energia por não ter os desperdícios de um nobreak AC (Rendimento ruim em DC-AC, fora o rendimento ruim da fonte ATX em AC-DC).

    Alias, aqui um dado de bateria que pode enganar, diz fornecer 3,5Ah em 15 minutos, mas na prática com nobreak AC isso não ocorre por isso:
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    Obrigado mestre. O meu medo era extrair muito de uma bateria tão pequena e matá-la muito rápido. Minha máquina serve apenas para MKauth, tanto que logo irei usar uma placa ATOM ou mesmo uma APU AMD. Eu fiz um teste aqui usando controlador de carga+fonte industrial+fonte ATX DC e consegui 2h e 20m de autonomia. As baterias que tenho são tão vagabundas que praticamente não tem informação no corpo.
    Estou com uma outra máquina exclusiva para monitoramento. Estou pensando em adotar SSD e um processador com suporte a virtualização, colocar MK-auth e monitoramento na mesma máquina.

    edit:
    "Você precisa acrescentar reputação a outros antes de acrescentá-la a rubem novamente".







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